segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Após polêmica em Higienópolis, obras da Linha 6-Laranja devem começar no segundo semestre de 2012



Fonte: R7

Com as obras previstas para começarem no segundo semestre de 2012, a linha 6-Laranja do Metrô deverá ligar a já existente estação São Joaquim, da linha 1-Azul, à futura estação Brasilândia, na zona norte da capital paulista.

De acordo com o Metrô, a linha será construída por meio de uma parceria público-privada e tem os custos estimados em R$ 10,1 bilhões. A expectativa inicial de demanda para a linha 6 é de 640 mil passageiros por dia. Quinze estações devem compor o trecho Brasilândia – São Joaquim, que terá 13,5 km de extensão. O governo do Estado ainda não divulga oficialmente, mas há previsões de que a linha terá estações próximas à praça 14 Bis, no bairro do Bixiga, à PUC (Pontifícia Universidade Católica), em Perdizes, e ao Sesc Pompeia.

Entre as estações Perdizes e Bixiga, o projeto de uma estação em Higienópolis gerou polêmica em maio deste ano. Inicialmente, o Metrô afirmou que havia a proposta de a estação ser construída na avenida Angélica, o que gerou protesto de moradores do local, que alegam não ser necessária uma nova estação na área já que existem outras próximas (Santa Cecília e Marechal Deodoro, da linha 3-Vermelha).

A questão se tornou um embate entre os moradores do local e trabalhadores e defensores da nova estação, que acusavam os primeiros de serem contra por temerem uma “popularização do bairro”. Posteriormente, o Metrô afirmou que, “por motivos técnicos”, a nova estação deve ficar mais próxima ao estádio do Pacaembu, mas até o momento não há uma definição exata de sua localização.

Há ainda estudos preliminares para que a linha seja estendida até o Jardim Anália Franco e a Cidade Líder, na zona leste, e à rodovia dos Bandeirantes, na zona norte. 
Linha Branca
Outra linha cujo projeto ainda está em fase preliminar, a 15-Branca prevê a ligação entre a Vila Prudente (linha 2-Verde) à rodovia Presidente Dutra, próximo à cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo.

A linha deve ter 13,5 km de extensão divididos em 13 estações, fazendo integração com a linha 3-Vermelha na estação Penha e com a linha 12-Safira, da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) na futura estação Tiquatira.

A demanda prevista para a linha em 2020 é de cerca de 1,7 milhão de passageiros por dia Os investimentos necessários são estimados em R$ 7,8 bilhões. As obras devem começar em 2013.

Já a linha 18-Bronze deverá ligar o ABC à capital paulista por meio de monotrilho. Os estudos ainda estão em fase preliminar, mas preveem que os moradores de Santo André, São Bernardo e São Caetano tenham acesso ao sistema metro-ferroviário paulistano pela estação Tamanduateí (linha 2-Verde do Metrô e linha 10-Turquesa da CPTM).

A linha deve ter 18 estações num percurso de 20 km, com demanda prevista para 2020 de 375 mil usuários por dia e investimento estimado em R$ 4,1 bilhões.

Ritmo de crescimento do Metrô dobra, mas não soluciona problema do transporte em São Paulo


Fonte: R7

O ritmo de expansão do Metrô de São Paulo cresceu 50% nos últimos cinco anos em relação à média histórica. O aumento ocorreu após o índice diminuir década a década desde a inauguração do primeiro trecho da companhia, em 1974. Ainda assim, o crescimento que o transporte sobre trilhos vem registrando desde 2007 está longe de garantir uma malha compatível com o tamanho e a população da cidade de São Paulo, dizem especialistas ouvidos pelo R7.

Entre a inauguração do metrô, em 1974, e 1984, 24,7 km de linhas passaram a operar, uma média de construção de 2,47 km por ano. Na década seguinte, entretanto, o ritmo diminuiu: foram 18,7 km de novas linhas entre 1984 e 1994, média de 1,87 km por ano. Apesar de a demanda por transporte aumentar e o trânsito na cidade se tornar cada vez mais caótico, o ritmo de ampliação da malha seguiu em queda entre 1994 e 2004. Foram apenas 1,42 km de metrô por ano no período.

Na média histórica, foi construído 1,88 km de metrô por ano, de 1974 a 2006. Nos últimos cinco anos, essa média aumentou para 2,82 km por ano (crescimento no ritmo de expansão de 50%) com a inauguração da Linha 4-Amarela, e de novas estações na linha 2-Verde. 

Promessas Em setembro, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que, até o final do seu governo (2014), terá entregue 30 km de novas linhas de metrô e deixará outros 95 km em construção, incluindo monotrilho (um trem mais estreito que roda por cima da terra em vias elevadas). O diretor-presidente do Metrô, Sergio Avelleda, diz que a companhia receberá investimentos de R$ 30 bilhões nos próximos quatro anos.

Entre as principais promessas do Metrô para os próximos anos estão o prolongamento da linha 2-Verde, entre a Vila Prudente e o Hospital Cidade Tiradentes, por meio de monotrilho; a inauguração de novas estações da linha 4-Amarela e sua expansão até a Vila Sônia; a inauguração de 11 novas estações da linha 5-Lilás, entre Adolfo Pinheiro e Chácara Klabin; e a criação da linha 17-Ouro, ligando Jabaquara ao estádio do Morumbi, também por meio de monotrilho. 

Se concluídas no prazo, essas obras devem deixar São Paulo com uma malha metroviária 54,3 km maior até 2016. Isso representaria um aumento anual cinco vezes maior que o da média histórica até 2006 e três vezes maior que o verificado nos últimos cinco anos.

Crescimento insuficiente
Entretanto, de acordo com especialistas ouvidos pelo R7, mesmo esse ritmo inédito de expansão, caso se concretize, não vai proporcionar a São Paulo, em curto ou médio prazo, uma malha de metrô adequada. Além disso, dizem eles, esse crescimento até 2016 tem que ser relativizado por se basear, sobretudo, em linhas de monotrilho, que têm capacidade de transporte menor do que o metrô.

Para o consultor de engenharia de tráfego Horácio Figueira, mestre em engenharia de transportes pela USP (Universidade de São Paulo), é uma ilusão achar que o metrô pode resolver o problema do trânsito na capital paulista.

- A conclusão é cruel. É caro, é demorado, não dá para esperar ficar pronto para essa encarnação. Talvez daqui a cem anos vamos ter um transporte de trilhos adequado, mas aí talvez a gente nem vá mais precisar de nada disso. Não podemos nem devemos nos iludir que Metrô e CPTM vão resolver o problema de mobilidade.

Doutor em engenharia de transportes também pela USP, Cláudio Barbieri da Cunha reforça a afirmação feita por Figueira de que o ritmo de expansão atual não é suficiente. Ele diz ainda que não dá para colocar o monotrilho ao lado de metrô quando se fala na expansão da rede.

- Quando a gente fala em monotrilho, a gente está falando de sistema de transporte ferroviário, mas não é exatamente um metrô. Investimento é menor, capacidade é menor, complexidade é menor. Tem regiões que a demanda é tão alta que isso nem vai dar conta.

Metrô espera transportar 6 milhões em 2016

Interior trem Frota K - Linha 3-Vermelha

Fonte: R7

Se concluídas nos prazos previstos, as obras de expansão das linhas 2-Verde, 4-Amarela, 5-Lilás e de construção da linha 17-Ouro farão com que o Metrô de São Paulo transporte, por dia, quase 6 milhões de passageiros em 2016. Hoje, esse número é de aproximadamente 4 milhões.
Já em funcionamento entre a Vila Madalena e a Vila Prudente, a linha 2-Verde deve ganhar 17 novas estações pelo sistema de monotrilho até 2016, entre elas Oratório, Sapopemba, São Mateus, Jacu-Pêssego e Cidade Tiradentes. A demanda prevista pelo Metrô para o novo trecho é de 550 mil usuários por dia. O investimento estimado é de R$ 4,9 bilhões.

Na linha 4-Amarela, já em funcionamento entre Luz e Butantã, as novas estações Fradique Coutinho, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Higienópolis-Mackenzie, além da extensão até Vila Sônia, devem gerar um aumento de 220 mil usuários por dia.

