sábado, 29 de setembro de 2012

Metrô irá realizar novos testes de CBTC na Linha 2-Verde nesse domingo


Fonte: Metrô

O Metrô dará continuidade no próximo domingo, dia 30, aos testes do sistema CBTC (Controle de Trens Baseado em Comunicação) na Linha 2- Verde (Vila Prudente-Vila Madalena). Nesse dia, para a execução dos testes, as estações Vila Prudente, Tamanduateí e Sacomã ficarão fechadas ao público das 4h40 às 21h00.

Nesse período, os usuários serão atendidos gratuitamente por ônibus do sistema PAESE (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência), que cobrirão o percurso do trecho interrompido.

O CBTC é considerado o sistema de controle de trens mais moderno do mundo e está em operação em linhas de metrôs nas cidades de Nova York, Londres e Paris, entre outras. Quando esse sistema estiver funcionando plenamente, o intervalo entre um trem e outro será reduzido e a capacidade de transporte ampliada em cerca de 20%.

Os testes são realizados aos domingos, devido ao menor número de usuários que utilizam os trens e estações metroviárias. Para informar os usuários, o Metrô está divulgando mensagens sonoras pelos sistemas de som das estações e dos trens e também por meio de cartazes.

Metroviários de SP marcam greve para o dia 03 de outubro

Metroviários prometem catracas livres em caso de greve
Fonte e imagem: O Estado de São Paulo

Os metroviários de São Paulo aprovaram em assembleia na noite desta quinta-feira greve por tempo indeterminado a partir da próxima quinta-feira (04). De acordo com o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, a intenção é liberar a entrada da população sem cobrança de tarifa. Caso os funcionários sejam ameaçados pela empresa de pagar as passagens não cobradas, contudo, a greve acontece de forma tradicional, com a paralisação da operação. 

Os trabalhadores têm nova assembleia marcada para a próxima quarta-feira (03). "A assembleia vai servir para avaliar eventual proposta que seja apresentada pelo Metrô ou, caso não tenha proposta, para organizar a greve", disse o diretor de comunicação do sindicato, Ciro Moraes. Na quinta-feira, o sindicato deve publicar carta aberta à população explicando os motivos da greve.

"Aguardamos o bom senso do governo do Estado e do Metrô, para que revejam sua intransigência", disse Moraes. Segundo ele, deixar as catracas livres para entrada dos usuários do Metrô sem cobrança é um "desafio" ao governo e à empresa.

A categoria está em estado de greve desde o último dia 13 e deu prazo até hoje para que o Metrô apresentasse proposta que agrade aos funcionários. Até agora, segundo o sindicato, a proposta não veio. Procurado, o Metrô ainda não se manifestou sobre as propostas à categoria, nem sobre a greve.

Reivindicações
As principais reivindicações dos metroviários são participação nos lucros (PLR) igual para todos os funcionários e pagamento antecipado de abril de 2013 para outubro deste ano, além de melhoria na jornada de trabalho.

"Até 2007, ganhávamos participação dos resultados linear. Em 2007, tivemos uma greve que foi retaliada pelo Metrô com demissões. O protesto dos trabalhadores era por conta da decisão de usar a proporcionalidade de 30% na participação dos resultados", afirmou Moraes. De acordo com ele, desde 2008, a PLR recebida pelos trabalhadores é de parcela fixa somada ao montante proporcional a 40% do salário.

"Este ano, eles (Metrô) resolveram inovar com proposta de pagamento de PLR proporcional de 100% aos engenheiros, 80% para o plano representativo da empresa (coordenadores, assessores, gerentes e altos cargos) e 40% para dos demais trabalhadores. Todo ano lutamos para resgatar divisão linear da PLR", disse o diretor de comunicação do sindicato. O Metrô ainda não confirmou as informações passadas pelo sindicato.

Em nota distribuída à imprensa na última quinta-feira (20), o Metrô informou que a proposta de PLR "acompanha as variações salariais existentes na companhia, com garantia de que nenhum empregado da empresa receberá valor inferior a R$ 4.140,63". Além disso, a nota dizia que o pagamento será feito em abril de 2013 e que nenhum empregado realiza jornada acima de 40 horas semanais.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Ciclistas enfrentam restrições no Metrô e na CPTM


Fonte: Gazeta de Pinheiros

Quem utiliza bicicleta como meio de transporte na Capital tem dificuldade para embarcar nas estações do Metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). Isso porque o acesso dos ciclistas aos meios de transporte sobre trilhos tem horários restritos.

De segunda a sexta-feira as bikes são permitidas no Metrô após as 20h30, porém, apenas no último vagão de cada trem. Já na CPTM as bikes são proibidas nos vagões durante os cinco dias úteis da semana.

Aos sábados e domingos, os ciclistas podem levar as magrelas no Metrô a partir das 14h, mesmo período permitido nos ramais da CPTM. O horário nos finais de semana colabora com o público que frequenta o circuito da Ciclofaixa de Lazer.

Quanto a uma possível mudança no período em que as bicicletas são permitidas nos vagões, Metrô e CPTM informam que a medida poderia reduzir a oferta de assentos para os demais passageiros entre segunda e sexta-feira.

Nunca se andou tanto de trem na capital


Fonte: Diário de SP

Nunca se andou tanto de metrô e de trem na cidade de São Paulo. No dia 6 deste mês os dois sistemas de transporte sobre trilhos registraram recorde histórico de passageiros transportados. No caso do Metrô, foram 4,7 milhões de pessoas. Na CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), 2,8 milhões viajaram em seus trens na véspera do feriado de 7 de setembro.

O curioso é que o aumento de passageiros acontece sem que tenham ocorrido inaugurações recentes de linhas e estações. Já faz quase um ano que os mais novos pontos de parada do Metrô  foram abertos e não houve acréscimo  nos últimos meses. Mesmo assim o salto foi de 1,2 milhão de pessoas no sistema que integra Metrô e CPTM, comparando-se com o ano passado. Como é possível viajar na rede de trilhos com a mesma passagem, não se sabe exatamente quantos passageiros foram para cada sistema.

O reflexo imediato dessa quantidade crescente de usuários em uma rede com o  mesmo tamanho é a superlotação, principalmente nos horários de pico (início da manhã e  final da tarde).

A doméstica Sônia Soares disse que já se acostumou ao empurra-empurra na hora de voltar para casa. Ela pega o Metrô na Estação Sé e depois um ônibus até chegar em sua casa, na Penha, Zona Leste. “Cada ano que passa está pior”, afirmou. “Vai chegar uma hora que não vai dar mais. Vão ter de fazer alguma coisa.”
Para a estudante Jenifer Naiane, o governo já está fazendo o que pode para melhorar o sistema. “Sinto que os trens estão passando com mais frequência. É só aguardar um pouco que a gente consegue entrar.”

A estudante está parcialmente certa. De fato os investimentos estão acontecendo, mas não na velocidade necessária. O governo estadual, responsável pelos dois sistemas, pretende investir R$ 45 bilhões em transporte de massa sobre trilhos no período 2012-2015. Mas não há qualquer garantia que essa quantia será suficiente.

Na visão do assessor técnico da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), Marcos Bicalho, a superlotação do Metrô é consequência da eficiência do sistema.

“No ônibus vai haver a mesma superlotação, só que a pessoa vai ficar presa no trânsito”, disse. “Com a economia aquecida as pessoas vão demandar cada vez mais por um sistema rápido de transporte e os investimentos para aumentar a rede são altíssimos, mas sempre insuficientes. Portanto, a superlotação é um efeito disso e as pessoas têm de conviver com ela no curto prazo.”

Outro especialista, o urbanista Flamínio Fichmann, consultor em transportes, costuma dizer que a demanda vai ser sempre maior do que a oferta. “Apesar das ofertas de transporte público, qualquer investimento feito nessa área tem abrangência finita”, afirmou.

O maior problema é que a superlotação não é a única consequência dessa demanda reprimida. Dados do governo revelam  que  nos últimos anos a quantidade de panes na rede vem aumentando. Nos primeiros oito meses deste ano foram 46 no Metrô e 24  na CPTM. No ano passado  inteiro foram 59 panes no Metrô e 35  na CPTM.

Governo testa medidas para reduzir lotação
A superlotação no Metrô e na CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) tem atormentado o governo do estado de São Paulo que, na  semana passada, anunciou um pacote de medidas para minimizar o problema. Na quinta-feira, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) confirmou a redução no valor das tarifas das linhas 5-Lilás do Metrô e 9-Esmeralda da CPTM , entre 9h e 10h. A partir de 15 de outubro, o desconto será de R$ 0,50 no valor da passagem, que custa R$ 3, ou seja, a tarifa custará R$ 2,50 entre 9h e 10h, de segunda à sexta. No período de um ano o usuário economizará R$ 132.

