quinta-feira, 28 de junho de 2012

Saiba como é feita a reforma dos trens da Linha 1-Azul na Bombardier

Trem da Linha 1-Azul, em operação desde 1974
Fonte: Metrô

O Brasil vive um período de retomada dos grandes investimentos no transporte ferroviário. Somados os planos do Governo Federal, de estados e municípios, a conta passa dos R$ 100 bilhões, nos próximos quatro anos.

São Paulo é a metrópole do país que mais investe no transporte ferroviário. Não à toa. É também a de trânsito mais caótico. O plano atual prevê R$ 27 bilhões até 2014. É um dinheiro que será usado na expansão do número de linhas e na modernização de outras.

O programa inclui também reformas, como a que está sendo feita em 26 trens da linha Azul do metrô, na fábrica da Bombardier, em Hortolândia – outras companhias, como a Alstom, Siemens e CAF também são fornecedoras de trens para outras linhas.

Descubra passo a passo como é o processo que transforma trens com cerca de 30 anos em modelos com cara de novos:

Composição 122, que já foi reformada (por outro consórcio)
Primeiramente é selecionado um trem, e seus carros são colocados em caminhões, e estes seguem para a fabrica onde será feita a modernização;
 
Na fábrica, o trem inteiro é desmontado. Peças seguem para reciclagem.
Após desmontado, o trem é verificado pelos técnicos, que procuram possíveis rachaduras ou trincas na caixa. Caso existam, o trem passa por um reforço estrutural. Nessa fase, são instalados os aparelhos de ar-condicionado.
Já avaliado, o trem segue para a segunda fase da reforma: a reconstrução e instalação de novos componentes
Nesta fase, nota-se o trem praticamente pronto, já montado e com ar-condicionado.
Salão de passageiros pronto, faltando apenas ajustes elétricos
Nova máscara do trem, restando apenas adesivar e numerar a composição
Trem modernizado entregue ao Metrô de São Paulo
Salão de passageiros, totalmente renovado

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Kassab diz que prédio no caminho do monotrilho será demolido


Fonte: Estadão

O prefeito Gilberto Kassab afirmou nesta segunda-feira, 25, que o prédio que está no caminho do monotrilho da Linha 17-Ouro, no Morumbi, na zona sul de São Paulo, será desapropriado e demolido. Como revelado pelo Estado no domingo, o Ministério Público Estadual (MPE) investiga a mudança na planta do Condomínio Andalus, aprovada após o Metrô ter feito os estudos sobre o traçado. O custo total da desapropriação deverá ser de cerca de R$ 33,3 milhões.

''O monotrilho é um projeto importante para a cidade. O projeto (do prédio) foi aprovado antes de se estabelecer o traçado e agora, evidentemente, essa área vai ter de ser desapropriada'', disse Kassab, em evento da comemoração dos 50 anos do bicampeonato da Seleção Brasileira de futebol de 1962. Ainda segundo o prefeito, a aprovação da planta foi feita corretamente e obedecia às exigências da prefeitura. ''É um projeto aprovado dentro de todas as regras existentes.''

A Promotoria está investigando de quem é a responsabilidade pela aprovação de uma nova planta do condomínio mesmo sabendo que a área teria de ser desapropriada. A planta original que constava no processo de aprovação e foi usada pelo Metrô para decidir o traçado do monotrilho foi substituída por uma outra no decorrer do processo. Dessa maneira, a área que seria desapropriada - um pequeno jardim interno sem construções - foi ocupada pelo prédio.

O promotor responsável pelo caso, Maurício Ribeiro Lopes, pretende se encontrar com todas as partes envolvidas no caso rapidamente. "Minha intenção é reunir a direção do Metrô e da Cyrela em uma reunião o mais breve possível e ver o que acontece. Estudo se é o caso de chamar a Prefeitura, talvez a Procuradoria-Geral do Município ou a Secretaria de Negócios Jurídicos."

Procurada, a construtora Cyrela disse que não vai se pronunciar sobre a declaração do prefeito. Na sexta-feira, a empresa informou que o empreendimento foi aprovado em 14 de novembro de 2009 e está sendo construído segundo a planta do processo. O prédio terá 68 apartamentos, avaliados em R$ 490 mil cada, e faz parte de um conjunto de seis torres.

Shoppings. Nesta segunda, Kassab também comentou a situação de vários shoppings da capital que estão sob investigação do MPE por irregularidades. "Posso afirmar que existe da parte da administração a determinação para que se possa efetivamente chegar até o final de todos os processos para que os problemas sejam corrigidos e as penalidades, aplicadas." / Colaborou Rodrigo Burgarelli.

Prédio com 68 andares está no caminho da Linha 17-Ouro



Fonte: Estadão

Um prédio com 68 apartamentos entrou no meio do caminho do polêmico monotrilho do Morumbi, na zona sul de São Paulo. Com apartamentos avaliados em R$ 490 mil, em média, o Condomínio Andalus tem uma de suas seis torres exatamente em cima do traçado previsto pelo Metrô para a Linha 17-Ouro. Por causa disso, todo o prédio de seis andares terá de ser desapropriado e demolido, o que deverá custar cerca de R$ 33,3 milhões aos cofres públicos.

O empreendimento recebeu o alvará de execução de nova edificação no dia 14 de novembro de 2009, antes de o traçado ser definido. O Metrô usou essa planta para fazer o projeto do monotrilho, que foi divulgado em 2010. Nesse traçado, apenas uma pequena área de cerca de 13 metros de largura seria desapropriada do terreno do empreendimento. Para não ter de desapropriar o prédio inteiro, o Metrô escolheu exatamente onde estava sendo prevista a construção de uma área verde, como um jardim interno ao edifício.

Mas, durante o andamento do processo referente ao alvará de execução, houve uma mudança nas plantas fornecidas pela Cyrela, a dona do empreendimento. O projeto que acabou aprovado é diferente daquele usado pelo Metrô para fazer o traçado do monotrilho. Na nova versão, a área verde não existe mais e uma das torres ocupa o local. É esse novo plano que está sendo executado no terreno - as obras estão quase prontas e a previsão de término, segundo o site da Cyrela, é o fim deste ano.

Dessa maneira, uma das pistas da Via Perimetral, avenida que vai receber o monotrilho no seu canteiro central, ficaria bem em cima de onde hoje está o prédio. Segundo corretores da Cyrela, todas as unidades já foram vendidas. A construtora nega qualquer irregularidade na obra e na apresentação das plantas.