As 11 novas estações da linha 5-Lilás deverão contribuir com mais 644 mil usuários por dia no sistema. Ligando a estação do Largo 13 à Chácara Klabin (na linha 2-Verde), passará por Adolfo Pinheiro, Campo Belo, Moema e Santa Cruz (esta última integrada à linha 1-Azul). O investimento previsto é de cerca de R$ 6,9 bilhões. 
Já a linha 17-Ouro, com 18 estações pelo sistema de monotrilho entre Jabaquara e o estádio do Morumbi, deve contribuir com mais 252 mil usuários por dia. Com investimentos previstos em R$ 3,2 bilhões, a nova linha fará integração com a 5-Lilás na estação Água Espraiada e passará pelo aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista.

Em setembro, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que, até o final do seu governo (2014), terá entregue 30 km de novas linhas de metrô e deixará outros 95 km em construção. O diretor-presidente da empresa, Sergio Avelleda, afirma que o Metrô terá investimentos de R$ 30 bilhões nos próximos

MP pede saída de presidente do Metrô


Fonte: Revista Ferroviária

O Ministério Público Estadual (MPE) vai processar por improbidade administrativa o presidente do Metrô de São Paulo, Sérgio Henrique Passos Avelleda, e os diretores de seis consórcios de empreiteiras que assinaram os contratos para o prolongamento da Linha 5-Lilás do Metrô. A Promotoria também vai pedir o afastamento de Avelleda e quer que algumas das maiores construtoras do País sejam proibidas pela Justiça de contratar com o poder público.
Promotor de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social, Marcelo Milani vai entrar com ação contra a empresa, as construtoras e seus diretores na próxima quinta-feira. A decisão de processar os acusados foi tomada com base em laudo do MPE que constatou um suposto prejuízo de R$ 327 milhões para o Metrô causado pelo modelo de edital da licitação da Linha 5, conforme havia sido divulgado pelo Estado em março.
A suposta distorção ocorreu porque o edital previa que as empresas só podiam vencer um dos oito lotes em disputa. Isso significa que o ganhador do lote 1, por exemplo, não teria as propostas para os demais trechos abertas. Assim, mesmo que oferecesse uma proposta mais barata, estaria desclassificada porque a autora havia ganho o trecho anterior.

Canetada
O presidente do Metrô lamenta ter "ficado sabendo disso por meio da imprensa" e questiona a posição do promotor. "Primeiro, quem toma as decisões não sou eu em uma canetada, não tenho esse poder. A decisão é colegiada da diretoria", afirma Avelleda. "E quando o contrato foi assinado eu nem estava aqui no Metrô, era presidente da CPTM."
Avelleda diz também que não houve qualquer ilegalidade no processo licitatório e no edital. "As regras do edital são válidas e quem disse isso não fui eu. Foram juízes de Direito, o Tribunal de Contas do Estado, o Conselho Superior do Ministério Público. Todos eles analisaram o edital e disseram ser legal."
O presidente do Metrô defende a regra questionada pelo MP de e que apenas uma empresa pôde ganhar cada lote. "Se uma única empresa ganha toda obra, que é complexa, caríssima, exige rigor extremo, o Metrô fica refém de uma única empresa que poderá ter problemas financeiros ou técnicos durante a obra."
Ele afirma que cada lote tem uma "característica técnica diferente" e a empresa que ganhasse a licitação para construir todos eles teria de ter o know-how de todo o processo, o que limitaria as opções. "Dessa forma, das mais de 20 empresas que participaram dessa licitação só cinco poderiam participar." Diz ainda que as propostas da Construcap, que ofereceu o menor preço para todos os lotes, "não eram sérias". "Ela deu esses preços um ano depois que ganhou o primeiro lote e sabia que seus envelopes não seriam abertos."

Extensão da Linha 4-Amarela poderá atrair ainda mais usuários

Trens da Linha 4 do Metrô-SP poderão ganhar mais duas estações
Por Diego Silva

A Linha 4-Amarela, obra tão comentada e noticiada, poderá ganhar uma extensão de seus serviços. Quem acompanhou as notícias recentes da mídia sobre o assunto, soube que o Governo do Estado e a ViaQuatro estão em um estudo conjunto, para determinar a chegada da Linha 4 no Pari (após a Luz) e em Taboão da Serra (após a Vila Sônia).
Isso se deve à possibilidade e necessidade de levar os serviços de Metrô mais longe, integrando todos os pontos possíveis de São Paulo. Em conversa com o presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, apuramos que os estudos da chegada da Linha 4 no Pari estão adiantados e que em breve poderão vir novidades. Sobre a chegada em Taboão da Serra, o presidente não soube dar uma data definida, mas disse que os estudos também estão em andamento, não tão adiantados quanto os de Pari.

Mapa da Linha 4-Amarela
A Linha 4-Amarela deverá transportar cerca de um milhão de pessoas por dia, quando estiver totalmente concluída (no trecho entre Luz e Vila Sônia). Com a adição de Pari e Taboão da Serra, esse número poderá crescer um pouco mais. Atualmente, a linha opera com as estações Luz, República, Paulista, Faria Lima, Pinheiros e Butantã. Até 2014, segundo informações, entram em operação as estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, Fradique Coutinho, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia.

Curiosidade: ainda nos projetos de concepção, isso há muitos anos atrás, a meta é que o EPB (Estacionamento e Pátio Belém) localizado ao lado da estação Belém da Linha 3-Vermelha, fosse o pátio de estacionamento e oficinas da Linha 4, e a extensão da linha não seria entre Luz e Vila Sônia, mas sim entre Tatuapé e Vila Sônia.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

MP quer afastar presidente do Metrô após irregularidade em licitação

Sérgio Avelleda, presidente do Metrô, está na mira do MP
Fonte: G1

O Ministério Público de São Paulo vai entrar com ação na Justiça pedindo o afastamento do presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, por irregularidades encontradas na licitação das obras de ampliação da Linha 5–Lilás. Atualmente, a linha liga o Capão Redondo ao Largo Treze. Quando estiver pronta, vai chegar até a estação Chácara Klabin, da Linha 2-Verde.
"Se eu anulo o contrato sem prova, as empresas podem processar o Estado e travar essa obra", diz Avelleda.
Em junho de 2009, o Metrô anunciou o vencedor do primeiro lote e as obras foram iniciadas. Em outubro do ano seguinte, o jornal "Folha de S.Paulo" divulgou documento registrado em cartório mostrando que o jornal sabia, seis meses antes da divulgação do resultado, quem seriam os vencedores da licitação para concorrência dos lotes 3 a 8.

Na época, o então governador Alberto Goldman suspendeu as obras e pediu uma investigação. Em junho deste ano, porém, as obras foram retomadas e os contratos, mantidos.
A investigação do Ministério Público está na fase final. Ao todo são 12 volumes, com 2.400 páginas. Uma das principais peças é o parecer técnico feito por uma perita que avaliou o processo de licitação.
Ela afirma que "caso tivessem sido consideradas as propostas relativas aos menores preços, a economia do Metrô teria sido de R$ 326.915.754,40. Isso porque o Metrô não optou pelos preços menores oferecidos por uma construtora, que já tinha vencido uma das licitações".
Só no lote 6, por exemplo, a diferença apontada entre a proposta vencedora e a menor apresentada é de R$ 99 milhões. O lote 6 é o do trecho entre as futuras estações Moema e Vila Clementino.

Na ação que será protocolada, o Ministério Público pede o ressarcimento dos valores. “Nós estamos ingressando com a ação para se ressarcir o erário do prejuízo causado. A lei de improbidade administrativa nos autoriza até três vezes o prejuízo causado a ser indenizado”, disse o promotor Marcelo Milani.
Ele acrescentou que irá exigir também o afastamento do presidente do Metrô por não ter atendido aos inúmeros apelos feitos para que o processo de licitação fosse cancelado. Segundo Milani, Avelleda também não cumpriu um princípio da lei de licitações que determina que a empresa vencedora seja sempre aquela que apresenta o menor preço.
“Há indícios claros de que ele agiu com manifesta ilegalidade ao firmar esses contratos, porque foi recomendado a ele, administrativamente, que anulasse os contratos basicamente porque já se sabia que todas as propostas oferecidas eram superiores a outras propostas”, disse o promotor. “Ou seja, ele tinha por obrigação do edital ter se valido da obra e da concorrência de menor preço.”

