quinta-feira, 28 de março de 2013

Metrô implanta operação especial durante o feriado da Semana Santa


Fonte: Metrô

A partir da próxima quinta-feira, dia 28, o Metrô implantará estratégia especial de operação para facilitar a viagem de quem deixar a cidade durante o feriado prolongado da Semana Santa. 

Na Linha 1-Azul (Jabaquara - Tucuruvi), principal via de acesso aos terminais rodoviários Jabaquara e Tietê, haverá reforço na oferta de viagens. Nas demais linhas, a frota de trens em circulação não sofrerá alterações.

Já na sexta-feira, dia 29, feriado da "Paixão de Cristo", a frota de trens em operação em todas as linhas metroviárias será equivalente à que circulará também no final de semana.   

Circulação de trens será antecipada
Na segunda-feira, dia 1º, para atender aos que retornam do feriado prolongado, a circulação dos trens será antecipada para as 4 horas da manhã nas linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha, por onde desembarcam os usuários que chegam pelos terminais rodoviários Tietê, Jabaquara e Barra Funda. A Linha 4-Amarela também antecipa o horário de abertura das estações. Na Linha 5-Lilás, a operação terá início no horário habitual, ou seja, a partir das 4h40.

Festival de música no Jockey Club
Na sexta (29) e no domingo (31), a ViaQuatro (que opera a Linha 4-Amarela) estenderá o horário da operação até 0h15 para atender o público do festival de música que acontecerá no Jockey Club, zona oeste de São Paulo. O Metrô e a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) vão garantir as transferências para os usuários que embarcarem na Linha 4. Para agilizar o embarque na volta do festival, a concessionária ViaQuatro recomenda ao público a compra ou recarga antecipada de bilhete. No sábado, dia 30, a operação dos trens e do metrô é normal até  1h da madrugada.

Por conta das obras de modernização, os trens da CPTM não vão circular na Linha 9-Esmeralda,  entre as estações Pinheiros e Morumbi, na sexta-feira, dia 29, e no domingo, dia 31. Os usuários da Linha 9 serão atendidos por ônibus gratuitos do PAESE (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência) entre as estações Pinheiros e Morumbi.

Metrô abre concurso público para 15 vagas de “agente de segurança metroviária”


Fonte: Metrô de SP

A partir do dia 8/4 (segunda-feira), estarão abertas as inscrições para o concurso público do Metrô de São Paulo, visando ao preenchimento de 15 vagas mais formação de cadastro reserva para o cargo de agente de segurança metroviária. O edital completo foi publicado nesta quarta-feira (27/3), no Diário Oficial do Estado.

O salário-base é de R$ 1.991,91 mais benefícios como auxílio-alimentação, plano de saúde (opcional), seguro de vida em grupo (opcional), previdência-suplementar (opcional) e bilhete de serviço (acesso gratuito ao Metrô e à CPTM), entre outros.

Ao todo, são 10 vagas para o sexo masculino e 5 para o feminino, que cumprirão jornada de trabalho de 40 horas semanais, em turnos com horário de entrada a partir das 4h00 e término até 1h00 (os horários de entrada e saída são escalonados).

Os pré-requisitos para participar são: idade mínima de 18 (dezoito) anos completos até a data de admissão, ensino médio concluído e estatura mínima de 1,70 m para o homem e de 1,65 m para a mulher.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente no site da Fundação Carlos Chagas: www.concursosfcc.com.br, no período de 8/4 a 10/5/2013, mediante pagamento de taxa de R$ 89,00 (oitenta e nove reais).

Etapas
O concurso terá as seguintes etapas: prova de conhecimentos básicos, prova prática de capacidade física,  checagem de pré-requisitos, comprovação de documentos e avaliação médica admissional. As provas serão realizadas no dia 23/06/2013 (domingo), na cidade de São Paulo, em locais a serem definidos.
 O edital detalhado ficará disponível nos sites do Metrô (http://www.metro.sp.gov.br/metro/trabalhe-conosco/concurso-publico.aspx) e da Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br).

Metrô teve prejuízo de R$ 34,79 milhões em 2012, aumento de 41,6% sobre 2011


Fonte: Agência Estado

O Metrô registrou prejuízo líquido de R$ 34,79 milhões no ano passado, alta de 41,6% sobre o prejuízo de R$ 24,57 milhões de 2011, de acordo com o balanço da empresa publicado hoje no "Diário Oficial" do Estado de São Paulo. A empresa do governo paulista relatou uma receita operacional de R$ 1,637 bilhão no ano passado, ante faturamento de R$ 1,499 bilhão no anterior.

O balanço mostra ainda que as composições percorreram 21,64 milhões de quilômetros durante o ano passado nas quatro linhas do Metrô, alta de apenas 0,58% ante 2011. Já o número de passageiros transportados aumentou 1% entre os períodos, para 1,098 bilhão de pessoas. O balanço considera apenas as linhas operadas pelo governo - azul, vermelha, verde e lilás - com um total de 65,3 quilômetros e 150 composições.

Os trens das duas maiores linhas, a azul e a vermelha, percorreram menos quilômetros e transportaram menos passageiros em 2012 em relação ao ano de 2011. As composições da linha vermelha rodaram 8,534 milhões de quilômetros e transportaram 423,29 milhões de passageiros em 2012, ante 8,593 milhões de quilômetros e 427,12 milhões de passageiros no ano anterior.

Ainda no ano passado, 417,72 milhões de passageiros foram transportados na linha azul, ante 433,54 milhões em 2011, e as composições rodaram 7,29 milhões de quilômetros em 2012, contra 7,34 milhões no ano anterior. O crescimento no total rodado e no número de passageiros transportados ocorreu por conta do aumento do movimento das linhas verde e lilás.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Linha 6 inaugura novo modelo de PPP para investimento em infraestrutura


Fonte: Jornal DCI

A licitação da futura Linha 6-Laranja do metrô será o primeiro projeto de parceria público-privada (PPP) do País a tramitar dentro das mudanças promovidas pela Medida Provisória (MP) 575, do ano passado. O modelo da concessão da linha metroviária é o primeiro de uma série de concessões que o governo do Estado de São Paulo planeja promover neste ano para garantir investimentos em infraestrutura consideradas de interesse social, declarou o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, em visita à redação do DCI nesta terça-feira (26).

