domingo, 31 de julho de 2011

Governador assina contrato da Linha 17

Fonte: Portal do Governo
Imagem: Divulgação Scomi

O governador Geraldo Alckmin assinou neste sábado, 30, o contrato para a implantação da Linha 17- Ouro do Metrô. A nova linha será operada por meio de monotrilho e fará a ligação do aeroporto de Congonhas com a rede metroferroviária.

"Serão 17,8 km de monotrilho, 18 estações, 24 trens novos, 0 km, 96 carros, e integrando com a Linha 1, Norte-Sul; o aeroporto,  Linha 5 do Metrô; a Linha 9 da CPTM, na Marginal Pinheiros; o estádio; a comunidade de Paraisópolis e mais a Linha 4 do Metrô. Então a Linha 17-Ouro será uma linha de grande importância em termos de sinergia, integrando com as demais e facilitando a vida da população", afirmou o governador.

O primeiro trecho a ser entregue à população, com 7,7 quilômetros de extensão, será entre o aeroporto de Congonhas e a Estação Morumbi da Linha 9-Esmeralda da CPTM (Osasco-Grajaú), atendendo à concentração da rede hoteleira na região. Este trecho terá oito estações:Jardim Aeroporto, Congonhas, Brooklin Paulista, Vereador José Diniz, Água Espraiada, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan e Morumbi.

Na sequência, a linha será conectada à Linha 5-Lilás na Estação Água Espraiada, até meados de 2014. O restante da Linha 17, da estação Morumbi (Linha 9-Esmeralda) até a estação São Paulo-Morumbi (Linha 4-Amarela), passando por Paraisópolis, e o trecho Jabaquara - Brooklin Paulista, tem previsão de entrega a partir de 2015.

Traçado e operação
A previsão é que a Linha 17-Ouro tenha aproximadamente 18 quilômetros de extensão e 18 estações: Jabaquara, Hospital Sabóia, Cidade Leonor, Vila Babilônia, Vila Paulista, Jardim Aeroporto, Congonhas, Brooklin Paulista, Vereador José Diniz, Água Espraiada, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan, Morumbi, Panamby, Paraisópolis, Américo Mourano, Estádio do Morumbi e São Paulo-Morumbi.

Construída em via elevada, a linha passará pelas avenidas Água Espraiada, Washington Luiz, Marginal Pinheiros, Perimetral Sul (em implantação pela Prefeitura) e Jorge João Saad.

A opção da Companhia do Metrô de São Paulo pelo monotrilho na implantação da Linha 17-Ouro, em vez do sistema de metrô convencional, considerou principalmente a previsão de demanda. Além disso, o monotrilho utiliza via elevada (sem necessidade de escavação e construção de túnel), com estruturas de concreto pré-moldado instaladas, em grande parte, em canteiros centrais de avenidas, eliminando sensivelmente o número de desapropriações que ocorreriam no caso de metrô pesado e também com pouca interferência em termos de impacto visual/urbanístico.

Vale destacar que o monotrilho, assim como o metrô pesado, funciona por meio de energia elétrica, o que contribui para reduzir a poluição atmosférica (não emite gases). O monotrilho também pode oferecer conforto e eficiência similares ao metrô convencional.

Na construção da Linha 17-Ouro, o modelo de monotrilho será sobre pneus (baixo nível de ruído) e funcionará na mesma velocidade do metrô subterrâneo. As composições terão ar-condicionado e toda a tecnologia de última geração incorporada pelos novos trens que o Metrô de São Paulo está adquirindo, além de operação com índice de qualidade das demais linhas do Metrô.

O trem ficará a uma altura entre 12 e 15 metros do chão, dependendo do trecho, correndo sobre vigas de concreto. A frota será composta por 24 trens.

1º Trecho: Jardim Aeroporto - Estação Morumbi (Linha 9-Esmeralda / CPTM)
O trecho entre as estações Jardim Aeroporto-Estação Morumbi (Linha 9-Esmeralda/CPTM), que corresponde ao trecho 1 do projeto, terá 7,7 quilômetros de extensão e oito estações. A previsão de demanda diária é de 43,1 mil passageiros.

2º Trecho: Panamby - Estação São Paulo.Morumbi (Linha 4-Amarela)
A próxima extensão da Linha 17 terá 6,4 km e cinco estações (Panamby, Paraisópolis, Américo Maurano, Estádio do Morumbi e São Paulo-Morumbi), com previsão de demanda de 166,6 mil usuários/dia.

3º Trecho: Jabaquara-Vila Paulista
O terceiro trecho da Linha 17-Ouro terá 3,5 km e cinco estações: Jabaquara, Hospital Sabóia, Cidade Leonor, Vila Babilônia e Vila Paulista. Esse trecho fará a ligação com a Linha 1-Azul do Metrô na estação Jabaquara.