Passageiros reclamam de falhas no Metrô e na CPTM

Falhas aumentam a lotação, causando ainda mais desconforto aos usuários
Fonte: G1/Portal Meu Transporte

Os passageiros da Grande São Paulo reclamam que os trens do Metrô e da CPTM têm apresentado muitas falhas. As composições transportam 6,5 milhões de pessoas todos os dias.
Na madrugada desta quinta (27), os trens da Linha 2-Verde circularam com velocidade reduzida por 11 minutos devido à falta de energia elétrica. Na terça-feira (25), o acionamento indevido do sistema de emergência parou um trem da Linha 12 Safira da CPTM. Muitos passageiros consideraram o conserto demorado demais e resolveram seguir a pé pelos trilhos. No mesmo dia, uma falha na rede elétrica fechou a Estação Largo 13 da Linha 5.
Para o engenheiro de tráfego e transportes Humberto Pullin, o número de passageiros cresceu, mas a estrutura pouco mudou. “Tem faltado nos trens do Metrô e da CPTM manutenção preventiva. Acredito que as equipes e a própria estrutura de manutenção não estavam preparadas para esse aumento da demanda”, diz.

O Metrô e a CPTM dizem que a manutenção nos trens é eficiente e que o número de ocorrências está dentro da normalidade. “No último mês, nós realizamos mais de 100 mil viagens. Dessa forma, tivemos um número de ocorrências significativamente pequeno em relação a esse número de viagens realizadas”, afirma Wilmar Fratini, gerente de operações do Metrô.

“Quando a gente compara esse número de ocorrência, ou seja, pega o número de quatro ocorrências durante esse mês, que impactaram efetivamente a vida do usuário, nós tivemos uma média de uma ocorrência para cada 18 mil viagens”, calcula Francisco Pierrini, gerente de operações da CPTM.

Os passageiros não conhecem a estatística, mas sabem muito bem quando as falhas atrapalham a ida e a volta para casa.

Metrô ganha ''Selo Empresa Cidadã"

Fonte: Revista Ferroviária

A companhia do Metrô de São Paulo recebeu na última terça-feira, 25 de outubro, o “Selo Empresa Cidadã”. A cerimônia solene de entrega do prêmio foi realizada na Câmara Municipal de São Paulo. O prêmio contemplou as ações e programas publicados no balanço social do Metrô, voltados para a qualidade de vida de seus usuários e funcionários.
O Selo Especial Empresa Cidadã 2011-2012 corresponde à análise dos indicadores do Metrô que constam no Relatório de Administração de 2009 e 2010, de acordo com a Câmara.
Em nota, o Metrô SP afirmou que os benefícios, proporcionados pelo sistema metroviário nos últimos nove anos, representam uma economia de R$ 46,7 bilhões para São Paulo, soma que justifica os investimentos aplicados na construção da rede metroviária da capital paulista.

Linhas 1-Azul e 4-Amarela são as favoritas do Metrô

Trem Frota I - Pátio de Itaquera
Fonte: Revista Ferroviária

O Metrô de São Paulo é aprovado por 62% dos  usuários, que acham o serviço bom (47%) e ótimo (15%). Para outros 21%, esse meio de transporte público  é regular. Outros 4% consideram o serviço ruim e 6%, péssimo. Segundo a pesquisa Ipespe (Instituto de Pesquisa Sociais Politicas e Econômicas) feita a pedido do DIÁRIO, os paulistanos dão nota média de 7,3 para o Metrô.
As linhas 4-Amarela e 1-Azul são as mais bem avaliadas. O trecho recém-inaugurado do Butantã, na Zona Oeste, até a estação da Luz, no Centro, foi apontado por 18% dos entrevistados como o melhor.
Em seguida, com 17% da preferência dos usuários, vem a Linha 1-Azul, que vai do Jabaquara, na Zona Sul, até o Tucuruvi, na Zona Norte (leia mais ao lado). Outros 10% afirmaram que a Linha 2-Verde é a melhor, 8%  escolheram a Linha 3-Vermelha e 5% a Linha 5- Lilás como a que melhor atende os passageiros.
O levantamento foi feito entre os dias 13 e 14 de outubro, com duas mil pessoas. A margem de erro é de 4,5 pontos, para mais ou para menos.
Outro dado importante revelado pelo Ipespe é que para 66% dos usuários, o Metrô melhorou nos últimos dez anos, apesar do aumento significativo de passageiros — em 2001 eram 2,47 milhões de usuários por dia e agora são 4,3 milhões de pessoas transportadas diariamente. Outros 15% disseram que o serviço não se alterou e 11% disseram que piorou.
Entre os que declararam usar o Metrô frequentemente, 70% acham que o serviço melhorou, 14% não se alterou e 16% piorou. Os principais motivos apontados para essa melhora no transporte sobre trilhos são a ampliação do número de linhas (54%), de estações (13%) e  trens mais rápidos (10%).
Já para os críticos do Metrô, o maior problema, de longe, é a lotação (76%). “Isso indica que os esforços de expansão das linhas feitos pelo governo do estado nos últimos anos ainda são insuficientes para atender o aumento da demanda”, afirma a diretora executiva do Ipespe, Marcela Montenegro. Empatadas com 3% estão as respostas “está mais lento” e “tem menos linhas”. O preço da passagem é apontado por 2% dos que reclamam que o Metrô piorou.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Promotor quer parar Linha 5 do Metrô


Fonte: Revista Ferroviária

O Ministério Público Estadual (MPE) vai pedir a suspensão dos contratos do Estado com os consórcios da Linha 5-Lilás do Metrô e a consequente paralisação das obras. O motivo é o suposto prejuízo de R$ 327 milhões aos cofres públicos causado pelo modelo de licitação que, mesmo sob suspeita de irregularidades, foi validado pelo Metrô.
Os responsáveis pela assinatura do contrato devem ser processados por improbidade pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e Social. O modelo de edital de licitação, segundo o MPE, fez com que as propostas ganhadoras dos sete últimos lotes fossem mais caras do que as de concorrentes que ofereceram valores menores. Isso só foi revelado depois da abertura dos envelopes com as propostas perdedoras para cada lote, determinada pela Justiça.
A suposta distorção ocorreu porque o edital previa que as empresas só podiam vencer um dos oito lotes em disputa. Isso significa que o ganhador do lote 1, por exemplo, não teria as propostas para os demais trechos abertas. Assim, mesmo que ele oferecesse uma proposta mais barata, ela estaria desclassificada porque a autora havia ganho o trecho anterior. O suposto prejuízo foi revelado pelo Estado em março.
Um exemplo dessa suposta distorção foi constatado no lote 2. A menor proposta foi a do Consórcio Constran/Construcap, de R$ 315 milhões. Mas o envelope com ela não chegou a ser aberto, pois as construtoras já haviam ganho o primeiro lote. O vencedor foi o consórcio Galvão/Serveng, com uma proposta 18% maior (R$ 386 milhões).
Uma investigação sobre a legalidade dos contratos foi aberta pelo MPE a pedido da Corregedoria-Geral da Administração do Estado. Esta enviou ao Ministério Público um relatório apontando possíveis irregularidades. Em agosto, a Promotoria fez uma recomendação ao Metrô para que cancelasse os contratos, mas não foi atendida.
Válido. O Metrô afirma que "a recomendação do Ministério Público Estadual foi analisada, mas a companhia tem plena convicção da decisão de continuar as obras". Quanto ao edital, o Metrô diz que o documento foi considerado válido e legal pelo "Conselho Superior do MPE, pelo Tribunal de Contas do Estado e por juízes e desembargadores. Em todas as análises, o edital foi considerado legal e válido".
O inquérito conduzido pelo promotor Marcelo Milani, no entanto, teria constatado outras irregularidades. O suposto prejuízo causado pelo modelo do edital seria suficiente para construir cerca de 3,5 km de metrô.
As obras da Linha 5-Lilás já foram paradas uma vez, em outubro de 2010, também por suspeita de ilegalidades na licitação. Foram retomadas em junho deste ano, mas só o primeiro lote está sendo executado: o trecho Largo Treze-Adolfo Pinheiro.
O MPE deve ingressar com ação na 9.ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, que já analisa outras supostas ilegalidades no caso. Além desses contratos, o Ministério Público Estadual abriu outro inquérito para analisar a contratação do projeto executivo da obra. Orçado em R$ 100 milhões, está a cargo da empresa italiana Geodata.   