Os investimentos que o governo planeja executar em parceria com a iniciativa privada somam cerca de R$ 50 bilhões e envolvem as áreas de transporte, saneamento, saúde, habitação social, educação, administração penitenciária, planejamento e aperfeiçoamento de gestão. Dentro deste pacote, já estão em trâmite a licitação da linha 6 do metrô e um contrato de produção de água que envolvem investimentos de R$ 8 bilhões e R$ 1,6 bilhão, respectivamente.

Segundo Afif, a licitação da linha 6 é o primeiro modelo que contará com as modificações previstas pela MP 575, de agosto do ano passado, que recebeu emendas que garantem a antecipação de recursos do estado para a iniciativa privada e desonerações. “O Estado de São Paulo está na pole position na largada dessa nova modalidade”, ressaltou o vice-governador.

No modelo anterior, afirma Afif, as sociedades de propósito específico (SPE) eram oneradas com a tributação. “Quem paga o tributo federal é o estado ou município, que paga a contraprestação, porque no preço da prestação da PPP está toda a carga tributária. É mais uma transferência tributária de estados e municípios para a União”, criticou.
 
Metrô
No caso da licitação da linha 6, R$ 4 bilhões serão de responsabilidade do governo do estado, com recursos do BNDES e do Tesouro Nacional, e os outros R$ 4 bilhões virão da iniciativa privada. Segundo Afif, a intenção é atrair capitais internacionais para investir no projeto. “O mundo parou e com dinheiro em caixa. Tem uma grande crise internacional com grande liquidez, [isso] é dinheiro procurando oportunidade. Os projetos de infraestrutura no mundo desenvolvido [estão] parados”, argumentou o vice-governador.

Ele indicou ainda que o governo deverá modificar o edital da linha 6, publicado em janeiro, para ampliar o prazo de 60 para 90 dias e para mudar regras sobre as desapropriações. O objetivo, indicou Afif, é garantir que todas as indenizações sejam acertadas mediante acordo judicial, evitando insegurança jurídica.

Dentro desse novo modelo de PPP que o governo estadual planeja implementar, as concessões patrocinadas envolvem a construção da Linha 18-Bronze do metrô e Linha 20-Rosa, além da rede de trens intercidades. O estado também prevê concessões administrativas para a construção, operação e manutenção de três presídios, quatro hospitais, além de um projeto de inclusão digital de professores da rede pública de ensino e de implantação de logística de pátios veiculares integrais.

Campanha do Agasalho está nas estações da CPTM e do Metrô



Fonte: Portal Governo do Estado

A Campanha do Agasalho 2013 já começou e as doações podem ser realizadas nas estações da CPTM e do Metrô. Se você preferir pocure os locais de arrecadação no site da Campanha do Agasalho ou pelos telefones 11 2588-5839/2588-5781/2588-5743.

Em sua 48º edição, a Campanha do Agasalho tem como meta arrecadar vestimentas novas ou em boas condições de uso. As doações são encaminhadas para os municípios do Estado e para as entidades assistenciais cadastradas no Fundo Social de Solidariedade, além de hospitais e albergues. Neste ano, a campanha tem como padrinho o ator Reinaldo Gianechinni.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Metrô 24h é impossível a curto prazo


Fonte: Gazeta do Sul

Durante audiência pública criada para discutir a ampliação do horário de atendimento do serviço do metrô de São Paulo, o gerente de manutenção da companhia, Milton Gioia, disse que a é impossível, a curto prazo, atender o metrô 24 horas. No evento organizado pelos deputados Luiz Cláudio Marcolino (PT) e Leci Brandão (PCdoB), Gioia listou os principais serviços feitos durante a madrugada - como manutenção dos trilhos, dos trens, do sistema de circulação, lavagem das vias. "Se não houver inspeção e tivermos um trilho trincado, podemos ter um descarrilamento", justificou.

Segundo ele, a malha ferroviária foi concebida para operar do jeito que está e, para haver mudanças, seriam necessárias efetuar opções a médio prazo. Enquanto discursava, o gerente foi criticado, vaiado e questionado pelo público. "Não queremos "desculpas", queremos soluções", gritavam pessoas que acompanham a explicação no plenário. Ao todo, havia cerca de 200 pessoas no auditório.

Após a sessão, Marcolino disse que também se preocupa com a segurança, mas criticou a companhia. "Não observamos a preocupação das autoridades de ter um planejamento estruturado. Já era para o Metrô apresentar essa viabilidade."Procurado, o Metrô divulgou nota explicando que é "um sistema de transporte de alta capacidade, implantado para atender grandes demandas e áreas de concentração maior de público. Baixas demandas são atendidas pelo sistema de pneus, que é mais econômico, de rápida instalação e com trajetos adaptáveis.

O metrô de Nova York, por possuir linhas paralelas numa mesma direção, é o único entre os maiores do mundo que funciona sem parar, realizando manutenção alternada.

Projetos de lei
As ideias de Marcolino e Leci se convergem, ao passo que eles são autores de dois projetos de lei sobre o tema. O petista concebeu a proposta para que o metrô atenda à população 24 horas, todos os dias, enquanto deputada do PCdoB solicitava que o transporte ficasse aberto durante todo o fim de semana.

De acordo com o deputado do PT, o próximo passo é unificar os projetos e continuar cobrando o secretário de transporte, dirigentes do Metrô, da CPTM, da EMTUE e o governo estadual.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Expansão do Metrô de São Paulo atrai estrangeiros


Fonte: Folha de São Paulo
Reportagem de Júlio Wiziaki

Seis grupos estrangeiros se associaram a construtoras nacionais para tentar quebrar a preferência do que eles chamam "Clube do Tatuzão" na disputa pelas obras de expansão da Linha 2 (Verde) do Metrô de São Paulo.

O "clube" é formado pelas maiores construtoras do país (Andrade Gutierrez, Camargo Correa, Queiroz Galvão, Odebrecht e OAS).

O processo nem bem começou e já está levando algumas empresas à Justiça. Isso porque, para concorrer nessa licitação, é preciso ser empresa com sede no país e já ter construído túneis de metrô com uma escavadeira gigante ("shield"), batizada de "tatuzão" -e que custa cerca de R$ 50 milhões.