Responsabilidade. O Ministério Público Estadual (MPE) ainda apura de quem é a responsabilidade por esse prejuízo. Um dos investigados é o setor comandado pelo ex-diretor Hussain Aref Saab, investigado por acumular mais de 125 apartamentos em sete anos, que era responsável por aprovar todos os empreendimentos com mais de 1,5 mil m² na cidade. A Promotoria quer saber por que o órgão aprovou a construção de um prédio onde já estava sendo prevista a passagem do monotrilho.

Uma das hipóteses, segundo o MPE, é que a Cyrela queria forçar uma mudança no traçado do monotrilho. Um croqui desenvolvido pela construtora no primeiro semestre de 2011, em desacordo com parâmetros do edital de construção do monotrilho, mostrava que a desapropriação seria realizada quase que inteiramente sobre o terreno do São Paulo Futebol Clube que fica no outro lado da rua.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Metrô recebe projetos da Linha 15-Branca


Fonte: Revista Ferroviária

A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô SP) recebeu no dia 12 de junho propostas de 11 consórcios e três empresas individuais para a elaboração do projeto básico de arquitetura, de engenharia civil e de superestrutura da via permanente do trecho Ticoatira – Dutra, da Linha 15-Branca, e para o projeto básico de arquitetura e de engenharia civil da estação Nova Manchester.

As propostas foram entregues em dois lotes. O lote 1 recebeu propostas de 10 consórcios e duas empresas individuais. As duas empresas foram Bureau de Projetos e Consultoria Ltda e Sener Ingenieria Y Sistemas S.A. E os consórcios foram Projeto Manchester (Vetec, Opus);  Setepla-Themag-Tetraarq; Projeto Linha 15 (Concremat, Idom); Via Branca Ebei-Intertechne; GNG1 (Geometrica, Núcleo, Geocontrol); B-L15 (Planservi, Estra, EGT, SSF);  Consultor Engevix-Geodata Linha Branca; Expansão 15 (Sistran, Geocompany, Tito, Livio); Projetista ACF Linha 15 Branca  (Alena, Consulgal S.A, Consulgal Brasil, Ferconsult S.A); e Luso Brasileiro Linha 15 (Cleg, Newton, Metroporto, LCW).

Já o lote 2 teve propostas do consórcio Projetista ACF Linha 15 Branca  (Alena, Consulgal S.A , Consulgal Brasil, Ferconsult S.A)  e da Ieme Brasil Engenharia Consultiva Ltda.

O Metrô vai avaliar as propostas técnicas e a expectativa é que a licitação seja concluída na primeira quinzena de julho.

MP recomenda que Metrô adie concorrência da Linha 17-Ouro


Fonte: R7

O Ministério Público Federal e o Ministério Público Estadual recomendaram ao governo de São Paulo que anule a concorrência internacional para a construção da linha 17 – Ouro do Metrô, que será um monotrilho.

A obra tem valor estimado de R$ 1,88 bilhões. Os órgãos recomendam ainda que seja realizada uma nova licitação com projeto básico adequado.

À Caixa Econômica Federal foi recomendado a suspensão da concessão dos financiamentos pedidos pelo Estado de São Paulo e que não sejam liberados recursos para a obra até que sejam anulados a concorrência internacional e o contrato firmado com a vencedora.

O MPF e o MP-SP também recomendaram que o governo paulista, em hipótese nenhuma, utilize-se do RDC (Regime Diferenciado de Contratações). Essa medida, só é aplicável para obras públicas de mobilidade urbana destinadas à realização da Copa das Confederações FIFA 2013 e da Copa do Mundo FIFA 2014.

Também é recomendado que não se utilize a autorização para a ampliação do limite de endividamento, admitindo-se apenas a readequação do contrato de financiamento com a Caixa Econômica Federal para utilização de limite de contratação que não esteja vinculado à realização da Copa do Mundo 2014.

O Metrô e a secretaria de Transportes têm 30 dias para apresentar a documentação solicitada pelos MPs.

A linha
A primeira fase da linha Ouro, que irá do aeroporto à estação Morumbi da linha 9 - Esmeralda da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), terá 7,7 km de extensão e ficará pronta em 2014, para o início da Copa do Mundo. Esse primeiro trecho vai ter oito estações: Jardim Aeroporto, Congonhas, Brooklin, Vereador José Diniz, Água Espraiada, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan e Morumbi.

Já a segunda fase terá cinco estações: Panamby, Paraisópolis, Américo Maurano, estádio Morumbi e São Paulo/Morumbi, onde haverá ligação com a linha 4 - Amarela do Metrô. A terceira e última parte do ramal terá 3,5 km de extensão, ligando a estação Jardim Aeroporto à linha 1 - Azul do Metrô, na estação Jabaquara. As últimas estações serão Jabaquara, Hospital Saboia, Cidade Leonor, Vila Babilônia e Vila Paulista.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Reforma dos trens sai quase no mesmo preço de um trem novo

Reforma da frota Cobrasma
Fonte: Carta Capital

Uma curiosa matemática do Metrô paulista virou alvo de investigação. Na quarta-feira (6) às vésperas do feriado de Corpus Christi, o promotor do Patrimônio Público Marcelo Milani instaurou inquérito para apurar os suspeitos contratos firmados pela companhia estatal com as empresas responsáveis pela modernização de sua frota.

Em 2009, o Metrô decidiu abrir concorrência para reformar 98 trens, alguns com mais de 30 anos de uso, ao custo total de 1,75 bilhão de reais. Ao optar pela “modernização”, em vez da aquisição de novos trens, seria natural supor que o Metrô teve uma economia considerável. Talvez não seja o caso.

Na prática, o valor de cada composição reformada equivale a 86% do preço de um trem novo, segundo Simão Pedro , autor da representação encaminhada ao Ministério Público. E, conforme revelou um funcionário da empresa pública a CartaCapital, o custo pode ser bem maior, talvez até superior ao da aquisição de equipamentos novinhos em folha, se levar em conta o elevado número de funcionários da estatal envolvidos no projeto (“seguramente mais de cem, muitos deles engenheiros”) e o fato de que o Metrô fornece algumas das peças usadas na reforma.

O trabalho teve início em 2010 e as empresas têm 68 meses para concluí-lo. De acordo com a representação do parlamentar petista, em vez de optar pela concorrência na modalidade internacional, já que cerca de 50% das peças terão de ser importadas, a direção do Metrô à época fez uma licitação nacional e dividiu a obra em quatro lotes, o que permitiu às empresas se organizarem em consórcios, onde apenas um licitante por lote apresentou propostas.