O objetivo da iniciativa é melhorar a distribuição do fluxo de passageiros, principalmente nas estações de integração Santo Amaro e Pinheiros. Diariamente, pela manhã, 75,7 mil passageiros utilizam a Linha 5 do Metrô, que vai do Capão Redondo ao Largo Treze. No mesmo período, 132 mil passageiros passam pela Linha 9 da CPTM, que liga o Grajaú ao município de Osasco.

O governo anunciou ainda que a integração com os  ônibus na Estação Largo Treze, da Linha 5-Lilás do Metrô, passará a ser gratuita em outubro.

Entrevista com Jurandir Fernandes - Secretário Estadual de Transportes Metropolitanos
DIÁRIO_ Neste mês de setembro o Metrô e a CPTM bateram recordes de passageiros. Qual a explicação para isso?
JURANDIR FERNANDES_ Foi uma véspera de feriado que nós atingimos 7,5 milhões de passageiros. Todas as linhas se superaram. Foram 350 mil passageiros a mais na rede. O importante é que os trilhos deram conta do recado.

Apesar desse dia atípico, a demanda tem aumentado?
Sim. Houve a inauguração da Linha 4-Amarela (parte em  2010 e parte em 2011) que trouxe para o sistema cerca de 600 mil passageiros próprios, mais aqueles que vem de outras linhas para ela. Muitos passageiros migraram para os trilhos e deixaram os ônibus porque ganharam tempo e passaram a ter menos despesas. Reduziram custos ficando dentro da rede,  de R$ 4,65 (bilhete único) para R$ 3. Em toda a rede o acréscimo foi de  1,2 milhão de passageiros em um ano.

E o sistema atual está preparado para isso?
A gente levou um solavanco. Tivemos um tsunami de passageiros. Sofremos muito em março, abril e maio. Tivemos sabotagens, descarrilamentos, panes de caráter elétrico. Mas com todas essas dificuldades demos conta do recado.

E a expansão da rede? O que está sendo feito?
Ao mesmo tempo estamos fazendo quanto novas obras de Metrô  e vamos começar no ano que vem mais três. Serão sete obras do Metrô, além de uma extensão da CPTM e o Expresso ABC. São R$ 45 bilhões de investimentos até 2015. Desse total, R$ 30 bilhões do próprio tesouro e R$ 15 bilhões de capital privado com as parcerias público privadas.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Metrô de SP já transportou o equivalente a 111 Brasis


Fonte: Revista Ferroviária

Nesta sexta-feira (14), o Metrô paulistano completa 38 anos com a marca de já ter transportado 22,1 bilhões de pessoas - o equivalente a 111 Brasis ou três vezes a população mundial - e percorrido, em quilômetros, o mesmo que 463 viagens de ida e volta à lua. 

Nessa data, em 1974, foi inaugurado o primeiro trecho metroviário da cidade, entre as estações Vila Mariana e Jabaquara, na linha 1-azul. A companhia havia sido fundada seis anos antes.

Nos próximos dois anos, os atuais 74 km de linhas devem ser complementados pela extensão da linha 5-lilás, na zona sul, além do monotrilho que deve ligar a estação Vila Prudente, da linha 2-verde, ao bairro de Cidade Tiradentes, na zona leste.

Também devem ficar prontas as próximas estações da linha 4-amarela: Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, Fradique Coutinho e São Paulo-Morumbi.

Na quinta-feira (6/9), o Metrô registrou seu recorde de usuários, quando 4,7 milhões de usuários passaram por alguma de suas 64 estações. Dentre as cinco linhas do Metrô, três já apresentam superlotação, como mostrou a São Paulo, em abril.

Segundo Mauro Biazotti, diretor de planejamento do Metrô, o problema tende a ser contornado com a inauguração das novas estações e dos novos trechos. "Vai distribuir a oferta de lugares ao longo da linha e desafogar a rede", diz.

Velocidade do metrô supera muito a dos carros em SP


Fonte: Diário do Grande ABC

Os trens da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) circulam com velocidade média até quatro vezes maior do que a dos carros nas ruas da metrópole. No horário de pico da noite, entre 17 e 20 horas, os usuários do transporte público sobre trilhos deslocam-se a 32,4 quilômetros por hora, em média. Enquanto isso, os paulistanos que estão atrás do volante trafegam a 7,6 km/h, quase no ritmo de um pedestre.

Na manhã, entre 7h e 10h, os números sofrem algumas alterações. O carro melhora seu desempenho e atinge a velocidade de uma bicicleta, 20,6 km/h. O metrô mantém os 32,4 km/h, conforme mostram os dados obtidos pelo Estado por meio da Lei de Acesso à Informação. As velocidades dos carros foram medidas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) no corredor modelo da cidade - Avenidas Eusébio Matoso e Rebouças e Rua da Consolação.

Circulam diariamente pela cidade 4,2 milhões de carros. O metrô paulistano recebe 4,7 milhões de passageiros, provenientes de toda a Região Metropolitana. Embora o metrô seja mais rápido, muitos paulistanos preferem usar carro.

O metrô sairá "vitorioso" dessa "briga" quando mais estações forem construídas perto das casas dos que hoje são motoristas e se converterão em usuários. Essa é a aposta do secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes. "Tem uma questão, porém, a ser levada em conta: é que o usuário do carro entra no veículo na garagem e só sai dele no seu destino final. No metrô isso não acontece. A meu ver, as coisas vão mudar conforme a rede for aumentando", diz o secretário.

A operadora de loja Daiane Santos, de 29 anos, é um exemplo dessa resistência. Ela tem carro e usa metrô - mas só adere ao transporte público porque é obrigada. De carro, Daiane gasta meia hora no trajeto de casa, em Pirituba, ao trabalho, no Tucuruvi, ambos na zona norte. "Pego trem e metrô e demoro 1h30", compara.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Metrô também tem "estação virtual"


Fonte: Governo do Estado

A mais nova estação do Metrô São Paulo transporta informações. Para embarcar, basta acessar a Estação do Conhecimento pelo computador. Por enquanto, a rede social está aberta aos seus 9 mil funcionários.

No futuro, poderá ficar disponível a parceiros do sistema sobre trilhos. Lá o internauta pode saber o que ocorre no Metrô. Há espaço para troca de informações, construção das linhas, trabalhos em andamento, dados sobre os outros metrôs do mundo, história da companhia, museu do metrô, entre outros assuntos.

É possível fazer cursos gratuitos, compartilhar conhecimento e veicular evento cultural e pessoal e outros de preferência do funcionário. Há até registro de perguntas engraçadas feitas pelos usuários. Há seis meses no ar, conquistou a adesão de 2,5 mil usuários que veicularam 2,4 mil fotos e 500 vídeos.

Atualmente há 500 grupos de discussão. A Estação foi apresentada por Sílvia Macedo Pasini, coordenadora de gestão do conhecimento, durante a 18ª Semana de Tecnologia Metroferroviária. Em breve, poderá ter chat, enquetes, wikipédia (termos metroviários), miniblog e vídeo.

Grandes marcas investem para ampliar pontos de venda em estações de metrô


Fonte: IG

As estações de metrô de São Paulo e do Rio de Janeiro estão cada vez mais parecidas com um shopping center. As empresas que administram o serviço têm se esforçado para substituir as lojas de pequenos comerciantes por pontos de venda de grandes marcas e empresas, como Havaianas, TAM, O Boticário e TIM. O movimento está só no começo. A ideia é fazer com que o cliente possa comprar de tudo - de medicamentos a vestido de noiva - no subterrâneo das estações.

As áreas destinadas a lojas passaram a ficar mais atrativas à medida que o interesse das grandes empresas pelo consumidor da classe C foi crescendo. Ao mesmo tempo, as concessionárias do serviço de metrô aprimoraram suas estratégias comerciais para atrair varejistas de mais peso. O metrô de São Paulo, por exemplo, tem uma licitação aberta para alugar cerca de 100 lojas em 2013. Hoje, há aproximadamente 200 lojas disponíveis nas estações, mas só metade está ocupada.

A concessão será feita em lotes e não individualmente, formato que favorece as grandes redes. "Queremos atrair as grandes empresas para o metrô porque é melhor até para os consumidores. Fizemos pesquisas e vimos que isso é um desejo do passageiro", disse o gerente de negócios do Metrô, Aluizio Gibson.