A exigência habilitaria somente as grandes empreiteiras para a disputa e isso gerou contestações, em janeiro deste ano, das principais concorrentes do "clube".

O Metrô chegou a suspender a concorrência, adiando a abertura da documentação das interessadas. Em fevereiro, foi judicialmente obrigado a prestar esclarecimentos, devido às contestações da Galvão Engenharia.
A construtora afirmava que o edital original não permitia a participação estrangeira.

A resposta do Metrô saiu em 15 de fevereiro e a documentação das interessadas foi aberta dias depois. O Metrô negou ter mudado o edital e afirmou que qualquer empresa estrangeira poderia participar, desde que tivesse sede no país e se associasse em um consórcio com construtoras brasileiras.

Com isso, a própria Galvão ganhou tempo e, nesse intervalo, fechou parceria com a portuguesa Somague.
Resultado: seis estrangeiras estão no certame. São elas: Ghella (Itália), Acciona e Azvi (Espanha) e Somague (Portugal). As espanholas Ferrovial e a Copasa -dois dois maiores conglomerados internacionais de infraestrutura- surgiram na última hora associadas às brasileiras Carioca e Construcap, respectivamente.
Antes disso, ambas só entregaram propostas para lotes sem o "tatuzão". Suas sócias já estão em processo de abertura de subsidiárias no Brasil para que a proposta seja considerada válida.

A pressão das construtoras concorrentes do "clube" se explica por dois motivos. Um deles é o valor da obra: R$ 5 bilhões. A maior parte desse valor (60%) será paga aos dois consórcios vencedores dos trechos em que será preciso usar o "tatuzão".

O projeto de expansão da Linha 2 (Verde) terá 15 km e ligará a estação Vila Prudente à rodovia Dutra, próximo ao Aeroporto Internacional de São Paulo. Ao todo, serão 12 estações.

O mais importante é que, com a abertura para as estrangeiras que já usaram o "tatuzão", as construtoras brasileiras associadas terão a certificação necessária para fazer parte do "clube" e, assim, participar de concorrências futuras.

Com mais concorrentes, os preços tendem a baixar, o que é positivo para os cofres públicos. Oficialmente, nenhuma empresa quis comentar. O Metrô negou qualquer tipo de direcionamento.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Estado cobra ação da Prefeitura para obras do Metrô


Fonte: Revista Ferroviária

O governo do Estado de São Paulo afirma que a demora da Prefeitura em fazer desapropriações para obras do Metrô coloca em risco o andamento da construção de duas linhas. Segundo a companhia, se 1.200 famílias não forem retiradas ainda este ano, os trabalhos correm risco de ser interrompidos a partir do segundo semestre.

As linhas em risco são as maiores apostas do Estado para resolver os problemas de mobilidade da cidade: os monotrilhos das Linhas 15-Prata (da Vila Prudente à Cidade Tiradentes, na zona leste) e 17-Ouro (do Aeroporto de Congonhas ao Morumbi, na zona sul). Os projetos somam R$ 5,5 bilhões em investimentos.
A vantagem dos monotrilhos é justamente a possibilidade de a construção ser mais rápida e barata, já que as linhas ficam acima do solo, em vias elevadas. No entanto, os projetos que o Metrô fez para as duas linhas contavam com a participação da administração municipal - e convênios firmados na gestão Gilberto Kassab (PSD) transferiam à Prefeitura a responsabilidade de fazer algumas desapropriações para abrir espaço para os trilhos.

No caso da Linha 15-Prata, o Metrô diz ter condições de honrar compromissos públicos de entregar dez estações até o ano que vem, até o distrito Iguatemi. De lá em diante, diz o secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, a obra só continua se houver desapropriações na Avenida Ragueb Chohfi e nas Estradas Iguatemi e dos Metalúrgicos. Essas vias precisam ser alargadas para receber canteiros centrais, onde o viaduto do monotrilho é erguido. A promessa é a linha chegar a Cidade Tiradentes em 2016.

O prefeito Fernando Haddad (PT) disse, na quinta-feira (14), em visita à região, que buscaria verbas do governo federal para duplicar a Estrada do Iguatemi. "O metrô está longe daqui ainda, mas o dia em que ele chegar a via vai precisar de um canteiro central", afirmou, sem dar prazos.

Já na Linha 17-Ouro, os problemas envolvem as duas pontas do ramal. O projeto foi feito baseado na promessa do prefeito Kassab de construir um túnel ligando a Avenida Jornalista Roberto Marinho (onde já há obras do monotrilho) à Rodovia dos Imigrantes, no Jabaquara. O projeto concluído em dezembro prevê desapropriar 8 mil famílias. "Precisamos que a Prefeitura desaproprie ao menos 1.200 famílias imediatamente", diz Fernandes. Elas estão na faixa de 20 metros de largura que são necessárias para o monotrilho.

No lado oposto, no Morumbi, a Prefeitura precisaria fazer uma continuação da recém-aberta Avenida Hebe Camargo, e um piscinão. Senão, a linha não chega à Avenida Francisco Morato. Questionada sobre as supostas pendências, A Prefeitura afirmou que só se pronunciaria após a publicação desta reportagem.
Não é a primeira vez que divergências de prazos entre Prefeitura e Estado atrasam obras do Metrô. A própria Linha 17 tinha cronograma original de conclusão para 2014, na Copa do Mundo. Mas ela atrasou, entre outros motivos, por demora na emissão de licenças ambientais por parte da Prefeitura, na gestão Kassab.

Moradores
Moradores da área que, segundo o Estado, precisam ser desapropriadas para a construção da Linha 17-Ouro, no Jabaquara, zona sul, se dizem indignados com a falta de informação por parte da Prefeitura sobre a saída deles.

A dona de casa Antônia Moretto L'Abate, de 66 anos, diz que a informação que corre no bairro é a de que as notificações para as desapropriações devem chegar em junho. "Já colocamos um advogado para ver isso. Eles não dizem nem se sairemos nem se não. Só falam que a retirada não está fora de cogitação. Isso é coisa para se falar para o povo?", questiona.

