quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Blog está entre os 100 mais importantes do Brasil na categoria 'Notícias e Cotidiano'

Metrô em Foco ficou entre os 100 mais importantes da categoria
Por Diego Silva

O Blog Metrô em Foco, inaugurado no começo desse ano de 2011, já tem sua primeira marca importante: está entre os 100 mais importantes da categoria ''notícias e cotidiano''. A parcial foi levantada pelo Prêmio Top Blog 2011, que realiza anualmente um concurso com os blogs mais populares do Brasil.
Seu co-irmão, o blog ''CPTM em Foco'', classificou-se para a final da edição 2011, o que mostra que a qualidade da edição dos blogs é a mesma. Para 2012, o foco vai ser o Metrô, onde pretendemos fazer essa página crescer tanto quanto a página da CPTM.

Fico particularmente muito contente de ter alcançado essa marca com o blog do Metrô. Em menos de um ano no ar, essa primeira conquista nos mostra que podemos ir muito mais longe com esse projeto. Agradeço a todos que votaram no blog ''Metrô em Foco'' durante o período de votações populares. Somos Top 100, com muito orgulho. Ano que vem, vamos brigar de igual para igual com os demais blogs.

Avelleda recorre de decisão que o afastou da presidência

Sérgio Avelleda recorreu da decisão do MP 
Fonte: Migalhas.com


O presidente do Metrô de SP, Sérgio Avelleda, interpôs agravo contra decisão da juíza Simone Casoretti, da 9ª vara da Fazenda Pública de SP, que determinou seu afastamento da presidência do Metrô e a suspensão dos contratos para extensão da linha 5-lilás por suspeita de fraude na licitação.
A demanda foi originada após MP/SP ingressar com ação, alegando que, em 2009, houve irregularidade na licitação para obra de ampliação da linha.
Após decisão da magistrada, o Estado de SP pediu ao TJ/SP a suspensão da decisão da juíza Simone Casoretti. O Tribunal bandeirante entendeu que "a suspensão do contrato importaria em grave dano à ordem administrativa, à saúde e à economia públicas". No entanto, manteve o afastamento de Avelleda (clique aqui).
Agora, a defesa de Avelleda também recorre contra a liminar. 

Sérgio Avelleda retorna à presidência do Metrô

Presidente Sérgio Avelleda está de volta ao comando do Metrô de São Paulo
Fonte: Facebook




O desembargador Franklin Nogueira, da 1ª câmara de Direito Público do TJ/SP, suspendeu a decisão da juíza de Direito Simone Casoretti, da 9ª vara da Fazenda Pública, que determinou o imediato afastamento de Sérgio Avelleda da presidência do Metrô de SP.
Na ocasião, a magistrada afirmou que a permanência de Avelleda no cargo "iria demonstrar a conivência do Poder Judiciário com as ilegalidades praticadas por administradores que não respeitam as leis, a moral e os demais princípios que devem nortear a atuação de todo o agente público". A juíza também determinou a suspensão das obras para extensão da linha 5-lilás. Decisão, esta, que já foi derrubada pelo TJ/SP.
O desembargador Franklin Nogueira, relator do agravo, afirmou que a manutenção de Avelleda no cargo não traz nenhum prejuízo ao interesse público. E completa que, ao contrário do entendimento da magistrada, não se pode falar em prejuízo ao Poder Judiciário. Nogueira também enfatizou que o escopo principal do Poder Judiciário é fazer justiça sem qualquer preocupação com a opinião pública. "O magistrado deve ser escravo apenas e tão somente de sua consciência", afirmou.

VISTOS, ETC.
Cuida-se de ação civil pública em que se alega fraude em licitação do Metrô, mais precisamente da linha lilás 5, em que a ilustre magistrada de primeiro grau deferiu a liminar para: a) determinar o imediato afastamento do réu Sérgio Henrique Passos Avelleda de suas funções como Presidente da Companhia do Metropolitano de São Paulo; b) determinar a imediata suspensão da execução dos contratos relativos a esse certame licitatório.
A ordem de imediata suspensão da execução dos contratos foi afastada por decisão de S.Exa, o Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. E nem poderia ser de outra forma, tendo em conta os inegáveis prejuízos à coletividade decorrentes da paralisação de obra viária de tamanha importância, sobretudo se levarmos em conta o estado caótico do trânsito na cidade de São Paulo. Mesmo porque, em caso de procedência final da ação, restando comprovada a fraude, os cofres públicos serão ressarcidos com a condenação indenizatória e a cominação das sanções previstas para o ato de improbidade administrativa.
Não se há de olvidar que as empresas envolvidas são de grande porte, de grande poderio econômico, de forma a possibilitar a efetiva execução do julgado. Resta, assim, a determinação de imediato afastamento do Presidente do Metrô, que é objeto do presente agravo. Como se observa da r. decisão agravada, a magistrada de primeiro grau, fundamentando-se em fortes indícios de existência de fraude no procedimento licitatório de que se cuida, entendeu que o réu Sérgio Henrique Passos Avellena, na Presidência do Metrô, omitiu-se, dolosamente, quanto à tomada de outras providências, para melhor apurar essa possível fraude, levando a empreitada adiante e "prosseguiu com as assinaturas dos contratos e início das obras, sem quaisquer ponderações, considerações e estudos mais aprofundados dos fatos".
Não há dúvida que são fortes os indícios de fraude no procedimento licitatório. Porém, com o devido respeito à culta magistrada de primeiro grau, são necessários mais que indícios para providência de tamanha gravidade como o afastamento do Presidente de companhia como a do Metrô.
Nesse momento processual, de decisão monocrática, numa cognição sumária dos fatos, não vislumbro elementos probatórios fortes o suficiente para justificar a drástica medida. Até porque em caso de procedência final da demanda, com reconhecimento da prática de ato de improbidade administrativa, será o réu apenado, na forma da lei respectiva. E sua manutenção no cargo, ao menos por ora, não trará nenhum prejuízo ao interesse público, não se podendo falar, também, ao contrário do entendimento da digna magistrada de primeiro grau (que respeito), em prejuízo ao Poder Judiciário porque isso demonstraria (no seu entendimento, é bom frisar mais uma vez) sua conivência com as irregularidades praticadas.
O que se deseja, e esse o escopo principal do Poder Judiciário, é fazer justiça, sem qualquer preocupação com a opinião pública. O magistrado deve ser escravo apenas e tão somente de sua consciência. Não vislumbro, por último, qualquer possibilidade do réu, valendo-se do exercício da presidência, prejudicar a colheita de provas ou o andamento do feito, por se tratar de ação civil pública já ajuizada.
Mesmo porque se isso vier a ocorrer, comprovadamente, seu afastamento poderá ser novamente determinado. Tudo recomenda que se mantenha em suspenso o r. despacho agravado até a apreciação da questão pelos três integrantes da Turma Julgadora. Desta forma, embora respeitando, e muito, o entendimento da ilustre magistrada de primeiro grau, e louvando sua preocupação com o interesse público, por não encontrar ainda nos autos elementos de convicção que me permitam concluir pela responsabilidade do réu Sérgio Passos Avelleda por ato de improbidade administrativa, CONCEDO EFEITO SUSPENSIVO ao presente agravo de instrumento.
Em conseqüência, fica suspensa, até decisão final do agravo, a r. decisão de primeiro grau que determinou o imediato afastamento deste réu da Presidência da Companhia do Metropolitano de São Paulo. Oficie-se, com cópia deste despacho. Intimar para resposta. Em seguida, à douta Procuradoria Geral da Justiça.
São Paulo, 29 de novembro de 2011.
Márcio Franklin Nogueira - Relator

R7 testa o Metrô na Linha 3: ''Repórter descobre que passageiros são o problema''

Trem Frota C - Estação Brás - Linha 3-Vermelha
Fonte: R7
Reportagem: Fernando Tucori

Quando me propuseram fazer uma matéria testando a linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo no horário de pico, achei que ia ser muito mais complicado do que realmente foi. Eu, que prefiro voltar pra casa a pé a usar transporte público em horário de pico, achei que ia me deparar com uma série de problemas que, verdade seja dita, não encontrei.