Cronologia
Junho de 2009Licitação
Sai o vencedor do 1.º lote e obras começam na zona sul

Outubro de 2010Paralisação
Jornal Folha de S.Paulo divulga documento mostrando conhecimento antecipado do resultado da licitação

Junho de 2011Retomada
Governo mantém o contrato e obras são reiniciadas

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Obra de arte dos Direitos Humanos na Estação Luz é ampliada


Fonte: Metrô

O painel “Inscrever os Direitos Humanos na Estação Luz do Metrô” está em fase de ampliação, que será realizada amanhã (25) durante a madrugada, quarta-feira (26) e quinta-feira (27), das 15h à meia-noite. A obra, assinada pela artista plástica franco-belga Françoise Schein, é o resultado de um projeto criado de forma colaborativa por artistas, ONGs e estudantes do Ensino Fundamental da rede pública. A exposição está instalada no saguão da Estação Luz (da Linha 1-Azul do Metrô).
Para aumentar a mostra, serão colocados 3.600 azulejos, o que corresponde a 80 m². Até o fim da semana, considerando a área que já estava construída, serão 5.000 azulejos (110 m²).
A exposição exibe os artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada em 1948. Com base nela, os estudantes montaram uma espécie de "mapa", onde expressaram suas ideias, por meio de desenhos livres. Uma parte é dedicada a ilustrações e poemas que contam a história da cidade de São Paulo.
Nas peças há "palavras-chaves", como o nome da Estação Luz, dignidade, liberdade, solidariedade, cidadania, justiça, entre outras, contidas na Declaração. Ao final, o projeto prevê a ocupação de 700 m² do mezanino da Estação Luz, onde deverão ser aplicados 35 mil azulejos, sobre os quais serão inscritos os principais valores dos direitos humanos e a evolução da cidade.
Segundo Françoise Schein, trata-se de uma oportunidade de levar educação, democracia e arte à população. "O Metrô é um museu público. Trabalhar com jovens das escolas, ensiná-los sobre os direitos humanos e inscrevê-los nesse espaço significa concretizar uma utopia, um sonho", disse a artista, que já realizou trabalhos semelhantes nos metrôs de Paris, Bruxelas, Lisboa, Estocolmo, Haifa, Berlim e Rio de Janeiro.
Os desejos e frases da segunda fase de ampliação do painel são de autoria de 300 alunos dos CEUs de São Miguel Paulista, Itaquera, Sapopemba, Jaçanã e da escola Liceu Pasteur.

Metrô vai reurbanizar canteiros da Linha 2

Trem Frota G - Elevado Tamanduateí - Linha 2-Verde
Fonte: Revista Ferroviária

Apesar da inauguração há mais de um ano das estações Vila Prudente e Tamanduateí da Linha 2-Verde, até o momento, a Companhia do Metrô não deu destinação aos canteiros de obras usados ao longo destas regiões para construção dos trilhos. A promessa do Metrô é começar a mudar este cenário a partir das próximas semanas.
Após conclusão de licitação pública, o Metrô assinou na última terça-feira, dia 18, contrato com a empresa Contracta Engenharia Ltda. Anteontem, aconteceu a primeira reunião entre os representantes da construtora e os técnicos do Metrô para acertar detalhes do projeto. Os investimentos para revitalização dos canteiros, que além do trecho na Vila Prudente, incluem também uma grande faixa na rua Aída, do outro lado da estação Tamanduateí, são da ordem de R$ 16 milhões e os trabalhos deverão ser concluídos no segundo semestre de 2012.
Na região da Vila Prudente, apesar do Metrô ter afirmado anteriormente que o espaço abrigaria um parquelinear, a proposta agora é a reconstituição da rua Tomás Izzo, que tem uma larga faixa interditada entre as praças Gonçalves Júnior e Padre Lourenço Barendse, somando dois quarteirões. Foi o ponto do bairro que sofreu maior impacto com as desapropriações e acumulou uma série de problemas nestes últimos 12 meses, depois de servir de canteiro de obras por cerca de três anos. Para a rua Tomás Izzo o Metrô informou que haverá reposição das calçadas e plantio de árvores junto ao muro.
Em entrevista exclusiva à Folha, no final de maio, o presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, reconheceu que a ociosidade no trecho se estendeu além do previsto, mas garantiu que desde que assumiu a Companhia, em janeiro, estava se empenhando para resolver o problema. Ele ressaltou na ocasião que originalmente a obra urbanística estava prevista para acontecer na sequência da construção da linha. “Seria inclusive a mesma construtora que tocaria o projeto, no entanto a obra na linha demandou mais verba do que o previsto no contrato e não sobrou para fazer a reurbanização. Por isso, a necessidade de uma nova licitação”, explicou Avelleda.

Do outro lado do rio
A trecho que receberá o maior investimento é o da rua Aída, onde o Metrô tem projeto de construção de um parque linear. O local, que engloba uma área entre 25 e 30 mil metros quadrados, terá pistas cicloviária e de caminhada, passeios (cerca de 1.500 m), alamedas, iluminação e paisagismo com plantio de árvores. Também serão instalados playground, equipamentos de ginástica ao ar livre, quadras poliesportivas, pistas de skate, campo de bocha e anfiteatro.

Linha 16-Prata: Projeto engavetado

Por Diego Silva

O Metrô, num primeiro instante, desistiu da construção da Linha 16-Prata. O projeto, anunciado em meados do ano passado, não sairá pelo menos até 2020, de acordo com informações da empresa. Ainda segundo a empresa, a futura Linha 6-Laranja irá atender a possível demanda que a Linha 16 teria, portanto, seria inviável num primeiro momento construir duas linhas tão próximas. A Linha 6-Laranja deverá ter suas obras iniciadas já no ano que vem.
O projeto da Linha 16-Prata, em forma de monotrilho, abrangia as seguintes estações:

- Lapa (integração com a Linha 8 da CPTM)
- Ermano Marchetti
- Santa Marina
- Nossa Senhora do Ó
- Vila Carbone
- Jardim Primavera
- Vila Espanhola
- Centro Cultural Ruth Cardoso
- Vila Dionísia
- Cachoeirinha

O Metrô não soube informar quando pretende retomar o projeto da Linha 16. Pelos planos, a linha não deverá sair até o ano 2020. Após isso, poderá ser incluída no novo PITU (Plano Integrado de Transportes Urbanos).

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Mesmo com expansão, ViaQuatro permanecerá por 32 anos

Trem da Linha 4-Amarela no pátio da Vila Sônia
Por Diego Silva

Segundo informações do próprio Metrô, a ViaQuatro pretende levar os trens da Linha 4-Amarela mais longe, nos dois sentidos: em vez de terminar na Luz, a linha deverá ter seu final no Pari, e na outra ponta, passará Vila Sônia e alcançará Taboão da Serra.
Mas após questionar o Metrô se isso não seria uma estratégia de aumentar a concessão, a empresa nos explicou em maiores detalhes: a lei das PPP (Parcerias Público Privadas) no Brasil é clara, no âmbito de que qualquer parceria desse porte não ultrapasse 32 anos. No caso da ViaQuatro, concessionária que opera e constrói a Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, o prazo servirá para toda a operação e exploração da linha, por mais longe que a empresa desejar chegar.
Até 2013, a ViaQuatro irá adquirir mais 14 trens para a Linha 4-Amarela (para a segunda fase de operação). Curiosidade à parte: a vida útil dos trens é de exatamente 32 anos, justamente quando termina o prazo de concessão da empresa do Grupo CCR.
A chegada à estação Luz fez com que a demanda aumentasse de maneira astronômica, pois do centro até a região da Av. Paulista, se gastava praticamente uma hora. Com a Linha 4, gasta-se cerca de 10 minutos apenas. Até 2014, a Linha 4 deverá operar por completo, num trecho de 12,8 km, ligando a Luz até Vila Sônia. Nesse meio tempo, saberemos se as expansões até Pari e Taboão da Serra foram aprovadas ou não.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Em visita especial, Sérgio Avelleda e blogueiros conhecem o pátio de Itaquera

Sérgio Avelleda, presidente do Metrô, em entrevista para a TV Gazeta SP
Por Diego Silva

O último domingo foi bastante atípico para uma equipe de 15 pessoas, representantes de blogs e redes sociais que tem o Metrô de São Paulo como tema principal. Convidados pela assessoria do Metrô, representantes de diversos canais se encontraram no terminal Itaquera, para uma visita monitorada ao pátio de Itaquera. Por ventura, também fomos convidados para tal evento, e descrevemos para vocês leitores, como foi a visita.