A empresa definiu também a que segmentos se destinam cada lote -há espaço para redes de calçados, drogarias, cosméticos e até roupas de noiva. O Metrô Rio também passa por um movimento similar. Na metade do ano passado, a empresa começou a reformular seu departamento comercial e contratou profissionais da área de shopping center.

"Fizemos um planejamento comercial do espaço e passamos a visitar os grandes nomes do varejo", disse a gerente comercial e de marketing do Metrô Rio, Eliza Santos. "Estamos em uma fase de qualificação do mix. As grandes empresas vão ocupar o espaço dos pequenos varejistas aos poucos."

A alto fluxo de pessoas é o atrativo do espaço para o varejo. Todos os dias passam pelas estações paulistanas 4,2 milhões de passageiros. No metro carioca, são 700 mil pessoas diariamente. A intenção das empresas é fazer com que eles parem para comprar seus produtos no caminho de casa ou do trabalho.
 
Promoções
As operadoras de telefonia móvel foram pioneiras, entre as grandes empresas, nas estações de metrô. Elas fincaram os pés nesse espaço quando lançaram seus planos de chamadas ilimitadas, em 2009. "Procuramos locais com grande acumulação de pessoas para chegar perto dos consumidores, principalmente das classes C e D, e divulgar nossas promoções", disse Érika Cascão, diretora de vendas da TIM em São Paulo.

Como o cliente que passa pelas estações é mais apressado do que o que está nas ruas ou nos shoppings, as empresas tiveram que adaptar suas lojas para atendê-lo. A TIM, por exemplo, contrata vendedores que sejam mais dinâmicos e "descolados", pois o atendimento precisa ser rápido. A operadora também abriu mão da venda de celulares no metrô e oferece apenas recarga e chips nos seus 16 quiosques no Metrô paulistano.

"A venda de celular é consultiva. O passageiro está com pressa e não dá tempo de parar, escolher, perguntar e comprar", disse Érika. A Claro mantém a oferta de celulares nos seus 12 quiosques no metrô e trem paulistas. "Queremos captar a compra por impulso", disse diretor da regional São Paulo, Marcio Nunes. Ele admite que a venda de aparelhos é menor nesses espaços do que em outras lojas, mas avalia que a estratégia vale a pena mesmo assim.

"Estar no metrô é mais uma questão de marketing do que de vendas. Queremos mostrar que o produto está disponível para o cliente onde ele estiver", disse. As teles ficaram pouco tempo sozinhas no "comércio subterrâneo".

As companhias aéreas TAM e Gol também abriram lojas no metrô em 2011 para vender passagens, principalmente, a clientes que ainda têm restrições em relação às compras online. "Em um setor com margens baixas, como a aviação, não dá pra ter uma exposição só por marketing", disse o diretor de vendas diretas da TAM, Rodrigo Trevizan.

A TAM testou as lojas populares em 2010, quando lançou quiosques dentro da Casas Bahia. Cerca de 45% dos clientes das lojas físicas, segundo ele, viajam de avião pela primeira vez. "É uma porta de entrada para esse novo público. Depois da primeira viagem, muitos começam a comprar na internet."
 
Publicidade
Não é só com lojas que as grandes empresas tentam chamar a atenção dos consumidores que transitam pelo metrô. Os anúncios nas estações ainda são a mídia mais requisitada. Tanto que é a principal fonte de receita do Metrô paulista depois da venda de passagens. No ano passado, a publicidade respondeu por 28% dos R$ 145 milhões que o Metrô de São Paulo faturou com serviços que não incluíam a venda de bilhetes.

"O metrô é um meio de transporte, mas pode ser explorado como meio de comunicação", disse o publicitário Juca Ferraz, sócio da Mídia e Metrô Brasil, empresa que assessora as agências em campanhas nesse ambiente.

O segmento, segundo ele, sofreu um "boom" principalmente após a Lei Cidade Limpa, criada em 2006, na cidade de São Paulo. "Muitos anunciantes entraram no metrô depois das restrições a outdoors em São Paulo", diz Ferraz.

O volume de anúncios e de lojas de grandes empresas nas estações são só a ponta do iceberg da entrada do varejo neste espaço. Todas as receitas não tarifárias são só 7,9% do que o Metrô de São Paulo faturou em 2011. Por isso, projetos de novas linhas já preveem um peso maior para esses negócios, que, em alguns casos, devem chegar a 16% da receita com bilhetes. Isso fará com que as novas estações tenham ainda mais cara de shopping. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sábado, 22 de setembro de 2012

Metroviários de São Paulo ameaçam entrar em greve em outubro


Fonte: IG

A reunião entre o Sindicato dos Metroviários de São Paulo (Metroviários-SP) e representantes do Metrô na tarde desta quinta-feira (20) terminou sem sucesso, pois o Metrô não apresentou proposta aos trabalhadores. Os funcionários dão prazo até a próxima quinta-feira (27) à noite para que as negociações avancem. Caso contrário, podem cruzar os braços na segunda greve do ano no início do mês de outubro.

Na próxima terça-feira (25), os representantes do sindicato voltam a se reunir com dirigentes do Metrô às 15 horas. A expectativa é de que nova proposta seja feita até o prazo limite. "Eles disseram que ainda não tinham proposta, mas que iriam elaborar uma. Achamos que eles iriam apresentar algo hoje (quinta-feira), mas, pelo jeito, ainda não se entenderam", disse o presidente do sindicato, Altino de Melo Prazeres Júnior.

A categoria está em estado de greve desde o último dia 13. A assembleia do dia 27 servirá para aprovar possível greve e marcar a data do início da paralisação. "Estamos dispostos a negociar. Está na mão deles resolver o problema", comentou o presidente do sindicato. As principais reivindicações dos metroviários são participação nos lucros (PLR) igual para todos os funcionários e pagamento antecipado de abril de 2013 para outubro deste ano; melhoria na jornada de trabalho e compensação das horas extras, além da equiparação salarial entre empregados com a mesma função.

Em nota distribuída à imprensa, o Metrô informa que a proposta de PLR "acompanha as variações salariais existentes na companhia, com garantia de que nenhum empregado da empresa receberá valor inferior a R$ 4.140,63". Além disso, a nota diz que o pagamento será feito em abril de 2013 e que nenhum empregado realiza jornada acima de 40 horas semanais. "O Metrô já realizou, entre maio de 2011 e agosto de 2012, 7.061 movimentações salariais, das quais 1.143 foram promoções", diz a nota. O Metrô afirma que está aberto ao diálogo com os metroviários.

Metrô e trem são opções no 'Dia Mundial sem carro'


Fonte: Metrô

No “Dia Mundial Sem Carro” (22/09), os trens do Metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) servem de opção para as pessoas que decidirem deixar seu veículo em casa. Atualmente, o sistema metroferroviário tem 335 quilômetros e transporta 7,2 milhões de passageiros, diariamente. Até 2014, a rede deve chegar a 400 quilômetros com os investimentos que estão sendo realizados para ampliação e modernização da malha sobre trilhos.

Com capacidade de absorver mais passageiros, o transporte público metropolitano possibilita mais espaço nas ruas, avenidas e rodovias, menos poluição atmosférica e sonora e rapidez nos deslocamentos. Além disso, há redução de custos do transporte e diminuição de acidentes de trânsito.

Calcula-se que, em 2011, se não existisse o sistema metroferroviário, a Região Metropolitana de São Paulo consumiria mais 927 milhões de litros de derivados de petróleo ou 5,9 milhões de barris e sofreria com congestionamentos e mais emissão de poluentes. Os benefícios sociais proporcionados por trem e metrô são estimados em R$  12,5  bilhões  ao ano, valor equivalente a quase 30 km de novas linhas de  metrô.

Economia no consumo de energia
Os investimentos na CPTM e no Metrô também significam redução no consumo de energia, em tempos de escassez de recursos naturais. A diferença entre o consumo energético por passageiros transportados nos meios individuais e nos coletivos é brutal. Com percurso médio maior, na CPTM, o gasto é de 0,9 quilowatts/passageiro/hora. Já o Metrô tem menor consumo: 0,5 Kw/passageiro/hora. No caso do automóvel, o consumo é de 13 Kw/hora por passageiro: 26 vezes mais que no Metrô e 15 mais do que na CPTM.