O aposentado José Carlos Ferreira, de 68, é mais prático. "Preciso reformar a casa. Mas não sei se faço ou não a obra porque não sei se fico aqui. E tem mais: o pessoal que mora na favela vai receber apartamentos. Eu não sei se o que eles vão me pagar vai dar para comprar outra casa."

Boa parte das 8.000 famílias na área de desapropriação habita favelas. A promessa é de que sejam construídas moradias populares para elas e só então haveria a saída delas.

Coca-Cola FEMSA Brasil distribui i9 by Powerade no Metrô


Fonte: Mundo Marketing

A Coca-Cola FEMSA Brasil faz a Blitz i9 no metrô de São Paulo para promover o i9 by Powerade. A distribuição do produto hidrotônico ocorre de forma intercalada nas estações Consolação, Trianon, Brigadeiro, Clínicas, Santa Cruz e Tatuapé até o dia 5 de abril, entre 10h e 16h. A bebida vem em embalagens de 500 ml e tem versões nos sabores limão, tangerina, maracujá e uva verde.  

São Paulo terá quatro PPPs metroviárias em execução


Fonte: Revista Ferroviária

O secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, falou nessa segunda-feira (18/03) durante o Congresso Franco-Brasileiro de Mobilidade Urbana, sobre os projetos de PPPs, e informou que em 2014 o estado terá sete obras metroviárias sendo realizadas ao mesmo tempo.

“Até o final deste ano teremos a contratação de boa parte das obras da linha 18-Bronze, da extensão da linha 2-Verde, com 15 quilômetros, e da primeira fase da linha 6-Laranja, também com 15 quilômetros. Além disso, teremos a continuidade do processo das linhas 5-Lilás (Capão Redondo-Chacará Klabin), que deverá ficar pronta até 2015, da linha 17-Ouro (Congonhas-Morumbi), da linha 4-Amarela (Luz-Vila Sônia), conclui Fernandes.

O Estado conta com quatro PPPs em andamento, orçadas em R$ 37 bilhões. As obras são: linhas 6- Laranja (Freguesia do Ó-São Joaquim); 20-Rosa do Metrô (Moema-Lapa); 18-Bronze do monotrilho (Alvarengas-Tamanduateí), e os trens regionais.

O secretário também informou que apesar dos atrasos de obras em andamento no metrô, tudo será concluído dentro dos cronogramas impostos pelo estado. “Os atrasos foram decorrentes de uma série de fatores, como desapropriações, pendências judiciais, e até o acidente de 2007 na estação Pinheiros, nenhum deles relacionado ao modelo de contratação por PPP. Muito pelo contrário, a parceria acabou afetada por fatores externos a ela. Além disso, a parceria é fundamental para que consigamos construir todas estas linhas ao mesmo tempo. Nós não temos condição de gestão no Metrô para realizar isso sozinhos”, explicou.

terça-feira, 19 de março de 2013

Alckmin minimiza atraso em obras do Metrô e oferece mais R$ 37 bilhões em PPPs


Fonte: Rede Brasil Atual

O secretário estadual de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, anunciou, na abertura do Congresso Franco-Brasileiro de Mobilidade Urbana, na manhã de hoje (18), que quatro projetos de expansão metroferroviária paulista serão realizados por meio de parcerias público-privadas (PPPs). As obras apresentadas pelo secretário, orçadas em R$ 37 bilhões, foram as linhas 6- Laranja (Freguesia do Ó-São Joaquim) e 20-Rosa do Metrô (Moema-Lapa), a linha 18-Bronze do trem metropolitano (Alvarengas-Tamanduateí), e os trens intercidades, os primeiros ligando São Paulo a Campinas e Sorocaba, no interior.
 
O secretário ressaltou que, em 2014, o estado terá em andamento sete obras do Metrô ao mesmo tempo. “Até o final deste ano teremos a contratação de boa parte das obras da linha 18-Bronze, da extensão da linha 2-Verde, com 15 quilômetros, e da primeira fase da linha 6-Laranja, também com 15 quilômetros. Além disso, teremos a continuidade do processo das linhas 5-Lilás (Capão Redondo-Chacará Klabin), que deverá ficar pronta até 2015, da linha 17-Ouro (Congonhas-Morumbi), da linha 4-Amarela (Luz-Vila Sônia) e da linha 15-Branca (Oratório-Cidade Tiradentes)."

Fernandes minimizou o atraso de obras em andamento no metrô, sobretudo na linha 4-Amarela, que também é uma PPP. “Os atrasos foram decorrentes de uma série de fatores, como desapropriações, pendências judiciais, e até o acidente de 2007 na estação Pinheiros, nenhum deles relacionado ao modelo de contratação por PPP. Muito pelo contrário, a parceria acabou afetada por fatores externos a ela. Além disso, a parceria é fundamental para que consigamos construir todas estas linhas ao mesmo tempo. Nós não temos condição de gestão no Metrô para realizar isso sozinhos”, explicou.

As linhas 4-Amarela e 5-Lilás acumulam vários anos de atraso. A primeira iniciada em 2001, tinha previsão de conclusão total em 2008, ligando o bairro da Luz à Vila Sônia. No entanto, o primeiro trecho, com seis estações operando entre a Luz e Pinheiros, só foi entregue no final de 2010. Em 2007, uma cratera se abriu no que viria a ser a estação Pinheiros, matando sete pessoas e levantando inúmeros questionamentos sobre a qualidade dos serviços realizados pelas empresas consorciadas.

A previsão atual de entrega da segunda fase, com as estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, Fradique Coutinho, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia e a ampliação do numero de trens em circulação, dos atuais 14 para 29, é entre junho e setembro de 2014, com pelo menos seis anos de atraso.

Já a linha Lilás, teve sua construção iniciada em 1998, gerida pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), sendo denominada Linha G. O primeiro trecho, entre Capão Redondo e Largo Treze, foi entregue em 2002. desde então nenhuma outra estação foi concluída. Em 2010, a licitação de seis lotes de construção da linha foram suspensas por suspeita de favorecimento de empresas e formação de cartel.