Por volta das 14h, encontrei-me com os demais convidados no terminal Itaquera. Após algum tempo de espera, chegaram o presidente Sérgio Avelleda e o diretor de marketing, Aluizio Gibson, ambos de bicicleta. Para os que não sabem, o presidente é ciclista de carteirinha, e constantemente atravessa SP em cima de sua bike, dando um verdadeiro exemplo de transporte sustentável. Curioso que, da região da Paulista (onde o presidente reside) até Itaquera, são cerca de 26 km, vencidos em uma hora e meia, segundo o próprio. Toda a equipe subiu até o pátio em um veículo do Metrô, enquanto o sr. presidente foi de bicicleta. Ao chegar no pátio, a equipe da Tv Gazeta nos aguardava, para gravação de uma matéria sobre os fãs da ferrovia e dos sistemas de transportes sobre trilhos de São Paulo. Nesse meio tempo, gravamos uma pequena entrevista (que não foi ao ar), além de registrar algumas imagens.

Diego Silva, do blog Metrô em Foco, sendo entrevistado pela Tv Gazeta
Para nós do blog Metrô em Foco, o pátio de Itaquera é um belo local para fotografias. Em nossa terceira visita, sempre encontramos novidades, e dessa vez não foi diferente. Pudemos ver alguns dos trens modernizados que serão entregues em breve, além de poder conhecer o simulador de trens do Metrô (similar ao da CPTM). A empresa fabricante é a mesma (Lander), o que muda é o espaço físico dedicado para o simulador do Metrô, que aparenta ser mais espaçoso. Diante da torre, avistávamos todos os trens estacionados, com uma visão bastante atraente.

Simulador de operação do Metrô - Formação de operadores em apenas dois meses
Após uma breve pausa para um café, continuamos a visita por dentro dos pátios e oficinas de Itaquera. Reforçaram para os que não conheciam como funciona todo o sistema de manutenção. Durante a visita, uma surpresinha: o trem L36, que acompanhamos durante todo o processo de reforma na Alstom, havia sido entregue na noite anterior, dando maiores números aos trens modernizados. Com essa entrega, já são onze trens entregues (I12 e I15; J31 e J45; K01, K07, K10 e K24; L26, L27 e L36). A meta é entregar 98 trens modernizados até o fim de 2013.

Composição I 12 (Ex 12 da Norte Sul), no pátio Itaquera
Ao fim da visita, a realização de um sonho para muitos, e a sensação de dever cumprido para outros. Fotos, histórias, momentos, brincadeiras. Tudo comandado pelo nosso tão prezado presidente Sérgio Avelleda, que sempre nos cede esse espaço para conhecermos a empresa e suas novidades. Nosso agradecimento especial à equipe que trabalhou em pleno domingo no PIT unicamente para nos receber, ao sr. presidente e ao diretor de marketing Aluizio Gibson, ao amigo Tiago Costa e à todos os presentes (blogueiros, entusiastas, historiadores). Esse será um dia que ficará em nossas memórias.

Salão de Passageiros - Frota L - Metrô de São Paulo

Sérgio Avelleda leva blogueiros para conhecer o pátio de Itaquera


Blogueiros durante visita no pátio de Itaquera


Fonte: Metrô

Um grupo de 15 pessoas, incluindo “blogueiros” e entusiastas do Metrô de São Paulo, teve uma tarde muito especial, domingo (23), ocasião em que conheceram o simulador de operação e a manutenção dos trens no pátio Itaquera.
E a satisfação foi ainda maior quando os visitantes foram recebidos pessoalmente pelo presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, que chegou ao pátio de bicicleta, desde a Av. Paulista. Ele fez questão de atender ao pedido desses jovens admiradores do metrô paulistano, que também são disseminadores de informações relacionadas ao universo do transporte sobre trilhos por meio de seus blogs, perfis nas redes sociais e fóruns de discussão na internet.
Nenhum detalhe fugiu dos olhares atentos e câmeras fotográficas dos fãs do Metrô. A cada trem (novo, modernizado ou até o mais antigo), uma parada para sessão de fotos. Alguns já sacavam seus notebooks e smartphones para fazerem seus posts ali mesmo. Outros, a exemplo de Renato Ozório (portal Via Trólebus – viatrolebus.com.br/), realizavam naquela visita um sonho de infância.
Um dos destaques da programação, a visita ao simulador da operação de trens, aguçou a curiosidade da turma. Não havia tempo hábil para que todos experimentassem a sensação de conduzir um trem de forma virtual, mas todos puderam tirar dúvidas. E alguns, como Haiser Ferreira (comunidade Metrô SP - Você Também Anda), sentiram o gosto bem de perto.
Na opinião de Pietro Brugnera (blog http://metrointeligente.org/), o encontro é muito interessante porque dá uma “recompensa” para quem deseja prestar informações que facilitem o dia a dia das pessoas, mesmo que sejam de maneira informal. “Esse contato também nos dá inspiração para escrever sobre o que realmente está acontecendo, o que se pode ou não se pode fazer”, acrescentou.
“Fico feliz em receber pessoas que colaboram conosco e entendem do funcionamento do sistema. Nossa intenção é aproximar ainda mais relação do Metrô com esse público que dissemina informações e ao mesmo tempo dá ideias e sugestões”, disse o presidente do Metrô, Sérgio Avelleda.
A melhor parte, a visita às valas de manutenção dos trens, ficou para o final. Roberto Rodrigues, chefe do departamento de manutenção de material rodante e testes, explicou como são feitos os rigorosos procedimentos que fazem do Metrô de São Paulo um dos mais eficientes do mundo.
Segundo Rodrigo Lopes (blog Boletim do Transporte - http://bdtrans.blogspot.com/), a visita prova que o Metrô não está ignorando os debates nas redes sociais e fóruns na internet. “Além disso, uma ideia simples que surge nessas discussões pode se tornar uma grande inovação”, disse o garoto, que deu várias sugestões ao presidente do Metrô.

O Blog Metrô em Foco, representado pelo seu editor Diego Silva, também esteve presente. Em breve, matéria sobre o encontro de blogueiros, com fotos pessoais.

Equipe de funcionários, diretores e blogueiros do Metrô, na visita de ontem ao PIT.

Metrô vê dificuldade para levar torcedores a Itaquera no horário de pico

Unidade L27 da Linha 3-Vermelha
Fonte: G1

O presidente do Metrô de São Paulo, Sérgio Avelleda, disse nesta sexta-feira (21) que o sistema sobre trilhos terá "dificuldades" para atender à demanda em jogos no futuro estádio do Corinthians, em Itaquera, na Zona Leste, quando as partidas forem realizadas durante a semana, depois de terminada a Copa. A afirmação foi feita durante a entrega de três composições modernizadas da Linha 3-Vermelha do Metrô.
Questionado sobre os jogos do Campeonato Brasileiro que hoje são realizados às 21h50 de quarta-feira, Avelleda disse que a saída do estádio - que terá capacidade fixa de 48 mil torcedores - será realizada rapidamente. Mas para que os torcedores possam chegar à arena, utilizando o Metrô e trens da CPTM entre 19h e 20h, os transtornos serão maiores. "Para um jogo no horário de pico, teremos dificuldades de atender", admitiu, acrescentando que a Linha 3-Vermelha deverá ter um aumento de 20% em sua capacidade com a entrega dos novos trens.s composições modernizadas, com ar-condicionado e outros aprimoramentos tecnológicos, foram entregues nesta sexta pelo governador paulista, Geraldo Alckmin (PSDB), que fez o percurso da Estação Sé até a Estação Corinthians-Itaquera. Ao todo, já foram entregues seis composições das 47 previstas para esta linha. Também estão previstos mais 51 trens modernizados na Linha 1-Azul, que liga as estações Jabaquara e Tucuruvi.
"Cada um dos trens tem seis vagões, então são 18 vagões a mais. E passaremos o intervalo de 103 segundos para 85 segundos [de espera pelo trem]", disse o governador. "Esse ganho é permanente e já deve começar em 2013", prometeu Alckmin.
 