Linha completa: Jabaquara-Aeroporto-São Paulo.Morumbi
A Linha 17-Ouro completa terá cerca de 18 quilômetros de extensão e 18 estações. A demanda de passageiros prevista é de 252 mil pessoas por dia e a operação a partir de 2015. O investimento para a Linha 17-Ouro será R$ 3,1 bilhões, com recursos provenientes dos governos do Estado, do Município e empréstimo do Governo Federal (Caixa Econômica Federal e BNDES).

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Governo assinará contrato da Linha 17-Ouro neste sábado

Scomi foi a empresa vencedora da licitação, e irá fornecer os veículos para a Linha 17-Ouro

Fonte: R7
Imagem: Divulgação Scomi

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, vai assinar, neste sábado (30), o contrato da Linha 17-Ouro (monotrilho) do Metrô. Ele estará acompanhado do secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e do presidente da Companhia do Metrô, Sérgio Avelleda.

A Companhia do Metrô vão assinar o contrato com o Consórcio Monotrilho Integração, que será responsável pelas obras da via elevada que ligará o aeroporto de Congonhas com a rede metroferroviária.

A previsão é que a Linha 17-Ouro tenha aproximadamente 18 km de extensão e 18 estações: Jabaquara, Hospital Sabóia, Cidade Leonor, Vila Babilônia, Vila Paulista, Jardim Aeroporto, Congonhas, Brooklin Paulista, Vereador José Diniz, Água Espraiada, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan, Morumbi, Panamby, Paraisópolis, Américo Mourano, Estádio do Morumbi e São Paulo-Morumbi.

O primeiro trecho a ser entregue à população, com 7,7 km de extensão, será entre o aeroporto de Congonhas e a estação Morumbi da Linha 9-Esmeralda da CPTM (Osasco-Grajaú).

Na sequência, a linha será conectada à Linha 5-Lilás do Metrô, na estação Água Espraiada, em meados de 2014. O trecho entre a estação Morumbi, da Linha 9-Esmeralda (CPTM) até a estação São Paulo-Morumbi da Linha 4-Amarela, passando pelo bairro de Paraisópolis, tem previsão para operar a partir de 2015.

Bombardier fará sinalização da Linha 5-Lilás

Fonte: Revista Ferroviária

A Bombardier foi a empresa vencedora para o fornecimento da sinalização da Linha 5-Lilás do metrô de São Paulo. De acordo com a assessoria de imprensa do metrô, a licitação já foi concluída e aguarda os procedimentos burocráticos necessários para a assinatura do contrato.

A condução dos trens na linha será feita totalmente de forma automática, por meio da tecnologia CBTC (Communication-based Train Control), que permite a redução do tempo de intervalo entre os trens nas estações. A estimativa é que a espera seja de 75 segundos.

A Linha 5-Lilás opera atualmente com 8,4 km de extensão, e será expandida em aproximadamente 11,6 km até a região da Chácara Klabin, com 11 estações e mais 26 trens.

Ayrton Senna dará nome à estação

Fonte: G1
Imagem: Google

O piloto Ayrton Senna está prestes a ganhar mais uma homenagem em São Paulo. Após batizar uma rodovia entre a capital e Guararema, no interior paulista, e um túnel sob o Parque Ibirapuera, na Zona Sul, o tricampeão mundial dará nome, agora, a uma estação de Metrô. O decreto para que a parada Jardim São Paulo, na Zona Norte, se chame Jardim São Paulo - Ayrton Senna foi publicado em dezembro de 2009. Mas só em outubro deste ano o Metrô deve oficializar a mudança.
A companhia informou nesta quinta-feira 928) que o nome vai aparecer nos mapas da rede que ficam dentro de todas as estações do Metrô. Os cartazes deverão ser trocados nos próximos três meses, pois estão desatualizados. A companhia disse ainda que não há prazo para alterar a "comunicação visual da estação".
Se depender de moradores do Jardim São Paulo, o nome não será a única mudança na estação. Idealizadores da homenagem, o empresário Luiz Carlos Kechichian, 51 anos, e o designer e artista plástico Paulo Soláriz, 59 anos, planejam instalar uma escultura de Senna no local. "É uma homenagem mais do que justa", afirma Kechichian. "Senna nasceu e cresceu aqui no bairro, na Rua Condessa Siciliano. É um grande orgulho para a zona norte", conta o empresário.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Máquina operada por Joystick irá substituir 70 toneladas de brita na Linha 3-Vermelha