Minha birra inicial era com a estação República, na região central da capital paulista, que - desde a inauguração da conexão com a linha 4-Amarela - estava um tanto quanto "bagunçada". Na minha opinião, faltava avisar aos passageiros, lá dentro do trem, que, chegando na plataforma, o desembarque deveria ser feito pelo lado direito do trem. Essa minha birra veio das muitas vezes em que não consegui entrar nos vagões porque os passageiros desembarcavam sempre pelo lado errado, e vinham para cima do pessoal que estava fora do trem, esperando para embarcar.

Ainda funciona assim em alguns momentos, mas muito disso é causado pelos próprios usuários, que se fazem de surdos - porque o sistema de som do Metrô avisa o lado certo do desembarque - e preferem zelar pelo próprio conforto.

Se você desembarca pelo lado direito – que é o lado correto - você pega uma única escada rolante. Descendo pelo lado errado, são dois lances de escada até o embarque da linha Amarela. Mesmo dando mais trabalho, as pessoas continuam fazendo a coisa errada.

Escadarias
As pessoas também interrompem o fluxo nas escadas rolantes, mesmo com avisos em toda parte solicitando que, se for para parar na escada, que se pare do lado esquerdo. Ainda acontece de haver gente sentada em banco de idoso - com um idoso em pé, bem à frente. Também há aquelas pessoas que entram no vagão e ficam plantadas diante da porta, independente da estação em que vão descer. Tudo isso atrapalha muito e pode fazer da viagem um martírio.
São Paulo é uma cidade imensa e, dia após dia, o Metrô recebe mais críticas por problemas gerados pelo próprio usuário do que por sua competência. O que eu notei, fazendo o percurso todo – da estação Palmeiras/Barra Funda até a Corinthians/Itaquera, ida e volta, às 7h e às 18h – é que o Metrô de São Paulo oferece um serviço rápido, eficiente e de alta qualidade. Cronometrei todas as viagens e nenhuma delas – de ponta a ponta – durou mais que 45 minutos. 

Evidentemente, há exceções. Eu já vivenciei algumas. Já me aconteceu, por exemplo, do vagão do Metrô parar quatro vezes entre a penúltima estação Marechal Deodoro e a final, Barra Funda. Neste caso, porém, não era horário de pico e o Metrô estava relativamente vazio. Já aconteceu também do ar-condicionado estar desligado, mas também foi fora do horário de pico.

População de uma cidade
Não há lixo nos vagões. Os trens não demoram a chegar nas estações e, quando há paradas, elas são curtas. O ar-condicionado dentro dos trens funciona e você se sente seguro lá dentro. Ao notar isso, leve em consideração que, apenas pela estação da Sé, passam 100 mil pessoas por hora em horários de pico. Isso implica em dizer que, em uma hora, passa por lá a população inteira da cidade de Caraguatatuba (segundo dados de 2010 fornecidos pelo IBGE) e, se for horário de pico, a próxima hora será praticamente igual.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

R7 testa o Metrô na Linha 2: ''Linha Verde é mais tranquila do sistema''

Trem da Linha 2-Verde
Fonte: R7
Reportagem: Gabriel Mestieri

Transportando menos de um terço dos passageiros que passam pelas linhas 1 - Azul e 3-Vermelha, a situação da linha 2 – Verde é muito mais tranquila que as outras quando o assunto é superlotação. Mesmo nos horários de pico, é possível embarcar nos trens da linha que liga a Vila Prudente à Vila Madalena sem espera e sem a sensação “de estar numa lata de sardinha”

A exceção ocorre, nos dois sentidos, no pequeno trecho entre as estações Brigadeiro e Paraíso, na região da avenida Paulista. No horário de pico da manhã, enfrenta dificuldade quem embarca no Paraíso rumo à Vila Madalena. Já no pico da tarde, é desconfortável pegar o trem na Brigadeiro rumo à Vila Prudente. A superlotação, entretanto, dura apenas uma estação em ambos os casos.
Eu andei da estação Vila Madalena à Vila Prudente na tarde da quarta-feira, 26 de outubro. O horário é o que a linha fica mais cheia nesse sentido. No embarque, na estação inicial, por volta das 17h30, poucas pessoas estavam dentro do trem.

Até a Consolação, o vagão já estava cheio, mas não lotado, e ainda era possível embarcar com tranquilidade. Na Trianon-Masp, porém, a composição superlotou, fazendo com que os passageiros que estavam na Brigadeiro tivessem que esperar dois – às vezes três – trens passarem para conseguir embarcar. Já na estação seguinte (Paraíso) várias pessoas desciam, aliviando o aperto no vagão.

Intervalos
Os intervalos entre um trem e outro variavam entre um minuto e 32 segundos e dois minutos e 38 segundos. A média de intervalo entre 12 trens que passaram pelas estações da linha Verde entre as 17h30 e 18h30 foi de dois minutos. A reportagem permaneceu por mais uma hora na linha e constatou que esta é a média regular.

Já a travessia no sentido contrário, entre Vila Prudente e Vila Madalena, foi feita por mim na manhã da segunda-feira (31). Por volta das 8h30, o embarque era tranquilo na estação Vila Prudente. 

As pessoas iam, aos poucos, enchendo as composições, que ficavam lotadas na estação Ana Rosa. Com isso, o embarque era difícil na estação Paraíso – também com a necessidade de espera de dois ou três trens até o embarque. A situação piorava quando os trens demoravam mais que a média de dois minutos e três segundos para passar.

Conservação

Os trens e as estações da linha estão em bom estado de conservação. Pelas 12 estações todos os elevadores e escadas rolantes funcionavam, com exceção de duas que estavam em manutenção naquele momento. Os trens – a maioria do modelo novo – estão em bom estado e são mantidos – na maioria das vezes – satisfatoriamente limpos.

O sinal de celular funciona bem nas estações e no subsolo, com exceção de alguns trechos isolados entre Ana Rosa e Tamanduateí.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Metrô amplia horário de funcionamento dos acessos da estação São Bento

Fonte: Metrô

A Estação São Bento, uma das mais movimentadas nesta época do ano, promoverá a partir deste sábado, dia 26, a ampliação dos horários de funcionamento dos seus acessos Ladeira Porto Geral e Boa Vista. Essas saídas dão acesso à rua 25 de Março e ao Mercado Municipal. As mudanças serão mantidas até o dia 24 de dezembro, véspera do Natal, como segue:

O acesso da Ladeira Porto Geral funcionará:

• aos sábados das 6h às 18h, podendo ser utilizado até às 10h, para entrada e saída da estação e, a partir deste horário, somente para a entrada de quem procede da Rua 25 de Março

• aos domingos das 7h às 15h

Os acessos Boa Vista e São Bento funcionarão:

• aos sábados das 6h às 16h

• aos domingos permanecerão fechados

A estação São Bento conta ainda com outros dois acessos - do Largo São Bento e do Vale do Anhangabaú, que funcionam normalmente aos sábados e domingos.

Nessa época de compras de Natal, o Metrô, como em anos anteriores, recomenda que as pessoas tenham muita atenção com seus pacotes, bolsas, carteiras e celulares.

R7 testa o Metrô na Linha 1: ''Do Tucuruvi ao Jabaquara, usuário reage como manada na Sé''

Trem Frota A - Estação Portuguesa-Tietê - Linha 1-Azul
Fonte: R7
Reportagem: Mônica Ribeiro

Sair de casa para trabalhar utilizando o metrô de São Paulo é o que todo especialista de trânsito afirma ser o correto a se fazer. Mas a possibilidade de demorar para embarcar devido às filas nas plataformas e às frequentes paradas para "aguardar o trem à frente" no horário de pico da manhã garante atraso na chegada ao serviço. Pelo menos, na linha 1-Azul.

