segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Alckmin diz ser "difícil" monotrilho antes de julho de 2014

Governador vistoriou a obra
Fonte: Terra

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse no final da manhã desta terça-feira, na zona sul da capital paulista, que é "difícil" entregar a primeira parte da linha 15 do Metrô, o monotrilho, que ligará o aeroporto de Congonhas à Marginal Pinheiros, antes de julho de 2014. Segundo o governador, a obra não é pensada para a Copa do Mundo. "Não é uma obra específica para a Copa, mas para a cidade", disse. A linha completa, ligando a região do Morumbi até o Jabaquara, ficou prevista apenas para 2016.

Antes de se pronunciar em entrevista coletiva, Alckmin vistoriou as obras de concretagem do primeiro capitel - estrutura de sustentação da via férrea que é aérea, semelhante a um viaduto. Ele declarou que o ritmo dos trabalhos está sendo acelerado "o máximo que pode" para que não haja mais atrasos. As previsões anteriores eram de que a primeira fase do monotrilho seria entregue ainda no final de 2013. Nesta semana será lançado o edital para a construção de oito estações desta linha.

O secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, disse que o governo demorou 9 meses para receber a licença ambiental da prefeitura e que, assim que foi recebida esta autorização, em março, as obras iniciaram. Classificada pelo governo como a parte mais difícil do empreendimento, as obras do monotrilho na região do Jabaquara, terceira fase da linha, serão deixadas por último. A previsão é de desapropriar os imóveis de 4 mil famílias.

Segurança Pública
No dia em que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, viajou para o Estado para tratar da crise na Segurança Pública, Alckmin preferiu adiar a resposta de questionamentos o tema. Com reunião no Palácio dos Bandeirantes prevista para o início da tarde, o governador disse que não deve participar. "É uma reunião de trabalho, vai ser discutida a utilização de penitenciária federal para presos do Estado", declarou.

Alckmin não disse por que não participaria do encontro, que não foi divulgado em sua agenda e deve contar com os secretários de Administração Penitenciária, Lourival Gomes, e da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto. "Vamos conversar sobre segurança logo mais", disse, encerrando a entrevista.

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