Benefícios para a saúde pública
O Metrô e a CPTM também contribuem para a qualidade do ar da cidade. Estimativa de redução da concentração de poluentes atmosféricos - especialmente partículas inaláveis – em determinados períodos do ano chega a 75%, devido à operação do sistema metroviário.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

SP terá ônibus grátis para desafogar trem e metrô


Fonte: Diário do Grande ABC

Na tentativa de desafogar as superlotadas Linhas 9-Esmeralda, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), e 4-Amarela, do metrô, o governo do Estado vai pagar a passagem de ônibus dos usuários do Terminal Santo Amaro, na zona sul de São Paulo. A ideia é que esses passageiros optem pelo ônibus em vez de seguir viagem pelos ramais. A medida vale a partir de 15 de outubro, durante todo o dia, para passageiros que vêm da Estação Largo Treze, da Linha 5-Lilás do metrô - e só para quem usa bilhete único, ou 85% dos usuários, segundo o governo.

O secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, "culpa" o crescimento da demanda em pouco tempo pela superlotação. "Na Estação Santo Amaro, há dois anos, você tinha 8 mil passageiros por dia. Agora, tem 160 mil. Cresceu 20 vezes", afirma Fernandes.

Para o governador Geraldo Alckmin (PSDB), que anunciou a mudança na quarta-feira (19) pela manhã, a medida é um "gerenciamento da demanda existente". "Estamos aumentando a oferta (de linhas no Metrô). Mas precisamos gerenciar a demanda", afirmou.

A novidade vai funcionar da seguinte forma: o passageiro que usa bilhete único vai pagar R$ 3 para acessar a Linha 5 e precisará desembarcar na Estação Largo Treze, parada final do ramal. De lá, vai caminhar até o Terminal Santo Amaro da SPTrans e, sem pagar passagem, embarcará em qualquer uma das 55 linhas de ônibus que operam no local.

A economia é de R$ 1,65 por viagem, mesmo valor que o usuário economizaria caso optasse por fazer integração com trens para seguir até o centro da cidade. Na volta para casa, quem embarcar na Estação Largo Treze depois de descer do ônibus também não pagará o bilhete.

O governo do Estado não revelou quanto vai gastar com a medida e quantas pessoas devem ser beneficiadas. A política deve durar até a abertura do prolongamento da Linha 5-Lilás até a Estação Chácara Klabin, na zona sul, prevista para 2015.

Demanda.
O crescimento do número de usuários é resultado da abertura da Linha 4-Amarela, no ano passado. Os usuários da Linha 5 descem em Santo Amaro, fazem integração com a Linha 9-Esmeralda da CPTM e seguem até a Estação Pinheiros, da 4-amarela.

A ViaQuatro, empresa que gerencia a Linha 4-Amarela, afirmou, em nota, que "todas as medidas que visam proporcionar mais conforto aos usuários são bem-vindas". A linha privada, que contabiliza 666 mil passageiros por dia, pode perder receita com a medida. Segundo a concessionária, porém, "haverá apenas uma redistribuição do fluxo de passageiros".

Desconto 
Outra medida confirmada na quarta-feira (19) para conter a superlotação pelo menos no horário de pico da manhã foi o desconto de R$ 0,50 na tarifa na Linha 5-Lilás e na 9-Esmeralda da CPTM, das 9h às 10h, de segunda a sexta. A Secretaria dos Transportes Metropolitanos pretende fazer com que parte dos usuários da rede espere um pouco para embarcar.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Alckmin reduz tarifas de duas linhas de trem e metrô


Fonte: Revista Ferroviária

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou ontem desconto em tarifas de uma linha de trem e outra de metrô e gratuidade em uma integração de ônibus, que irão beneficiar os moradores da zona sul de São Paulo.

A região reúne 3,5 milhões de pessoas, ou quase um terço da população paulistana. Para obter os benefícios, válidos a partir de 15 de outubro é preciso ter o Bilhete Único.

As tarifas da linha 5-lilás do metrô (Capão Redondo a Santo Amaro) e da linha 9-esmeralda da CPTM (Grajaú a Osasco) cairão de R$ 3 para R$ 2,50, das 9h às 10h, em dias úteis. O pico nessas linhas ocorre das 7h às 9h.

Já a integração com ônibus passará a ser gratuita para o usuário no terminal do Largo Treze, em Santo Amaro.

Hoje, quem chega de metrô ou trem paga R$ 1,65 para embarcar em um ônibus. A tarifa também é cobrada do passageiro que chega ao local de ônibus e prossegue viagem de metrô ou de trem.
Entre as 55 linhas que saem do terminal estão várias que atendem áreas comerciais como as avenidas Faria Lima e Luís Carlos Berrini.

O anúncio de Alckmin ocorre em meio ao acirramento da campanha eleitoral pela prefeitura, na qual apoia o candidato tucano José Serra.

Uma das principais propostas do rival Fernando Haddad (PT) é criar o Bilhete Único Mensal, que terá custo fixo de R$ 140 por mês e pode beneficiar, segundo o partido, 5,5 milhões de pessoas.

A zona sul é uma das regiões mais carentes de transporte público. Ontem de manhã, protesto por melhorias do serviço fechou o terminal de ônibus do Jardim Ângela por cerca de três horas.

'Conforto'
Segundo o governador, a medida tem apenas o objetivo de reduzir a lotação nas estações Pinheiros e Santo Amaro, na linha 9 da CPTM.

Hoje, boa parte dos usuários vai de metrô (linha 5) de bairros como Capão Redondo e Campo Limpo, no extremo sul, desce em Santo Amaro (onde o ramal acaba) e segue pela linha 9 até a estação Pinheiros, onde se conecta à linha 4-amarela do metrô.

Os benefícios valem até 2015, quando deve ser concluída a extensão da linha 5 -do Largo 13 à Chácara Klabin-, prevista para desafogar as linhas da zona sul. As obras estão em andamento.

Para o governador, as pessoas hoje preferem descer nas estações Pinheiros e Santo Amaro, que são um entroncamento de metrô e trem, para economizar. "Com a integração gratuita com ônibus no Largo Treze, podem continuar economizando, mas com mais conforto", afirma.

Linha 2-Verde será a maior e mais carregada linha


Por Diego Silva

Em reunião no auditório Vergueiro, ocorrida na última terça-feira, o diretor de operações Mário Fioratti informou aos blogueiros e líderes de redes sociais que o Metrô espera por uma explosão de demanda na Linha 2-Verde. Recentemente, saiu na mídia que a então Linha 15-Branca (projeto que iria sair da estação Vila Prudente até a futura estação Dutra) após decisão unânime, passou a ser uma continuação da Linha 2-Verde. A explicação era óbvia: a Linha 15 sairia da estação Vila Prudente pelo mesmo túnel, pelo mesmo sistema de trem e alimentação. O então Monotrilho da Linha 2-Verde, considerado a continuação desta, em outro tipo de modal, foi rebatizado como Monotrilho da Linha 15-Prata.

Atualmente, a Linha 2-Verde liga Vila Madalena à Vila Prudente, integrando a Linha 1-Azul (nas estações Paraíso e Ana Rosa) e a Linha 10-Turquesa da CPTM (na estação Tamanduateí). Somente esta última agregou um salto de demanda que fez com que a Linha 2 se tornasse uma das mais carregadas do sistema. Agora, com a incorporação de mais um trecho que será construído, espera-se que a Linha 2-Verde seja ainda mais carregada em demanda que a Linha 3-Vermelha (Leste-Oeste), que atualmente transporta mais de um milhão de usuários por dia. A notícia veio como uma afirmação àquilo que outras pessoas já disseram: ''toda e qualquer linha de Metrô que seja construída hoje, já nascerá saturada''.

A necessidade de transporte em SP é urgente, ou seja, a citação acima não deixará de ser unânime. Os investimentos no Metrô demoraram muito a chegar. Agora que chegaram, a Companhia vai trabalhar forte para garantir ainda mais linhas e ainda mais rapidez e conforto nos deslocamentos. Espera-se que essa continuação da Linha 2-Verde esteja concluída em cerca de 8 anos. Em contrapartida, quando finalizada, a Linha 2-Verde poderá perder esse 'título' para a futura Linha 6-Laranja, que deverá ter mais de 33 km de extensão (quando estiver totalmente concluída, partindo de Pirituba até Cídade Líder).

Metrô SP lança edital para inspeção de linhas


Fonte: Revista Ferroviária

O Metrô está com edital aberto para contratar serviço de inspeção das linhas com o uso de ultrassom. O equipamento é similar ao de exames de diagnósticos utilizados principalmente por gestantes. No momento, o Metrô está contratando este tipo de serviço porque não dispõe de veículo de inspeção ultrassônica dinâmica. 

Com o uso deste equipamento, o Metrô irá verificar os defeitos internos de 137 km de extensão de vias das Linhas 1 Azul, 2 Verde, 3 Vermelha e 5 Lilás. Se a qualidade dos trilhos não for diagnosticada de forma precisa, podem surgir trincas e rachaduras capazes de interferir na circulação dos trens. A identificação apontada pela inspeção ultrassônica permite que a equipe de manutenção se antecipe e realize as substituições necessárias dos trilhos e soldas defeituosos.

