sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Projeto 'Arte no Metrô' vira livro na web


Fonte: Metrô


O Metrô reuniu 34 anos de história de sua "galeria de arte subterrânea" em um livro digital, disponível emhttp://www.metro.sp.gov.br/cultura-lazer/arte-metro/livro-digital.aspx. São 91 obras espalhadas por 37 estações. O acervo conta com painéis, murais, pinturas sobre tela, instalações e esculturas, criados por artistas renomados, como Aldemir Martins, Tomie Othake, Antonio Peticov, Denise Milan, entre outros.

O livro digital "Arte no Metrô" mostra detalhes da história de cada obra de arte e de seus criadores, proporcionando um registro singular do feliz casamento entre a arte e os cidadãos, por meio da ocupação do espaço público. A publicação também ressalta a preocupação do Metrô em se aproximar não só dos seus usuários mas de toda a população da cidade de São Paulo.

História
Embora a ideia de transformar as estações do sistema em galerias de arte e aproximar o cidadão dessas manifestações culturais tenha surgido em 1968, ano de fundação da Companhia, foi com a inauguração da estação Sé, em 1978, que ela foi posta em prática. Esculturas e murais de artistas consagrados, como Alfredo Ceschiatti, Marcelo Nitsche, Renina Katz, Cláudio Tozzi e Mário Gruber, colocaram o Metrô na vanguarda da arte pública.

Esse foi o embrião do projeto "Arte no Metrô", formalizado em 1988, que passou a estabelecer critérios e organizar o acervo de obras de arte contemporânea do Metrô. A intensa procura fez com que o Metrô instituísse, em 1990, a Comissão Consultiva de Arte, formada por representantes da Pinacoteca do Estado, do MASP, do MAM, do IAB - Instituto dos Arquitetos do Brasil, da ABPA - Associação Paulista de Belas Artes e por representantes das áreas de Marketing e Arquitetura do Metrô.

A função dessa comissão é assegurar um processo de seleção criterioso e consistente para a escolha de projetos de arte contemporânea, bem como sua adequação para ser instalada em espaço público do Metrô de São Paulo. Com isso, o projeto aprimorou-se e permitiu aos usuários e à população em geral o contato com obras que geralmente só são encontradas em museus e galerias. E isso estimulou respeito e a noção de conservação dos espaços coletivos.

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