Por volta das 8h do dia 26 de outubro, peguei a linha rumo ao Tucuruvi. O intervalo de trens dentro da estação ia de 40 segundos a um minuto. Na estação Paraíso, foi possível encontrar as plataformas com movimentação normal, sem tumulto. Já dentro do trem, o tempo de paradas nas estações era de 30 segundos. Durante o percurso, houve dois intervalos para aguardar “a movimentação do trem à frente”, também com paradas de 30 segundos.
Como o veículo era da nova frota do Metrô, o aviso das estações era bem mais claro que o da maioria dos trens em circulação. Em todas as portas, logo após o aviso sonoro de fechamento, os usuários conseguiam ver em que estação estavam e qual seria a próxima parada. Por ser novo, o veículo tinha sistema de ar-condicionado, que facilita a vida dos usuários quando os veículos ficam lotados. Também foi possível fazer ligações e usar internet, por telefone celular, de dentro do trem – assim como na plataforma.

A pior situação enfrentada foi na Sé, que é ponto de transferência para a linha 3-Vermelha. Apesar do conforto do trem, a superlotação da estação impede que se aproveite qualquer tipo de conforto. Na plataforma, os passageiros agem como "manada" a cada abertura de porta dos vagões. Embora nesse dia não tenha presenciado nenhum passageiro sendo espremido entre as portas, a cena é comum quando os trens estão extremamente cheios.
No desembarque no Tucuruvi, procurei um funcionário do Metrô e perguntei como chegar à estação Clínicas (linha 2-Verde). O atendente não soube responder na hora, mas mostrou-se atencioso e prestativo e consultou em um pequeno mapa. Soube que para ganhar um exemplar, que contém todas as estações do Metrô e da CPTM, é preciso pedi-lo a algum funcionário. Não há nenhum banner ou cartaz informando o usuário sobre o "brinde".

Retorno
Para voltar do trabalho pela linha 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi) do Metrô, no período das 17h30 às 19h, também é preciso coragem. São plataformas e vagões cheios por toda a linha. Entretanto, como prêmio de consolação, o intervalo entre trens é relativamente rápido: eles passam a cada um minuto.

No embarque feito na estação Sé, às 18h25 do dia 27 de outubro, no sentido Jabaquara, a plataforma estava cheia. Dentro do trem – que, desta vez, era de um modelo antigo - a ventilação era ruim e sufocante, levando em consideração a lotação no interior do vagão.
O passageiro também tem de "ficar esperto" para não perder a estação de descida, pois o único indicador é o aviso sonoro, que estava baixo e a voz do locutor era abafada. Após 25 minutos de viagem num vagão apertado, consegui chegar à estação Jabaquara. Transporte rápido, mas ruim.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

José Kalil Neto assume presidência do Metrô

Fonte: Revista Ferroviária

A presidência da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) foi assumida pelo diretor de finanças da empresa José Kalil Neto, após o afastamento do executivo Sérgio Avelleda pela Justiça, por suspeita de irregularidades na licitação das obras da Linha 5-Lilás, na zona sul da capital paulista. Kalil Neto já foi diretor da empresa estadual Desenvolvimento Rodoviário (Dersa).
A saída de Avelleda havia sido determinada pela juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9ª Vara da Fazenda Pública, em ação movida pelo Ministério Público Estadual. Decisão que foi mantida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo na última sexta-feira. O TJ, no entanto, negou a suspensão das obras, que já foram retomadas.
Segundo a assessoria de imprensa do Metrô, o governo do Estado vai apresentar recursos judiciais para que Avelleda volte ao cargo. Antes de assumir a presidência do Metrô no governo de Geraldo Alckmin (PSDB), em janeiro deste ano, o executivo era presidente da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), desde 2008, na gestão do então governador José Serra (PSDB).

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

CPTM, Metrô e EMTU preparam esquema especial para o GP de Fórmula 1 em São Paulo

Metrô irá disponibilizar trens reservas nos dias do GP de Fórmula 1
Fonte: CPTM

CPTM, Metrô e EMTU/SP, empresas vinculadas à Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos, terão esquema especial de operação para o GP Brasil de Fórmula 1, nos próximos dias 26 [sábado] e 27 de novembro [domingo].

Menor intervalo na Linha 9-Esmeralda da CPTM
O esquema diferenciado começa a funcionar a partir de sábado [26/11], quando acontecem os treinos livres classificatórios. Nesse dia, as composições da Linha 9-Esmeralda circularão com intervalos reduzidos entre as estações Osasco e Grajaú.

No domingo [27/11], dia do GP de Fórmula 1, a CPTM aumentará a oferta de lugares, das 6h30 às 14h00, com trens extras dotados de ar condicionado e menor intervalo entre as estações Pinheiros e Grajaú. Na Estação Autódromo, que fica a 600 metros do portão de acesso ao setor G do Autódromo de Interlagos, haverá orientadores bilíngues identificados para prestarem informações a turistas estrangeiros e moradores da capital.

A Estação Autódromo contará também com placas e avisos sonoros com orientação em inglês, distribuição de panfletos com o mapa do trajeto entre a estação e o portão de acesso ao setor G do autódromo.

Trens de prontidão no Metrô
A operação será normal sábado [26/11] e no domingo [27/11] nas linhas 1-Azul [Jabaquara-Tucuruvi], 2-Verde [Vila Prudente-Vila Madalena], 3-Vermelha [Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda] e 5-Lilás [Capão Redondo-Largo Treze]. Se necessário, o Centro de Controle Operacional [CCO] disponibilizará trens reservas para atender a demanda.

A SPTrans colocará ônibus expresso com tarifa de R$ 20,00 [ida e volta] e R$ 12,00 [ida ou volta] saindo de Jabaquara [Terminal], República [Pça da República], Parque Trianon [frente do MASP], Aeroporto de Congonhas, Shopping Interlagos e Shopping SP Market, sábado e domingo, das 6h00 às 13h00 e das 15h00 às 17h30.

Linha especial da EMTU Aeroporto de Guarulhos-Autódromo
Uma frota de 10 ônibus da Linha 437TRO do serviço Airport Bus Service está programada com partidas diretas do Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos, sem paradas ao longo do percurso, em direção os portões A e G do Autódromo de Interlagos, nos dias 26 e 27 de novembro.

Os ônibus são do tipo rodoviário e oferecem padrão de conforto diferenciado aos passageiros, como bancos estofados, ar-condicionado, toalete a bordo, rede Wi-Fi, entre outros itens. A tarifa custará R$ 33,00 e poderá ser paga com cartão de débito ou de crédito. Do sentido Aeroporto de Guarulhos ao Autódromo de Interlagos, as partidas estão programadas para os seguintes horários: 6h00, 7h00, 8h00, 9h00, 10h00, 11h00, 12h00 e 12h30. Na volta, os ônibus passarão pelos portões A e G, das 15h00 às 17h00, com intervalos a serem definidos pelos organizadores do evento, que levarão em conta o volume de usuários.

A EMTU/SP também vai alterar, nos dias 26 e 27 de novembro [sábado e domingo], o itinerário das linhas 226 TRO Embu-Guaçu [Chácara Flórida] - São Paulo [Metrô Santa Cruz], 410 TRO Embu-Guaçu [Cipó] - São Paulo [Metrô Santa Cruz] e 012 TRO Embu Guaçu [Cipó] - São Paulo [Metrô Jabaquara]. Veja as alterações nos itinerários no site da EMTU/SP: www.emtu.sp.gov.br

Apoio a Sérgio Avelleda chega nas redes sociais

Presidente Sérgio Avelleda tem apoio de entidades, mídias sociais e empresas ferroviárias
Fonte: Revista Ferroviária

Após entidades representativas do setor metroferroviário divulgarem seu apoio ao presidente do Metrô de São Paulo, Sérgio Avelleda, que foi afastado do cargo por decisão judicial na segunda-feira (22/11), a campanha a favor do executivo chegou às redes sociais. Utilizando a hashtag #apoiamossergioavelleda, usuários do Twitter protestaram contra a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, que liberou a continuidade das obras da Linha 5-Lilás, mas manteve o afastamento do presidente.
A página pessoal de Sérgio Avelleda no Facebook também recebeu centenas de manifestações de amigos, funcionários, alunos e outros usuários, desejando força e pedindo que as pessoas compartilhem a campanha de apoio ao presidente do Metrô. Avelleda “curtiu” os comentários dos seguidores, mas não se manifestou sobre o assunto em sua página pessoal.
A decisão do afastamento foi tomada pela juíza Simone Casoretti, no último dia 18, com base em uma denúncia do Ministério Público de São Paulo sobre o acerto prévio de empreiteiras na licitação da Linha 5-Lilás do Metrô. A licitação foi feita pelo antecessor de Avelleda na companhia, Jorge Fagali, em setembro de 2010. Mas, de acordo com a juíza, o atual presidente deve ser responsabilizado por ter dado prosseguimento à obra, mesmo após as evidências de fraude.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Número de passageiros cresce 138% na estação Consolação em apenas um ano

Movimento é enorme na estação Consolação
Fonte: R7

A estação Consolação da linha 2-Verde do Metrô de São Paulo, integrada à estação Paulista da linha 4-Amarela, registrou um aumento de 138% no fluxo de passageiros nos últimos dias do mês de outubro, em comparação com o mesmo período de 2010.