Os projetos foram apresentados a lideranças políticas e agências governamentais francesas, como a Ubifrance, responsável pela promoção do desenvolvimento internacional de empresas francesas. Além disso, estão participando do congresso 17 empresas que vêm apresentar casos de sucesso, entre elas a Alstom, que já sofreu denúncias de que realizava subornos para ganhar licitações da extensão do Metrô de São Paulo, a partir de uma investigação do Ministério Público da Suíça.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Colonial Marines coloca ninho alienígena em metrô de São Paulo


Fonte: Tech Tudo

A estrutura é criação da Sega, mas foi concebida pelo artista plástico Eduardo Fraga, veterano na produção de réplica, bonecos e efeitos especiais. O ninho alien tem cerca de 1,60m de largura e 1,60m de altura, totalmente modelado de acordo com o visual oficial das criaturas do game e cinema, desenhado originalmente por H.R. Giger.

De acordo com a Sega, a montagem levou aproximadamente 30 dias, além de 15 dias adicionais para a concepção final do projeto. Sobre a experiência, Eduardo comentou: “De longe, este foi um dos trabalhos com que mais me diverti. Pude fazer parte de um universo do qual sempre fui fã e adoro, tendo como inspiração o mestre H.R. Giger. Foi um dos projetos com o qual mais aprendi”.

Aliens: Colonial Marines já está nas lojas, o jogo mostra um tipo de continuação oficial dos antigos filmes da série, com os “xenomorfos” mais agressivos do que nunca e ainda mais implacáveis. O título está disponível para PlayStation 3 e Xbox 360. As versões Wii U e PC (em caixa) chegam em breve.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Itaú quer assumir bicicletários em SP


Fonte: IG

O Itaú Unibanco quer assumir os bicicletários do Metrô de São Paulo – a maioria fechados desde o ano passado por falta de patrocínio. Caso a tacada se confirme, o banco dará um passo à frente na disputa com o Bradesco, que opera na capital paulista as ciclofaixas de lazer aos domingos, para atrelar sua imagem à cultura da bicicleta na cidade.

“A gente está em vias de fazer uma parceria com o Metrô de São Paulo para assumir os bicicletários para quem tem bicicleta própria”, diz Cícero Araújo, diretor de Relações Institucionais e de Governo do Itaú Unibanco, ao iG .

Dos 17 bicicletários nas estações de metrô de São Paulo, apenas cinco estão em funcionamento, segundo dados do Metrô e da Via Quatro, que opera a Linha 4-Amarela: Anhangabaú, Guilhermina-Esperança, Palmeiras-Barra Funda, Butantã e Pinheiros. Com isso, das 677 vagas, só 328 estão disponíveis.

O projeto dos bicicletários foi pioneiro em termos de parcerias entre o Poder Público e a iniciativa privada para estimular a "mobilidade suave" (como bicicleta e patins) em São Paulo. Além das vagas para bicicletas próprias, em alguns pontos era possível emprestar gratuitamente o veículo para viagens curtas.

O sistema era operado com o Instituto Parada Vital (IPV), em parceria com o governo do Estado e com o patrocínio de empresas. ATé março de 2011, segundo estatísticas disponíveis no site do IPV, houve 200,5 mil utilizações, entre estacionamentos e empréstimos de bicicletas.

A partir de 2012, porém, após o fim do apoio da Sabesp, começaram os problemas. O presidente do IPV, Ismael Caetano, diz que ainda continua em busca de parcerias. A expectativa é chegar a uma conclusão em até 30 dias.

“Há algumas possibilidades em curso mas não tem nada fechado, nada concreto”, diz Caetano. “A maior dificuldade é encaixar a proposta com a identidade da marca que esteja patrocinando.”

O Metrô não disponibilizou um porta-voz para comentar os planos e a proposta do Itaú. Em nota, atribuiu o fechamento dos bicicletários a “problemas operacionais e de gestão apresentados pelo Instituto Parada Vital” e disse que “está à procura de novos parceiros (e) trabalha na elaboração de uma nova modelagem para a cessão dos seus espaços, visando à manutenção e possível ampliação desses serviços”.
Uso das laranjinhas cresce mais em SP
O Itaú também pretende antecipar, de 2014 para este ano, a meta de ampliar de 96 para 300 o número de estações do Bike Sampa – projeto de empréstimo de bicicletas iniciado em 2012 na cidade. Com isso, o número de veículos disponíveis na capital paulista aumentará de 960 para 3 mil.

“Vamos chegar a todas as zonas da cidade, inclusive à zona leste”, afirma Araújo, que adianta também que algumas estações deverão ser realocadas.

A utilização das laranjinhas – como ficaram conhecidas as bicicletas, em razão de ostentarem a cor do banco – ainda é muito menor em São Paulo em comparação com o que ocorre no Rio, onde o projeto foi lançado em 2011. Ali, existem 60 estações e 600 bicicletas. Na capital carioca, o sistema tinha, até meados de fevereiro, 138.815 usuários cadastrados, que realizaram 1.558.531 viagens. Em São Paulo, são 118.272 registros e 128.216 viagens no mesmo período.

Mas o uso tem se expandido mais rapidamente em São Paulo nos últimos meses. De novembro de 2011 a janeiro de 2013, o número de viagens cresceu 43%, enquanto no Rio a alta foi de 17% (veja tabela). Até 17 de fevereiro, o Bike Sampa registrou 20.801 viagens e o Bike Rio, 50.799.

Segunda fase da linha 4 do metrô de SP sai em 2014


Fonte: Portal Mobilize

A conclusão da segunda fase da linha 4 do Metrô de São Paulo (Amarela) está prevista para junho a setembro de 2014 com 11 anos de atraso, segundo o cronograma do governo do Estado. A obra será entregue em pleno período eleitoral, quando o governador Geraldo Alckmin deve disputar candidatura pelo PSDB para tentar a reeleição. A segunda fase compreende a conclusão das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, Fradique Coutinho, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia e a ampliação do numero de trens em circulação, dos atuais 14 para 29.

Os novos prazos de conclusão, informados pelo serviço do Metrô de atendimento à comunidade, preveem que as estações Higienópolis, Oscar Freire, Fradique e Morumbi serão entregues em junho de 2014 e a estação terminal Vila Sônia, em setembro.