Esquema para a Copa
O secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, afirmou ao G1 que a pasta estuda medidas complementares para os dias de jogos no Itaquerão. "Estamos cogitando fazer um 'Expressão' nos trens da CPTM, para ligar Itaquera ao Brás, passando direto pelas estações intermediárias. Mas ainda não sabemos se será necesário", afirmou. No Metrô, segundo o secretário, uma medida como essa não seria necessária. "Se o Metrô sair de Itaquera e for direto para o Centro, por exemplo, pode haver algum tumulto dos passageiros que quiserem desembarcar em alguma estação intermediária", disse.
Os trens modernizados entregues nesta sexta também têm câmeras de segurança, detectores de fumaça e sistema audiovisual de informações aos passageiros. A previsão é que as composições restantes, das 98 que passarão pela modernização, sejam entregues até a Copa de 2014.

Linha 20-Rosa terá lojas subterrâneas e acesso a prédios

Fonte: O Estado de São Paulo

Com uma demanda que, segundo os estudos do Metrô, não interfere no funcionamento das demais linhas do sistema, e localizada em um dos três principais centros financeiros e comerciais da cidade, a Linha 20-Rosa deverá ser um complexo de galerias subterrâneas, com lojas e acessos por baixo do solo às torres que compõem a paisagem da Avenida Brigadeiro Faria Lima.
Embora o projeto básico da linha ainda não tenha sido feito, o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, diz que o Metrô vai "inovar" com essa construção. "Se tivesse isso na Avenida Paulista, não teríamos aquele sufoco na Estação Paulista-Consolação. O usuário desceria na estação e seguiria pela galeria até a superfície. Não tem sentido você transportar 100 mil pessoas por apenas uma estação. Na Consolação, a pessoa pega o metrô para descer na Trianon", diz Fernandes.
A ideia é aproveitar as características já existentes na Faria Lima. "Á área tem um valor de m² altíssimo, uma concentração fantástica de negócios. Será uma bela oportunidade de criar um modelo de metrô novo."
PPP. A futura PPP da Linha 20 será diferente, por exemplo, do que ocorreu na Linha 4-Amarela, a primeira feita no País. No lugar de construir a linha e repassar a administração ao parceiro, na Linha 20 o Estado vai apenas ditar as diretrizes do projeto. Os projetos e as obras serão feitos pelo parceiro privado.
O governo, porém, tem cerca de R$ 2 bilhões, segundo o secretário, para investir na linha. O recurso vem de Cepacs - títulos imobiliários oferecidos pela Prefeitura durante a Operação Urbana Faria Lima./ B.R.

Linha 18-Marrom será monotrilho

 Monotrilho Scomi - Linha 18-Marrom irá aderir ao sistema 
Por Diego Silva

A nova linha do Metrô de São Paulo será também em monotrilho. Em reunião na sede do Metrô de São Paulo, soubemos que o metrô do ABC Paulista, primeiramente escolhido como VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos), foi decidido como sistema de monotrilho. A questão da escolha foi unânime: quando chove muito, o que ocorre nos últimos meses do ano, partes do futuro trecho sofrem enchentes. Como exemplo, podemos citar o terminal da linha, estação Estrada dos Alvarengas. Para evitar problemas nesse ponto, o Metrô decidiu que essa linha seja construída em forma elevada, já para evitar tamanhos problemas.
A Linha 18-Marrom, planejada para atender uma área dependente de ônibus, atenderá uma demanda média de 400 mil usuários/dia em média. As viagens ocorrerão em veículos leves, similares aos que estão sendo construídos para operar a extensão da Linha 2-Verde, que partirá da estação Vila Prudente e seguirá até Cidade Tiradentes, no extremo leste.
A Linha 18-Marrom terá as seguintes estações: 

- Estrada dos Alvarengas
- Capitão Casa
- Café Filho
- Ferrazópolis (integrado ao terminal da EMTU)
- Praça Lauro Gomes
- Djalma Dutra
- Paço Municipal (integrado ao terminal São Bernardo da EMTU)
- Baeta Neves
- Vergueiro
- Winston Churchill
- Fundação Santo André
- Afonsina
- Instituto Mauá
- Rudge Ramos
- Estrada das Lágrimas
- Cerâmica
- Goiás
- Vila Carioca
- Tamanduateí (integrado à Linha 10 da CPTM e Linha 2-Verde do Metrô)

Essa nova linha irá beneficiar, em grande parte, os estudantes do ABC Paulista, pois ao passar pela praça Lauro Gomes, dará acesso rápido à ETEC existente ali próximo; na estação Fundação, acesso à universidade de Santo André, de mesmo nome; na estação Instituto Mauá, acesso à instituição de tecnologia de mesmo nome, uma das melhores do Brasil. A Linha 18-Marrom terá 20 km de extensão, e deverá estar em plena operação, no mais tardar, até 2020. No momento, nem obras foram iniciadas, mas o projeto é de grande valor, e beneficiará muita gente. Mais Metrô, para mais pessoas, cada vez mais longe, levando você para mais perto, cada vez mais rápido.

sábado, 22 de outubro de 2011

Blog Metrô em Foco se classifica para o Top 100 e vai às finais

Blog Metrô em Foco está nas finais do Prêmio TopBlog 2011
Por Diego Silva

Caros leitores e funcionários do Metrô de São Paulo, quase à uma da manhã de hoje sairam os resultados de classificação dos blogs, no Prêmio TopBlog 2011. A ansiedade era enorme, principalmente para saber a posição de nossas páginas. Sabíamos de antemão da passagem do blog 'CPTM em Foco', pois foi um dos líderes no primeiro turno. Mas esse nosso blog não estava entre os 30 mais votados.
Ontem, a grande surpresa: os dois blogs se classificaram! E hoje começou as votações para o segundo turno! Agora é votar para vencer! Preciso da ajuda e colaboração de cada um de vocês que estão lendo o blog diariamente, principalmente dos funcionários do Metrô de São Paulo, pois, o sucesso desse blog se deve a vocês. A partir de hoje, vamos todos juntos caminhar rumo à vitória!

Cliquem no selo incorporado no canto superior esquerdo, cliquem em votar na página, cadastrem nome e email, e confirmem em uma mensagem que receberão na sua caixa de emails. Pronto! Você votou no blog Metrô em Foco, o primeiro blog do Metrô de São Paulo!

Estação Trianon-MASP recebe exposição do 'salão do humor'





Fonte: Metrô

O programa “Ação Cultural” do Metrô, em parceria com a Secretaria Municipal de Arte e Cultura de Piracicaba (Semac), inaugurou no último dia 10, na estação Trianon-Masp, uma exposição do 38º “Salão Internacional de Humor de Piracicaba”, que permanecerá aberta até o dia 31 de outubro.
Quem passar pela estação poderá conferir desenhos do acervo dos 37 anos (1974/2010) do Salão. A mostra é uma reprodução de obras premiadas nas quatro categorias básicas do humor gráfico: cartum, charge, caricaturas e tiras de autores brasileiros, como Laerte Coutinho e Luiz Gustavo Guimarães, e estrangeiros: Jurij Kosobukin e Ricardo Castro.
O “Salão de Humor de Piracicaba” foi um movimento de contestação e resistência à ditadura militar e que acabou ganhando visibilidade no período, dando status de artista aos “briguentos” da época, onde se destacaram os chargistas Chico e Paulo Caruso.
Segundo o professor Adolpho Queiróz, um dos idealizadores da exposição, “Piracicaba foi o berço da profissionalização desses artistas e que o Salão é o mais antigo do mundo”, disse.
Ele agradeceu ao Metrô o apoio e destacou a importância de trazer o evento a São Paulo. “Queremos fazer o Salão chegar mais perto do público e torná-lo ainda mais conhecido. Para isso, não haveria lugar mais indicado do que uma estação de metrô”, finaliza.