Ao avaliar os contratos, o conselheiro Eduardo Bittencourt Carvalho, do Tribunal de Contas do Estado, questionou o Metrô sobre a falta de competitividade no certame. Segundo Simão Pedro, a não realização de uma concorrência de fato causou enormes prejuízos, além de o Metrô ter de pagar quatro projetos executivos, e não um. Cada projeto custa cerca de 70 milhões de reais. Pior: os diferentes consórcios usam tecnologias distintas, o que tornou a frota heterogênea e criou dificuldades para os engenheiros na implantação do sistema de controle automático dos trens (CBTC, em inglês).

Em maio de 2011, o Metrô paulista contratou a espanhola CAF para fabricar 26 novos trens para a linha Lilás. Cada unidade será entregue ao custo de 23,6 milhões de reais. Dois anos antes, quando firmou os contratos para a reforma de 98 trens usados das linhas Azul e Vermelha, a companhia se dispôs a pagar 20,2 milhões de reais por trem recauchutado, em valores corrigidos. Ou seja, a reforma de um trem usado saiu por 86% do preço de um novo. Sem falar que os trens velhos, caso fossem descartados, poderiam ser vendidos. Dificilmente seriam reaproveitados em outro sistema, mas os vagões certamente têm uma valiosa sucata.
Cada carro pesa perto de 33 toneladas, e ao menos um quarto disso é de placas de aço inoxidável de boa qualidade. E estamos falando de 98 trens com seis carros em cada composição. Sem falar nas peças de cobre e nos componentes eletrônicos. Trata-se de um ferro-velho milionário.

“Não faz o menor sentido. Não precisa ser especialista para saber que é antieconômica uma reforma quando esta custa mais de 60% do valor de um bem novo”, afirma Simão Pedro. “Além disso, o Metrô fixou as taxas de câmbio quando o euro estava cotado em 3,30 reais e o dólar, em 2,20 reais. O real acabou se -valorizando e causou um prejuízo, até o momento, de cerca de 40 milhões de reais, que pode chegar a 120 milhões até o fim da reforma dos trens. A companhia deveria ter feito reequilíbrio econômico-financeiro desses contratos, mas, até agora, nada.”

Trem da Linha 1 reformado
Antieconômico
O deputado começou a investigar os contratos há sete meses, a partir de uma denúncia anônima. Foi um funcionário do Metrô que alertou o parlamentar sobre as suspeitas de irregularidades. Esse mesmo técnico conversou com a reportagem de CartaCapital e afirmou que todos os materiais usados na reforma dos truques dos trens (sistema de rodagem) são fornecidos pelo próprio Metrô. São materiais caros, que a companhia costuma empregar na manutenção dos trens em operação. Cada roda custa cerca de 1,5 mil reais. Um eixo é estimado em 1,5 mil reais. E centenas, talvez milhares de peças como essas, precisarão ser repostas na reforma.

O promotor Milani expediu ofícios ao Metrô para ter acesso aos contratos. Talvez fosse o caso de também requisitar as notas fiscais fornecidas pelas empresas, verificar o preço dos materiais fornecidos e comparar com os valores que constam no sistema da companhia. CartaCapital teve acesso a cópias de algumas das notas fiscais emitidas pela Alstom para o Metrô, que apresentam o valor global de materiais fornecidos sem a discriminação de cada item. As peças fornecidas estavam relacionadas em lista anexa, sem o valor unitário de cada peça.

É curioso porque algumas dessas notas apresentam valores superiores a 1,5 milhão de reais, mas não há como saber o valor exato de cada item fornecido. Segundo um funcionário do Metrô, nem mesmo os responsáveis por receber esses materiais e dar baixa no estoque sabem o valor de cada produto recebido e, por vezes, a peça é registrada no sistema com um valor fictício, estimativa de preço que o próprio empregado da companhia faz.

Em resposta a CartaCapital, o departamento de imprensa do Metrô disse que não é possível comparar o valor de um trem novo adquirido em 2011 com um contrato de reforma assinado dois anos antes. A companhia teria optado pela reforma ao avaliar os valores cobrados pela CAF em 2008 para o fornecimento de 17 trens. Sem especificar o valor desse contrato, a assessoria revela que a “modernização” saiu por 60% do preço de um trem novo.

O Metrô também diz que nenhuma empresa estrangeira foi impedida de participar da licitação, mas havia a necessidade logística de que a reforma dos trens fosse feita aqui no Brasil, por isso o consórcio deveria ter instalações no -País. Além disso, prossegue, a companhia fixou uma taxa de câmbio por exigência legal, mas os serviços são remunerados pelo câmbio vigente na época do pagamento. O Metrô alega ainda que o contrato não inclui serviços de revisão dos truques dos trens. Quanto às notas fiscais, a empresa pública afirma que o contrato é em regime global, onde os valores do fornecimento de equipamentos e materiais aplicados aos trens modernizados estão definidos em cláusula específica do contrato. “As listas anexas são romaneios dos materiais e equipamentos instalados na modernização.”

sábado, 23 de junho de 2012

Amanhã, Metrô irá realizar nova sessão de testes na Linha 2-Verde

Vila Prudente é uma das estações que fecharão até 12h no domingo
Fonte: Metrô

O Metrô dará continuidade, no próximo domingo, dia 24, aos testes para o funcionamento do sistema CBTC (em português, Controle de Trens Baseado em Comunicação) na Linha 2- Verde. Nesse dia, para a execução dos testes, as estações Vila Prudente, Tamanduateí e Sacomã ficarão fechadas ao público das 4h40 até o meio-dia.

Durante o período de interrupção comercial da circulação de trens, os usuários serão atendidos gratuitamente por ônibus do sistema PAESE (Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência), que cobrirão o percurso do trecho interrompido.

O CTBC é considerado o sistema de controle de trens mais moderno do mundo e está em operação em linhas de metrôs nas cidades de Nova York, Londres e Paris, entre outras. Quando esse sistema estiver funcionando plenamente, o intervalo entre um trem e outro será reduzido e a capacidade de transporte ampliada em cerca de 20%.

