terça-feira, 30 de outubro de 2012

Escavadeira vai acelerar obras da Linha 5 em SP


Fonte: Revista Ferroviária

O Metrô de São Paulo está utilizando pela primeira vez, nas obras de construção das futuras estações da Linha 5, uma ferramenta de tecnologia alemã que vai ajudar a acelerar o ritmo dos trabalhos e economizar serviços e gastos. Trata-se da hidrofresa, uma escavadeira que faz perfurações verticais, na velocidade de dois a cinco centímetros por minuto.

Por enquanto, a ferramenta está em uso nas obras da futura Estação Brooklin, mas a previsão é de que seja estendida para toda a Linha 5 em 2013.

O engenheiro Arlindo José Giampá, chefe do departamento de obra civil da Linha 5, afirma que a hidrofresa traz uma nova dinâmica na construção de parede diafragma, ou seja, do muro vertical, também conhecido como parede guia, moldado no solo para evitar o desbarrancamento de terra durante a fundação  da obra.

Há cerca de 60 anos, diz o engenheiro, esse tipo de trabalho era totalmente mecânico e só na última década passou a ser hidráulico. Após a escavação, era preciso fazer o bombeamento da terra para impedir a vazão da água, separar e encher o buraco com bentonita (argila umedecida que tapa os espaços vazios, impermeabiliza o solo e impede o fechamento da vala). Em seguida é construída a parede guia por painéis –em média um por dia. Porém, é necessário quebrar parte deles para colocar o tubo de concretagem.

Economia 
Com a hidrofresa o trabalho cai pela metade. Não é mais preciso destruir o que foi construído e a máquina quebra o solo, bombeia a terra para o reciclador e leva a bentonita. Apenas a parte inicial da abertura da fenda continua sendo  feita pelo clamshell.

Outra grande vantagem da hidrofresa é que ela também controla a verticalidade do solo. Por sua tecnologia, a ferramenta é mais cara do que a antiga, mas o custo/benefício compensa o investimento.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Perdizes terá metrô da Linha 6 em 2019

Fonte: Revista Ferroviária

Adiado várias vezes pelo governador Geraldo Alckmim, o projeto de construção da linha 6-laranja do metrô prevê duas estações no distrito de Perdizes. Uma delas próxima ao campus da PUC-SP e outra perto da Rua Apinajés.

O Metrô informou que as obras estão previstas para começarem em 2013 e devem demorar seis anos até a sua conclusão.

A linha 6 terá 15,9 km de extensão e ligará Brasilândia a São Joaquim, com 15 estações: Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba, João Paulo I, Freguesia do Ó, Santa Marina, Água Branca, SESC Pompeia, Perdizes, PUC-Cardoso de Almeida, Angélica-Pacaembu, Higienópolis-Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista e São Joaquim.

Em nota, o Metrô informou que "a Secretaria dos Transportes Metropolitanos já colocou em consulta pública minuta do edital de concessão" e que em breve será publicada a licitação.
 
O projeto do governo é que a linha seja construída a partir de uma parceria público-privada. O valor estimado das obras é de R$ 7,7 bilhões.

Apresentação da Banda dos Seguranças do Metrô será amanhã em Palmeiras-Barra Funda


domingo, 28 de outubro de 2012

Metrô de São Paulo conta com programa de reciclagem de cartões


Fonte: Portal Nacional de Seguros

Desde o dia 25, as estações Paraíso e Consolação do metrô de São Paulo colocam à disposição da população máquinas coletoras de cartões, uma iniciativa da Seguros Unimed. O objetivo das máquinas, desenvolvidas pela empresa RS de Paula, é estimular o descarte correto e seguro de cartões de seguro saúde, débito, crédito, fidelidade, cartões-presentes, entre outros.
 
As estações coletoras possuem um sistema que permite que a própria pessoa gire uma manivela e veja seus cartões e dados sendo cortados. Além disso, elas também possuem um marcador que contabiliza quantos cartões foram destruídos e é capaz de cortar os cartões em pontos estratégicos, inutilizando tarjas magnéticas e chips, preservando a segurança dos usuários. Seu acionamento é manual, para economizar energia elétrica e facilitar a instalação.
 
O material coletado será reaproveitado na confecção de novos cartões e de outros produtos, tais como capas de caderno, crachás e réguas. A manutenção do processo e o destino adequado dos resíduos são de responsabilidade da RS de Paula. “Esta ação reflete o compromisso da Seguros Unimed com a sustentabilidade e o cuidado com as pessoas e o meio ambiente, vindo juntar-se a outros projetos como o Programa Atitude Sustentável, que estimula a redução do uso da energia e da impressão de papel na empresa. No ano passado, foram poupados na seguradora aproximadamente R$ 43 mil e 1,2 milhão de folhas de papel”, explica Denise Novaes de Lima, da área de Responsabilidade Social.[1]
 
As estações coletoras integram a segunda fase do Projeto Reciclo da Seguros Unimed, por meio do qual clientes descartam carteirinhas do seguro saúde para reciclagem nas urnas enviadas pela companhia. Desde a semana passada, colaboradores da Seguros Unimed também têm acesso a uma estação coletora instalada no hall térreo da matriz da seguradora, em São Paulo. Em 2011, o Projeto reciclou quase 14.000 carteirinhas. A iniciativa visa o descarte adequado e seguro dos cartões de PVC inutilizados, desde os cartões de seguro saúde da própria empresa até os de crédito, bancário, farmacêutico, entre outros, e integra os programas da seguradora voltados a minimizar impactos ambientais e conservar recursos naturais.

sábado, 27 de outubro de 2012

Gibicon terá lançamento de 'Ida e Volta', HQ inspirado no Metrô de São Paulo


Fonte: Universo HQ

Durante a Gibicon, que acontece em Curitiba/PR até o próximo dia 28 de outubro, haverá o lançamento de Ida e Volta, revista em quadrinhos independente inspirada em um bilhete de metrô e que conta duas histórias narradas nos trilhos do transporte público paulistano.

Os roteiros são de Raphael Fernandes (Ditadura no Ar, MAD).

A primeira HQ, Uma Viagem ao Paraíso, foi baseada nos fatos sobre um misterioso acidente no metrô e a surpreendente reação das pessoas diante dele. Os desenhos são da dupla Doug Lira (MAD, Mundo Estranho) e Rafa Louzada (Essa tal ortografia).

Já a segunda se chamada O Tempo não Espera, uma ficção científica na qual o leitor é apresentado a um típico casal suburbano que cai em um estranho vórtex temporal protagonizado pelos vagões desse importante transporte público. As ilustrações são de Pedro Pedrada (Moinho, Caros Amigos).

Ambientada no metrô de São Paulo, a publicação usa o conceito dos antigos bilhetes de duas viagens: o leitor lê a primeira HQ de um lado e vira a revista de ponta cabeça para ler a outra história, gerando o efeito de ida e volta dos trens.

Ida e Volta (48 páginas, formato 12 x 20,5 cm, R$ 10,00) pode ser encontrado no Memorial de Curitiba durante os três dias do evento.

Quem não conseguir visitar a Gibicon pode ir ao lançamento que acontecerá em São Paulo/SP, no dia 10 de novembro, às 16h, na Monkix Livraria (Rua Augusta, 1492, loja 21).

Governo de SP usa ameaças e coação para expulsar 400 famílias de suas casas


Fonte: Brasil Atual

Os moradores das comunidades Buraco Quente e Comando, no cruzamento das avenidas Jornalista Roberto Marinho e Washington Luís, região do Campo Belo, na zona sul paulistana, estão revoltados com o processo de remoção de suas casas, no contexto da construção da Linha 17-Ouro do Metrô, que vai ligar o Morumbi ao Jabaquara e ao aeroporto de Congonhas.

Há quatro meses uma cena se repete, reveladora do desrespeito, do autoritarismo e da falta de transparência com que o governo do estado de São Paulo trata as famílias: um funcionário do Metrô chega e coloca uma marcação com um número na parede da casa. Na placa, os logos Metrô e da CDHU. Os funcionários informam que a moradia será removida devido às obras. E só. Duas semanas depois, outra equipe entrega uma relação de documentos que devem ser apresentados em data determinada, no endereço informado por eles. Lá o morador descobre que está participando de um processo de "adesão" a um programa habitacional da CDHU, com auxílio-aluguel de R$ 400 por mês, até a hipotética obra ficar pronta, ou a uma avaliação da moradia para possível indenização, que chega no máximo a R$ 119 mil.