Controladora do Metrô Rio poderia construir Linha 20-Rosa do Metrô-SP

Fonte: G1

A Invepar, empresa que controla as duas linhas de metrô do Rio, procurou o governo do Estado para propor uma Parceria Público-Privada (PPP) para a construção da futura Linha 20-Rosa, que vai da Lapa, na zona oeste, a Moema, na zona sul, passando pela região da Avenida Brigadeiro Faria Lima. Com isso, a linha, estimada para receber 600 mil passageiros por dia, poderá sair antes do tempo previsto e deve ter as obras iniciadas em 2014.
A Invepar é formada por fundos de pensão (de funcionários do Banco do Brasil, da Petrobrás e outros) e pela construtora OAS. Ela enviou uma Manifestação de Interesse Privado (MIP) à Secretaria de Transportes Metropolitanos na semana passada. O documento está sendo avaliado pela Secretaria de Estado da Gestão Pública.
O MIP, entretanto, não é uma garantia de que a Linha 20-Rosa terá sotaque carioca. Segundo a regra das PPPs do Estado, o Metrô terá de informar o mercado sobre a proposta, por meio de um edital que deve ser publicado na semana que vem, e esperar por propostas de outros grupos.
O secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, avalia que o processo de análise das propostas - tanto da Invepar quanto de eventuais outros interessados - só deve estar concluído em março de 2013. Depois, o vencedor terá de obter as licenças ambientais e fazer, com o Estado, as desapropriações necessárias para a construção da futura linha.
A Invepar diz pouco sobre seus interesses na linha. Em nota, o gerente de Comunicação da empresa, Gabriel Nogueira, diz apenas que "a Invepar acredita que o transporte metroferroviário é essencial para o crescimento ordenado das grandes cidades e o desenvolvimento do Brasil". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo .

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Para Copa, Itaquerão deverá ser esvaziado em 30 minutos

Composição L26 foi entregue hoje pelo governador
Fonte: Folha.com

Em apresentação de três novos trens da linha 3-vermelha do Metrô de São Paulo nesta sexta-feira, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse que a instalação de um novo sistema de controle de tráfego no Metrô e na CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) vai permitir esvaziar o estádio Itaquerão (zona leste de SP) em cerca de 30 minutos após jogos da Copa do Mundo.
Segundo o governador, o CBTC, novo sistema de controle e comunicação do tráfego, deve diminuir em quase 20 segundos o tempo de viagem entre as estações da linha 3-vermelha, que cai dos atuais 103 segundos para 85 segundos, uma diminuição de 17% caso alcançada. O sistema tem previsão de ser instalado até dezembro de 2012 em todas as linhas do metrô.
Já as viagens na linha 11-coral da CPTM, acessível através da estação Corinthians-Itaquera, irão dos cinco minutos atuais para três minutos com o novo sistema, segundo o secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes. Com isso, deve haver um aumento de 16 mil passageiros transportados por hora, de acordo com o governo.
Com seis vagões cada, os novos trens têm ar-condicionado, câmeras de vigilância, sensores de fumaça, monitores audiovisuais e novos sistemas do monitoramento do tráfego. Eles fazem parte do lote de 98 trens que serão modernizados até 2014, segundo o governo.
O CBTC, junto ao aumento da frota de trens, vão permitir um ganho no número de passageiros transportados, que irá de 60 mil pessoas por hora para 80 mil pessoas por hora na linha 3-vermelha, segundo o governo.
Somados o número de passageiros possíveis na linha 4-vermelha do metrô e na linha 11-coral da CPTM (40 mil), a capacidade das linhas chegam a 120 mil por hora. Com 60 mil passageiros a cada meia hora, o número fica um pouco aquém do anunciado, já que o novo estádio do Corinthians tem capacidade prevista para 68 mil pessoas.
"Esses ganhos serão permanentes e começarão bem antes da Copa", disse o governador.
Os três trens modernizados foram entregues em uma viagem simbólica que o governador fez acompanhado pelo secretário dos Transportes e pelo presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, da estação Sé até a estação Corinthians-Itaquera, a última da linha 3-vermelha.





O governador Geraldo Alckmin entregou nesta sexta-feira três trens modernizados da linha 3-vermelha
Governador entregou 3 trens modernizados hoje para a Linha 3-Vermelha

Metrô ganha mais 3 trens reformados

As composições integram a frota da Linha 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda) em São Paulo. Foto: Diogo Moreira/Futura Press


Fonte: Terra
Foto: Diego Moreira / Futura Press

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), entregou na manhã desta sexta-feira, na Estação Sé, mais três composições modernizadas para a frota da Linha 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda). Com a entrada em operação desses trens, sobe para cinco o número de trens modernizados na linha. Com ar-condicionado e aprimoramentos tecnológicos, as composições, de seis carros, fazem parte do lote de 98 unidades - 51 da Linha 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi) e 47 da Linha 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda) do Metrô, que passarão por modernização até 2014.
O trem ganhou ar-condicionado, câmeras de vigilância (quatro internas por carro e outras duas externas nas cabeceiras da composição), sensores para detecção de fumaça, sistema de informação audiovisual (monitores e displays) e monitoramento contínuo dos equipamentos pelo operador (data bus). As intervenções também trouxeram mais eficiência ao sistema de tração e a cabine do operador foi ampliada.

Governador entregou 3 trens modernizados para a Linha 3-Vermelha

Composição K24 foi um dos trens entregues
Fonte: Metrô


O governador do Estado de São Paulo Geraldo Alckmin entregou na manhã desta sexta-feira, dia 21, na Estação Sé, mais três composições modernizadas para a frota da Linha 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda). Com a entrada em operação desses trens, sobe para cinco o número de trens modernizados na Linha 3-Vermelha. O evento contou com a presença do secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e do presidente do Metrô, Sérgio Avelleda.
Com ar-condicionado e vários aprimoramentos tecnológicos, as composições, de seis carros, fazem parte do lote de 98 unidades - 51 da Linha 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi) e 47 da Linha 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda) do Metrô que passarão por modernização até 2014.
A modernização em curso visa obter padrão de desempenho e acessibilidade equivalente ao existente nos novos trens recebidos a partir de 2008. O trem modernizado ganhou ar-condicionado, câmeras de vigilância (quatro internas por carro e outras duas externas nas cabeceiras da composição), sensores para detecção de fumaça, sistema de informação audiovisual (monitores e displays) e monitoramento contínuo dos equipamentos pelo operador (data bus). As unidades também receberam sistema de freios com controle de patinagem e deslizamento que melhora o desempenho em condições de baixa aderência, como sob chuva, além de melhorias no sistema de tração, na ergonomia e iluminação.

Composições L26 e L27 também foram entregues hoje pelo governador
As intervenções também trouxeram mais eficiência ao sistema de tração em corrente alternada (motores com controles e componentes eletrônicos mais eficientes, que possibilitam menor consumo de energia). A cabine do operador foi ampliada e recebeu novo banco ergométrico e mais rápido acesso às informações geradas pela viagem, pois as mais significativas ficam dispostas no console de comando ou na própria cabine.
As normas de acessibilidade estão contempladas com espaços para cadeiras de rodas, sinalização audiovisual de abertura e fechamento de portas. O interior dos carros traz mapa dinâmico visual das estações, comunicação em Braille e dispositivos de emergência para comunicação com o operador. A modernização também inclui sistema de som mais moderno que permite melhor audição das mensagens sonoras eletrônicas e das mensagens divulgadas pelo operador de trem, além de uma série de pega-mãos fluorescentes para pessoas com dificuldades visuais.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Governador entrega mais três trens modernizados para a Linha 3

Frota K: Trens modernizados serão entregues oficialmente pelo governador
Fonte: Metrô

O governador do Estado de São Paulo Geraldo Alckmin e o secretário dos Transportes Metropolitanos Jurandir Fernandes entregam na manhã desta sexta-feira, dia 21, às 10h00, na Estação Sé, mais três composições modernizadas para a frota da Linha 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda). Com a entrada em operação desses trens, sobe para cinco o número de trens modernizados na Linha 3-Vermelha.