De acordo com declarações feitas pelo secretário dos Transportes do Estado de São Paulo, Jurandir Fernandes (PSDB), no ano passado, a previsão de entregar as obras no segundo semestre, durante o período eleitoral, seria mera coincidência. A assessoria de imprensa da Secretaria dos Transportes mantém a previsão de conclusão no segundo semestre do ano que vem, mas não confirma o cronograma informado pelo Metrô.

O primeiro trecho da linha 4 (Butantã-Luz), hoje com seis estações, começou a funcionar em maio de 2010 com horário reduzido e, um ano depois, com horário normal. A linha possui uma terceira fase prevista, com a expansão até Taboão da Serra. A linha 4, administrada pelo Consórcio ViaQuatro, é a primeira privatizada pelo governo de São Paulo. A estimativa de custo total da linha é de R$ 3,8 bilhões, sendo 70% custeado pelo governo do estado e o restante pela CCR, empresa que controla o Consórcio ViaQuatro. A previsão é de que seja operada pelo consórcio por 30 anos, a contar do término das obras.

Prevista inicialmente para ser entregue em 2003, a conclusão da segunda fase da linha 4 é uma das mais lentas da expansão do Metrô de São Paulo. É considerado um dos sistemas de trens metropolitanos com expansão mais atrasada entre as grandes cidades do mundo pela Comunidade de Metrôs (CoMet), um sistema de avaliação comparativa entre sistemas ferroviários que conta com 14 membros, entre eles o Metrô de São Paulo, de Santiago, de Nova York e de Pequim.

Em funcionamento desde 1974, o metrô de São Paulo tem atualmente 74,3 quilômetros de rede e 68 estações. A capital do Chile, Santiago, tem 103 quilômetros de linhas e 108 estações de metrô, e 60 quilômetros foram construídos nos últimos dez anos.

A falta de investimentos na expansão do metrô de São Paulo faz com que o sistema detenha o título de mais superlotado do mundo, com mais de 11,5 milhões de passageiros por quilômetro de linha, segundo  a CoMet. A comunidade afirma que o ideal é dez quilômetros de linha para cada 2 milhões de usuários. Por esse cálculo, a região metropolitana de São Paulo, com perto de 20 milhões de habitantes, deveria ter pelos menos 100 quilômetros de linha de metrô.

A conclusão das estações previstas na fase 2 da linha 4 não deverá diminuir o atual volume de pessoas que usam a linha 4 atualmente, segundo a Secretaria de Transportes. O fluxo deve aumentar dos atuais 750 mil passageiros para 970 mil. Usada como ligação para acesso à região central por moradores da zona sul que utilizam a linha 5 (Capão Redondo – Largo 13), a expectativa é que somente com a interligação direta da linha 5 ao restante do sistema metroviário haja o reflexo para desafogar estações como a Luz, República e Faria Lima, atualmente com grandes filas em horários de pico nos pontos de acesso às plataformas de embarque.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Seguranças 'reservam' lugares na Linha 4-Amarela


Fonte: O Estado de São Paulo

São 18 horas. Você chega à plataforma do metrô e, assim como outras centenas de pessoas ao seu redor, busca uma porta para embarcar no trem. A fila está grande em todas, com exceção de três, bloqueadas por um cordão. Mas o que explicaria o fechamento de acessos em pleno horário de rush da volta para casa, quando qualquer espaço é disputado a empurrões? Estratégia operacional, diz a concessionária ViaQuatro, que passou a adotar o plano em estações da Linha 4-Amarela.

Desde fevereiro, a medida de restrição vigora nos dias úteis, das 17h30 às 19h, ou até o término do fluxo mais intenso, em três paradas do ramal: República, Faria Lima e Pinheiros. Seguranças da empresa ficam dentro do cercadinho para garantir que ninguém tente ultrapassá-lo. E também para abrir a fita de isolamento para quem sai do trem pelas portas com acesso fechado.

Segundo a concessionária, esse plano tem sido empregado com o objetivo de facilitar o embarque e desembarque dos usuários na Estação Paulista, a mais lotada da Linha 4 e a quinta mais cheia do sistema, com uma média de 158 mil entradas por dia.

Em um fim de tarde da semana passada, a reportagem viu dois seguranças cuidando de um cercadinho na Estação República, no sentido Butantã. Três das 24 portas daquela plataforma estavam isoladas. Elas ficavam no centro do espaço, na mesma altura em que, na Estação Paulista, a próxima naquela direção, costuma haver maior concentração de pessoas em horários de maior movimento.

Passageiros da Linha 4 reclamam da ação adotada pela empresa. O pintor Pedro Mello, de 45 anos, por exemplo, discorda da estratégia. O que deveriam fazer é abrir novas estações mais rápido, para distribuir melhor as pessoas.

Já a pedagoga Vivian Mariano, de 26 anos, acredita que a concessionária interditou a entrada justamente no trecho da plataforma onde há maior procura para quem vem da conexão com a Linha 3-Vermelha. Restringir a circulação nunca é positivo.

Quebra-galho. 
Para o consultor Horácio Augusto Figueira, mestre em Transportes pela Universidade de São Paulo (USP), a solução utilizada pela concessionária, um quebra-galho, pode até ajudar operacionalmente, mas por tempo limitado. Em sua avaliação, o projeto das estações da Linha 4 foi econômico. Tinham de ter sido construídas plataformas centrais, além das laterais. As pessoas sairiam por um lado do trem e embarcariam no outro, como é na Sé.

Pelo fato de funcionar há menos de um ano e meio em horário integral e já ter de adotar esse tipo de estratégia, a Linha 4 não deve ter um futuro promissor no quesito boa circulação de passageiros, opina Figueira. Ela nasceu com um erro conceitual e de dimensionamento de quem fez o estudo de demanda ou do autor do projeto. Ou ainda, na fase de licitação das obras, alguém quis economizar. Isso são hipóteses. Não sei onde houve erro.

A construção de uma plataforma central na Estação Paulista da Linha 4 poderia ter evitado que seguranças nas outras paradas tivessem de chegar ao ponto de bloquear parte das portas de plataforma. Entretanto, o custo da obra aumentaria, uma vez que seria necessário empregar mais recursos e materiais. O diâmetro do túnel também precisaria ser alargado em determinados trechos.