A manutenção preventiva nos trilhos por meio de ultrassom acontece no Metrô desde o início da década de 90. Essa forma de manutenção também é utilizada em metrôs de todo o mundo, sendo aplicada com diferentes graus de complexidade.

A principal diferença entre os dois tipos de ultrassom é que o veicular somente detecta a descontinuidade nos trilhos, enquanto que a inspeção ultrassônica manual identifica com detalhamento os trilhos e permite uma tomada de decisão mais precisa por parte da equipe de manutenção. Em ambos os equipamentos é emitido um relatório sobre as condições da via analisada.

Inspeção dos trilhos
Para definir se um trilho deve ou não ser trocado, a equipe de manutenção realiza um acompanhamento detalhado de suas condições. Todas as noites, inspetores de equipamentos de via caminham por quilômetros para checar, com auxílio de instrumentação apropriada, como o ultrassom, se algum trilho apresenta deformidades ou desgastes. 

Quando as equipes verificam que os trilhos estão com ondulações é realizada uma usinagem por meio do trem esmerilhador para adequar o trilho aos padrões originais e se o desgaste estiver próximo dos limites máximos especificados, eles são substituídos.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Estações Sé e Brás terão atividades da Semana Nacional de Trânsito


Fonte: Metrô

Em apoio às atividades programadas pela Secretaria do Planejamento e do Desenvolvimento Regional e pelo Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran/SP) para a Semana Nacional de Trânsito, as estações Sé e Brás, da Linha 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda), receberão de hoje (18/9), aos dias 19, 20, 21, 24 e 25, às 17h30, uma atividade teatral conhecida como “apresentação de rua”.

Nessa atividade artística, dois atores irão interagir com o público usuário através da peça "Glorinha e Kalil", que mostra de forma bem-humorada como os motoristas devem comportar-se adequadamente no trânsito.

O tema deste ano é o combate ao excesso de velocidade. Na Estação Sé, a apresentação será na área de acesso à Praça da Sé. Na Estação Brás, a mesma atividade cultural será realizada na área paga do mezanino.

Metroviários entram em Estado de Greve


Fonte: Mundo Sindical

Se o Metrô não apresentar, até o dia 27 de setembro, propostas significativas para a PR 2012, jornada de trabalho e equiparação salarial a categoria não descarta a possibilidade de uma paralisação. Os metroviários decretaram Estado de Greve na assembleia do dia 13.

Além do ESTADO DE GREVE, a assembleia também deliberou a realização de um ato no dia 20, a partir das 16 horas, em frente ao Edifício Cidade II e distribuição de Carta Aberta à População, dia 25.

É a reação da categoria por conta da falta de empenho do Metrô em atender as reivindicações. Com relação à PR, numa atitude mesquinha, truculenta e elitista, a empresa insiste em privilegiar os que ganham mais.

Quer, por exemplo, pagar mais de R$ 16 mil para o assessor da presidência em detrimento a quem efetivamente “rala” para transportar os 4,5 milhões de pessoas. Ainda provoca a categoria pretendendo adiar o pagamento para abril.

O Metrô também se nega a discutir as propostas para melhorar a jornada e equiparação. Metrô: o prazo é dia 27!

Todos no ATO 20/9! Quinta-feira, a partir das 16 horas, em frente ao Edifício Cidade II (rua Boa Vista, 175 – Centro).

Próxima ASSEMBLEIA dia 27/9, quinta-feira, 18h30, no Sindicato. Compareça!

Estações do Metrô vão ganhar 110 lojas até 2013


Fonte: Bol

O metrô de São Paulo deve ganhar 110 lojas até o fim de 2013. Será possível comprar nas estações remédios, pacotes turísticos, perfumes e até vestido de noiva. O número de pontos de venda será mais do que o dobro do registrado hoje. Atualmente, a rede tem 98 lojas, considerando a Linha 4-Amarela, administrada pela iniciativa privada.

Os editais que vão permitir a concessão de espaços para interessados em administrar cinco lojas de calçados e de moda praia ou um pacote de cinco empreendimentos que venderão roupas de casamento foram publicados na segunda-feira. Até dezembro, devem ser divulgados editais para mais 28 lojas e um minishopping com 42 pontos de venda.

Os passageiros encontrarão o novo comércio de tênis, sandálias e chinelos nas Estações Ana Rosa, Palmeiras-Barra Funda, Brás, Santana e Sé. "O objetivo é atrair empresas já consolidadas e de grande porte no setor de calçados esportivos e sandálias tipo moda praia", diz a companhia, no texto do edital. O mezanino da Estação São Bento deve receber mais 42 lojas - hoje, só há três funcionando ali. A ideia do Metrô é que o centro comercial seja administrado por um único empreendedor, responsável por escolher os tipos de lojas.
 
As cinco lojas de noivas também devem ser administradas por um único grupo. A diferença é que ficarão todas no mesmo lugar: a saída da Avenida Prestes Maia, na Estação Luz, próximo da Rua São Caetano, também conhecida como "rua das noivas" por causa da concentração de lojas do ramo.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Metrô de SP vai reformar 20 estações para a Copa do Mundo de 2014


Fonte: Valor Econômico

O Metrô de São Paulo vai reformar 20 estações das linhas 1, 2 e 3 – as mais antigas – para a Copa do Mundo de 2014. Estão previstas pintura e troca de piso, de forro e da identificação dos prédios, alguns deles projetados e construídos há mais de 30 anos. As obras ainda não foram licitadas e o custo do projeto não é revelado pela Companhia do Metropolitano de São Paulo.

A previsão para o início das intervenções é 2013, com término previsto para o primeiro semestre de 2014. “Haverá a requalificação por conta do tempo de utilização”, afirma o técnico da gerência de manutenção do Metrô paulista, Edgard El Khouri, lembrando que as estações não serão ampliadas.

As estações que serão modernizadas são as que ficam próximas da Arena Corinthians (Itaquerão) e aquelas que fazem integração com outros meios de transporte (CPTM e ônibus) e com demais linhas do metrô. Entre elas estão Barra Funda; Marechal Deodoro; República; Sé; Brás; Tatuapé; Arthur Alvim; Itaquera; Brigadeiro; Trianon-Masp; Consolação; Sumaré; Jabaquara; Santa Cruz; Ana Rosa; Paraíso; Luz e Tietê. As estações Anhangabaú e São Bento, no centro de São Paulo, também sofrerão modificações e devem receber espaços para exposições. “Serão instalados telões no Vale do Anhangabaú para a exibição dos jogos. É o chamado ‘fanfest’, que também será instalado no Sambódromo”, lembra Khouri.

Já as obras para expansão do Metrô devem avançar pouco. Em 2013 serão inauguradas a estação Adolfo Pinheiro, na região sul (Linha 5-Lilás) e a ligação entre Vila Prudente e Oratório, na zona leste, por meio de monotrilho. Para 2014 está previsto o monotrilho da linha 17, que vai ligar o Aeroporto de Congonhas ao Morumbi. Também serão entregues as estações da Linha 4-Amarela Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, Vila Sônia e Morumbi. “Elas ficam prontas ao longo de 2014”, diz o diretor de operações do Metrô, Mario Fioratti Filho.

Ele lembra que o transporte de passageiros até o Itaquerão será garantido pelas atuais linhas de trem e de metrô que levam até o bairro de Itaquera, na zona leste da cidade. “Estamos modernizando as linhas para que haja intervalo menor entre os trens e aumento da capacidade do transporte de passageiros.”

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Metrô vai dar desconto para quem entrar mais tarde

Redução seria apenas para a Linha 5-Lilás
Fonte: Messenger Notícias

O preço da tarifa do Metrô de São Paulo, que hoje custa R$ 3, deverá cair. Mas só para quem usar a Linha 5-Lilás (Capão Redondo-Largo 13). E apenas na faixa de horário das 9h às 10h dos dias úteis. A medida, que vem sendo estudada pela Secretaria Estadual de Transportes Metropolitanos, tem como objetivo desestimular os passageiros a utilizarem o sistema no horário de pico da manhã, diminuindo a superlotação de linhas como a 4-Amarela (Butantã-Luz), por exemplo. A expectativa do secretário Jurandir Fernandes é que a redução comece a vigorar em novembro.