A RBA esteve nas duas comunidades e ouviu esse relato de várias pessoas, entre elas a dona de casa Adelaide de Jesus. Com as notificações e fichas cadastrais à mão, ela conta: “Eles entregam o documento e mandam a gente preencher. Só entendi que era isso quando fui pela primeira vez na reunião, depois de ser convocada. E toda vez eles dizem que falta documento, mas não explicam exatamente o que está sendo feito”, disse Adelaide.

Nada menos do que 400 famílias serão removidas do local, segundo informações da CDHU. No entanto, dos projetos disponíveis no site da prefeitura de São Paulo, que tratam do impacto das obras, não consta qualquer remoção na área onde se localizam as comunidades. Além disso, o local não está destinado a estação, área de manutenção ou estacionamento. Mesmo a via de monotrilho que seguirá pela avenida Washington Luis até o aeroporto passa ao lado, e não sobre as casas. A assessoria do Metrô limitou-se a informar que a comunidade está no traçado do monotrilho, por isso será removida, e que serão construídas habitações no local.

A aposentada Euzina do Rosário, de 58 anos, que vive na comunidade há 50, está revoltada com a forma como a população é tratada. “Não quero sair daqui. Toda minha história, meus filhos, meus netos, tudo eu vivi aqui. Quando viemos morar aqui não tinha prédios, não tinha mercado, a Washington Luis era uma pista só. Agora que o bairro cresceu, ficou chique, veio o progresso, os pobres atrapalham e têm de sair?”, indigna-se. “Onde vou conseguir uma casa que caiba toda minha família, com essa indenização?”, questiona ela, que vive com as filhas, genros, filhos, noras, netos e bisnetos, totalizando 20 pessoas, no mesmo espaço.

De acordo com a conselheira tutelar Néia Arantes, de 44 anos, o Metrô e a CDHU estão agindo de má-fé com a população das comunidades. “Não houve estudo de impacto social com as famílias que vivem aqui há muitos anos, que tem muitas crianças em idade escolar. O acompanhamento é precário e não existe projeto de habitação da CDHU que sustente a afirmação deles de que serão construídas unidades habitacionais neste local”, explica Néia. A conselheira afirma que, no início, o Metrô informou que precisaria apenas da faixa mais próxima à avenida Washington Luís, mas agora vai remover as duas comunidades inteiras.

O motorista Luciano Pereira, de 48 anos, afirma ter ido morar no Comando em 1973. Ele relata que, além da falta de informações, a comunidade tem sofrido ameaças. “Indenização não vai resolver, não dá para comprar outra casa na região. Quero outra casa. Mas eles não apresentaram projeto de moradias, só promessas. E já teve funcionário da CDHU que disse que se a gente não aceitar os termos, vai sair sem nada”, disse Pereira. O motorista questionou o fato de a indenização considerar no máximo dez anos de residência no local. “Construí minha vida aqui”, disse.

A aposentada Terezinha Alves, de 63 anos, tem uma razão a mais para se preocupar. Não só terá de sair da comunidade onde vive há 26 anos, como não receberá indenização ou moradia da CDHU. “Disseram que existe uma casa da CDHU no meu nome, comprada pelo meu ex-marido, e que por isso eu não tenho direito a nada. Estou separada dele há 26 anos e nem sei onde ele vive. Procurei a Defensoria Pública e me disseram para pedir tudo isso por escrito à CDHU, mas os funcionários se negaram a me entregar qualquer documento e agora não sei o que fazer”, lamenta Terezinha.

O assistente social Geilson Sampaio, que viveu 25 anos na comunidade e cuja mãe ainda vive lá, diz que a comunidade quer respeito e transparência no processo. “A única coisa que as empresas mostram é uma maquete dos prédios. Não informam as pessoas, não apresentam documentos. Procuramos o Ministério Público e foram marcadas duas reuniões, entre comunidade, Metrô e CDHU, para discutir o processo. Porém, ambas foram canceladas de última hora e agora a comunidade está por conta”, desabafa Sampaio.

A RBA tentou por diversas vezes nos últimos dias falar com a promotora de Habitação e Urbanismo do Ministério Publico do Estado de São Paulo, Karina Keiko Kamei, que, segundo os moradores, foi avisada por eles sobre a situação. Até o fechamento da matéria, ela não atendeu à reportagem.

Arrependimento

Os moradores que já deixaram a comunidade estão arrependidos. Elias Simões, de 33 anos, observava, com a esposa e três filhos, a casa que deixou, agora parcialmente destruída. “Aceitei R$ 100 mil de indenização e só consegui comprar uma casa como a que tínhamos aqui na cidade de Embu Guaçu. Fiquei com medo quando disseram que tínhamos de sair, que iam passar o trator, que o juiz ia mandar sair de qualquer jeito”, lamenta Simões. O ex-morador afirma que os funcionários do Metrô e da CDHU “arrebentam” a casa logo depois que o morador sai, “para evitar arrependimentos”.

As famílias que permaneceram no local afirmam ainda que as casas abandonadas têm causado transtornos. “Os funcionários inutilizam a casa e o entulho fica todo aí. Coisas que as famílias deixaram para trás são deixadas nas casas, servindo de criadouro para ratos, baratas e mosquitos. Além disso, as casas vazias têm sido invadidas por usuários de drogas, pondo em risco a segurança de quem vive aqui”, diz Sampaio.

Questionada sobre as denúncias apresentadas pelos moradores, a CDHU emitiu nota informando que está prestando "toda a assistência" aos moradores e que serão construídas aproximadamente 432 unidades habitacionais no local onde estão as comunidades. Mas admitiu que “o empreendimento está em fase de levantamentos e projetos”.

Área do Metrô na Vila Prudente causa discórdia


Fonte: Diário do Grande ABC

Um grupo de moradores da Vila Prudente, na zona leste de São Paulo, protesta contra a transformação de uma extensa área do Metrô na região em centro de apoio das obras das Estações Chácara Klabin e Santa Cruz - ambas do projeto de expansão da Linha 5-Lilás da companhia.

Em mais de 20 casas e imóveis comerciais das redondezas - em ruas como a Tomás Izzo e a Fernandópolis -, há cartazes com o símbolo da empresa e os dizeres: "Um absurdo da engenharia do Metrô. Vila Prudente vira canteiro de obras da Vila Mariana (distrito das Estações Santa Cruz e Chácara Klabin, na zona sul)". Os cartazes começaram a ser espalhados pelo bairro no fim do mês passado.

Moradores da região se mostram indignados. "A promessa inicial do Metrô era a de que aqui seria um parque ou uma praça. Não um canteiro de obras", reclamou a dona de casa Sonia Regina Teixeira, de 50 anos, que mora há 8 anos na frente do "terreno da discórdia". "Essa é a vista que tenho da janela da minha sala", ironizou. Foi do sobrado de dona Sonia que a foto que ilustra a reportagem foi feita.

Antes de se tornar centro de apoio da obra, a área ficou fechada com tapumes por 4 anos. "Começamos a nos mobilizar em agosto", conta a aposentada Ana Maria Garcia Karchiloff, de 68 anos. "É um absurdo o que fizeram com a gente." Em nota, o Metrô informou que a área citada pelos moradores realmente será usada como canteiro de apoio para execução de atividades das obras de expansão da Linha 5-lilás.

A companhia destacou que a construção vai "beneficiar mais de 700 mil pessoas por dia", ressaltando que será "essencial para toda a população da Região Metropolitana de São Paulo".

Futuro
A empresa ainda não definiu o que será da área depois da conclusão das obras da Linha 5. "Quando forem concluídas, em 2015, o Metrô vai estudar, com a comunidade, a melhor destinação para os terrenos", informou, sem comentar se a área poderá se tornar um parque ou uma praça.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Metroviários aceitam proposta e descartam greve


Fonte: Terra


O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) chegaram a um acordo, e os funcionários da categoria descartaram realizar a greve inicialmente prevista para ocorrer nesta quarta-feira.

A decisão foi anunciada após uma assembleia, na noite desta terça-feira, na sede do sindicato no bairro do Tatuapé, na zona leste da capital paulista, e depois de um encontro entre as duas partes na sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SP).

Diariamente, mais de 4,3 milhões de pessoas utilizam as linhas do metrô de São Paulo. Em maio deste ano, os metroviários chegaram a paralisar as atividades entre as 0h e o final da tarde do dia 23, para reivindicar um reajuste salarial, o que causou tumulto nas estações e congestionamento recorde de veículos.