Fonte: Metrô

O Metrô de São Paulo inicia uma megaoperação para a substituição de 70 mil toneladas de britas das vias, do trecho entre as estações Belém e Corinthians-Itaquera, na Linha 3-Vermelha (Corinthians-Itaquera/Palmeiras-Barra Funda). As atividades tiveram início no primeiro semestre deste ano e tem previsão de avançar até o final de 2014.
Para dar conta da “pedreira”, uma máquina diferente, extravagante, operada por dois joysticks e uma série de botões e alavancas está sendo usada durante as madrugadas para a troca das britas. É a primeira vez na história do Metrô que este tipo de equipamento é utilizado.
No caso da construção dos túneis, o trabalho pesado fica por conta do shield, o famoso “megatatuzão”. Agora, para trocar as britas, a atividade fica por conta da “desguarnecedora e escarificadora”, já chamada de “SuperLampreia”, em analogia ao peixe que suga pedras. O novo equipamento é de origem austríaca e foi adquirida pela empresa contratada, a SPA Engenharia, pelo valor de 4,5 milhões de euros. Seu uso já é comum na Europa, mas é a primeira vez que está sendo usado na América do Sul.

Como funciona
Atualmente, os trabalhos acontecem no trecho entre Artur Alvim e Corinthians-Itaquera. Uma equipe de 11 empregados está envolvida na atividade, que acontece das 1h às 4h30. Dois técnicos especializados operam a máquina, enquanto dois mecânicos, seis ajudantes e um encarregado se revezam em outras tarefas.
A “SuperLampreia” é composta por uma máquina sugadora e um trator rebocador, que trabalham em comboio. A escarificadora puxa dois vagões para retirada de britas usadas e o trator rebocador, com banca de socaria frontal, puxa mais dois vagões para reposição de britas novas.
O equipamento, primeiro retira, por vácuo, as pedras (britas) instaladas entre os dormentes da via permanente, nos trechos fora dos túneis. O comboio, depois que "suga" as britas velhas e as remove para um dos vagões, repõe novas britas na via, soca essas pedras para compactá-las e, assim, dá mais estabilidade aos dormentes para passagem do trem, amortecendo a rolagem do trem sobre os trilhos e tornando a viagem silenciosa e agradável. Por último ele transporta as britas velhas, que são descartadas em aterros específicos.

Troca das britas
E por que as britas são trocadas? Com a passagem contínua dos trens e dos veículos de auxílio aos trabalhos de manutenção, como caminhões sobre trilhos, que circulam pelas vias, as britas se fragmentam e o pó da fragmentação vai para a parte de baixo do lastro de brita, ocupando os espaços vazios entre pedras, onde se solidificam com as águas das chuvas e perdem o papel de elementos amortecedores.
Antes da chegada desta máquina, o trabalho de retirada das pedras era feito manualmente. Só para fazer um paralelo, a máquina realiza, por noite trabalhada, 18 a 20 metros de via, podendo chegar a 30 metros lineares de substituição de britas velhas por novas. Se a troca fosse feita manualmente, seria possível fazer entre 8 e 12 metros lineares. Outro aspecto importante é que as britas repostas são graníticas, mais resistentes que as basálticas anteriormente utilizadas, o que garante maior vida útil da camada de lastro (o lastro vai demorar mais tempo para ser novamente substituído).

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Manutenção ganha novos trens esmerilhadores


Fonte: Metrô



Dois novos trens esmerilhadores acabam de ser incorporados à frota de veículos utilizados pelo Metrô para atuar na manutenção dos trilhos durante as madrugadas. As duas novas unidades estão em fase final de testes e serão utilizadas nas vias das linhas 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi), 2-Verde (Vila Prudente – Vila Madalena) e 3-Vermelha (Corinthians-Itaquera/Palmeiras-Barra Funda).
Pouca gente sabe, mas os níveis de segurança e de conforto do tráfego de trens estão diretamente ligados à qualidade de conservação dos trilhos. Por esse motivo, a manutenção da via de rolamento é de fundamental importância, envolvendo aspectos preventivos para eliminação de falhas, principalmente de desgastes e deformações causados pela própria movimentação dos trens.
Nos trechos de retas, normalmente ocorre um achatamento na superfície de rolamento, ocasionando uma rebarba na lateral dos trilhos. Já nos trechos em curva, é comum aparecerem defeitos ondulatórios. Essas deformações aceleram o processo de desgaste dos trilhos e originam regiões de alto impacto. Os trens esmerilhadores eliminam esses defeitos, responsáveis por altíssimo nível de vibração nos trens.
Para adquirir os dois novos trens esmerilhadores, que são de origem alemã, o Metrô desembolsou pouco mais de 41 milhões de reais. Antes das novas aquisições, a companhia contava com um trem esmerilhador para corrigir as deformidades de via das linhas 1,2 e 3 e uma outra composição que circula especificamente na Linha 5-Lilás (Capão Redondo – Largo Treze), em razão da diferença de bitola dessa linha para as demais.
Diariamente, 108 composições circulam pelas quatro linhas operadas pelo Metrô. Juntas, elas realizam 3.721 viagens, transportando em média 3,7 milhões de usuários.