A linha 4-Amarela foi responsável pela redistribuição de passageiros pelo sistema e conseguiu reduzir em 15% o número de pessoas que passam diariamente pela estação Sé, na região central da capital paulista, uma das mais lotadas do mundo. 
Em agosto, o Metrô de São Paulo bateu o número de 4 milhões de passageiros transportados diariamente. O número levou em conta todas as linhas da rede, inclusive a 4-Amarela, que é administrada pela concessionária ViaQuatro. Nos primeiros meses do ano, a média diária era de 3,7 milhões.

2016
No final de outubro, o R7 mostrou que, se concluídas a tempo, as obras de expansão das linhas 2-Verde, 4-Amarela, 5-Lilás e de construção da linha 17-Ouro farão com que o Metrô de São Paulo transporte, por dia, quase 6 milhões de passageiros em 2016.
Já em funcionamento entre a Vila Madalena e a Vila Prudente, a linha 2-Verde deve ganhar 17 novas estações pelo sistema de monotrilho até 2016, entre elas Oratório, Sapopemba, São Mateus, Jacu-Pêssego e Cidade Tiradentes. A demanda prevista pelo Metrô para o novo trecho é de 550 mil usuários por dia. O investimento estimado é de R$ 4,9 bilhões.

Na linha 4-Amarela, já em funcionamento entre Luz e Butantã, as novas estações Fradique Coutinho, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Higienópolis-Mackenzie, além da extensão até Vila Sônia, devem gerar um aumento de 220 mil usuários por dia. 

As 11 novas estações da linha 5-Lilás deverão contribuir com mais 644 mil usuários por dia no sistema. Ligando a estação do Largo 13 à Chácara Klabin (na linha 2-Verde), passará por Adolfo Pinheiro, Campo Belo, Moema e Santa Cruz (esta última integrada à linha 1-Azul). O investimento previsto é de cerca de R$ 6,9 bilhões.
Já a linha 17-Ouro, com 18 estações pelo sistema de monotrilho entre Jabaquara e o estádio do Morumbi, deve contribuir com mais 252 mil usuários por dia. Com investimentos previstos em R$ 3,2 bilhões, a nova linha fará integração com a 5-Lilás na estação Água Espraiada e passará pelo aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista.

Entidades do setor apoiam Sérgio Avelleda

Sérgio Avelleda, na entrega da estação Tamanduateí da Linha 2-Verde do Metrô, junto comigo (Diego Silva) e o amigo Luis Fernando da Silva
Fonte: Revista Ferroviária

As seis entidades representativas do transporte metroferroviário – ADTrem, Simefre, ANTP,  Aeamesp, Abifer e ANPtrilhos, além da UIC América Latina – divulgaram ontem nota de solidariedade ao presidente do Metrô de São Paulo, Sérgio Avelleda, afastado do cargo por decisão judicial. A nota afirma que o programa de investimento do governo de São Paulo em transporte ferroviário urbano “não terá os desdobramentos  necessários sem o apoio forte dos metroviários”, e que Avelleda “com sua competência e comportamento ético, qualifica a figura do metroferroviário paulista”.
A decisão foi tomada pela juíza Simone Casoretti, no último dia 18, fundada em denúncia do Ministério Público de São Paulo, por sua vez baseada em reportagem da Folha de S. Paulo, revelando acerto prévio de empreiteiras  na licitação da Linha 5-Lilás do Metrô. A licitação foi feita pelo antecessor de Sérgio Avelleda, Jorge Fagalli, em setembro de 2010.
As empreiteiras denunciadas  - e que figuram como co-réus na mesma sentença - são todas as grandes construtoras brasileiras que participam de obras deste tipo no Brasil: Galvão Engenharia; Serveng-Civilsan; Andrade Gutierrez; Camargo Corrêa; Mendes Junior; Heleno Fonseca; Triunfo Iesa; Carioca Christiani Nielsen; Cetenco; Norberto Odebrecht; Queiroz Gavão; OAS; CR Almeida e Consben. Dificilmente uma linha de metrô seria construída sem a sua presença.

Delegação Internacional de Especialistas em planejamento urbano visitam CPTM e Metrô

Trem Frota I - Pátio de Itaquera
Fonte: CPTM/Metrô

Durante visita à cidade de São Paulo, uma comitiva formada por cerca de 20 especialistas em Planejamento Urbano da Índia, África do Sul, Maputo, Chile e da Colômbia conheceu, de perto, o sistema metro-ferroviário da capital paulista.

A delegação está no Brasil para participar do 10º Congresso Mundial Metropolis - Cidades em Transição, evento realizado a cada três anos e que pela primeira vez será sediado na América do Sul, em Porto Alegre, de 23 a 26 de novembro.

Criada em 1985, a Associação Mundial das Grandes Metrópoles - Metropolis [www.metropolis.org] é uma rede internacional que agrupa grandes metrópoles e governos metropolitanos de todo o mundo, com o objetivo de fomentar a transferência de conhecimentos e boas práticas urbanas. Atualmente, mais de 120 cidades fazem parte da associação, entre as quais seis são brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Guarulhos, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Recebido por Wilson Nagy Lopretto, chefe do Departamento de Operação Centralizada e Tráfego do Metrô, o grupo viajou da estação Trianon-Masp, na Linha 2-Verde, até a estação Luz, da Linha 4-Amarela, seguindo, posteriormente, para a estação da Luz, da CPTM.

Durante o trajeto, os integrantes da comitiva ressaltaram a organização e a limpeza encontradas nas estações do Metrô. As inovações tecnológicas implantadas na Linha 4-Amarela, com destaque para as portas de plataforma e para os novos trens operados pelo sistema "driverless", também renderam elogios dos estrangeiros.

Na Estação da Luz, impressionados com a movimentação de usuários, os especialistas ainda destacaram a importância da integração entre CPTM e Metrô, fator que possibilita várias opções de destino aos passageiros.

A visita da delegação à capital paulista resulta de um desdobramento da última reunião da Comissão de Planejamento Urbano da CGLU - Cidades e Governos Locais Unidos, realizada em junho deste ano, na cidade de Durban, na África do Sul, com a participação da Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano - SDM e da Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano - Emplasa.

TJ-SP Determina retomada das obras da Linha 5

Fonte: Metrô

Atendendo pedido da Procuradoria Geral do Estado, o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, José Roberto Bedran, autorizou hoje a retomada das obras da Linha 5 do Metrô. As obras haviam sido suspensas ontem após liminar expedida pela juíza Simone Casoretti, da 9ª Vara da Fazenda Pública.

O desembargador Bedran concordou com o argumento do governo de que a liminar importava em grave dano ao interesse público uma vez que se trata de obras de grande vulto. Bedran resumiu assim as obras da Linha 5 do Metrô de São Paulo: "são indispensáveis para desafogar o trânsito de veículos automotores, o que consome enormes quantias do Poder Público para seu controle para o conforto, segurança e rapidez de milhares de novos usuários, que se servem de outros meios de locomoção e para a melhoria do meio ambiente, por se tratar de transporte movido a energia não poluente, beneficiando, também, a saúde pública".