De acordo com o presidente do sindicato, Altino de Melo Prazeres Junior, a proposta apresentada pela empresa não contemplou as reivindicações da categoria, que chegou a propor trabalhar durante a greve, mas liberar a catraca para a população, o que não teria sido aceito pelo TRT-SP. Mesmo assim, os metroviários decidiram aceitar a proposta apresentada e retomar as negociações em maio de 2013.

"O que ocorre é que essa negociação não avançou em absolutamente nada", disse o líder sindical. "Essa proposta é ruim, mas nosso objetivo e juntar forças e lutar na campanha salarial de maio, com mais força que agora", completou.

Reivindicações
Os metroviários reivindicam, entre outros itens, a divisão igualitária da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), além do ajuste nas jornadas de trabalho. Porém, o sindicato argumenta que o Metrô não cedeu no ponto que consideram mais importante e quis manter a distribuição da PLR como está, ou seja, de forma proporcional ao salário dos funcionários. Assim, os servidores da "linha de frente" receberiam menos que os trabalhadores com os salários maiores, como os engenheiros, por exemplo.

Já o Metrô argumenta que aceitou um dos termos das reivindicações e propôs antecipar o pagamento da PLR, que seria no dia 30 de abril, para o dia 28 de fevereiro de 2013. A empresa afirma ainda que propôs distribuir a PRL pagando uma parcela fixa e 40% do salário base, com garantia de 80% do salário, conforme o resultado geral do programa.

A greve dos metroviários estava marcada para o início do mês, mas a categoria adiou em 20 dias o início da paralisação após o Metrô se comprometer, em reunião no TRT-SP, a apresentar uma nova proposta.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Seguranças do Metrô de SP montam banda e fazem shows em estações


Fonte: Folha de São Paulo

Hora do rush, 17h30 de terça-feira. Pessoas se aglomeram na plataforma de embarque da estação Ana Rosa, linha 1-azul do metrô. Trens vão e vêm, mas elas continuam ali. Querem ver a Banda dos Seguranças do Metrô tocar. 

Em uma hora de show, o conjunto, formado há dez meses, interpreta de Zeca Pagodinho a Queen. "Variamos o repertório para agradar todo mundo", diz Wagner Tadeu da Silva Júnior, 34, que toca cavaquinho e violão. 

Além dele, outros oito seguranças de diversas estações participam -Ivan Carlos Costa Lima, 27, nos vocais; Claudinei do Nascimento Cipriano, 29, tecladista; Carlos Henrique Nunes dos Santos, 39, contrabaixista; Cláudio Adolpho Ramos Leite Correa Pinto, 28, na percussão; Fábio Miranda Ferreira, 33, baterista; Marcos José Soares, 35, guitarra e violão; Lucivaldo Soares de Araújo, 35, no trombone e maestro; e Geverton Ferreira, 29, saxofonista.

O conjunto surgiu depois que alguns dos integrantes se apresentaram em um asilo como parte de uma ação voluntária. Perceberam a afinidade no palco e resolveram montar a banda, cujos shows ocorrem dentro das estações, fora do horário de trabalho. O Metrô garante o espaço para ensaios e os equipamentos.
A primeira apresentação ocorreu em fevereiro, na Sé. A ideia foi bem recebida e o Metrô decidiu agendar shows mensais, sempre às 17h30 -horário estratégico para atrair público e desafogar os vagões. O próximo será em 30/10, na Palmeiras-Barra Funda.

Uma semana antes, nove estações recebem o Sounderground, festival internacional com músicos habituados a tocar no metrô.

Apesar da receptividade do grupo paulistano, nenhum dos seguranças pensa em largar o serviço para buscar a fama. O vocalista Ivan chegou a ser chamado por um programa, mas preferiu a estabilidade do emprego.

Na hora de subir no palco, eles deixam de lado algemas e coletes à prova de balas. "Esse é um projeto que ajuda a aproximar o usuário do funcionário do metrô", diz o chefe do departamento de segurança da empresa, Rubens Menezes. "É uma ideia que quebra o paradigma do uniforme preto." 

SERVIÇO
Confira a agenda dos shows em www.facebook.com/BsmBandaDosSegurancasDoMetro

Metrô pode entrar de greve amanhã


Fonte: Viatrólebus

O sindicato dos metroviários ainda não afastou a ideia de uma possível greve. De acordo com comunicado, no próximo dia 23 (terça feira) haverá uma assembleia para discutir a possibilidade de haver uma paralisação na quarta feira (dia 24). Os trabalhadores afirmam que a data limite para a companhia do Metrô apresentar suas propostas esgota-se nesta sexta feira (19).

O sindicato dos metroviários reivindicam participação nos lucros de forma igualitária para todos os funcionários da empresa, além de redução na jornada de trabalho.

Já o Metrô diz que mantém sua disposição de negociar com os metroviários e que orgulha-se de ser uma das que têm a melhor média salarial do Estado -  R$ 4.060,00 – além de uma extensa lista de benefícios oferecidos a todos os empregados, como uma das melhores assistências médicas do país, auxílio-creche-educação até os 7 anos de idade e participação nos resultados.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Metroviários de SP prometem greve para quarta-feira, dia 24


Fonte: Correio do Brasil

O Metrô paulistano pode parar na próxima quarta-feira (24), alerta o Sindicato dos Metroviários de São Paulo. A greve, que estava marcada para o dia 4 e foi adiada por conta de pressões do TRT (Tribunal Regional do Trabalho), tem como reivindicação principal a distribuição mais justa da PR (Participação nos Resultados), já que o sistema atual privilegiaria funcionários de altos cargos em detrimento do restante da categoria.

Em carta aberta, o sindicato denuncia a “política elitista” de distribuição dos lucros, por meio da qual um assessor da presidência do Metrô (cujo salário é superior a R$ 20 mil) recebe uma PR quatro vezes maior do que a adquirida por um funcionário cuja renda é de R$ 1.225,51 ao mês. “O governo do estado é elitista, governa para as classes altas. Essa política é o rebatimento da política do governo na esfera do metrô”, denuncia Sérgio Renato da Silva Magalhães, vice-presidente do Sindicato dos Metroviários.

Outra reivindicação é a jornada de trabalho de 36 horas semanais para os funcionários de turno ininterrupto. Segundo o sindicato, os funcionários do Metrô trabalham um número muito maior de horas, contrariando, assim a Constituição, que institui o limite reivindicado. A categoria também exige equiparações salariais.

A proposta de liberação das catracas no dia da greve é duramente rechaçada nas negociações pelo governo estadual e o próprio Metrô, que alegam impossibilidade administrativa. No entanto, em casos de obras e eventuais contratempos, o governo coloca ônibus gratuitos que fazem os mesmos trajetos das linhas de metrô interrompidas temporariamente.

“Isso é um contrassenso. Colocam mais ônibus nas ruas, provocando muito mais trânsito, mas proíbem a catraca livre. Passagem de ônibus de graça pode, de metrô, não”, critica Sérgio. O Metrô afirmou que apresentaria uma proposta ao sindicato nesta sexta-feira (19), mas não o havia feito até o fechamento desta nota, às 17 horas.

SP terá 5 linhas de metrô e monotrilho em obras em 2013


Fonte: Revista Ferroviária

A partir de 2013, com o início das obras de expansão da Linha 2-Verde em direção a Guarulhos chega-se a um fato inédito na cidade de São Paulo: cinco linhas de metrô e monotrilho em construção simultânea. As obras em realização são o prolongamento da Linha 5-Lilás (Largo Treze-Chácara Klabin), a segunda fase da Linha 4-Amarela (Vila Sônia-Luz) e a construção dos monotrilhos da Linha 15-Prata (Vila Prudente-Hospital Cidade Tiradentes) e da Linha 17-Ouro (que terá ligação com o aeroporto de Congonhas).

Hoje, São Paulo conta com uma malha metroviária de 74,3 quilômetros e  até 2014 deverá ultrapassar 100 km de extensão. No início de 2013 está prevista a licitação de mais duas obras: a Linha 6 - Laranja (Brasilândia-São Joaquim), de metrô convencional, e a Linha-18 Bronze (Tamanduateí-ABC), com monotrilho.

Linha 2 terá expansão de Vila Prudente até Guarulhos
Publicado o Edital para expansão da Linha 2
Conforme anúncio realizado na segunda-feira (15/10) pelo governador Geraldo Alckmin e pelo secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, foi publicado nesta quarta-feira o edital de licitação para as obras de expansão da Linha 2-Verde (que funciona atualmente entre Vila Madalena e Vila Prudente) de Vila Prudente a Dutra.