Com isso, qualquer pessoa que usar o bilhete único nas estações da Linha 5-Lilás das 9h às 10h de segunda a sexta-feira pagará uma tarifa similar ou menor do que a do bilhete madrugador, que atualmente custa R$ 2,50. O valor do desconto ainda está sendo avaliado, mas poderá ser mais baixo do que o do madrugador, que já funciona das das 4h40 às 6h15 no Metrô e das 4h às 5h30 nas linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

"A nossa preocupação toda são as estações Pinheiros e Santo Amaro (na Linha 9-Esmeralda da CPTM). No horário de pico, as duas estão recebendo uma carga muito grande (de usuários), até pela inexistência da (continuação até Santa Cruz e Chácara Klabin) da Linha 5. Então, estamos avaliando o que podemos fazer para atrair as pessoas para chegar um pouquinho depois das 9h", disse Fernandes no início da noite desta sexta-feira, 14.

De acordo com ele, das 8h10 às 8h50, a transferência entre a CPTM e o metrô nessas duas estações é "uma loucura", com um grande volume de passageiros. "Quando chega 9h10, fico bobo de ver, mas o movimento cai para zero. Então, se as pessoas que pudessem usar 9h30 ou 10h, seria bom. Mas como vou sensibilizá-las? Uma forma é dar um desconto."

A ideia é promover essa redução da tarifa até que a extensão da Linha 5-Lilás seja entregue. Esse trecho, que já está em construção, ligará a Estação Largo 13 à estações Santa Cruz, na Linha 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi), e Chácara Klabin, na Linha 2-Verde (Vila Prudente-Vila Madalena). A sua entrega está prevista para dezembro de 2015. Quando o prolongamento da Linha 5 for entregue, a lotação da transferência na Estação Santo Amaro deverá cair, pois as pessoas poderão seguir direto até outras linhas de metrô, sem depender da baldeação com a CPTM e com a Linha 4-Amarela na Estação Pinheiros.

"Talvez (possamos) dar um desconto mais forte do que o madrugador para sensibilizar mais. Como sensibilizar mais? As pessoas poderão chegar no patrão e falar 'Olha, estão dando um desconto bom se eu entrar às 9h30. Posso vir às 9h30? Posso vir às 10h?'"

Outra ideia, apontou Fernandes, é fazer a integração gratuita entre metrô e ônibus da São Paulo Transporte (SPTrans) na Estação Largo 13, na zona sul, atualmente a última da Linha 5-Lilás na região de Santo Amaro. Segundo ele, isso poderá atrair potenciais usuários de ônibus que hoje desembarcam antes, na Estação Santo Amaro, por falta de desconto na integração com os coletivos.

"Existem mais de 30 linhas de ônibus no Terminal Largo 13. Daria para fazer a integração gratuita, quer dizer, paga no Metrô, passa no ônibus e não paga nada. Na volta, paga no ônibus e não paga no metrô." Esse benefício também só deverá valer até a entrega da Linha 5-Lilás completa até Chácara Klabin.

Qualquer bilhete único poderá se beneficiar das duas medidas, segundo Fernandes. Ajustes só precisam ser feitos no software do sistema de bilhetagem e nas catracas, para garantir os descontos.

domingo, 16 de setembro de 2012

Metrô altera circulação na Linha 2-Verde para continuação dos testes do novo sistema de controle dos trens


Fonte: Metrô

O Metrô dará continuidade no próximo domingo, dia 16, aos testes do sistema CBTC (Controle de Trens Baseado em Comunicação) na Linha 2- Verde (Vila Prudente-Vila Madalena). Nesse dia, para a execução dos testes, as estações Vila Prudente, Tamanduateí e Sacomã ficarão fechadas ao público das 4h40 às 21h00.

Nesse período, os usuários serão atendidos gratuitamente por ônibus do sistema PAESE (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência), que cobrirão o percurso do trecho interrompido.

O CBTC é considerado o sistema de controle de trens mais moderno do mundo e está em operação em linhas de metrôs nas cidades de Nova York, Londres e Paris, entre outras. Quando esse sistema estiver funcionando plenamente, o intervalo entre um trem e outro será reduzido e a capacidade de transporte ampliada em cerca de 20%.

Os testes são realizados aos domingos, devido ao menor número de usuários que utilizam os trens e estações metroviárias. Para informar os usuários, o Metrô está divulgando mensagens sonoras pelos sistemas de som das estações e dos trens e também por meio de cartazes.

sábado, 15 de setembro de 2012

Concurso cultural 'Tá pintando um novo Metrô' abre votações populares


Fonte: Metrô

O concurso “Tá Pintando um Novo Metrô”, promovido pela Companhia do Metrô de São Paulo, chega em sua fase final.

De hoje (11) até o próximo dia 27, o público poderá escolher no site www.tapintandoumnovometro.com.br a arte favorita para estilizar o primeiro e o último carro de cada uma das 54 composições que irão operar na Linha 15-Prata do Metrô (Ipiranga – Hospital Cidade Tiradentes).

Uma comissão julgadora escolheu 20 finalistas entre 2725 ilustrações postadas no site. Os interessados em votar numa das escolhidas para serem estampadas nos trens do monotrilho terão direito a dois votos por dia.

Desde o dia 15 de agosto, quando o concurso foi aberto, o site www.tapintandoumnovometro.com.br recebeu 43.418 visitas, 6.273 inscrições e 2.725 artes.

A ilustração mais votada será divulgada até o final deste mês.

Centro de Memória do Metrô reúne 38 anos de histórias


Fonte: Metrô

Ontem, a Companhia do Metrô completou 38 anos de operação e as histórias do primeiro metrô do país estão reunidas no Centro de Memória do Metrô-SP. O espaço foi criado em 2004 e está aberto para consulta pública.

Atualmente, o acervo da Companhia reúne mais de 150.000 itens dos mais variados tipos. São mais de 100.000 iconográficos (aquarelas, negativos, diapositivos, cromos, ampliações fotográficas e mapas), 1.500 documentos textuais (folhetos, folders, cartazes, convites e matérias jornalísticas), 1.000 horas de material audiovisual (películas, VHS, U-Matic), mais de 100 horas de material sonoro (depoimentos de funcionários e discursos) e objetos tridimensionais (miniaturas, prêmios e moldes).

O Centro de Memória é organizado fisicamente em 18 grupos, divididos por suporte utilizado e tamanho. A recuperação é feita através de um banco de dados que utiliza referência cruzada para encontrar eventos, atividades, locais e personalidades em comum.

Os itens mais antigos do acervo são ampliações fotográficas contendo imagens da Avenida Paulista e do centro de São Paulo entre 1910 e 1920. Já entre as peças mais interessantes estão miniaturas de trens, miniaturas de obras de arte, mais de 200 filmes em película das décadas de 60 e 70 sobre a criação e construção do Metrô e mais de 500 aquarelas da artista Diana Dorothèa Danon retratando as obras das linhas de 1972 até os dias de hoje.

Consultas

Os itens mais consultados são aqueles que retratam a mudança urbanística que o Metrô trouxe para a cidade de São Paulo. Os pesquisadores procuram negativos, diapositivos, ampliações fotográficas e filmes.

O Centro de Memória registra em média 10 consultas presenciais por mês. Os usuários são, na maioria, engenheiros, arquitetos, urbanistas, historiadores, historiadores da arte e interessados em geral.

O atendimento ao público acontece na rua Augusta 1626 - Edifício Metro I, térreo, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h00.

Site Metrô Memória

Além do Centro de Memória, o Metrô disponibiliza para os interessados, em sua história institucional, o portal Metrô Memória, www.metromemoria.com.br.

Por meio das seções "Linha do Tempo", "História em Temas", "Fotos" e "Vídeos" é possível fazer uma viagem no tempo e verificar como se formou a rede metroviária de São Paulo. Desde a criação do site, já foram registrados mais de 35 mil acessos.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Metrô completa 38 anos de operação comercial

Estação Vila Mariana: o início de uma história de sucesso

Por Diego Silva

Hoje, o Metrô de São Paulo completa 38 anos de operação comercial. Em 14 de setembro de 1974, era dado início à circulação dos trens no pequeno trecho que ligava as estações Jabaquara e Vila Mariana, com aproximadamente 6,5 km. O trecho funcionava apenas de segunda à sexta-feira, das 09h as 13h. De lá para cá, o Metrô virou sinônimo de transporte rápido e seguro. Já são cinco linhas (uma delas sendo operada pela iniciativa privada), cerca de 150 trens em operação, 74,6 km de linhas e quase 4,5 milhões de passageiros todos os dias.