Os dias escolhidos para a realização dos testes são domingos e feriados, devido ao menor número de usuários que utilizam os trens e estações metroviárias. Sempre com antecedência, o Metrô avisará aos usuários pelos sistemas de som das estações, dos trens e também por meio de cartazes nas estações, qual o trecho e horário da realização dos testes e da necessária interrupção da operação comercial.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Acidente em obra do Metrô de SP deixa dois mortos, dizem bombeiros

Fonte: G1
Imagem: Bruna Ramon Fabregat

Duas pessoas morreram em um acidente em uma obra do Metrô na Avenida Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo, de acordo com o Corpo de Bombeiros. O incidente ocorreu por volta das 13h45 desta sexta-feira (22).

Segundo os bombeiros, uma grua caiu e atingiu os operários. Cinco unidades dos bombeiros foram acionadas para atender a ocorrência, em um total de 14 homens. O helicóptero Águia da Polícia Militar também foi acionado, mas não fez nenhum resgate.

O Metrô informou que no local funcionará a futura Estação Moema, da Linha 5-Lilás. A companhia não tinha informações sobre o acidente.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Metrô inicia desapropriações da Linha 18-Bronze


Fonte: ABC Reporter

O Metrô publicou no Diário Oficial do Estado, no último sábado, edital para contratação de empresa para realizar as desapropriações necessárias para construção da Linha 18-Bronze (Tamanduateí-Alvarenga).

Na última semana, a Companhia do Metrô já requereu a Licença Prévia para a Linha 18. Essa nova linha será construída em via elevada (sistema monotrilho) e fará ligação direta entre a região do ABC (Estrada do Alvarenga, em São Bernardo do Campo) e o sistema metroferroviário, em São Paulo (Estação Tamanduateí, da Linha 2-Verde).

A linha terá extensão aproximada de 20 km, 18 estações e quatro terminais integrados. Quando estiver em operação plena, a previsão é que a linha transporte cerca de 300 mil usuários, em média, por dia útil.
“Certamente essa é uma vitória para o ABC.

Com o projeto funcional elaborado, o Metrô apresentou proposta preliminar ao Conselho Gestor do Programa de Parcerias Público Privadas, que autorizou a publicação do edital de Chamamento Público em 30 de agosto de 2011. Desta forma, o setor privado foi chamado a participar do empreendimento a ser concedido, apresentando modelos e formas de contratação.

O orçamento total previsto dessa linha é de R$ 4,1 bilhões, sendo que para a primeira etapa, Tamanduateí-Paço Municipal (SBC), a previsão é de R$ 2,9 bilhões.

Metrô revê áreas na mira das desapropriações


Fonte: Diário do Grande ABC

O Metrô publicou no fim de semana edital para a contração de empresa de engenharia que fará a elaboração de cadastro individual dos imóveis a serem desapropriados em razão da construção da Linha 18-Bronze. O itinerário será operado por meio de monotrilho e fará a ligação de São Bernardo com a Capital, passando também por Santo André e São Caetano.

O projeto funcional elaborado pelo Metrô prevê a desapropriação de 51 áreas, que somam 200.876 metros quadrados. Agora, a empresa que vencer a licitação irá percorrer todos os imóveis para definir se terão mesmo de ser demolidos. A expectativa é de que esse processo reduza o número total de áreas.

As empresas interessadas na elaboração da lista de imóveis têm até o dia 1º de agosto para se manifestar. A abertura das propostas está prevista para o dia 3 do mesmo mês. Ainda não há previsão de investimentos.

O estudo é o primeiro passo para a construção do monotrilho, já que as desapropriações só podem ser feitas após a emissão de decreto de utilidade pública. Sem o documento, as obras não podem ser iniciadas.

Para tentar evitar as desapropriações dos novos condomínios residenciais na Avenida Aldino Pinotti, em São Bernardo, comissão com cerca de 250 pessoas se reuniu com representantes do Metrô e das secretarias estadual e municipal de transportes. "Fizemos a proposta para que o monotrilho passe pela Avenida Pereira Barreto, mas ainda não tivemos resposta", conta o analista de sistemas André Savoia, 30, um dos integrantes do movimento.

O trajeto da linha será definido após o dia 16 de julho, prazo para que as 12 empresas participantes do chamamento público lançado em fevereiro apresentem os estudos técnicos para a construção. A partir daí já será possível fazer a licitação para definir a empresa que irá executar as obras.

A expectativa do governo do Estado é de que os trabalhos comecem no início do ano que vem e o primeiro trecho, entre o Paço de São Bernardo e a Estação Tamanduateí, na Capital, seja entregue em 2015.

O segundo trecho será a extensão da linha até o bairro Alvarenga e deve ficar pronto para 2016. O orçamento total previsto é de R$ 4,1 bilhões.

A Linha 18-Bronze terá 20 quilômetros, 18 estações e quatro terminais integrados. Todo o trajeto será elevado e terá como base os corredores viários já existentes. O Metrô estima que, em pleno funcionamento, o monotrilho receberá 300 mil usuários por dia útil. As 20 composições terão intervalo médio de 166 segundos.

Governo assina convênio para repassar R$ 1,47 bilhão para CPTM e Metrô


Fonte: R7


O governador Geraldo Alckmin assina na quarta-feira (20), no Rio de Janeiro, contrato de financiamento de R$ 1,472 bilhão com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para investimento em obras de prolongamento da Linha 2-Verde do Metrô e modernização das estações da Linha 8-Diamante da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).Do total do financiamento, R$ 922 milhões serão destinados ao prolongamento da Linha 2 do Metrô, que será no sistema de monotrilho no trecho entre Vila Prudente e Hospital Cidade Tiradentes. Com 24,5 km de vias elevadas, o monotrilho terá 17 estações e 54 trens serão comprados para toda a linha, atendendo 890 mil passageiros por dia. A extensão total do empreendimento está orçada em R$ 4,9 bilhões (incluindo as obras civis, equipamento elétrico e trens).

O primeiro trecho do prolongamento da linha, Vila Prudente-Oratório, com extensão de 2,9 km, encontra-se em implantação e é composto por duas estações: Vila Prudente e Oratório, com inauguração prevista para 2013. A extensão da Linha 2-Verde avançará ao longo das avenidas Luiz Inácio de Anhaia Mello, Sapopemba, Metalúrgicos e Estrada do Iguatemi.

Posteriormente, a linha seguirá de Oratório a São Mateus, com extensão de 10,1 km e oito estações: São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstoi, Vila União, Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus. Este segundo trecho, até São Mateus, deverá iniciar funcionamento em 2014. O trecho final, São Mateus - Hospital Cidade Tiradentes, terá sete estações e 11,4 km de extensão.