O desembargador, no entanto, considerou que não havia necessidade de decisão cautelar em relação ao afastamento do presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, já que “não estão presentes os requisitos de grave risco de lesão à ordem, à saúde, à segurança e à economia públicas”. Por uma questão de Justiça, o governo vai apresentar os recursos judiciais apropriados para restabelecer Sergio Avelleda ao cargo. O afastamento de Avelleda se mostra totalmente descabido, uma vez que a licitação não foi feita em sua gestão e que a decisão de prosseguir com os contratos, também em função do interesse público, foi tomada por toda a diretoria do Metrô.

Tribunal de Justiça de SP libera obras da Linha 5


Fonte: Revista Ferroviária

O Tribunal de Justiça de São Paulo autorizou nesta terça-feira, 22/11, a continuação das obras da Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo. O Tribunal manteve, entretanto, a decisão de afastar do presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, e a multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento da ordem.
A decisão suspende parcialmente os efeitos da liminar concedida pela juíza da 9ª Vara da Fazenda Pública do Estado, Simone Casoretti, que determinou a paralisação da execução dos contratos entre o Metrô e as empresas vencedoras da licitação da obra, suspeitas de fraude.
De acordo com o presidente do Tribunal de Justiça, José Roberto Bedran, a continuidade das obras evita “grave dano à ordem administrativa, quanto ao regular andamento da licitação de obras públicas, à saúde e à economia públicas”.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Metrô SP paralisa obras da Linha 5-Lilás

Trem da Linha 5-Lilás na estação Vila das Belezas
Fonte: Revista Ferroviária

O Metrô de São Paulo determinou nesta segunda-feira a paralisação das obras da Linha 5-Lilás, após notificação da Justiça.  A ação é movida pelo Ministério Público Estadual (MPE), por suspeita de que a licitação cause prejuízos aos cofres públicos. O descumprimento da decisão judicial acarretaria multa diária de R$ 100 mil.
Outra determinação da Justiça foi a de que o presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, seja afastado das suas funções. No entanto, como a Secretaria de Transportes Metropolitanos, que tem autoridade para tomar essa decisão, ainda não foi notificada, Avelleda continua no cargo.
Segundo a assessoria do Metrô, após ser notificada a companhia enviou carta às construtoras responsáveis pelas obras pedindo que os trabalhos fossem suspensos. As empresas em questão são as construtoras Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Mendes Junior, Heleno Fonseca, Triunfo, Carioca, Cetenco, Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão e CR Almeida.
A Procuradoria Geral do Estado, por sua vez, entrou hoje com um recurso no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) buscando a liberação das obras.
De acordo com o Ministério Público, havia indícios de fraude na licitação pela prática de cartel por parte das empresas concorrentes. O MPE comunicou os fatos ao presidente do Metrô solicitando que, diante dos indícios, não desse início à execução dos contratos. Mesmo assim, o Metrô deu prosseguimento à contratação.
Em sua decisão, a juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti classificou como “inaceitável” o que seria a manobra dos concorrentes da licitação para benefício próprio. “Eventual atraso na conclusão [das obras] não será tão desastroso do que a continuidade de uma fraude, ou melhor, a chancela de um conluio entre particulares em benefício próprio (visando mais lucros e menos gastos com a obra pública)”, diz o texto.

sábado, 19 de novembro de 2011

Alckmin diz que irá recorrer do afastamento de Avelleda

Avelleda (de azul) foi afastado ontem pelo Ministério Público
Fonte: G1

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse no início da madrugada deste sábado (19) que irá recorrer do afastamento do presidente da Companhia do Metropolitano (Metrô), Sérgio Avelleda e da paralisação das obras da Linha 5 - Lilás. “Estou muito a vontade com essa questão, porque eu como governador não fiz a licitação, não assinei contrato, peguei tudo andando. Sérgio Avelleda nem funcionário do Metrô era. Nós vamos recorrer imediatamente”, afirmou Alckin, ao acompanhar na capital paulista blitz contra a venda de bebidas alcoólicas a menores.
O governador fez duras críticas à decisão de interromper as obras e disse que recorrer do processo é questão de defender o interesse público. "Parar uma obra de metrô das mais importantes de São Paulo sem ter nenhum fato concreto, sujeitando o governo a ter que pagar bilhões de reais em indenização para construtoras, é uma absoluta irresponsabilidade", criticou.
Geraldo Alckmin afirmou que o governo recorrerá à determinação na próxima segunda-feira (21). "Admiro terem dado uma decisão às 15h30 de sexta-feira quando você não consegue mais obter uma liminar. Temos absoluta confiança de que haverá justiça", finalizou.
 
Suspeita de irregularidades
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou na tarde desta sexta-feira (18) o afastamento do presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, por suspeita de irregularidades na licitação das obras da Linha 5 - Lilás. A Justiça mandou ainda paralisar a obra, que vai passar pela Zona Sul da capital. A juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9ª Vara da Fazenda Pública, atendeu a um pedido do Ministério Público (MP-SP). Cabe recurso.
O Metrô também divulgou nota em que informa ainda não ter sido intimado sobre a decisão, mas que irá recorrer "por uma questão de justiça" (confira a íntegra no fim da reportagem). Em 28 de outubro, em entrevista ao SPTV, Avelleda disse que seguiu apenas o que determinava o edital de expansão da Linha 5-Lilás: uma mesma empresa não poderia ganhar sozinha todos os lotes da obra.
"Nós fizemos uma investigação rigorosa, que foi avalizada pela Corregedoria Geral de Administração, que entendeu que o Metrô fez uma boa investigação”, disse o presidente do Metrô na ocasião. "Se eu anulo o contrato sem prova de que ele deve ser anulado, as empresas que já tinham contrato assinado poderiam processar o Estado e travar uma nova obra como essa por anos e anos a fio."
A Promotoria entrou no dia 3 de novembro com o pedido de afastamento do presidente do Metrô por suspeita de irregularidades encontradas na licitação das obras de ampliação da Linha 5–Lilás. Atualmente, a linha liga o Capão Redondo ao Largo 13. Quando estiver pronta, vai chegar até a estação Chácara Klabin, da Linha 2-Verde.
A juíza, em seu despacho, citou que o Ministério Público “propôs ação de responsabilidade civil por atos de improbidade administrativa”, com pedido de liminar, contra Avelleda e as construtoras envolvidas no projeto. A magistrada fixou em R$ 100 mil a multa diária em caso de descumprimento da decisão. E determinou ainda a “suspensão imediata” da execução dos contratos e aditamentos do edital firmados na época.
 
Investigação
A investigação do Ministério Público tem, ao todo, 12 volumes, com 2.400 páginas. Uma das principais peças é o parecer técnico feito por uma perita que avaliou o processo de licitação. Ela afirma que "caso tivessem sido consideradas as propostas relativas aos menores preços, a economia do Metrô teria sido de R$ 326.915.754,40. Isso porque o Metrô não optou pelos preços menores oferecidos por uma construtora, que já tinha vencido uma das licitações".
Só no lote 6, por exemplo, a diferença apontada entre a proposta vencedora e a menor apresentada é de R$ 99 milhões. O lote 6 é o do trecho entre as futuras estações Moema e Vila Clementino. Na ação, o Ministério Público pede o ressarcimento dos valores. “Nós estamos ingressando com a ação para se ressarcir o erário do prejuízo causado. A lei de improbidade administrativa nos autoriza até três vezes o prejuízo causado a ser indenizado”, disse o promotor Marcelo Milani na ocasião.
 
Suspensão de contratosEssa mesma linha foi alvo de outra polêmica que levou os contratos a serem suspensos em novembro de 2010. O resultado oficial da licitação foi divulgado em 21 de outubro de 2010, mas o jornal "Folha de S.Paulo" registrou o resultado em cartório e em vídeo em 23 de abril de 2010.
Em nota ao próprio jornal, o Metrô e a Secretaria de Transportes disseram que desconheciam qualquer acerto entre as empreiteiras. Na época, o governador paulista Alberto Goldman determinou a suspensão das obras que começariam em novembro. Em maio deste ano, o presidente do Metrô determinou que os contratos fossem executados, após o fim das investigações. “Não há provas de conluio”, disse Avelleda na época.
 