Após a publicação do edital, as empresas interessadas  deverão apresentar propostas no dia 23/11 em Sessão Pública de Recebimento e Abertura. E depois da análise das propostas, a Companhia do Metrô divulgará o vencedor.

O novo trecho da Linha 2 terá 13,5 km de extensão e 12 estações: Orfanato, Água Rasa, Anália Franco, Vila Formosa, Guilherme Giorgi, Nova Manchester, Aricanduva, Penha, Penha de França, Tiquatira, Paulo Freire e Dutra. Com o prolongamento, a Linha 2-Verde terá interligação com a Linha 3-Vermelha do Metrô, na estação Penha, e com a futura Linha 6-Laranja de metrô (na estação Anália Franco) e também com três linhas da CPTM: 11-Coral, na estação Penha, 12-Safira e a futura 13-Jade, na estação Tiquatira.

Linha 5 já está com obras de expansão em andamento
Autorizado empréstimo para obras da Linha 5
A Assembleia Legislativa aprovou nesta terça-feira (16/10) o Projeto de Lei 554/2012, de autoria do governador Geraldo Alckmin, que autoriza a Companhia do Metrô a contratar empréstimo junto a instituições financeiras federais no valor de R$ 1,95 bilhão.

O recurso será utilizado no prolongamento já em obras da Linha 5-Lilás, da Estação Largo Treze, em Santo Amaro, até a Estação Chácara Klabin (local de integração com a Linha 2), passando pela estação Santa Cruz (integração com a Linha 1). Com a conclusão dessas obras, em 2015, a Linha 5 terá 19,9 km de extensão e 17 estações, com estimativa de atender 770 mil passageiros diários. 

A Linha 5 contará, futuramente, com mais uma ampliação já prevista: da estação Capão Redondo até o bairro de Jardim Ângela. O novo trecho prevê 3,7 quilômetros de extensão e três estações: Parque Santo Dias, São José e Jardim Ângela.

Linha 5-Lilás completa dez anos cada vez mais lotada


Fonte: Messenger

A Linha 5-Lilás, a segunda mais jovem do metrô de São Paulo, completa dez anos de operação com a mesma estrutura física da abertura, mas com uma lotação cada vez maior. De 21 de outubro de 2002, quando foi aberta, até quinta-feira, 310,4 milhões de passageiros - o equivalente à população dos Estados Unidos - circularam pelo "pequeno" ramal, que sempre teve seis estações e 8,4 km de comprimento.

Embora seja nanico perto de outras linhas - a 3-Vermelha, por exemplo, tem 22 km e 18 paradas -, o "metrô do Capão Redondo" não para de crescer em importância. A relevância do ramal deu um salto no ano passado, quando a Linha 4-Amarela passou a se conectar, na Estação Pinheiros, com a 9-Esmeralda da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), integrada à Linha 5 em Santo Amaro.

Com essa ligação, moradores de bairros como Campo Limpo e Santo Amaro ganharam opção um pouco mais confortável e rápida aos saturados corredores de ônibus da zona sul para chegarem à região central.
Não é à toa que, entre 2010 e 2012, a média de usuários na linha por dia útil tenha pulado extraordinários 60% - de 166 mil para 265 mil. Isso para uma frota que permanece inalterada há uma década: oito trens. A demanda vai subir nos próximos anos, com a expansão dos trilhos até a Chácara Klabin, na zona sul.

Presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Metrô (Aeamesp), José Geraldo Baião explica que a Linha 5 começou como um projeto da antiga Ferrovia Paulista S.A. (Fepasa), que operava o que hoje é a Linha 9 da CPTM. "Como essa linha da Marginal do Pinheiros era muito ociosa, decidiram construir mais estações nela." O projeto foi herdado pela CPTM, que o transferiu para o Metrô.

Bibliotecas do Metrô SP e CPTM serão desativadas


Fonte: Jornal da Tarde

Alternativas à falta de tempo e à dificuldade que paulistanos têm para encontrar espaços para empréstimo de livros, as bibliotecas do Embarque na Leitura, instaladas em estações de metrô e trem, fecharão até o fim deste mês. A informação foi confirmada pelos funcionários do Instituto Brasil Leitor (IBL), idealizador do projeto. O motivo do encerramento, de acordo com o instituto, é a falta de patrocínio há mais de dois anos.

A única que continuará aberta ao público será a da Estação Paraíso, da Linha 1-Azul e 2-Verde do Metrô, que ainda é patrocinada por uma siderúrgica suíça e tem o maior número de usuários inscritos, mais de 20 mil. As demais, das Estações Santa Cecília e Tatuapé, da Linha 3-Vermelha, da Estação Brás, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), e do Terminal Sacomã, intitulada de Leitura no Ponto, fecharão o balcão de atendimento ao público no dia 31. Os empréstimos foram encerrados anteontem e as unidades passaram apenas a receber os exemplares cedidos anteriormente.

A professora Bianca Luna, de 32 anos, ficou decepcionada com a notícia. "É uma vergonha isso acontecer. Ninguém colabora com a cultura", desabafou a frequentadora da biblioteca da Estação Santa Cecília.

Leitora de obras espíritas, a operadora de caixa Fernanda Belini, de 33 anos, frequenta a unidade da Estação Tatuapé há seis meses. "Vim aqui para renovar o empréstimo de um livro que consegui ler só até a metade, mas infelizmente não vai dar."

A bancária Elizabeth Melo, de 31 anos, que frequenta o projeto desde o início, em 2004, lembra que já precisou de livros específicos para estudos e os encontrou nas bibliotecas. "É lamentável saber que não poderei contar mais com esse incentivo."

Encerramento. Segundo uma funcionária que não quis se identificar, todos os atendentes serão demitidos até o fim do mês e os livros voltarão para o acervo do Instituto Brasil Leitor. "É uma pena que isso esteja acontecendo." A informação não foi confirmada pela entidade.

O IBL reconheceu que a situação chamou a atenção de possíveis patrocinadores, que poderão viabilizar as bibliotecas novamente. Mas informou que poderia dar mais detalhes.

O Metrô afirma que apoia o projeto com a concessão do espaço para a instalação das bibliotecas e está disposto a manter parcerias com o IBL. A Assessoria de Imprensa da CPTM, que desconhecia o fechamento da biblioteca no Brás, limitou-se a dizer que "fez a cessão de espaço e o IBL administra a unidade".

sábado, 20 de outubro de 2012

Trens do Metrô irão operar uma hora a mais de sábado para domingo, por conta do início do horário de verão


Fonte: Metrô

No primeiro minuto do próximo domingo, dia 21, os trens da rede metroferroviária [Metrô e CPTM] e os ônibus metropolitanos gerenciados pela EMTU/SP terão seus horários de circulação ajustados ao novo Horário de Verão.

Como os relógios serão adiantados em uma hora, a circulação de trens da Companhia do Metrô, da Linha 4-Amarela e da CPTM será feita normalmente até as 2h da manhã de domingo, o equivalente a 1h do horário antigo, quando habitualmente se encerra a operação comercial nas duas empresas.

A circulação de trens será retomada às 4h de domingo na CPTM e às 4h40 no Metrô. Na EMTU, as linhas de ônibus também operarão até as 2h do novo horário, cumprindo tabela horária normal no domingo.

ViaQuatro terá operação especial para show 'Planeta Terra'


Fonte: Diário Agora

A ViaQuatro, concessionária responsável pela linha 4-amarela do metrô, vai implantar amanhã operação especial para atender o público do festival de música Planeta Terra.

O evento será realizado no Jockey Club, na avenida Lineu de Paula Machado, no Jardim Everest, zona sul da capital paulista.
 
Quem optar por ir ao evento de metrô pode desembarcar na estação Butantã - a 600 metros do portão 6 do Jockey Club, que dará acesso para o festival.
 
A partir das 23h de hoje, os usuários devem acessar a estação pela entrada no terminal Butantã. Os acessos da avenida Vital Brasil e das ruas Pirajussara e Bianor estarão fechados. O desembarque será feito somente pela rua Pirajussara.
 
A ViaQuatro recomenda que os passageiros comprem as passagens ou recarreguem o Bilhete Único com antecedência, para evitar filas na bilheteria.
 