Com ar-condicionado e vários aprimoramentos tecnológicos, as composições, de seis carros, fazem parte do lote de 98 trens do Metrô que passarão por modernização até 2014.
 

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Metrô e CPTM batem recorde de usuários

Estação Sé
Fonte: Band

A operação em horário integral da linha 4-Amarela do Metrô fez com que a estatal e a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) batesse recorde no número de passageiros. Neste mês, cerca de 7 milhões de pessoas utilizam o transporte por dia, ante 6,5 milhões registrados em setembro. Do total, 4,2 milhões circulam pelo metrô e 2,5 milhões pela CPTM.

A má notícia é que os trens, que já andavam lotados, ficarão ainda mais cheios. E a previsão do governo é de que o volume cresça ainda mais com a inauguração gradual de outras estações da linha 4- Amarela. Até 2014, a média de pessoas que usam o ramal por dia deve saltar dos atuais 425 mil para 900 mil.

De acordo com padrões internacionais, o máximo aceitável dentro de um trem são seis passageiros por metro quadrado. O metrô paulistano, no entanto, chega a ter 11 usuários ocupando o mesmo metro quadrado nos horários de pico.

As estações Luz e República começaram a operar das 4h40 à meia-noite em 26 de setembro. Por meio do novo ramal é possível fazer baldeações para as linhas 1-Azul, 2-Verde e 3 Vermelha, do metrô.

A linha 9-Esmeralda da CPTM também cruza, em Pinheiros, com a Amarela, do metrô. E os passageiros também já sentem os reflexos. Antes da ampliação do horário  das novas estações da linha 4-Amarela, os trens da linha Esmeralda transportavam em média 403 mil pessoas por dia. Agora, o número subiu para 442 mil.

ViaQuatro: Operando a mais moderna linha de metrô da América Latina

Trem da Linha 4-Amarela no pátio da Vila Sônia
Fonte: ViaQuatro

A ViaQuatro é a concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, o primeiro contrato de Parceria Público-Privada assinado no país. A concessionária já investiu US$ 450 milhões entre sistemas, equipamentos e trens. São 14 (84 carros) para a primeira fase do projeto, e até 15 (90 carros) para a segunda fase. Ao longo dos 30 anos de operação, a ViaQuatro investirá mais de US$ 2 bilhões na linha.
A primeira fase da linha, com seis estações - Paulista, Faria Lima, Butantã, Pinheiros, República e Luz -, está concluída. Quando estiver totalmente pronta, a linha terá 12,8 quilômetros de extensão e 11 estações, ligando a estação Luz, no centro da cidade, ao bairro de Vila Sônia, na zona oeste.
Até 2014, estarão prontas também as estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, Fradique Coutinho, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia.
A Linha 4-Amarela integra o sistema metroferroviário da cidade. Ela se liga à Linha 2-Verde na Estação Paulista, à Linha 9-Esmeralda da CPTM na Estação Pinheiros, à Linha 3-Vermelha na estação República, à Linha 1-Azul e às Linhas 7-Rubi, 10-Turquesa e 11-Coral da CPTM na Estação Luz.

Chegada do primeiro trem da ViaQuatro ao pátio Vila Sônia
Modernidade e segurança
Os trens da Linha 4-Amarela são equipados com o que há de mais moderno em operação metroviária. A maior novidade é a tecnologia driverless, que permite a operação dos trens sem condutor, usando um sistema informatizado. Com a operação automática, há mais segurança: as velocidades são sempre reguladas de acordo com a necessidade, o que dará mais agilidade à operação dos trens. Na Linha 4, o intervalo entre os trens será de 90 segundos.
Também oferecem maior conforto para os passageiros, com ar-condicionado, passagem livre entre carros, baixo nível de ruído e permitirão a comunicação direta com o Centro de Controle Operacional - CCO.

Estação Pinheiros - Linha 4-Amarela
A modernidade também está presente nas estações. A Linha 4 foi a primeira na América Latina a entrar em funcionamento com divisórias de vidro separando a plataforma dos trilhos. As portas se abrem juntamente com as do trem, que estaciona no ponto exato da entrada e saída dos usuários. Esse sistema contribui de maneira expressiva para a diminuição de acidentes e interrupções no transporte metroviário de São Paulo. Além disso, as escadas rolantes são automáticas e definem sua velocidade em função da quantidade de pessoas.


Sobre a ViaQuatro
Concessionária do Grupo CCR, tem seu capital social dividido da seguinte maneira: 58% são detidos pela CCR; 30% pela Montgomery Participações S/A; 10% pela Mitsui & Co. Ltda.; 1% pela RATP Developpement S/A e 1% pela Benito Roggio Transporte S/A. Assinou em novembro de 2006 o primeiro contrato de Parceria Público-Privada com o governo do Estado de São Paulo, para operar e manter a Linha 4-Amarela do metrô.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Passageiro aprova Linha 4 aos domingos

Estação Faria Lima - Linha 4-Amarela
Fonte: Estado de São Paulo

Dezessete meses após a inauguração do primeiro trecho da Linha 4-Amarela do Metrô, as seis estações em funcionamento finalmente passaram a operar aos domingos, das 4h40 à meia-noite. Com isso, o primeiro trecho do ramal, aberto com quatro anos de atraso, começa a funcionar todos os dias em horário integral. Não houve relatos de falhas no sistema ontem.
As cinco estações restantes têm previsão de término até 2014. No momento, o ramal transporta aproximadamente 425 mil passageiros por dia e a expectativa da ViaQuatro é que, aos domingos, 150 mil pessoas usem a linha. O balanço parcial não foi divulgado até a tarde de ontem.
Saindo para um passeio, indo almoçar, trabalhar, estudar ou até mesmo voltando de viagem, os passageiros que usaram o ramal ontem disseram ganhar até uma hora - em relação ao mesmo percurso feito por uma linha ou ônibus.
Com a conclusão das obras, a demanda em toda linha é estimada em 970 mil passageiros por dia. Quando ficar pronta, terá 12,8 quilômetros de trilhos.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Linhas terão CBTC em 2012

Trens modernizados já vem com novo sistema CBTC instalados
Fonte: Revista Ferroviária

A Alstom deve finalizar em março de 2012 a implantação do CBTC (Communication-Based Train Control) na Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo. O sistema já está sendo testado em um trecho da linha, entre as estações Vila Prudente e Sacomã.
A previsão é que a implantação do CBTC nas linhas 1-Azul e 3-Vermelha esteja concluída no segundo semestre de 2012. Primeiro deve ser entregue a Linha 1 e depois o da Linha 3. Segundo o diretor de Planejamento e Expansão dos Transportes Metropolitanos do Metrô de São Paulo, Laércio Mauro Santoro Biazotti, estão sendo investidos cerca de R$ 700 milhões na implantação do CBTC nas três linhas de São Paulo.
Atualmente, o Metrô utiliza o ATO (Automatic Train Operation) e com o CBTC reduzirá o intervalo entre trens e deve aumentar segurança na operação das linhas. “Vamos ter 20% de aumento de oferta e headway (intervalo entre trens) na mesma proporção”, explica Biazotti.
Questionado sobre a redução da superlotação das linhas com a implantação do sistema, o diretor do Metrô de São Paulo disse que “só vai ser reduzida com as novas linhas”.  O Metrô de São Paulo tem duas linhas de monotrilho em andamento (extensão da Linha-2 Verde e a Linha 17-Ouro), duas linhas em extensão (4-Amarela e 5-Lilás) e outras linhas em projeto, como a 6-Laranja, 20-Rosa e 18-Bronze.

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