Confira a íntegra da nota do Metrô sobre a decisão:
"A propósito da decisão da Justiça de afastar o presidente da Companhia do Metrô e paralisar as obras da extensão da Linha 5-Lilás, a Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos esclarece:
1. A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos e o Metrô ainda não foram intimados da decisão, da qual recorrerão por uma questão de justiça.
2. A decisão de prosseguir com as obras da Linha 5-Lilás foi tomada após amplo processo administrativo no qual não se verificou qualquer fato incontroverso que justificasse o rompimento dos contratos.
3. A eventual interrupção dos contratos sem base em provas materiais submeteria o Estado ao risco de uma longa demanda jurídica e prejuízos de toda sorte. A população seria prejudicada duas vezes: na paralisação das obras e no risco de pagamento, com dinheiro público, de indenizações a empresas privadas.
4. O pedido de afastamento de Sérgio Avelleda se mostra totalmente descabido, uma vez que a licitação não foi feita em sua gestão e que a decisão de prosseguir os contratos foi tomada por toda a diretoria do Metrô com base no processo administrativo.
5. O resultado da licitação não deu prejuízo de R$ 327 milhões, como afirma o Ministério Público Estadual. Este cálculo, equivocado e rudimentar, parte de pressupostos errados que nunca fizeram parte deste edital. A empresa que ofereceu menor preço em diversos lotes já havia vencido a primeira licitação, realizada um ano antes, e, portanto, sabia que, pelas regras deste edital, estava impedida de ganhar novos lotes. Deste modo, não há como se falar em economia de R$ 327 milhões. Se as regras fossem as desejadas pelo Ministério Público, as propostas seriam outras, certamente mais altas.
6. O trecho da ampliação da Linha 5-Lilás que é alvo da ação judicial (lotes 2 a 8) envolve 11 km, com 11 novas estações, entre Adolfo Pinheiro e Chácara Klabin, fazendo a integração com as linhas 1-Azul e 2-Verde e a futura Linha 17-Ouro. O trecho encontra-se neste momento em fase final de demolição dos 224 imóveis já desapropriados. A licença de instalação foi expedida pela Cetesb em 1º de novembro último, o que já permite o início da construção das novas estações.
7. No lote 1, que vai ligar a estação Largo 13 a Adolfo Pinheiro, as obras prosseguem normalmente."

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Secretaria diz que paralisação de obras do metrô prejudicaria a população

Trem da Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo
Fonte: UOL

A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos afirmou nesta sexta-feira (18), em nota, que a paralisação das obras da linha 5-lilás do metrô “prejudicaria” a população. O órgão classificou de “descabido” o pedido de afastamento do presidente do metrô, Sérgio Avelleda, determinado pela Justiça de São Paulo. No texto, a secretaria também afirma que vai recorrer da decisão.
“A eventual interrupção dos contratos sem base em provas materiais submeteria o Estado ao risco de uma longa demanda jurídica e prejuízos de toda sorte. A população seria prejudicada duas vezes: na paralisação das obras e no risco de pagamento, com dinheiro público, de indenizações a empresas privadas”, diz a nota, acrescentando que a decisão de prosseguir com as obras foi tomada “após amplo processo administrativo no qual não se verificou qualquer fato incontroverso que justificasse o rompimento dos contratos”.
Sobre o pedido de afastamento de Avelleda,o texto afirma que “se mostra totalmente descabido, uma vez que a licitação não foi feita em sua gestão e que a decisão de prosseguir os contratos foi tomada por toda a diretoria do Metrô com base no processo administrativo”.
Os pedidos de afastamento e paralisação das obras haviam sido formulados em ação civil pública impetrada este mês pelo Ministério Público estadual. O despacho foi expedido nesta sexta pela juíza da 9ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, Simone Cassoretti, e estabelece multa diária de R$ 100 mil ao governo do Estado caso o secretário de Estado de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, não cumpra a determinação.
A ação é assinada pelo promotor Marcelo Camargo Milani, que a ajuizou no último dia 3. Nela, Milani ainda requeria a anulação dos contratos de extensão da linha 5-lilás sob alegação de que houve irregularidades na licitação e prejuízo aos cofres públicos.
A nota esclarece que nemSecretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos nem o Metrô ainda não foram intimados da decisão. Explica ainda que a ampliação da linha 5-lilás que é alvo da ação judicial (lotes 2 a 8) envolve 11 km, com 11 novas estações, entre Adolfo Pinheiro e Chácara Klabin, fazendo a integração com as linhas 1-azul e 2-verde e a futura Linha 17-ouro.
“O trecho encontra-se neste momento em fase final de demolição dos 224 imóveis já desapropriados. A licença de instalação foi expedida pela Cetesb em 1º de novembro último, o que já permite o início da construção das novas estações. No lote 1, que vai ligar a estação Largo 13 a Adolfo Pinheiro, as obras prosseguem normalmente”.

Licitação

Em abril de 2010, o jornal "Folha de S.Paulo" registrou em cartório um documento antecipando o nome das empresas vencedoras da licitação antes da abertura dos envelopes com as propostas dos concorrentes.
Após a publicação, o governo do Estado chegou a suspender a licitação, mas acabou retomando o processo. Em agosto, o MP requereu ao Metrô a suspensão dos contratos, assinados há cerca de quatro meses, mas isso não foi feito.
Na avaliação da Promotoria, Avelleda deve ser responsabilizado porque, além de não suspender os contratos e não investigar a suspeita de fraude, teria ainda usado ou o "artifício insidioso" de tentar desqualificar documento com firma reconhecida usado na reportagem da "Folha" --o que foi descartado pelo próprio MP, após laudo.
Na decisão de hoje, a juíza aponta que a "suspensão de todos os contratos e aditamentos oriundos da concorrência é medida que se impõe, como forma de resguardar o patrimônio público e fazer valer os princípios da legalidade, moralidade e isonomia".
Sobre o afastamento do presidente do Metrô, a magistrada classifica a medida como necessária por conta "de suas omissões dolosas". Ela ainda define que a permanência dele no cargo, enquanto o caso não for julgado no mérito, "apenas iria demonstrar a conivência do Poder Judiciário com as ilegalidades".

Justiça determina afastamento de Sérgio Avelleda

Presidente Sérgio Avelleda foi afastado após determinação do MP
Fonte: UOL

A Justiça de São Paulo determinou o afastamento imediato do presidente do Metrô de São Paulo, Sérgio Avelleda, e a paralisação das obras da linha 5-lilás (de Adolfo Pinheiro à Chácara Klabin), orçada em R$ 4 bilhões. Os pedidos haviam sido formulados em ação civil pública impetrada este mês pelo Ministério Público estadual. A decisão tem caráter  liminar, contra a qual cabe recurso.
O despacho foi expedido na tarde desta sexta-feira (18) pela juíza da 9ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, Simone Cassoretti, e estabelece multa diária de R$ 100 mil ao governo do Estado caso o secretário de Estado de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, não cumpra a ordem.
A ação é assinada pelo promotor Marcelo Camargo Milani, que a ajuizou no último dia 3. Nela, Milani ainda requeria a anulação dos contratos de extensão da linha 5-lilás sob alegação de que houve irregularidades na licitação e prejuízo aos cofres públicos.
Em abril de 2010, o jornal "Folha de S.Paulo" registrou em cartório um documento antecipando o nome das empresas vencedoras da licitação antes da abertura dos envelopes com as propostas dos concorrentes.
Após a publicação, o governo do Estado chegou a suspender a licitação, mas acabou retomando o processo. Em agosto, o MP requereu ao Metrô a suspensão dos contratos, assinados há cerca de quatro meses, mas isso não foi feito.
Na avaliação da Promotoria, Avelleda deve ser responsabilizado porque, além de não suspender os contratos e não investigar a suspeita de fraude, teria ainda usado ou o "artifício insidioso" de tentar desqualificar documento com firma reconhecida usado na reportagem da "Folha" --o que foi descartado pelo próprio MP, após laudo.
Na decisão de hoje, a juíza aponta que a "suspensão de todos os contratos e aditamentos oriundos da concorrência é medida que se impõe, como forma de resguardar o patrimônio público e fazer valer os princípios da legalidade, moralidade e isonomia".
Sobre o afastamento do presidente do Metrô, a magistrada classifica a medida como necessária por conta "de suas omissões dolosas". Ela ainda define que a permanência dele no cargo, enquanto o caso não for julgado no mérito, "apenas iria demonstrar a conivência do Poder Judiciário com as ilegalidades".