Uma linha de metrô tinha de ter capacidade para cem anos. Veja a Sé, que foi projetada no fim dos anos 1970 e ainda não precisa desse tipo de estratégia para conseguir lidar com toda a demanda. O que não pode é investir bilhões em uma linha e ela praticamente já nascer com esses problemas, afirma Figueira.

Extremidades. 
Em nota, a ViaQuatro informou que a restrição de embarque de usuários em certas portas de plataformas é para direcioná-los às extremidades das estações, favorecendo a distribuição de passageiros no interior dos trens e, dessa forma, aumentar o conforto de todos durante a viagem.

CAF divulga imagens do novo trem da Linha 5-Lilás


Por Diego Silva
Imagens: Divulgação CAF

A CAF (Construcciones y Auxiliar de Ferrocarriles) divulgou em seu site algumas imagens do novo trem da Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo. A futura 'Frota P' faz parte da expansão da Linha 5 rumo à Chácara Klabin. Ao todo, foi firmada a compra de 26 composições de seis carros cada, que se somarão aos já oito trens existentes da Alstom, em circulação desde 2002 (Frota F).


A pedido do próprio Metrô, o projeto de cabines aerodinâmicas (similar ao que foi feito na Frota H) não foi introduzido nesse projeto. Então, os próximos trens da CAF terão a cabine mais 'reta', o que dará uma uniformidade ao padrão de trens da Linha 5-Lilás. Como citado, os trens serão de seis carros, as caixas serão fabricadas em aço inox. Os trens terão ar-condicionado, câmeras de vigilância, gangway (salão contínuo) e portas mais largas.


A expansão da Linha 5-Lilás até Chácara Klabin já está em obras avançadas. Recentemente, visitamos as obras da estação Adolfo Pinheiro, onde pudemos acompanhar parte do que está acontecendo. Segundo informações do próprio Metrô, a expansão será concluída até o fim de 2015. Os novos trens poderão chegar até o começo de 2014 (ainda não foi informada uma data oficial para a chegada dos mesmos).


Governo paulista apresenta modelagem da Linha 18


Fonte: Revista Ferroviária

A Secretaria dos Transportes Metropolitanos de São Paulo (STM) realizou na manhã desta terça-feira (12/03) uma audiência pública para apresentar a modelagem da Parceria Público- Privada (PPP) da futura Linha18-Bronze do Metrô de São Paulo, que será um monotrilho.

Com 14,355 quilômetros de extensão, a linha com 12 estações ligará Tamanduateí (Linha-2 Verde) ao Paço Municipal de São Bernardo do Campo, passando por Santo André e São Caetano, na Grande São Paulo. Segundo previsão da STM, os 25 trens que circularão pela linha transportarão 304,5 mil passageiros por dia.

A empresa que vencer a concorrência será responsável por toda a construção da linha, além de obter as licenças necessárias, realizar todas as desapropriações, adquirir os equipamentos e material rodante da linha. A empresa vencedora também deverá operar e manter a linha durante o período de concessão, que é de 24 anos - quatro para construção da linha e 21 para operação.

De um custo total de R$ 3,01 bilhões, o governo dará aporte de R$ 1,67 bilhão, sendo R$ 400 milhões do Orçamento Geral da União e R$ 1,27 bilhão de financiamento do PAC 2.

O edital está previsto para ser lançado na segunda quinzena de abril deste ano. O término da consulta pública ocorrerá em maio e a aprovação final pelo conselho gestor acontecerá em junho, quando também deve ser publicada a ata. A previsão de início das obras é 2014 e a conclusão em quatro anos.

No primeiro chamamento público, realizado em fevereiro do ano passado, para a manifestação de interesse para o desenvolvimento de estudos e modelagem para Linha 18-Bronze, 12 empresas declararam interesse no desenvolvimento dos estudos.  No dia 16 de julho de 2012, prazo final para apresentação dos estudos, as empresas Brasell, CMT, Invepar-Queiroz Galvão-Bombardier e Odebrecht apresentaram propostas.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Data para reajuste de Metrô de SP não está definida


Fonte: Revista Ferroviária

O reajuste da tarifa de metrô de São Paulo, hoje em R$ 3, ainda não tem data para entrar em vigor, segundo o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB). Depois de o ministro da Fazenda, Guido Mantega, pedir o adiamento da elevação da tarifa que, historicamente, ocorre em fevereiro, Alckmin disse ontem que não há nenhuma definição de quando ela ocorrerá. O pedido, para conter a inflação no primeiro semestre, se estendeu também à tarifa dos ônibus de São Paulo, estabelecida pela Prefeitura.

Alckmin avaliou ainda como positiva a possível desoneração da cobrança de tributos como PIS/Cofins do transporte ferroviário pelo governo federal. ''Acho ótimo retirar esses tributos. Metrô e trem são transportes públicos de alta qualidade. Tudo que pudermos fazer para incentivar o transporte sobre trilhos é importante'', afirmou.

O governador visitou as obras do trecho leste do Rodoanel, em Ribeirão Pires, onde foi concluído um dos túneis da obra. Após operar a retroescavadeira para liberar o último trecho do túnel, Alckmin anunciou novo acesso da obra para o município. O conceito do Rodoanel é de rodovia fechada, mas determinamos que a Artesp [Agência de Transportes do Estado de São Paulo] faça estudos técnicos e orçamento para que possa ser executado. Isso deve ocorrer no menor prazo possível, disse. Segundo ele, o acesso vai beneficiar as cidades de Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Suzano e Mauá, na região do grande ABC paulista.

José Carlos Brito, diretor técnico da Contern, concessionária responsável pela construção da obra, lembra que a empresa fará o aditamento do contrato para construção do acesso a Ribeirão Pires, mas ressalta que os acessos ao Rodoanel devem ser limitados. Vamos atender ao pedido do governo, mas não pode haver vários acessos para não tirar o trânsito urbano e transferir para o Rodoanel. Nesse caso, temos na região várias empresas que precisam ter melhor logística para veículo de cargas, diz. O acesso será feito por meio de trevo na altura da divisa dos municípios de Ribeirão Pires e Suzano e deve custar cerca de R$ 200 milhões.

A travessia de morros, como o da Pedreira Santa Clara, em Ribeirão Pires, ocorre por meio de túneis, segundo o governador, para garantir maior segurança às rodovias. É mais caro, mas permite traçado melhor, disse Alckmin.