Por causa do horário de verão, que começa às 0h de domingo, os trens da ViaQuatro, do Metrô e da CPTM vão circular até as 2h, o equivalente a 1h do horário antigo, quando normalmente a operação é encerrada. 

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Anália Franco ganhará estação de metrô até 2017


Fonte: Revista Ferroviária

Até 2017, o Jardim Anália Franco, na zona leste da capital, ganhará uma estação de metrô. No ano seguinte, será a vez de Guarulhos, segundo maior município da Grande São Paulo, com 1,2 milhão de habitantes, ter uma parada em suas imediações. Nesta segunda-feira, 15, o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, anunciou o cronograma de extensão da Linha 2-Verde, da Vila Prudente, na zona leste, à região da Via Dutra, na zona norte. 

O edital para construção do ramal, de 13,5 quilômetros de comprimento e 12 estações, será publicado na edição desta quarta-feira, 17, do Diário Oficial do Estado.

O prolongamento da Linha 2 ajudará a desafogar a superlotada Linha 3-Vermelha, por meio da conexão na Estação Penha, e também os ônibus que fazem linha entre Guarulhos e a capital. Atualmente, muitos coletivos chegam e partem da Estação Armênia, na Linha 1-Azul, localizada mais distante, o que aumenta o tempo das viagens.

De acordo com o governador Geraldo Alckmin (PSDB), as obras da extensão da Linha 2 - orçadas em R$ 7,7 bilhões, incluindo a aquisição de novos trens - devem começar no segundo semestre de 2013. Quando a linha ficar pronta, o número de passageiros por dia saltará dos atuais 600 mil para 1,12 milhão.

A Estação Dutra ficará a cerca de 400 metros do limite com Guarulhos. Mas a antiga reivindicação da população de um metrô no centro, a 5 km dali, ainda não será atendida. Uma das possibilidades avaliadas pelo Metrô é a de começar a construir em Guarulhos a futura Linha 19-Celeste, entre a Avenida Presidente Tancredo Neves e o Campo Belo, na zona sul. Ainda não há prazo para o início das obras.

Expansão. 
O diretor da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), Rogério Belda, diz que, quando o Metrô surgiu, pertencia à Prefeitura. "À medida que passou para o Estado, começaram a estudar linhas para outros municípios. Como fazer isso se a linha ainda não chega lá perto? Essa é uma etapa. Depois fazem as extensões necessárias", diz, referindo-se à Linha 2. A operação desse trecho, antes chamado de Linha 15-Branca, será feita pelo Metrô.

Fumaça em estações assustam passageiros no Metrô


Fonte: Terra

Na manhã desta terça-feira, passageiros da linha-3 vermelha do Metrô, em São Paulo relataram problemas nas estações República e Marechal Deodoro: fumaça e um forte cheiro de queimado invadiram a plataforma, causando apreensão em quem estava nestes locais. 

De acordo com a assessoria de imprensa do Metrô, foi constatado um problema no sistema de freios de uma das composições na estação Marechal Deodoro. O trem ficou parado entre as 10h22 e 10h29, quando os técnicos consertaram o defeito e a circulação voltou ao normal.

A pane, iniciada quando o freio travou e gerou atrito com a roda do trem, causou a fumaça e o cheiro de queimado na estação, segundo a assessoria. Usuários do sistema de transporte relataram que a fumaça chegava até a estação República, local em que a composição com problemas foi esvaziada, retirada de circulação e entregue para manutenção.

O Metrô também informou que durante a ocorrência um usuário sentiu-se mal e foi encaminhado ao pronto-socorro da Santa Casa para receber atendimento médico.

A circulação dos trens ficou paralisada por aproximadamente 7 minutos e, embora o sistema de som das estações informasse que havia problemas, não especificava sua causa ou gravidade. No período, os demais trens circularam com velocidade reduzida e maior tempo de parada nas estações do trecho entre Palmeiras/Barra Funda e República.

Em 2018, metrô chega ao limite de SP com Guarulhos


Fonte: Estadão

Segundo maior município da Grande São Paulo, com 1,2 milhão de habitantes, Guarulhos terá uma estação de metrô em suas imediações em 2018. Na segunda-feira (15), o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, anunciou o cronograma de extensão da Linha 2-Verde, entre a Vila Prudente, na zona leste, e a região da Via Dutra, na zona norte da capital.

O edital para construção do ramal, de 13,5 quilômetros de comprimento e 12 estações, será publicado na quarta-feira (17). De acordo com o governador Geraldo Alckmin (PSDB), as obras de R$ 7,7 bilhões, que incluem a aquisição de trens, estão previstas para começar no segundo semestre de 2013. Quando a linha ficar pronta, o número de passageiros por dia saltará dos atuais 600 mil para 1,12 milhão.

A estação mais ao norte do ramal, a Dutra, ficará a cerca de 400 metros do limite de Guarulhos e deverá atender passageiros da cidade vizinha à capital. Contudo, a antiga reivindicação da população de um metrô no centro, a 5 quilômetros da Estação Dutra, ainda não será atendida.

Uma das possibilidades avaliadas pelo Metrô é a de começar a construir em Guarulhos a futura Linha 19-Celeste, entre a Avenida Presidente Tancredo Neves e o Campo Belo, na zona sul. Ainda não há prazos definidos.

Expansão
O diretor da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), Rogério Belda, diz que, quando a Companhia do Metropolitano surgiu, ela pertencia à Prefeitura de São Paulo. "À medida que passou para o Estado, começaram a estudar linhas para outros municípios. Mas como fazer isso se a linha ainda não chega nem lá perto? Essa é uma etapa. Depois, fazem as extensões necessárias", diz, referindo-se à expansão da Linha 2-verde.

O prolongamento dessa linha a partir da Vila Prudente, que até setembro era chamada de Linha 15-Branca, será dividido em duas etapas. A primeira, até Anália Franco ou Vila Formosa, ficará pronta em 2017, afirmou ontem Fernandes. A outra, até a Dutra, estará finalizada no ano seguinte. O estudo de impacto ambiental foi concluído em 2011. A operação da linha será feita pelo Metrô, não por consórcios.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Linha 4: primeiro passo para a privatização do metrô


Fonte: STEFZS
Clipping: PT ALESP

“Há pouco tempo tivemos uma falha no sistema da Linha-3 que fez dois trens se chocarem. Se isso acontecesse na Linha-4, seria uma tragédia”, opina Narciso Soares, do Sindicato dos Metroviários de São Paulo. Enquanto as Linhas 1, 2 e 3 são administradas pelo Metrô (Companhia do Metropolitano de São Paulo), a Linha-4 Amarela funciona no regime de Parceria Público-Privada (PPP) e é gerida pela ViaQuatro, do grupo CCR.

O operador do trem da Linha 3 Vermelha puxou o freio e evitou maiores danos – na Amarela, no entanto, não há operadores. “Para economizar, que é a lógica do setor privado, tiraram o operador. É uma tragédia anunciada”, denuncia Narciso. “A lógica não é melhorar o sistema para andar menos lotado, ao contrário, é superlotar cada vez mais. Para ter um transporte público de qualidade é preciso inverter essa lógica. O transporte não está aí para dar lucro, e sim para atender os interesses da população. Infelizmente, não é isso que acontece no estado de São Paulo nem no resto do Brasil”, completa.

O contrato de concessão da linha previa que o governo estadual seria responsável por 73% do investimento, enquanto o setor privado arcaria com os 27% restantes. Em função dos atrasos na obra (o governo estadual demorou a desapropriar os terrenos, gerando multas) e mudanças no método construtivo (que fez o Metrô pagar uma indenização de 200 milhões de dólares à ViaQuatro), o investimento público alcançou a proporção de 85%. “O interesse público foi deixado de lado para permitir negócios privados em função de um serviço essencial que o estado de São Paulo deveria executar e gerir. A Linha-4 é o primeiro passo para futuras Parcerias Público-Privadas”, denuncia o deputado estadual Simão Pedro (PT).

Ele questiona as causas do acidente ocorrido nas obras da Estação Pinheiros em 2007, quando sete pessoas morreram soterradas após a abertura de uma cratera. Para o parlamentar, o buraco de 80 metros de diâmetro foi consequência da mudança do método de construção, feita para apressar a obra. A falta de supervisão da equipe do Metrô sobre a construção também teria sido um fator que contribuiu para o acontecimento. “As empresas privadas eram as responsáveis pela construção. Elas querem fazer as obras em menos tempo, visando o lucro.”