Com velocidade semelhante ao metrô convencional (máxima de 80 km/h e média operacional de 36 km/h), o monotrilho também é movido à energia elétrica, não poluente, e com reduzido ruído operacional também por rodar sobre pneus. Quando o monotrilho estiver em operação, os moradores da zona leste de São Paulo poderão efetuar o percurso entre os bairros Cidade Tiradentes e a Vila Prudente em 50 minutos, trajeto que atualmente leva mais de duas horas para ser percorrido.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Saft irá fornecer baterias para a Linha 5


Fonte: Revista Ferroviária

A francesa Saft, que projeta e fabrica baterias para a indústria, fechou acordo com o Metrô de São Paulo para o fornecimento de 56 unidades de baterias alcalinas do modelo MRX. De acordo com o contrato, a entrega das unidades está programada para ocorrer ao longo dos anos de 2012, 2013 e 2014. O valor do investimento não foi divulgado.

As baterias serão usadas nos trens da Linha 5-Lilás para backup de energia dos trens, em caso de condições adversas e acidentes, como incêndio e queda de energia. Apesar de custarem o dobro do preço das baterias ácidas, as alcalinas são 30% mais leves e têm durabilidade até três vezes maior, podendo chegar a 20 anos de vida útil.

Há um ano a Saft inaugurou escritório no país e, desde então, vem investindo na ampliação de suas ações, que envolvem a comercialização de produtos e o suporte técnico a clientes dos segmentos de ferrovias, telecomunicações, utilities, energias renováveis e petróleo.

Audiência debaterá construção do monotrilho


Fonte: Band

A Assembleia Legislativa de São Paulo irá realizar na próxima terça-feira a segunda audiência pública sobre a construção do monotrilho da Linha 17-Ouro.
A linha será feita em três etapas: entre o Jabaquara, Congonhas e as imediações do estádio do Morumbi.
O trecho mais polêmico está entre a estação Morumbi da CPTM, na Marginal do Pinheiros, e o estádio de futebol. Em vez de monotrilho, os moradores defendem a construção de uma linha subterrânea.
A advogada Mara Maluí, moradora do Morumbi, criou um grupo de discussão na internet sobre o tema e explica os benefícios do metrô “até agora, o governo paulista não deu indícios de que o projeto inicial possa ser alterado”, diz.
Para tentar convencer o Estado, os moradores vão apresentar um esboço de uma futura linha de Metrô, que substituiria o monotrilho. Segundo a diretora do "Movimento Defenda São Paulo", Márcia Vairoleti, “a construção da segunda etapa do monotrilho não tem data para começar e prevê a desapropriação de 51 imóveis na região do Morumbi”.

Projeto do monotrilho já provoca debates


Fonte: Estadão

É um marco arquitetônico? É o Minhocão? Não. É o monotrilho. Ou quase isso. A polêmica estrutura de apoio aos futuros trens suspensos já dá indícios de como será sua aparência quando for entregue, ano que vem.

E reacende o debate: trata-se de uma aberração urbanística? Ou, ao contrário, de um elemento que agrega valor à paisagem? Nesta semana, o Jornal da Tarde conversou com defensores e opositores do projeto. Bem ao lado da controversa obra de extensão da Linha 2-Verde do Metrô, na Avenida Professor Luiz Ignácio Anhaia Mello, zona leste.

No ataque, a pedagoga Rosa Richter, de 47 anos, e sua amiga, a economista Deise Bonome, de 43, críticas ferozes desse meio de transporte. As duas moram no Morumbi, zona sul, bairro rico por onde passará outro ramal de monotrilho, a Linha 17-Ouro. Do lado de lá, o empresário Jocimar Olaia, de 51 anos, que vive perto da obra da Linha-2 e apoia o projeto em curso na zona leste.

Até que as primeiras vigas de concreto por onde deslizarão os trens fossem instaladas, a sombra que provocariam era uma das principais preocupações de ambos os lados. Mas agora que 110 delas já foram içadas, Olaia abandonou o receio.

“Veja como a estrutura é leve. Não tem nada a ver com o Minhocão”, disse ele, ressaltando que muita luz solar passa entre as vigas paralelas, que são bem mais estreitas do que a via elevada que corta o centro da cidade.

Ele também acredita que o paisagismo executado pelo Metrô sob a obra, com o plantio de árvores e outras plantas, além de uma ciclovia, contribuirá para melhorar o aspecto do canteiro central de avenidas como a Anhaia Mello.

“É impossível achar que isso aqui é uma coisa que vai embelezar São Paulo”, argumenta Rosa. Ela defende uma linha subterrânea de metrô para a sua região, em vez do monotrilho pretendido pelo governo do Estado.

Para ela e Deise, mesmo sendo vazada, a estrutura atrairá moradores de rua e usuários de drogas, principalmente perto das pilastras. “E outra coisa: quem vai fazer a manutenção do jardim que ficará embaixo?”

Olaia, que é vice-presidente do Rotary da Vila Prudente, defende que, apesar de não ser o ideal, o monotrilho ajudará quem precisa do transporte coletivo na zona leste. “Ou era isso, ou não teríamos nada, porque o metrô não viria para cá.” Quando estiver pronta até Cidade Tiradentes, a extensão da Linha 2 deve transportar 550 mil pessoas diariamente dia.

Para Rosa, o ideal, nesse caso, seria uma linha de metrô convencional. E no Morumbi? E se o metrô resolvesse fazer ali uma linha de metrô com capacidade convencional, mas elevada, pode ser? Não. Tem que ser subterrâneo. “Queremos o melhor.”

Mercado imobiliário
A arquiteta e urbanista Ermínia Maricato, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), identifica o possível motivo de repulsa do monotrilho por alguns.

“Qualquer transporte de massa que passe por um bairro de elite vai causar quebra na valorização imobiliária. A questão é: ‘E daí?’ A função social da propriedade e da cidade está, pela Constituição, acima do interesse individual.”

Ela cita o exemplo do próprio Minhocão. A desvalorização causada por ele garantiu “a única possibilidade” de pessoas de baixa renda de morarem em locais bons do centro, como a Santa Cecília.