Bilhete comercializado no primeiro dia de operação do Metrô
Com metas ousadas e pioneiro no Brasil, o Metrô de São Paulo já planeja multiplicar a rede nos próximos anos. Em obras, nada menos que quatro linhas simultâneas, que irão oferecer mais transporte para a população paulista. E mais: o Metrô irá quebrar os limites de São Paulo e irá para o ABC paulista e para Guarulhos, com suas novas linhas, em breve. Nossos parabéns para todos que participaram desde o início da construção até os dias de hoje, contribuindo com idéias, com sacrifício e garra, para manter o Metrô sempre funcionando com um alto nível de excelência. Essa é uma pequena e singela homenagem do blog 'Metrô em Foco', para cada um dos metroviários.

Diego Silva é Tecnólogo em Logística, formado pela Universidade Nove de Julho. Editor de dois blogs que falam sobre transporte público na grande metrópole paulistana.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Metrô de Itaquera não vai funcionar nos dias de jogos da Copa de 2014 em SP


Fonte: IG

Durante o anúnico das obras de infraestrutura da região de Itaquera para a Copa de 2014, nesta segunda-feira, confirmou-se que os torcedores que decidirem ir de metrô aos jogos no estádio não poderão descer na estação Corinthians – Itaquera, a mais próxima da Arena que receberá o jogo de abertura do Mundial e outras cinco partidas do torneio, entre elas uma semifinal.
A estação, que fica a menos de 100 metros do terreno onde o estádio está sendo construído, recebe também trens da CPTM e para não inflar o local com todos os torcedores que decidirem usar o transporte público para acompanhar os jogos, aqueles que utilizarem o metrô terão de descer na estação Artur Alvim, uma antes da estação de Itaquera, a 800 metros.

Para descer na porta do estádio e andar menos de 100 metros até o local será preciso usar a lnha 11 – Coral da CPTM, que sai da Luz e tem duas estações antes de chegar à estação Corinthians – Itaquera.
“A estação não será fechada, tem que separar os públicos. O metrô não será fechado, é uma operação para você concentrar público em uma estação e outro público em outra estação, esse é o sentido. 

Pode ser utilizado durante os jogos, mas a ideia é que uma torcida desça em uma estação, não utilize o trem e nem o metrô, mas essas operações são feitas na cidade de São Paulo. A ideia é fazê-lo com torcidas diferentes, uma torcida sai por uma estação e outra por outro”, disse Gilmar Tadeu, secretário especial do Estado de São Paulo para a Copa, já pensando também nos clássicos em que o Corinthians for mandante e receber palmeirenses, são-paulinos e santistas.

Alguns dos principais estádios do mundo têm estações de metrô próximas às suas entradas e a proximidade da arena do Corinthians às estações da linha vermelha do metrô de São Paulo foi um dos atrativos que levaram o clube e o governo estadual a investirem no local para receber os jogos da Copa na cidade.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Metrô e CPTM batem recorde histórico de passageiros

Trens do Metrô levaram 4,5 milhões de usuários na véspera do feriado
Fonte: Jovem Pan

Véspera de feriado sempre é um dia de grande movimento no transporte público, mas a quinta-feira, 6 de setembro, foi uma data histórica: passaram pelos trens do Metrô e da CPTM 7,53 milhões de passageiros, novo recorde histórico para o transporte sobre trilhos. Entrevistado por Anchieta Filho e Joseval Peixoto, o secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, apontou que o Metrô reuniu a maioria desses passageiros (4,7 milhões, contra 2,8 milhões na CPTM).

Além do orgulho, o número também é motivo de responsabilidade e, salientou o secretário, isso faz com que o governo trabalhe para ampliar as linhas que cortam São Paulo. Prova disso é que, já na manhã desta terça-feira, Jurandir participa da audiência pública sobre a Linha 6 – Laranja do Metrô, que parte da região da Brasilândia e Morro Grande e chega à estação São Joaquim fazendo integração com a Linha 1 – Azul, além das Linhas 7 e 8 da CPTM.

Sobre a lotação das composições no horário de pico, o secretário de Transportes Metropolitanos explicou que a chave é mesmo a ampliação da malha: em 2013, o governo estará construindo seis linhas de forma simultânea. Além disso, é fundamental a evolução do transporte público e das ciclovias, que podem ser a solução para quem precisa percorrer pequenas distâncias, apontou ele.

Réplica do monotrilho da Linha 2 está exposto na Vila Prudente


Fonte: Metrô

O Metrô de São Paulo, de forma inovadora, está implantando no Município de São Paulo o sistema do Monotrilho, que atenderá o prolongamento da Linha 2-Verde, de Vila Prudente a Cidade Tiradentes. 

O módulo em exposição, que é uma réplica dos carros que estão sendo fabricados pela Bombardier na cidade de Hortolândia, no interior paulista, está exposto ao lado da Estação Vila Prudente e pode ser visitado pelos usuários do Metrô e por demais interessados, sempre de quarta a sábado, das 10 às 19 horas, e aos domingos, das 10 às 17 horas.

No interior desse módulo do trem, os visitantes conhecerão o design futurista, além dos recursos tecnológicos disponíveis, como câmeras internas de vigilância eletrônica e ar condicionado. Os trens do prolongamento em monotrilho da Linha 2- Verde terão todos os itens para garantir plena acessibilidade: sinalização em braille, mapa dinâmico da linha, sistema automático de emissão de mensagens sonoras e intercomunicador para os usuários falarem diretamente com os operadores do Centro de Controle do Metrô em caso de necessidade.

A réplica ficará exposta até o dia 30 de setembro. A visita é gratuita e no interior da maquete os visitantes terão oportunidade de assistir a um vídeo explicativo sobre o sistema monotrilho e conhecer as vantagens deste meio de transporte. No local será implantado um Posto de Informações, onde a comunidade poderá tirar dúvidas sobre o novo trecho da Linha 2-Verde.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Linha de Metrô no ABC deve atender seis bairros de São Bernardo


Fonte: RRonline

A partir de 2016, o ABC vai contar com uma nova opção de transporte público. O Metrô planeja construir uma linha de monotrilho, a 18-Bronze, que irá passar por três cidades da região,  ligando a capital de São Paulo à Estrada dos Alvarenga, em São Bernardo.
O modelo monotrilho gera grandes discussões já que esta opção tem benefícios e pontos negativos. O veículo VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) é mais econômico no quesito da construção e no consumo de energia, além de proporcionar menos desapropriações e trajetos mais longos. Por outro lado, é um projeto mais impactante no que diz respeito ao visual.

Segundo o Metrô (Companhia do Metropolitano de São Paulo), a linha terá extensão aproximada de 20 km e 18 estações, com terminais de integração: estação Tamanduateí (Linha 2 – Verde do Metrô e Linha 10 – Turquesa da CPTM) e os Terminais São Bernardo e Ferrazópolis da EMTU. Quando estiver em operação plena, a previsão é que o meio de transporte atenda a cerca de 680 mil usuários, em média, por dia útil.

Das 18 estações previstas, 12 passam por São Bernardo, atendendo seis bairros da cidade: Rudge Ramos, Caminho do Mar, Centro, Baeta Neves, Dos Casa e Alavarenga. As estações serão: Tamanduateí e Vila Carioca, em São Paulo. Goiás, Espaço Cerâmica, Estrada das Lágrimas, Praça Regina Matiello, em São Caetano. Rudge Ramos/Mauá e Afonsina, em São Bernardo. Fundação Santo André, na cidade que dá nome à instituição. E as estações Winston Churchill, Senador Vergueiro, Baeta Neves, Paço Municipal, Djalma Dutra, Praça Lauro Gomes, Ferrazópolis, Café Filho, Capitão Casa e Estrada dos Alvarenga, também em São Bernardo.

“Esses investimentos e essas obras atendem as necessidades momentâneas e, mesmo assim, em parte. São Paulo precisa ter 200 km de metrô, mas nós temos apenas 70 Km”, disse o especialista em mobilidade urbana e professor da Unicamp e da FEI (Fundação Educacional Inaciana) Creso de Franco Peixoto.

Creso ainda acredita que a linha pode trazer benefícios para a população. “O problema principal é lembrar que o valor aplicado nesses benefícios ele retorna efetivamente em minimização de conges
tionamento, poluição do ar e, principalmente, economia de tempo.” Para a construção do Metrô, está previsto o investimento de R$ 4,1 bilhões numa iniciativa público-privada.

O projeto estava previsto para ser entregue em 2025, mas, a partir de novos planejamentos, conseguiu-se antecipar em 10 anos. A linha deverá ser entregue em duas fases: a primeira – entre Tamanduateí e Paço Municipal – em 2015 e a segunda – entre Paço Municipal e Estrada dos Alvarenga -, em 2016. O início das obras está previsto para 2013.