“Por que o metrô vem sendo sucateado? A construção do metrô de São Paulo é a mais cara do mundo porque tem um esquema de desvio de dinheiro, de pagamento de propina. Há um acerto entre várias empresas, um cartel. Um consorciamento para fatiar as licitações”, denuncia Simão Pedro. Ele explica também como funciona o esquema adotado pela concessionária para supervalorizar as reformas dos trens: estas chegariam a custar 85% do preço de um trem novo, valor extremamente alto se a venda da sucata for levada em consideração. Há também uma nova licitação para a reforma dos freios e “aranhas” (suportes dos trens), cujo preço equivale a 150% do valor dos equipamentos novos.

Wagner Fajardo Pereira, do Sindicato dos Metroviários, explica que a companhia estatal que seria criada pelo governo estadual com a função de recolher o dinheiro oriundo das tarifas do Metrô nunca saiu do papel. A missão foi repassada para a SPTrans, que já administrava as finanças do sistema de ônibus. A empresa repassa o dinheiro das tarifas do Bilhete Único priorizando, nesta ordem, o sistema de ônibus, o Metrô controlado pela iniciativa privada (Linha-4) e a CPTM (Companhia Paulista de Transporte Metropolitano). Logo, o Metrô estatal arca com os custos das tarifas gratuitas de idosos, deficientes, policiais militares e a meia-tarifa dos estudantes, o que gera um menor repasse para as linhas estatais. “Existe um grande repasse de dinheiro público para garantir o lucro das empresas privadas. A propensão é aumentar ainda mais: aumentar as tarifas e diminuir a qualidade”, alerta Narciso Soares.

O deputado federal Ivan Valente (Psol) analisa: “É uma combinação desastrosa e o povo é quem paga o preço. Há uma comunhão com as grandes empreiteiras. O PSDB tem uma lógica de mercado privatizante, atrelada à especulação imobiliária. O transporte é um direito dos cidadãos e um dever do Estado. A administração tem de caminhar para algo transformador e revolucionário”.

Extensão de linha do Metrô SP terá custo de R$ 7,7 bilhões


Fonte: STEFZS

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou nesta segunda-feira o prolongamento da Linha 2 – Verde do Metrô de São Paulo, entre a Vila Prudente e a rodovia Presidente Dutra. O trecho terá 13,5 quilômetros de extensão, 12 estações e deverá ampliar o volume de passageiros transportados na linha dos atuais 600 mil para 1,1 milhão de pessoas por dia.

As obras, segundo o governador, começarão no segundo semestre de 2013, e deverão ser concluídas em 2018. A construção do prolongamento terá custo de cerca de R$ 4 bilhões. O investimento total, incluindo trens, sistema elétrico e obras, chega a R$ 7,7 bilhões. Os recursos serão totalmente aplicados pelo governo do Estado, de acordo com informações da Companhia do Metropolitano de São Paulo.

No lançamento do edital da obra, na estação Corinthians-Itaquera, Alckmin também inaugurou a integração entre a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e o Metrô nas estações Tatuapé e Itaquera, na zona leste da capital. As duas estações possuem acesso ao trem, mas a integração é tarifada. Agora haverá acesso gratuito para passageiros, mas apenas de segunda a sexta-feira, das 11h às 15h, e a partir das 21h. No sábado, a partir das 15h, e durante todo o dia aos domingos e feriados.

“Essa limitação de horário ocorre porque essas linhas são superlotadas, mas queremos incentivar o uso fora do horário de pico e beneficiar passageiros que usam tanto o expresso leste, da CPTM, quanto o Metrô, possibilitando a integração gratuita”, afirmou o governador.

Para a auxiliar de serviços gerais Denilsa Fernandes da Silva, que passava pela estação Corinthians-Itaquera durante o evento, a integração deveria ser ampliada para mais estações. Ela mora em Ferraz de Vasconcelos, no extremo leste da cidade, e utiliza o expresso leste da CPTM para ir até o Brás, na região central. “Precisamos voltar até o Brás para conseguir pegar o metrô. E isso leva cerca de 40 minutos”, reclamou.


Trens modernizados
Durante o evento ainda foram entregues quatro trens modernizados do Metrô. São composições antigas, que já estavam em circulação, e que ganharam ar condicionado, câmeras de vigilância, novo sistema audiovisual e comunicação por mensagem sonora eletrônica. Devem ser entregues mais 98 trens entre novos e modernizados até 2015.

O secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, garantiu que pelo menos 20 estações do Metrô receberão “banho de loja” para a Copa do Mundo de 2014. “As estações Corinthians-Itaquera e Artur Alvim ganharão comunicação trilíngue (português, espanhol e inglês). As outras estações onde haverá intervenção ganharão comunicação visual e melhor acessibilidade”. Ele não soube estimar quanto vão custar essas intervenções, mas disse que elas começarão em 2013 e devem terminar antes da Copa.

Tarifa diferenciada
O Metrô começou a cobrar nesta segunda-feira a tarifa diferenciada de R$ 2,50 para usuários da Linha 5-Lilás e para os passageiros da Linha 17 da CPTM que usarem o transporte das 9 às 10h. Além disso, esses usuários poderão fazer integração com ônibus no Largo 13, em Santo Amaro, gratuitamente.

Linha 4-Amarela completa 1 ano transportando 160 milhões


Fonte: STEFZS

A linha 4-Amarela do metrô de São Paulo completa nesta terça-feira seu primeiro ano de operação comercial plena. Há um ano, as estações Luz, República, Paulista, Faria Lima, Pinheiros e Butantã atendem ao usuário de domingo a sexta-feira das 4h40 à meia-noite e sábado das 4h40 até a 1h. Nestes últimos 12 meses foram transportados 160,3 milhões de passageiros, segundo a ViaQuatro, concessionária que opera a linha.

O recorde de movimentação da linha aconteceu na última quinta-feira, véspera de feriado, quando 677 mil passageiros passaram pelas seis estações.

Durante o primeiro ano de operação, os 14 trens da linha 4-Amarela, construídos na Coreia do Sul, fizeram 229.962 viagens e percorreram uma distância de 2,3 milhões de km.

A linha opera com o sistema driverless, que permite operação automática. Hoje, considerando o número de passageiros e de estações, a linha 4-Amarela é a driverless mais movimentada em todo o mundo, com um transporte médio de 110 mil usuários por estação/dia. "Completar o primeiro ano de operação comercial é um grande orgulho para a ViaQuatro, pois representa a superação de muitos desafios", afirma o diretor de atendimento da ViaQuatro, Claudio Andrade.

O primeiro trecho da linha 4-Amarela, entre as Estações Faria Lima e Paulista foi entregue em 25 de maio de 2010. No dia 28 de março de 2011 foi inaugurada a Estação Butantã, a terceira da linha. Em 16 de maio entrou em operação a Estação Pinheiros e, no dia 3 de junho, iniciou-se a integração gratuita com a linha 9-Esmeralda da CPTM.

As duas últimas estações da primeira fase, República e Luz, foram inauguradas simultaneamente no dia 15 de setembro de 2011. Um mês depois, no dia 16 de outubro, a linha 4-Amarela passou a operar em horário integral em suas seis estações.

Na segunda etapa, prevista para ser concluída a partir de 2014, serão entregues as estações Fradique Coutinho, Oscar Freire, Higienópolis-Mackenzie, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia. Com a conclusão desta fase, a demanda da linha 4-Amarela é estimada em cerca de 1 milhão de passageiros por dia.

Linha 4-Amarela lança projeto pioneiro de telas gigantes nas estações


Fonte: Segs

ViaQuatro e Terra lançam iniciativa inédita no Brasil, com avançada tecnologia em telas de grandes formatos e diversos tipos de redes para exibir conteúdos diferentes simultaneamente
 
Os usuários que passarem pela estação Pinheiros da Linha 4-Amarela a partir desta semana, serão os primeiros passageiros do sistema metroviário do Brasil a receber notícias diárias por meio de telas de grandes formatos. Trata-se de um projeto pioneiro de videowall desenvolvido pelo Terra, maior empresa latino-americana de mídia digital, para a ViaQuatro, concessionária que opera a Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo.
 
A primeira fase de testes do projeto acontece na estação Pinheiros, com a instalação de dez videowalls, que possuem alta definição. A tecnologia aplicada permite criar um modelo integrado que une formatos de diversos tipos de redes, razão pela qual as telas poderão mostrar, ao mesmo tempo, conteúdos iguais ou diferentes.
 