A propósito da decisão da Justiça, a Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos esclarece

Sérgio Avelleda
Fonte: Metrô (via Facebook)

1. A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos e o Metrô ainda não foram intimados da decisão, da qual recorrerão por uma questão de justiça.
2. A decisão de prosseguir com as obras da Linha 5-Lilás foi tomada após amplo processo administrativo no qual não se verificou qualquer fato incontroverso que justificasse o rompimento dos contratos.
3. A eventual interrupção dos contratos sem base em provas materiais submeteria o Estado ao risco de uma longa demanda jurídica e prejuízos de toda sorte. A população seria prejudicada duas vezes: na paralisação das obras e no risco de pagamento, com dinheiro público, de indenizações a empresas privadas.
4. O pedido de afastamento de Sérgio Avelleda se mostra totalmente descabido, uma vez que a licitação não foi feita em sua gestão e que a decisão de prosseguir os contratos foi tomada por toda a diretoria do Metrô com base no processo administrativo.
5. O resultado da licitação não deu prejuízo de R$ 327 milhões, como afirma o Ministério Público Estadual. Este cálculo, equivocado e rudimentar, parte de pressupostos errados que nunca fizeram parte deste edital. A empresa que ofereceu menor preço em diversos lotes já havia vencido a primeira licitação, realizada um ano antes, e, portanto, sabia que, pelas regras deste edital, estava impedida de ganhar novos lotes. Deste modo, não há como se falar em economia de R$ 327 milhões. Se as regras fossem as desejadas pelo Ministério Público, as propostas seriam outras, certamente mais altas.
6. O trecho da ampliação da Linha 5-Lilás que é alvo da ação judicial (lotes 2 a 8) envolve 11 km, com 11 novas estações, entre Adolfo Pinheiro e Chácara Klabin, fazendo a integração com as linhas 1-Azul e 2-Verde e a futura Linha 17-Ouro. O trecho encontra-se neste momento em fase final de demolição dos 224 imóveis já desapropriados. A licença de instalação foi expedida pela Cetesb em 1º de novembro último, o que já permite o início da construção das novas estações.
7. No lote 1, que vai ligar a estação Largo 13 a Adolfo Pinheiro, as obras prosseguem normalmente.

Falha em subestação corta fornecimento de energia do Metrô e de bairros em SP

Trem modernizado na estação de Itaquera
Fonte: UOL

O desligamento de parte da subestação Milton Fornasaro, da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP), localizada na zona oeste da capital paulista, provocou a interrupção do fornecimento de energia elétrica em partes das regiões oeste e sul de São Paulo. A falta de alimentação elétrica causou a paralisação da circulação dos trens da Linha 4-Amarela do Metrô por cerca de 30 minutos.
Segundo a CTEEP, o problema começou às 5h48. Após as providências para recomposição, a carga foi restabelecida às 5h58. A subestação teve a situação completamente normalizada às 6h03. De acordo com a empresa, a fonte de alimentação para a Linha 4 do Metrô foi normalizada em 10 minutos, às 5h58, ao contrário do informado pelo Metrô anteriormente - que acusou o problema de falta de luz no período das 8h às 8h30. Até às 9h40 de hoje, a assessoria da Via Quatro, concessionária que administra a Linha 4, não havia informado o horário correto da interrupção da energia.
O problema apareceu na subestação Milton Fornasaro, segundo a CTEEP, durante atividades de substituição de equipamentos que estavam sendo executadas, com previsão de término às 6h de hoje, seguindo o planejamento realizado em conjunto com o Operador Nacional do Sistema (ONS).
Durante o processo de finalização do trabalho, houve o desligamento indevido de parte da subestação pela atuação do sistema de proteção. Segundo a CTEEP, as obras e atividades de manutenção nas instalações são realizadas normalmente durante a noite, quando a demanda de energia elétrica é menor e o processo de normalização ocorre antes das 6 horas da manhã. Segundo a CTEEP, a subestação já está operando normalmente.
Por conta da interrupção na transmissão de energia, trechos dos municípios de Barueri, Cajamar, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba e Taboão da Serra, na Grande São Paulo, e parte dos bairros de Alto de Pinheiros, Anhanguera, Barra Funda, Butantã, Campo Limpo, Consolação, Jaguaré, Jardim Paulista, Lapa, Morumbi, Vila Leopoldina e Vila Sônia, nas zonas sul e oeste da cidade, ficaram sem luz por cerca de 15 minutos, segundo a AES/Eletropaulo.

Metrô sofreu duas falhas pela manhã

Trem Frota K - Salão de Passageiros
Fonte: UOL

A circulação dos trens da Linha 4-Amarela (Butantã-Luz) do metrô de São Paulo apresentou problemas em dois períodos da manhã de hoje (18), segundo confirmou a concessionária Viaquatro, que administra o trecho.
O primeiro problema foi consequência da queda no fornecimento de energia elétrica que afetou a região do bairro de Butantã, onde está a subestação Vital Brasil, que alimenta parte do sistema da Linha-4. A linha ficou paralisada por 12 minutos, das 6h14 às 6h26, quando a operação foi normalizada, de acordo com a Viaquatro.
Um outro problema ocorreu às 7h50, desta vez causado por uma falha interna no sistema elétrico, que, de acordo com a concessionária, pode ter sido em consequência do problema anterior. Essa segunda falha provocou a paralisação total da linha até as 8h10.
A partir desse horário, a linha operou parcialmente no trecho entre as estações Paulista e Luz. O sistema foi completamente restabelecido às 8h22, horário em que a operação foi normalizada em todas as estações.

Falha de energia interrompe a Linha 4-Amarela

Estação Paulista - Linha 4-Amarela
Fonte: UOL

A falta de energia elétrica parou por cerca de 30 minutos a circulação dos trens da Linha4-Amarela (Butantã-Luz) na manhã de hoje, segundo informações da Companhia do Metropolitano de São Paulo. A falha de alimentação elétrica ocorreu às 8 horas, nos dois sentidos do trecho entre as estações Butantã e Paulista, prejudicando os usuários das estações Butantã, Pinheiros e Faria Lima. Segundo o metrô, a circulação começou a se normalizar por volta das 8h30.
Por conta da paralisação da circulação da Linha4-Amarela, as linhas 1-Azul, Linha 2-Verde e Linha 3-Vermelha do metrô tiveram que circular com restrição de velocidade.
As estações ficaram fechadas aos passageiros por motivo de segurança, para que não houvesse aglomeração nas plataformas. Além disso, os acessos para as transferências para as estações Paulista, República e Luz também foram interditados.
A falta de energia elétrica pode ter sido causada por um problema em uma subestação da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP). A empresa ainda não tem informações sobre o ocorrido.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Metrô abre vagas para Aluno Aprendiz no Senai


Fonte: Metrô

As inscrições para preenchimento de 41 vagas do programa “Aprendiz Senai” do Metrô de São Paulo poderão ser feitas nos dias 17 (quinta-feira) e 18 de novembro (sexta-feira), das 8h30 às 16h00.
Para se inscrever no concurso público promovido pela Companhia, em parceria com o Senai, o candidato deve comparecer pessoalmente aos seguintes locais:
• Formação nos cursos de “Eletricista de Manutenção” (19 vagas) e “Mecânico de Usinagem” (12 vagas): Escola Senai Roberto Simonsen (rua Monsenhor de Andrade, nº 298, Brás, São Paulo)
• Formação no curso de “Assistente Administrativo” (10 vagas): Escola Senai Carlos Pasquale (Rua Muniz de Souza, nº 3, Cambuci, São Paulo).
Os aprovados terão direito à bolsa-auxílio de R$ 545 mensais, para cumprir jornada de trabalho de oito horas diárias (a partir das 7h30 e término até 17h30). Além do ensino fundamental completo ou a ser concluído em 2011, outro requisito básico é que os candidatos tenham até o início das aulas (17 de janeiro de 2012), entre 16 e 17 anos para os cursos de “Eletricista de Manutenção” e “Mecânico de Usinagem” e entre 17 e 18 anos para “Assistente Administrativo”.
A seleção obedecerá às seguintes etapas: prova de conhecimentos (língua portuguesa, matemática e ciências), classificatória e eliminatória, a ser realizada no dia 27 de novembro, em São Paulo, em local e horário a serem informados na data da inscrição comprovação de pré-requisitos e avaliação médica para admissão.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Metrô deverá ganhar mais saídas na Paulista