Segundo o secretário de Transportes e Vias Públicas de São Bernardo, Oscar Silveira Campos, já em 2008 via-se a necessidade da construção do monotrilho,  e a administração viabilizou junto ao governo federal uma verba de R$ 27,6 milhões para o projeto básico.

São Bernardo é o município mais populoso do ABC e o quarto do Estado de São Paulo, com cerca de 765 mil pessoas, segundo o último Censo do IBGE, realizado em 2010. Circulam pela cidade aproximadamente 480 mil veículos particulares, de acordo com dados de dezembro de 2011 do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). Para o transporte público, a população conta apenas com ônibus.

Metrô perto rende nota alta ao Ipiranga


Fonte: Folha de São Paulo

Vou de ônibus ou de metrô? O aposentado Antônio da Silveira Costa, 82, sempre faz a pergunta a si mesmo quando sai de sua casa no Ipiranga, na zona sul, em direção a outros lugares da cidade. Para chegar à estação ou ao ponto, basta uma caminhada de dez minutos. É essa "variedade" que deixa os moradores do bairro felizes da vida com os meios de transporte na região, segundo o Datafolha. 

Quem vive no Ipiranga dá nota 8,1 às opções de transporte coletivo, patamar mantido em relação à pesquisa de 2008 (7,7). A nota é a mais alta entre os 22 distritos da região, cuja média é 6,4. Costa, que vive no bairro há dez anos, deixa seu carro --que usa só aos finais de semana-- na garagem e caminha até a estação Alto do Ipiranga na linha 2-verde, inaugurada em 2007.Ali ele escolhe entre pegar os ônibus que passam pela avenida Doutor Gentil de Moura ou o metrô. "Tanto faz, os dois são rápidos", conta.

Dono de uma loja de bolsas e calçados, Tadeu de Nazaré Torrezi, 54, comemora tanto o movimento gerado pelo vaivém de passageiros ao lado da estação como a facilidade na hora de visitar seus clientes e fornecedores.

"Eu pego o metrô e chego rapidamente na região da Paulista. O bom é que não pego horários de pico, então, não tem nem lotação", diz.

A filha dele, de 19 anos, anda cinco quadras de casa ao metrô. Em cerca de 50 minutos, atravessa a cidade e chega à estação Butantã (zona oeste), perto da USP, onde estuda geologia. "A região é bem localizada. Com o metrô perto, não dá para reclamar", afirma Torrezi.

Em 2010, foi a vez do Sacomã, vizinho ao Ipiranga, ganhar sua estação. Não à toa, o distrito também avalia bem o serviço, e melhor do que em 2008, quando deu nota 6,6 ao transporte público. Neste ano, subiu para 7,2.
 
Linha 5-Lilás: aumento de satisfação do usuário
DO LADO DE LÁ
Quando se estendem os caminhos rumo ao extremo da zona sul, a avaliação do transporte coletivo cai bastante, mas vem melhorando em alguns bairros, revela o Datafolha. Grajaú e Capão Redondo, distritos da periferia, melhoraram suas notas.

Os moradores do Grajaú davam nota 4,2, agora dão 5,5. No Capão, a avaliação subiu de 5,4 para 6,5. A qualidade dos transportes cai no vizinho Jardim Ângela, onde a nota é 4,5, a pior entre todos os distritos nesse item.
 
"Não consigo achar o transporte bom. Se o trânsito emperra na Estrada do M'Boi Mirim, os ônibus ficam parados e lotados de gente", reclama o segurança Jackson Souza, morador do Jardim São Luís. Ali, a nota era 5,2. Agora é 6.

Metrô realiza nova audiência pública sobre a Linha 6-Laranja


Fonte: Metrô

A Companhia do Metrô realiza nesta terça-feira, dia 11/9, nova Audiência Pública para a Linha 6-Laranja (Brasilândia-São Joaquim). O evento terá início às 9h30, no Instituto de Engenharia, Av. Dr. Dante Pazzanese, 120, Vila Mariana. Como uma reunião aberta, na Audiência Pública qualquer cidadão pode participar.

O evento tem como finalidade apresentar o projeto básico e a modelagem da Parceria Público-Privada (PPP) da futura Linha 6-Laranja. Nos meses seguintes, acontecerá a apresentação do projeto em âmbito nacional e também no exterior, pois a concorrência será internacional e deverá ocorrer em dezembro deste ano. A expectativa é de que as obras da nova linha metroviária sejam iniciadas no segundo semestre do ano que vem.

A última Audiência Pública dessa linha foi realizada no dia 8 de maio, no Auditório da UNINOVE, na Barra Funda e constituiu um dos passos legais para se obter a Licença Ambiental do empreendimento.  Na ocasião, foram expostas e esclarecidas questões sobre o Estudo de Impacto Ambiental da Linha 6.

O Conselho Gestor do Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas definiu em 12 de julho a modelagem da futura Linha 6-Laranja do Metrô, que será construída e operada pela iniciativa privada, por meio de uma PPP.

A modelagem foi baseada em propostas apresentadas por três interessados: Odebebrecht Transport, Construtora Queiroz Galvão e Consórcio Galvão-Somague Engenharia.

A Linha 6-Laranja abrange o trecho de Vila Brasilândia a São Joaquim, com 13,5 quilômetros de extensão e 15 estações (Brasilândia, Vila Cardoso, Itaberaba-Hospital Vila Penteado, João Paulo I, Santa Marina, Água Branca, Sesc Pompeia, Perdizes, PUC-Cardoso de Almeida, Angélica-Pacaembu, Higienópolis-Mackenzie, 14 Bis, Bela Vista e São Joaquim). O investimento para esta linha está estimado em R$ 8 bilhões.

A Linha 6- Laranja será integrada às Linhas 7-Rubi e 8-Diamante da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) na estação Água Branca; à Linha 4-Amarela, na estação Higienópolis-Mackenzie; e à Linha 1-Azul do Metrô, na estação São Joaquim. A demanda prevista é de aproximadamente 640 mil passageiros/dia e a operação comercial entre Vila Brasilândia e São Joaquim contará com uma frota de 29 trens.

A linha atenderá os bairros Brasilândia, Freguesia do Ó, Pompeia, Perdizes, Sumaré, Bela Vista e Liberdade e beneficiará grandes centros educacionais, como Unip (Universidade Paulista), PUC (Pontifícia Universidade Católica), Faap (Fundação Armando Álvares Penteado), Mackenzie e FMU (Faculdade Metropolitanas Unidas).

Pianos do Metrô em novas estações


Fonte: Metrô de São Paulo

O usuário que passar pelas estações Jabaquara e São Bento (na Linha 1-Azul em área paga) e Largo Treze (na Linha 5-Lilás em área livre) poderá utilizar os pianos itinerantes que ficarão disponíveis nestes locais por dois meses. 

Inaugurado em março de 2011, o projeto “Piano no Metrô” já percorreu várias estações a fim de aproximar o público metroviário da arte musical, como já acontece nas demais estações do Metrô, com as obras do acervo de artes plásticas permanente e as exposições temporárias.

Os três pianos poderão ser tocados todos os dias durante o horário de funcionamento das estações.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Expansão de linhas de metrô e trem em SP está abaixo da meta, diz Afif


Fonte: Valor Econômico

Com média histórica de construção de dois quilômetros por ano de metrô e de cinco quilômetros de linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), o governo do Estado de São Paulo precisa atingir ritmo produtivo de oito quilômetros de metrô e de 10 quilômetros de linhas de trem anualmente para alcançar a meta prevista para o intervalo entre 2012 e 2015. Para esse período o Estado previa a construção de 32 quilômetros de metrô e de 40 quilômetros de linhas de trem.

“Em 2012 não vamos conseguir, se quiser alcançar a meta será necessário correr”, admite o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, que preside o Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas (PPPs).

Segundo ele, PPPs como as que estão previstas para a Linha 6-Laranja (Pirituba-São Joaquim) do Metrô devem acelerar esse processo. “As PPPs aumentam a capacidade de investimento e diminuem os obstáculos.” Com a entrada de novas empresas na administração do transporte público – hoje somente a Linha 4-Amarela é gerida pelo setor privado –, Afif defende a criação de agência reguladora de transportes metropolitanos. “Há estudos para isso. Com novos players seria necessário fiscalizar e ordenar se estão cumprindo seus contratos”, diz, lembrando que quem cumpre esse papel atualmente é a Secretaria de Transportes Metropolitanos.

A entrada da iniciativa privada no setor, segundo o vice-governador, também torna necessária a reestruturação da Companhia do Metropolitano (Metrô) e da CPTM. “Ambas precisam de melhor aparelhamento para esse momento.”

Seguidores