A previsão é de que o projeto seja estendido para todas as estações em operação da Linha 4-Amarela até o final deste ano. A próxima a receber os grandes monitores será a estação Paulista.
 
No total, serão 42 videowalls compostos por até nove monitores, posicionados em locais estratégicos, como entrada da estação, bilheteria, escadas, corredores e plataformas, para que os usuários possam acompanhar o conteúdo ao longo de todo o caminho dentro da estação.
 
O tamanho e a quantidade de telas de cada videowall foram definidos de acordo com o local e a distância de visualização dos usuários.
 
Informação sob medida - O conteúdo transmitido nos painéis instalados nas entradas, corredores e escadas será mais rápido, orientado para o serviço e para as informações mais importantes do dia. Já nas bilheterias e plataformas, o conteúdo terá duração um pouco mais longa e abordará assuntos variados.
 
Os grandes formatos em videowall complementam o projeto de mídia digital desenvolvido pelo Terra, que já está em funcionamento nos monitores instalados no interior dos trens. Pelos monitores, os passageiros podem ficar informados a respeito dos assuntos do dia, locais e nacionais, como economia, esportes, previsão do tempo, trânsito, educação, entretenimento, moda e saúde, entre outros. Nos destaques, estão os gols dos principais campeonatos de futebol e informações culturais da cidade.
 
Sobre a ViaQuatro: A concessionária tem seu capital social dividido da seguinte maneira: 58% são detidos pelo Grupo CCR, 30% pela Montgomery Participações S.A., 10% pela Mitsui & Co. Ltda, 1% pela RATP Developpement S.A. e 1% pela Benito Roggio Transporte S.A. Assinou em novembro de 2006 o primeiro contrato de Parceria Público-Privada com o governo do Estado de São Paulo, para operar e manter a Linha 4-Amarela do metrô. Cabe à concessionária adquirir os trens previstos no contrato (14 para a primeira fase e até 15 para a segunda), os sistemas de sinalização, centro de controle operacional e comunicação móvel.
 
Sobre o Terra: Criado há 12 anos, Terra é a maior empresa latino-americana de mídia digital, ao atrair mensalmente cerca de 100 milhões de pessoas na região em que atua. Com sede no Brasil, o Terra está presente em outros 16 países da América Latina, Espanha e Estados Unidos, onde foi eleito uma das companhias mais inovadoras do mundo pela publicação Fast Company em 2011. Baseado no tripé informação, entretenimento e esportes, o Terra é reconhecido pela excelência em conteúdo e serviços on-line, consumidos em múltiplas telas, como a recente transmissão dos Jogos Olímpicos de Londres, ao vivo para toda a América Latina, em até 36 canais simultâneos. O Terra conta, ainda, com canais e produtos de indiscutível sucesso, como Sundaytv e Sonora, referências internacionais em suas categorias.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Guarulhos terá extensão da Linha 2-Verde do Metrô


Fonte: Revista Ferroviária

Será lançado hoje pelo governador Geraldo Alckmin o edital das obras de extensão da Linha 2-Verde, trecho que vai ligar a Estação Vila Prudente até às imediações da Rodovia Presidente Dutra, próximo a Guarulhos, na Grande São Paulo. O início da construção está previsto para o segundo semestre de 2013.

O novo trecho, que será subterrâneo, terá 13,5 quilômetros de extensão e contará com 12 estações: Água Rasa, Anália Franco, Vila Formosa, Guilherme Giorgi, Nova Manchester, Aricanduva, Penha, Penha de França, Tiquatira, Paulo Freire  e Dutra. A expectativa é transportar 600 mil  usuários por dia.

As obras vão ser divididas em duas fases.  Na primeira será construído o trecho Vila Prudente-Vila Formosa, com quatro estações e 3,3 quilômetros, com previsão de entrega para 2020. O investimento vai ser de R$ 2,3 bilhões. Já a segunda etapa prevê a implementação da ligação Vila Formosa-Dutra, com inauguração prevista para 2025.

A extensão da Linha 2-Verde terá interligação na Estação Penha com a  Linha 3-Vermelha. Também são previstas interligações com linhas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) que ainda serão construídas. São elas a 11-Coral, na Penha; 6-Laranja, em Anália Franco; 12-Safira e 13-Jade, no Tiquatira.

Para o especialista em trânsito Flamínio Fichmann, o projeto vai beneficiar mais os moradores da Zona Leste. Ele diz que para atender melhor os usuários de Guarulhos deveria ser construída outra estação. “No centro do município, onde se concentra a demanda de passageiros.”

Metrô SP abre inscrições para aprendizes


Fonte: Revista Ferroviária

O Metrô de São Paulo está com inscrições abertas para o concurso público para 17 vagas de “Aprendiz” para o curso de Assistente Administrativo. O curso é em parceria com o Senai. O aprendiz receberá formação no Senai e a prática profissional será realizada no Metrô.

As vagas são destinadas a candidatos com Ensino Fundamental completo, idade mínima de 14 anos em 17/01/13 (data de início do curso) e que não tenham completado 18 anos até 16/12/13 (data de término do curso). A jornada de trabalho e formação é de oito horas, das 7h30 às 17h30.

As inscrições estão abertas e deverão ser feitas pelo site do Senai www.sp.senai.br/processoseletivo até às 21h do dia 17/10. A inscrição poderá ser feita também nos computadores da Escola Senai Roberto Simonsen, na Rua Monsenhor Andrade, 298, no Brás, São Paulo, das 8h às 21h.

Metrô e CPTM reduzem tarifa fora do horário de pico


Fonte: Revista Ferroviária

A redução no preço das passagens nas linhas 5-Lilás, do Metrô, e 9-Esmeralda, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), fora do horário de pico, entre 9h e 10h, começa a valer a partir desta segunda-feira (15).

A tarifa do Metrô e da CPTM nessas duas linhas cai de R$ 3 para R$ 2,50. Já a integração com os ônibus da SPTrans cai de R$ 4,65 para R$ 4,15.

“A redução de R$ 0,50 é [válida] entre 9h e 10h. Quem comprar o bilhete ao invés de pagar R$ 3 vai pagar R$ 2,5. Quem usar bilhete único [para pagar a integração trem e ônibus] ao invés de R$ 4,65 vai pagar R$ 4,15”, explicou o governador Geraldo Alckmin em setembro, quando anunciou a redução.

A medida inclui também a suspensão da cobrança pela integração com os ônibus municipais no Terminal Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo, onde há estações das linhas Lilás e Esmeralda. O objetivo é desafogar a Linha 4-Amarela do Metrô, que liga a Luz, no Centro, ao Butantã, na Zona Oeste da capital.

Governador entrega mais 4 trens modernizados para o Metrô


Por Diego Silva

O Governador do Estado, Geraldo Alckmin, entrega hoje, mais quatro trens modernizados para o Metrô de São Paulo. As composições fazem parte de um pacote de reformas anunciado em 2010, onde 98 composições das linhas 1-Azul e 3-Vermelha serão completamente modernizadas, atendendo os atuais requisitos de conforto e segurança metroviária.

Com os trens entregues, o Metrô já conta com quase vinte composições modernizadas. Dos quatro lotes que estão reformando simultaneamente, o mais avançado é o consórcio MTTrens (MPE, Temoinsa e TTrans), que cuida da frota C, da Linha 3-Vermelha. Já são sete composições entregues, sendo que desse total, cinco estão em operação (K01, K07, K10, K22 e K24). O mais atrasado é o consórcio Alstom-IESA, que está reformando a frota D. São apenas cinco composições entregues, sendo destas, três em operação.

O Governador também irá detalhar sobre a chegada da Linha 2-Verde na região de Guarulhos. A expansão do ramal da Avenida Paulista foi anunciado há alguns dias, até então denominada Linha 15-Branca, mas alterada em razão operacional. Com o acréscimo de 12 estações, a Linha 2 deverá ser a maior e mais carregada linha de Metrô de São Paulo, ultrapassando até mesmo a Linha 3-Vermelha, que hoje, é a mais carregada do mundo.

Integração gratuita entre o Metrô e os ônibus da zona sul vale a partir de hoje


Superlotação no metrô é propícia para que haja mais casos de abuso sexual


Fonte: Correio do Brasil

“Superlotação no metrô é propícia para que haja mais casos de abuso sexual”Para Ana Luiza, do PSTU, um maior investimento no sistema é fundamental para que haja espaço para as pessoas entrarem nos trens sem serem amassadas e constrangidas. Campanha encabeçada pelo Sindicato dos Metroviários exige mais segurança dentro dos trens e acolhimento das denúncias dentro das próprias estações. 