Passageira de uma linha de ônibus que faz o mesmo percurso do futuro monotrilho da zona leste, a costureira Maria do Carmo Cavalcanti, de 52 anos, não se incomoda com a estética: “Não acho feio nem bonito. Acho necessário.” Já o zelador José Roberto dos Santos, de 47, crê que o elevado surpreende por ser uma novidade. “É estranho porque não tem em nenhum outro lugar da cidade.”

terça-feira, 19 de junho de 2012

Blog irá concorrer no Prêmio Top Blog 2012

Em entrevista para a TV Gazeta, explicando nossa ligação com o Metrô
Por Diego Silva

Caros leitores, já estamos quase na metade do ano... Ainda parece ontem que estávamos no evento de premiação do Top Blog 2011, onde conquistamos o 3º lugar na categoria Notícias e Cotidiano, sob votação de júri popular, com o blog 'CPTM em Foco'. Hoje, chegou a notícia de que o prêmio já está aberto novamente.
Como todos vocês já sabem, o blog está no ar desde 2011, noticiando aquilo que é mais relevante no Metrô de São Paulo. Uma linguagem de fácil entendimento, matérias ilustradas e principalmente o contato entre quem escreve e quem lê.
 
Ano passado, o blog 'Metrô em Foco' ficou entre os 100 principais blogs do Brasil. Essa conquista trouxe muito orgulho e motivação, pois o blog acabara de ser criado e já estava disputando o topo entre os principais blogs do país. Neste ano, iremos com ainda mais força para concorrer ao prêmio, paralelo com o blog 'CPTM em Foco' e o mais novo 'Brasil Ferroviário'. O que importa não é concorrer com 3 blogs, mas conquistar o prêmio e merecer o título como blogueiro, avaliado por vocês que acompanham.
 
Com isso, precisarei dos votos de todos os leitores, para poder concorrer com grandes chances a esse prêmio. O Metrô é movido com 4 milhões de usuários e quase 8 mil funcionários. Esperamos que todos vocês possam ajudar, para que essa conquista seja nossa. Vamos juntos, rumo à vitória!

Metrô faz campanha por assento preferencial


Fonte: Governo do Estado
Foto: Diego Silva

O usuário de transporte público sabe que existem lugares reservados para obesos, gestantes, pessoas com bebês ou crianças de colo, idosos e pessoas com deficiência. O Metrô de São Paulo reforça que a população respeite o direito previsto na Lei Federal 10.741/2003.

Um vídeo exibido nos monitores de TV dos trens do Metrô de São Paulo lembra a importância de respeitar o assento preferencial. Em 15 segundos, a mensagem "Quem deixa o assento preferencial livre respeita o direito de quem precisa" reforça para que as pessoas deixem os assentos preferenciais livres.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Obras da Linha 2 interditam avenida na zona leste


Fonte: G1

A Avenida Professor Luiz Ignácio de Anhaia Mello será interditada na noite desta segunda-feira (18), no sentido Centro, por conta das obras de ampliação da Linha 2 – Verde (Vila Madalena-Vila Prudente) do Metrô. Segundo a companhia, a interdição terá cerca de 1200 metros de extensão, entre as ruas Lessing e Domingos Afonso.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) dará início ao bloqueio às 22h desta segunda. O tráfego no trecho só será liberado às 5h de terça-feira (19). Por conta disso, a companhia pede aos motoristas que evitem passar pela região neste período.

Um desvio será montado no local e aqueles que estiverem na avenida, no sentido Centro, deverão virar à direita na Rua Maria Fette, à esquerda na Avenida Vila Ema, à esquerda na Rua Elídia Maria de Jesus e à direita a Avenida Professor Luiz Ignácio de Anhaia Mello para voltar ao caminho original.

A licença ambiental que faltava para o Metrô dar continuidade às obras foi concedida no dia 6 de junho pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente.

O novo trecho de seis quilômetros, em monotrilho, será entre o cruzamento da Avenida Professor Luiz Ignácio de Anhaia Mello com a Rua Manuel Arruda Castanho, seguirá pela Avenida Sapopemba até o cruzamento da Av. Ragueb Chohfi com a Rua Ursa Menor, após a Praça Felisberto Fernandes da Silva, na Zona Leste da capital.

Metrô Corinthians-Itaquera recebe tênis até 30 de junho


Fonte: Final Sports

A estação Corinthians-Itaquera do metrô de São Paulo segue com uma quadra de mini-tênis até o dia 30 de junho para receber os iniciantes e pessoas que nunca tiveram contato com o tênis, esporte que vem aumentando o número de praticantes nos últimos anos.
 
A quadra é montada com o tamanho de 10m x 5m, enquanto as bolas para o aprendizado são mais lentas e a raquete menor do que o convencional, para que o primeiro contato com o tênis seja mais fácil.
 
A ação faz parte do projeto de massificação da Confederação Brasileira de Tênis, seguindo o programa Play & Stay da Federação Internacional de Tênis (ITF).
 
A estação Corinthians-Itaquera do metrô de São Paulo fica localizada na linha vermelha-3. A quadra está montada justamente dentro da estação.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Serviço de "Achados e Perdidos" do Metrô faz 37 anos; saiba como usá-lo


Fonte: Governo do Estado

O serviço de "Achados e Perdidos" do Metrô de São Paulo completou nesta sexta-feira, 15, 37 anos. Criado em 1975, hoje o sistema possui inclusive acesso pela internet. Saiba como utilizar esse serviço e outros simulates na  Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e na  Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU).

METRÔ
O posto central funciona na Estação Sé, de 2ª a 6ª, das 7h às 20 horas, exceto feriados.

No caso de documentos perdidos, a consulta também pode ser feita por telefone através da Central de Informações no telefone 0800-7707722, todos os dias, das 5h30 às 23h30.

Os objetos permanecem à disposição dos interessados por mais 60 dias, além do mês em que ele for encontrado.

É possível pela internet fazer consultas de objetos cujos donos podem ser identificados, como documentos e agendas, 

Metrô oferece credencial para desempregados


Fonte: Governo do Estado

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e o Metrô oferecem credencial para trabalhadores desempregados poderem circular pelos sistemas com isenção de tarifa. A Credencial para o Trabalhador Desempregado oferecida pela CPTM tem validade de 90 dias e é fornecida apenas em caso de demissão sem justa causa, para quem está desempregado por um período mínimo de um mês e máximo de seis meses, e que tenha trabalhado pelo menos seis meses no último emprego, com registro em carteira.

No Metrô, o benefício é chamado Bilhete Especial do Desempregado. É fornecido ao trabalhador demitido sem justa causa, há no mínimo um mês e no máximo seis meses, desde que tenha trabalhado pelo menos seis meses contínuos no último emprego. O bilhete é válido por 90 dias e não é renovável.