Estação Luz da Linha 4-Amarela
Fonte: O Estado de São Paulo

O Metrô de São Paulo estuda criar mais acessos para absorver uma parte dos passageiros que usam a conexão entre as Estações Paulista (Linha 4-Amarela) e Consolação (Linha 2-Verde), um dos gargalos do sistema.
"Construir novas saídas para as pessoas que vão para a Avenida Paulista está sendo estudado", diz Sérgio Avelleda, presidente do Metrô.
Muitos passageiros que desembarcam na Estação Paulista - que só dá vazão para a Rua da Consolação - usam o túnel e as plataformas da Estação Consolação como rota alternativa para sair na Paulista.
O problema é que esse trânsito de passageiros que só querem sair do metrô conflita com a movimentação dos usuários que entram e desembarcam dos trens na Estação Consolação, além de tornar a travessia do túnel de ligação mais lenta.
Segundo apurou a reportagem, um dos pontos considerados para receber uma nova entrada é o terreno na esquina da Rua da Consolação com a Avenida Paulista. No local, funciona um elevador para que pessoas com mobilidade reduzida entrem na Estação Consolação. No subsolo, esse acesso está fisicamente conectado ao túnel de passagem dos usuários.
Outra opção é abrir uma saída para a Rua Bela Cintra, que absorveria passageiros por trás da Estação Paulista.
Linha 4 - A concessionária ViaQuatro, que opera a Linha 4-Amarela, avalia a possibilidade de construir a extensão de cerca de 3 km do ramal até Taboão da Serra, na Grande São Paulo, prometida pelo governo do Estado. Duas estações seriam abertas no trecho: Jardim Jussara e Taboão da Serra.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Maquete do monotrilho é destaque na Feira Negócios nos Trilhos 2011


Fonte: Metrô

Uma maquete em tamanho real do novo trem do Metrô que circulará no monotrilho do prolongamento da Linha 2-Verde (Vila Prudente-Hospital Cidade Tiradentes) é um dos destaques da feira “Negócios nos Trilhos”, aberta nesta terça-feira (8), no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo. O evento promovido pela Revista Ferroviária é considerado um dos maiores do setor.
Construída pela empresa Bombardier, a maquete tem as características dos 54 trens que vão compor a frota do monotrilho da zona leste. O sistema que será implantado pelo Metrô terá capacidade para transportar até 48 mil passageiros por hora e por sentido, em intervalos de até 75 segundos, com velocidade máxima de 90 km/hora. Ao todo, a nova linha terá 24,5 km de extensão e 17 estações. O trecho entre Vila Prudente e Oratório deverá entrar em operação em 2013 e até São Mateus em 2014. A linha completa, até Hospital Cidade Tiradentes, está prevista para funcionar em 2016 e beneficiará 550 mil pessoas por dia.
Representando o secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, na abertura do evento, o presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, afirmou ser preciso, além da captação de recursos, criar um ambiente institucional que favoreça os investimentos públicos. “Se não, correremos o risco de, tendo os recursos, não executá-los, porque o excesso de burocracia e de controle poderá determinar a paralisação e a demora dessas realizações”, disse Avelleda. “Urge uma reflexão sobre o arcabouço jurídico-institucional relativo aos investimentos públicos, que é voltado para o não fazer, para a burocracia”, acrescentou.
Também participaram da inauguração da feira o ministro dos Transportes, Paulo Passos, o presidente da CPTM, Mário Bandeira, o diretor da ANTT, Bernardo Figueiredo, o diretor da Revista Ferroviária, Gerson Toller, o diretor da American Railway Engineering and Maintenance of Way Association, Charles Emely, e demais executivos das empresas do setor.

Metrô recebe selo ''Empresa Cidadã'' da Câmara Municipal de São Paulo

Fonte: Metrô

No dia 25 de outubro, o Metrô de São Paulo foi contemplado, em cerimônia solene realizada na Câmara Municipal de São Paulo, com o “Selo Especial Empresa Cidadã”, prêmio institucional que reconhece as ações e programas adotados pelo Metrô nas questões relacionadas ao meio ambiente e ações sociais. O “Selo Especial Empresa Cidadã 2011-2012” foi concedido ao Metrô por uma Comissão de Julgamento que analisou as ações do Metrô por meio de seu Balanço Social e do Relatório de Administração referente aos anos de 2009 e 2010. O transporte metroviário em São Paulo, além de proporcionar ganho de tempo significativo para os usuários, contribui para a redução dos congestionamentos de trânsito, colabora de maneira expressiva para a diminuição das emissões de poluentes, gerando um retorno importante à sociedade e à cidade. Esses benefícios, proporcionados pelo sistema metroviário nos últimos nove anos, representam uma economia de R$ 46,7 bilhões, soma que justifica os investimentos aplicados na construção da rede metroviária em São Paulo.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Linha 4 ultrapassa marca de 500 mil passageiros/dia


Fonte: Revista Ferroviária

A Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, que é operada pela ViaQuatro, atingiu na sexta-feira passada (04/11) a marca de 510 mil passageiros transportados em um dia. A expectativa da concessionária era de que este volume fosse atingido até o final do ano.
A primeira linha driverless da América Latina conta com seis estações – Luz, República, Paulista, Faria Lima, Pinheiros e Butantã. A previsão da concessionária é que, em 2012, a média de passageiros cresça gradativamente até atingir a marca de 700 mil por dia.
No primeiro dia (30/09) que a linha funcionou no horário das demais linhas do sistema, das 4h40 à meia-noite, foram transportados 433 mil passageiros.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Conheça a futura estação Brooklin/Campo Belo, da Linha 5-Lilás

Projeto da futura estação Brooklin/Campo Belo, Linha 5-Lilás
Projeto da futura estação Brooklin/Campo Belo, Linha 5-Lilás
Projeto da futura estação Brooklin/Campo Belo, Linha 5-Lilás
Colaboração: Sindicato da Sorocabana

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Feira Negócios nos Trilhos começa hoje

Feira Negócios nos Trilhos, promovida pela Revista Ferroviária
Fonte: Revista Ferroviária

A Feira Negócios nos Trilhos vai ser realizada este ano de 2011 entre 08 e 10 de novembro, no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo. Mais uma vez o evento reunirá fabricantes de material ferroviário do Brasil e do exterior, operadores de ferrovias, metrôs e trens metropolitanos, técnicos do governo, empresas de logística e clientes de carga.

A 13ª edição contou com a presença de mais de 7.000 mil profissionais, que visitaram 162 empresas de diversos países presentes nos stands (ver relação em Expositores): África do Sul, Alemanha, Bélgica, Canadá, China, Estados Unidos, Espanha, França, Itália, Japão, Polônia, Reino Unido, Suécia, Suíça, além do Brasil. A área de exposição cobriu 14 mil m², excedendo o espaço originalmente previsto e levando à utilização de um segundo pavilhão. A Feira Negócios nos Trilhos tem a particularidade de reunir os fabricantes e seus clientes, que expõem e fazem negócios durante a feira. No ano passado todas as operadoras de carga estiveram presentes no stand da Associação Nacional de Transportadores Ferroviários – ANTF: Vale, MRS, ALL, Transnordestina, Teresa Cristina e FCA. Em stand separado encontravam-se as duas principais operadoras de passageiros – Metrô de São Paulo e CPTM.

Em paralelo à Feira, foram realizados o Seminário Negócios nos Trilhos e as apresentações técnicas de três prêmios de tecnologia: o VIII Prêmio AmstedMaxion de Tecnologia Ferroviária, o VII Prêmio Alstom de Tecnologia Metroferroviária e o II Prêmio EDLP de Produtividade do Cliente Ferroviário.

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