A superlotação dos trens do metrô de São Paulo afeta todos os usuários, mas são as mulheres que mais sofrem com a situação. Para a diretora da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe), Ana Luiza, que acabou de disputar a prefeitura paulistana pelo PSTU, um maior investimento no sistema é fundamental para que haja espaço para as pessoas entrarem nos trens sem serem amassadas e constrangidas. “A situação atual é propícia para que haja mais casos de abuso sexual”, denuncia.

Campanha encabeçada pelo Sindicato dos Metroviários de São Paulo exige do Metrô mais segurança dentro dos trens e acolhimento das denúncias dentro das próprias estações, para que sejam realizadas imediatamente. A empresa registrou 50 casos de abuso sexual em 2011.

Quadro de humorístico incentiva assédio sexual no transporte
A Rede Globo, no entanto, parece não se preocupar com essa realidade. O quadro “Metrô Zorra Brasil”, do programa “Zorra Total”, exibido pela emissora, consiste em duas mulheres dentro de um vagão lotado que, por serem feias, deveriam agradecer o assédio sexual.

O sindicato reclamou e fez uma campanha contra o programa, porém o quadro continua sendo exibido, com recordes de audiência. “Isso é absurdo, é incentivar o crime contra a mulher, o abuso sexual, a ofensa, a humilhação. A impunidade ao machismo faz com que ele se perpetue. Tem de haver denúncias, tem de haver punições”, pede Ana Luiza.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Metrô implanta operação especial nesse feriado


Fonte: Metrô

A partir de quinta-feira, dia 11, o Metrô implantará estratégia especial de operação para facilitar a viagem de quem for deixar à cidade durante o feriado prolongado de 12 de Outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira oficial do Brasil. 

Na Linha 1-Azul (Jabaquara – Tucuruvi), principal via de acesso aos terminais rodoviários Jabaquara e Tietê, serão ofertadas 32 viagens a mais no período da noite de quinta-feira. Nas demais linhas, a frota de trens em circulação não sofrerá alterações.

Na sexta-feira, dia 12, em função do feriado, a frota de trens em operação será reduzida, semelhante a que circula num domingo típico. Após o feriado, tanto no sábado quanto no domingo, a oferta de trens em todas as linhas metroviárias será equivalente a de um final de semana típico.

Circulação de trens será antecipada
Na segunda-feira, dia 15, para atender aos que retornam do feriado prolongado, a circulação dos trens será antecipada para as quatro horas da manhã nas linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha, por onde desembarcam os usuários que chegam pelos terminais rodoviários Tietê, Jabaquara e Barra Funda. Na Linha 5-Lilás, a operação terá início no horário habitual; ou seja, a partir das 4h40.

Em virtude da antecipação do início da operação comercial nas linhas citadas, serão oferecidas aos usuários 46 viagens a mais na Linha 1- Azul (Jabaquara-Tucuruvi), 18 viagens adicionais na Linha 2-Verde (Vila Prudente-Vila Madalena) e 50 viagens extras na Linha 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda).

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Tiroteio na Luz causa confusão no Metrô


Fonte: G1

Uma ocorrência policial causou tumulto e correria na Estação Luz, no Centro de São Paulo, na noite de quinta-feira (11). Segundo a PM, um suspeito que era perseguido nas imediações da estação disparou na direção dos policiais e correu para o interior do prédio.

Segundo o Metrô, o homem pulou da plataforma e seguiu pelos trilhos da Linha 1-Azul, o que fez com que o movimento dos trens fosse reduzido. Às 19h50 a circulação já havia sido normalizada. Uma mulher grávida caiu durante a correria, segundo o Corpo de Bombeiros. Ela foi socorrida para o pronto-socorro da Santa Casa com ferimentos leves.

Policiais cercaram e entraram no prédio centenário da estação para auxiliar nas buscas. Quatro linhas passam pela Luz: a 1-Azul e a 4-Amarela do Metrô e a 7-Rubi e 11-Coral da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Metrô define no mês que vem PPP da Linha 18-Bronze


Fonte: Revista Ferroviária

O modelo da PPP (Parceria Público Privada) para a construção da Linha 18-Bronze do Metrô deve ser definido até o fim de novembro. O itinerário, previsto para iniciar as operações em 2015, ligará a Estação Tamanduateí, na Capital, ao Centro de São Bernardo. A estimativa é de que, no ano seguinte, seja entregue a segunda etapa do empreendimento, até o bairro Alvarenga, na mesma cidade. O trajeto também passará por Santo André e São Caetano.

Segundo o Metrô, o processo, chamado MIP (Manifestação de Interesse Público), da linha é conduzido pelo Conselho Gestor das PPPs do Estado de São Paulo. O procedimento é acompanhado pelas secretarias da Fazenda, Transportes Metropolitanos e Planejamento e Desenvolvimento Regional.

Os órgãos envolvidos analisam as propostas técnicas enviadas em julho por quatro empresas e consórcios interessados no empreendimento. A avaliação também conta com assessoria do Banco Mundial. Após a escolha, será iniciado processo de licitação. O orçamento total previsto para a obra é de R$ 4,1 bilhões. O governo federal anunciou em abril o repasse de R$ 1,7 bilhão.

No dia 8 de novembro será realizada em São Bernardo audiência pública sobre os impactos ambientais causados pela obra. A reunião estava marcada para o início deste mês, mas foi adiada. O Metrô não informou o motivo do adiamento. O evento será realizado às 17h na sede da Associação Comercial e Industrial do município, localizada na Rua do Imperador, 14, bairro Nova Petrópolis.

A Linha 18-Bronze, que será operada por meio de monotrilho, terá 20 quilômetros de extensão, divididos em 18 estações. Todo o trajeto será elevado e tomará como base os corredores já existentes na região.

O Estado estima que a demanda inicial do percurso seja de 295 mil passageiros por dia. A linha começará sendo servida por 20 composições, que circularão com intervalo médio aproximado de 166 segundos nos horários de pico. Em 2030, o Metrô espera que a demanda diária suba para 472 mil pessoas. O projeto inicial prevê a desapropriação de 200 mil metros quadrados de propriedades.

Arma antilotação do Metrô estreia daqui a 90 dias

Cenas como esta estão com os dias contados
Fonte: O Estado de São Paulo

O Metrô vai entregar em 90 dias um novo sistema de controle de trens que promete reduzir em até 20% o intervalo das composições e é tido como a principal arma para reduzir a superlotação da rede - inclusive na Linha 3-Vermelha, caminho para o Itaquerão, estádio da zona leste que abrirá a Copa do Mundo de 2014. 

A Linha 2-Verde, que vinha sendo testada desde o ano passado, será a primeira a receber o sistema. Os testes nas Linhas 1-Azul e 3-Vermelha serão no ano que vem. Para terminar o processo, as estações da Avenida Paulista serão fechadas nas manhãs de domingo, em dias alternados, até o fim do ano. 

Chamado CBTC (sigla em inglês para Controle de Trens Baseado em Comunicação), o novo sistema permite que a distância entre os trens seja reduzida sem comprometer a segurança. A distância mínima, hoje de 200 metros, cairá para 70 metros. Assim, caberão mais oito trens na Linha 2, o que aumentará a oferta de assentos e reduzirá a lotação. Cada trem carrega até 2 mil pessoas por viagem.

Linha 2-Verde será a primeira a receber o CBTC
Os contratos para instalação da nova sinalização foram assinados com a empresa Alstom em 2008. A promessa inicial era que o processo estaria concluído em dezembro de 2009. O custo foi R$ 750 milhões. Mas o Metrô enfrentou uma sequência de problemas técnicos para adaptar os trens à nova tecnologia.

"O teste é um processo interativo. Você faz o teste, valida e, se tiver algum problema, volta ao trecho de novo. O começo foi um processo difícil, mas agora estamos em uma fase consolidada", afirmou o gerente de Concepção de Projetos e Sistemas do Metrô, David Turbuk. "Nos testes, a segurança vem em primeiro lugar. Depois, avaliamos os recursos de controle. Colocamos o maior número de trens no trecho em teste e simulamos todas as alternativas de manobras, para aí validar o teste", explicou.

Os testes vinham sendo feitos no trecho entre as Estações Sacomã e Vila Prudente da Linha 2, na zona leste, as últimas entregues. Só agora o Metrô validou a operação para expandi-la ao resto da linha.

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