sábado, 19 de maio de 2012

Dossiê já alertava para problemas


Fonte: STEFZS

No documento, entregue há seis meses, o sindicato pede a retirada dos trens da frota K, usados na linha 3, de circulação para avaliação por causa das panes ocorridas nos dias 2, 14, 15, 16 e 30 de setembro e 4 de outubro.

Para o sindicato, as falhas detectadas por funcionários da comissão de segurança aconteceram pois os trens voltaram a circular “sem testes prévios”, após revisão.

O MPT informou que instaurou procedimento investigatório, requisitando ao Metrô a apresentação de documentação relativa aos temas denunciados. Os peritos que estão fazendo a análise técnica devem apresentar o laudo até o final deste mês. As providências seguintes dependerão do teor do laudo técnico. 

O MP (Ministério Público) abriu dois inquéritos para investigar o acidente entre a estação Carrão e a Penha. A Promotoria deu 15 dias para o Metrô apresentar uma explicação, por escrito, sobre a batida. Os promotores também vão investigar se os protocolos de segurança foram cumpridos.

O Metrô informou ontem que trocou todas as placas de controle de velocidade dos trens da linha 3 (cerca de 20 no ramal). A falha em uma delas causou a batida de anteontem. 

A colisão

A linha 3-vermelha do Metrô ficou parcialmente interditada após uma choque entre trens, ocorrido na manhã de quarta-feira, na estação Vila Carrão, na zona leste da capital paulista. Os trens circulavam somente entre as estações Palmeiras/Barra Funda e Tatuapé.

O presidente do Metrô de São Paulo, Peter Walker, afirmou nesta quarta-feira que uma falha mecânica é a causa mais provável para a batida. Cerca de 40 pessoas ficaram feridas por conta da colisão. Entre elas, 33 chegaram a receber atendimento do Corpo de Bombeiros.

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