O trecho leste do Rodoanel está com 81% das desapropriações concluídas e conta com 3,1 mil trabalhadores. Até junho, quando será atingido o pico da intervenção mais 2 mil trabalhadores serão contratados. A obra vai custar R$ 3,2 bilhões terá 43,4 quilômetros de extensão.

Pesquisa mostra que mulheres são maioria no Metrô de São Paulo


Fonte: Folha de São Paulo

Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira aponta que as mulheres representam 58% dos passageiros transportados pelo metrô de São Paulo.
O sexo feminino ultrapassou o masculino nos trens em 2008, quando chegou a 54% do total. Desde então aumentou a proporção, até chegar aos 58% no ano passado.
A pesquisa "Caracterização socioeconômica dos usuários e seus hábitos de viagem" é realizada a cada dois anos e serve de base para o planejamento, campanhas e comercialização de espaços nas estações. O estudo completo ainda está sendo concluído.
A linha que mais transporta mulheres é a 2-verde, com 63% de passageiras.
No ranking das dez estações mais femininas estão Clínicas (71%), Paraíso (70%), São Joaquim (70%), Consolação (67%), Marechal Deodoro (66%), Vila Mariana (65%), Largo Treze, Belém, Vila Prudente e Brigadeiro (todas com 63%).
Segundo o Metrô, o motivo principal para o fenômeno é o fato da rede atual atender uma área em que predominam os setores de serviços e comércio, "segmentos que incorporam maior número de representantes do gênero feminino".
Na comparação dos hábitos de viagem, as mulheres costumam usar mais o metrô por motivo de saúde do que os homens. Na avaliação da companhia, isso ocorre "provavelmente por exercerem a função de acompanhantes ou cuidadoras".

domingo, 10 de março de 2013

Linha 3-Vermelha completa 34 anos de operação comercial


Fonte: Metrô

O início da operação comercial do primeiro trecho da Linha 3-Vermelha, Sé-Brás, ocorreu em 10 de março de 1979. Na época, o trecho operava de segunda a domingo, das 6h às 20h.
Hoje, a Linha 3 liga Palmeiras-Barra Funda à Corinthians-Itaquera, transportando mais de um milhão de usuários por dia. É considerada a linha de metrô mais lotada do mundo.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Mais quatro estações da Linha 3 vão aceitar o Cartão BOM


Fonte: Blog Ponto de Ônibus

Passageiros de ônibus intermunicipais que usam o Cartão BOM – Bilhete de Ônibus Metropolitano podem pagar a passagem do Metrô em mais quatro estações da linha 3 Vermelha (Barra Funda – Itaquera): estação Bresser, estação Santa Cecília, estação Pedro II e estação Marechal Deodoro.
 
Com esta inclusão, já são 49 estações de trens da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos e do Metrô onde se pode usar o cartão do ônibus para pagar o sistema metroferroviário. A integração não é tarifária, apenas física, ou seja, não há desconto nas passagens com o uso do Cartão BOM, mas o passageiro ganha mais praticidade e segurança ao não precisar mexer em bolsos, carteiras e bolsas durante o descolamento para pegar vários bilhetes.
 
Desde o início da implantação gradual no BOM nos trilhos, em 2011, já mais de 1 milhão de passageiros usaram o cartão do ônibus para pagar o trem ou o metrô.
 
A estimativa do Governo do Estado de São Paulo é que até o final da implantação do sistema de bilhetagem do BOM nas catracas dos trens e metrô, as cerca de 600 linhas intermunicipais de ônibus da Grande São Paulo devem estar conectadas às 153 estações metroferroviárias e o uso do BOM nas estações deve chegar a 500 mil pessoas por dia.

Feliz Dia Internacional da Mulher!


quinta-feira, 7 de março de 2013

Pátio de Manutenção Itaquera, o maior do Metrô, completa 26 anos


Fonte: Metrô

Com cerca de 470 mil metros quadrados, 24 quilômetros de vias e capacidade para receber até 60 trens, o pátio de manutenção e estacionamento Itaquera, o maior do Metrô de São Paulo, completa 26 anos nesta quinta-feira (7/3). 

 Localizado a aproximadamente 1,5 km da estação Corinthians-Itaquera e ao lado do futuro estádio "Itaquerão", o pátio inaugurado em 7/3/1987 comporta as atividades de manutenção e limpeza dos trens da Linha 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda).

Dividido em "blocos" (administrativo, de materiais, de pessoal de operação, de oficinas, das subestações elétricas e da manutenção de trens), o pátio Itaquera possui hoje cerca de 700 empregados, incluídos os das empresas contratadas. Eles se revezam em mais de 50 atividades nos trens da frota da Linha 3-Vermelha, que vão desde a manutenção corretiva e preventiva, passando pela limpeza, até a higienização dos trens. Ao todo, são mais de 17.000 intervenções por ano, a maioria delas realizada de madrugada (da 1 às 4h), fora do horário da operação comercial.

Diariamente, são lavados, em média, 45 trens, totalizando 16.000 lavagens por ano. A desinsetização e higienização dos trens da Linha 3-Vermelha também são feitas nesse pátio. Ao menos um trem por dia passa por esse processo.

O pátio passou a operar com plena capacidade a partir da inauguração das estações Itaquera (atual Corinthians-Itaquera), Marechal Deodoro e Barra Funda (hoje Palmeiras-Barra Funda), em 1988, quando foi concluída a atual linha.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Obras da Linha 5 serão realizadas em novo trecho da Av. Domingos de Morais


Fonte: Metrô


O Metrô informa que para dar continuidade às obras da futura Estação Santa Cruz da Linha 5-Lilás, o Consórcio Construtor CM 5 , formado pelas empresas Odebrecht, OAS e Queiroz Galvão, solicitou à CET a interdição do cruzamento da Rua Pedro de Toledo com a Av. Domingos de Morais, sentido centro.
Haverá também a ocupação viária parcial da Av. Domingos de Morais, no trecho entre as ruas  Borges Lagoa e Pedro de Toledo, que passará a operar com três faixas por sentido. As intervenções ocorrerão a partir das 23h30 desta sexta-feira, dia 1º de março, com previsão de duração de seis meses.

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