SERVIÇO
Credencial para o Trabalhador Desempregado - CPTM
Credenciamento: Estação Barra Funda, de segunda à sexta-feira (exceto feriados)
Horário: das 8h às 16h ou até 400 senhas/dia
Documentação necessária: Cédula de Identidade (RG) original; CPF original; Carteira de Trabalho com a baixa do último emprego; termo de rescisão de contrato de trabalho
Mais informações: 0800-0550121

Bilhete Especial do Desempregado - Metrô
Credenciamento: Estação Marechal Deodoro, Loja 1, de segunda a sexta-feira
Horário: das 8h às 16h, exceto feriados e pontes de feriados
Documentação Necessária: Cédula de Identidade (RG) original; Carteira Profissional (original); Termo de Rescisão Contratual (original)
Mais informações: 0800-7707722

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Metrô paga dívida de IPTU para poder receber verba da prefeitura


Fonte: R7

O Metrô de São Paulo afirmou, nesta segunda-feira (11), que pagou uma dívida de cerca R$ 200 mil referente à cobrança de débito de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Com isso, a companhia poderá receber verba da Prefeitura de São Paulo.

O valor do IPTU se referia a 63 inscrições ao longo da expansão da Linha 5-Lilás, que ligará a estação Largo Treze até a Chácara Klabin. O Metrô ressaltou que as dívidas do IPTU são anteriores à desapropriação. 

Com a retirada do nome da Companhia do cadastro de devedores, será possível iniciar os procedimentos que possibilitarão receber os repasses da prefeitura no valor de R$ 1 bilhão para a construção das linhas metroviárias até o fim deste ano.

Metrô tem confusão de torcidas do Corinthians e Santos


Fonte: R7

Dentro do campo deu Corinthians: 1 x 0 no Santos. Fora do estádio: confusão, vandalismo. Mais de 60 torcedores do Santos foram parar na delegacia na noite de quarta-feira (13). Eles invadiram uma estação do metrô, entraram sem pagar e bateram em um funcionário. Os torcedores também quebraram a janela de um vagão.

Para quem estava no metrô, foi um susto grande. A confusão começou na Zona Oeste e só terminou no Centro da cidade.

Os torcedores pularam as catracas sem pagar a passagem. Um funcionário tentou impedí-los, mas acabou agredido. Depois o grupo entrou em um vagão, quebrou um dos vidros e seguiu por mais cinco estações até ser detido na Sé, no Centro da cidade.

Todos foram escoltados até a Estação Barra Funda, na Zona Oeste. Agentes de segurança e PMs armados acompanharam os torcedores até a delegacia. Eles foram fichados e devem ser processados.

Os torcedores tinham comprado ingressos para assistir ao jogo e seguiam para a Vila Belmiro. Mas, depois da confusão, na delegacia, não puderam ver a partida. O grupo já foi liberado da delegacia. O funcionário do metrô agredido pelos torcedores teve ferimentos leves, foi atendido em um hospital e já recebeu alta.

Alckmin confirma nova estação do metrô para 2013

Nova estação será na Linha 5-Lilás
Fonte: Agência Estado

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, confirmou hoje que a inauguração da estação de metrô Adolfo Pinheiro deverá ocorrer no segundo semestre de 2013. A previsão foi feita durante visita do governador ao canteiro de obras da estação, que integra a linha 5-Lilás do metrô, na zona sul da capital paulista. Até então, o Metrô informava uma previsão de inauguração da estação Adolfo Pinheiro para o ano de 2013. Conforme as obras avançam, explica a assessoria, é possível prever o período mais provável de inauguração.

A linha 5-Lilás, com início no Capão Redondo até o Largo Treze, passa por processo de expansão e deve ganhar mais 11 estações até 2015. Adolfo Pinheiro é a primeira no processo até a Chácara Klabin. Neste sábado, operários que iniciaram os trabalhos de expansão no extremo sul chegaram à futura estação.

O governador admitiu atrasos no cronograma das obras da Linha 5 do Metrô, mas avaliou que agora estão "em ritmo intenso". De acordo com ele, tanto os canteiros de obras já existentes quanto as desapropriações a serem feitas estão caminhando dentro do planejado. Além disso, o governador afirmou que já estão sendo comprados 26 novos trens para a linha Lilás, com seis vagões cada um, que começarão a ser entregues a partir do ano que vem.

O presidente do Metrô de São Paulo, Peter Walker, afirmou que o projeto da linha Lilás (Capão Redondo-Chácara Klabin), deve contribuir para desafogar a linha 4-Amarela (Butantã - Luz). Segundo ele, hoje a linha Lilás transporta 38 mil passageiros por dia, que têm de utilizar trens da CPTM até Pinheiros e a linha Amarela para acessar o centro da cidade. "Depois do projeto concluído, os passageiros da zona sul acessarão o centro da cidade sem precisar recorrer à linha Amarela", reduzindo o tempo de viagem.

A visita do governador a um canteiro de obra do metrô ocorre na mesma semana em que os metroviários realizaram uma greve, prejudicando cerca de quatro milhões de usuários diários do metrô e trens da CPTM. A greve ganhou contornos políticos porque, segundo Geraldo Alckmin, a paralisação teve caráter eleitoral. Na visita de hoje, estava prevista a participação do pré-candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB e ex-governador do Estado, José Serra. Na última hora, a assessoria do governo de São Paulo informou que o tucano cancelou a participação no evento. Alckmin foi acompanhado pela vice-prefeita de São Paulo, Alda Marco Antonio.

Reforma de 98 trens do Metrô está avançada

Reforma das composições Mafersa é a mais atrasada dos quatro lotes
Por Diego Silva

A reforma de 98 composições que compõem a frota das linhas 1-Azul e 3-Vermelha do Metrô está bastante avançada. Já são 18 composições reformadas entregues.

O plano de modernização da frota foi apresentado no início de 2010. Em novembro do mesmo ano, a primeira composição modernizada (301, hoje K01) seguiu para as oficinas da MPE, em Três Rios (RJ). Em seguida, a segunda composição modernizada (307, hoje K07) também foi para o Rio de Janeiro. Ambos os trens foram entregues juntos, em meados de 2011.

301, primeiro trem modernizado do Metrô de São Paulo
Como é de praxe, a reforma dos primeiros trens é mais demorada, pois é necessária uma completa análise de toda a composição, seus equipamentos e sistemas. Depois que os primeiros trens são entregues, normalmente o seguintes costumam voltar da modenização em prazos menores. E assim está sendo com a frota das linhas 1 e 3. Na lista abaixo, podemos ver todos os trens que já estão entregues após a reforma:

Frota I
Lote 1 - Consórcio Siemens/Alstom
Trens entregues: I15 (em operação), I12 (em operação), I19 (em operação), I22 (em testes)

Lote 2 - Consórcio BTT (Bombardier, Tejofran e Temoinsa)
Trens entregues: J31 (em operação), J45 (em operação), J43 (em operação), J48 (em testes)

Lote 3 - Consórcio MTTrens (MPE, Tejofran e T'Trans)
Trens entregues: K01 (em operação), K07 (em operação), K24 (em operação), K22 (em operação), K10 (em testes), K11 (em testes), K14 (em testes).

Lote 4 - Consórcio Alstom/IESA
Trens entregues: L26 (em operação), L27 (em operação), L36 (em testes).

O Metrô espera que, até o fim de 2013, todos os 98 trens já estejam reformados e em plena operação. Vale lembrar que as frotas já estão com mais de 30 anos de uso, e esta reforma vem para dar uma sobrevida de, pelo menos, mais 20 anos aos trens. Além disso, quinze novas composições irão chegar em breve, dando ainda mais reforço para a frota do Metrô, que atualmente conta com 150 trens, todos operacionais.

Frota J: Para muitos, a composição que ficou mais bonita após modernização
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quarta-feira, 13 de junho de 2012

Exposição olímpica em metrô de SP faz visitantes "lutarem" esgrima


Fonte: Terra

Com a proximidade dos Jogos de Londres, o clima olímpico começa a chegar no Brasil. No Metrô de São Paulo, a estação São Bento é palco de uma exposição multimídia gratuita que apresenta curiosidades, recordes e ídolos das Olimpíadas. Outra grande atração do evento é a oportunidade que o visitante tem de praticar esgrima devidamente vestido como um praticante da modalidade.

A exposição "Universo Esportivo Britânico", que dura até 30 de junho, acontece também nas estações Luz, Paraíso e Corinthians-Itaquera. Nelas, os visitantes podem conferir de perto objetos, vídeos e documentos sobre modalidades esportivas criadas pelos ingleses e que se difundiram pelo mundo. 

PM é preso por briga em Metrô


Fonte: Band

Um Policial Militar foi preso, na noite deste sábado, após balear um homem acidentalmente durante briga dentro de estação da Luz, no Metrô de São Paulo.

De acordo com a PM, o Soldado André Luis Alves Vieira, de folga e em trajes civis, acabou se desentendendo com outras duas pessoas.

A briga se intensificou depois de uma luta corporal a arma do policial sofreu um disparo acidental.

O PM foi conduzido à Delegacia de Polícia do Metropolitano, e durante a elaboração da ocorrência um homem se apresentou com um leve ferimento na perna afirmando que teria sido atingido pelo tiro acidental.

O policial militar será autuado em flagrante e conduzido ao Presídio Militar Romão Gomes.

Metrô cria desvio na avenida Adolfo Pinheiro, para obras da Linha 5-Lilás


Fonte: Metrô

O Metrô informa que, para dar continuidade às obras de extensão da Linha 5- Lilás, vai implantar um desvio provisório de 70 metros na Avenida Adolfo Pinheiro, na esquina com a Rua Conde de Itu.

O desvio será aberto a partir das 23h de hoje, quarta-feira, dia 6, em uma pista  provisória executada junto ao lado esquerdo da avenida citada.

Esse desvio é necessário para a execução de remanejamentos das redes das concessionárias de telefonia, água e gás, entre outras instaladas no local, e permitir a escavação de uma vala a céu aberto que abrigará futuramente a tuneladora Shield, conhecida popularmente por “Tatuzão”.

A tuneladora escavará os túneis da Linha 5- Lilás naquele trecho.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Obra em Guilhermina-Esperança atrasa e usuários reclamam


Fonte: Diário de SP

Usuários e moradores vizinhos da Estação Guilhermina-Esperança da Linha 3-Vermelha do Metrô, na Zona Leste da capital, reclamam da demora na finalização das obras que começaram em  maio do ano passado. O Metrô garante que os transtornos acabarão mês que vem, com a entrega das obras. Segundo o Metrô, elas foram necessárias para trocar por granito o piso emborrachado das passarelas de acesso à estação, que estava desgastado. Para a companhia, o tempo gasto com a reforma é adequado.

A atendente de consultório Leonilde Alves usa o Metrô diariamente e se queixa que a obra está mal organizada. “Utilizo com obra ou sem obra, não dá para parar a vida por causa disso. Mas eles deveriam organizar melhor”, opina.

As mudanças nas passarelas de acesso à estação causam várias reclamações. Além da troca do piso, tapumes foram colocados ao longo das passagens para facilitar o  trabalho dos operários.

“Começaram arrancando o piso de borracha e depois colocaram esse que é bem escorregadio em dias de chuva”, diz a assessora jurídica Rita de Cássia Faustino, de 46 anos. Para a funcionária de call center Cléia de Souza Silva, de 29 anos, passar pelas passarelas ficou mais difícil nos dias de chuva. “Acho que deveriam ter feito um lado e depois o outro. É difícil em horário de pico ficar desviando dos tapumes”, explica.

Para Rita,  a mudança mais importante foi a colocação de obstáculos na entrada da estação. “Colocaram umas catracas para evitar a circulação de motos e veículos, que acontecia antes”, diz. Segundo informações do Metrô, essas barreiras já estão no local desde 1990.

Piso de granito é mais seguro, afirma Metrô
O Metrô informou que as obras na Estação Guilhermina-Esperança, feitas pela empresa Pires Giovanetti, englobam a troca de aproximadamente 1.320 metros quadrados de piso de borracha por piso de granito. Segundo o Metrô, o granito reduz custos de manutenção e oferece mais segurança aos pedestres. O Metrô diz que os serviços são complexos (regularização, preparo e assentamento de piso) e em área externa, sujeita a intempéries e fluxo de usuários. Portanto, considera o tempo da obra razoável.

1.320 metros quadrados de piso de borracha serão trocados por piso de granito

‘Se a obra é para  melhorar, temos de ter paciência’
Nem todos os usuários reclamam das obras. Para o aposentado Antônio de Figueiredo, de 69 anos, elas não incomodam. “As pessoas têm de entender que, se é para melhorar, devemos ter paciência”. Claudete Napolitano, de 73,  concorda. “Se for para melhorar, está tudo bem."

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