sábado, 23 de julho de 2011

Segundo presidente, Metrô é um dos locais mais seguros de SP

Fonte: Diário do Grande ABC / Diário da CPTM
Imagem: Willian Molina

O presidente da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), Sérgio Avelleda, afirmou hoje que o metrô da capital paulista é um dos locais mais seguros da cidade. Esse status foi questionado nos últimos dias, após dois ataques sexuais a mulheres, nas estações Sacomã e Anhangabaú.
"Não há nesse momento nenhum pico de ocorrências. Estamos com um nível de uma ocorrência de segurança  pública por milhão de passageiros", ressaltou Avelleda durante o evento oficial do lançamento das obras de expansão da Linha 5-Lilás.
Segundo cálculos da companhia, são registradas em média 3,5 ocorrências por dia. Avelleda explicou que esse número inclui também casos de discussão entre usuários e vandalismo, em um universo composto por 3,7 milhões de pessoas transportadas diariamente. "O metrô de São Paulo continua sendo um dos lugares mais seguros da cidade", afirmou.
Para garantir essa segurança, o Metrô conta com um efetivo de aproximadamente 8 mil funcionários e mais de mil seguranças. Além disso, a companhia investe na instalação de novas câmeras e na melhoria dos equipamentos já existentes.
Para o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, a ocorrência de casos contra mulheres também decorre do perfil dos usuários. Estimativas do Metrô apontam que 55% das pessoas transportadas são do sexo feminino. "Então, é muito plausível que aconteçam alguns eventos como esses, mas eles não estão crescendo nem em termos relativos nem em termos absolutos", afirmou.
O secretário se mostrou preocupando com a possibilidade de que a divulgação de imagens dos acontecimentos pelas TVs crie um clima inexistente de insegurança na rede da capital. Da mesma forma, Fernandes alertou para a necessidade de o "conceito de estupro" não ser mal interpretado.
"Hoje, com o poder das imagens, elas repercutem durante uma semana com muita força. Agora, eu examino que houve uma ampliação do conceito de estupro nesses eventos (ocorridos nos últimos dias). E não é possível, ao ampliar o conceito, compará-lo ao conceito quando ele era mais restrito", explicou Fernandes.
Apesar de minimizarem os incidentes, as autoridades paulistas sinalizaram que o tema segurança é prioritário para o Metrô. "O usuário pode enviar denúncia por SMS ou ligar no 0800. Além disso, todas as estações contam com empregados treinados para receber ocorrências e agir", destacou Avelleda.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Governador dá início às obras de expansão da Linha 5-Lilás e vistoria a construção da estação Adolfo Pinheiro

Fonte: Metrô

Neste sábado (23/7), às 10 horas, o governador Geraldo Alckmin, em companhia do secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e do presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, dará início às obras de expansão da Linha 5-Lilás no trecho entre as estações Adolfo Pinheiro e Chácara Klabin, que compreende os lotes construtivos de 2 a 8 desse empreendimento.

Para simbolizar o início da ampliação da Linha 5-Lilás entre Adolfo Pinheiro e Chácara Klabin, o governador irá operar um retroescavadeira e iniciará a demolição de um dos imóveis desapropriados que fará parte do canteiro de obras para a construção da futura estação Alto da Boa Vista.

Na ocasião o governador vai, inicialmente, vistoriar as obras da estação Adolfo Pinheiro e acompanhar o processo de concretagem da laje de fundo (com 2,5 m de espessura) do Poço nº 1, que fará parte do corpo dessa estação.

Trecho Largo Treze - Adolfo Pinheiro O trecho Largo Treze – Adolfo Pinheiro, que corresponde ao primeiro lote da ampliação da linha, teve as obras iniciadas em setembro de 2009. A estação Adolfo Pinheiro está sendo construída por método de escavação que utiliza cinco poços sequenciais para a estrutura do corpo da estação.

Na construção da estação Adolfo Pinheiro haverá a retirada de 92.000m³ de terra e serão utilizados 25.100 m³ de concreto e 3.310 toneladas de aço. O trecho de cerca de um quilômetro entre as estações Largo Treze e Adolfo Pinheiro está sendo construído pelo método NATM (escavação mecânica com jateamento de concreto). Dois shields (“tatuzões”) serão empregados na construção entre as estações Alto da Boa Vista e Água Espraiada, com dois túneis paralelos, e um shield “megatatuzão” construirá um túnel único desde a Avenida Bandeirantes, antes da estação Ibirapuera, até Chácara Klabin.

A expansão da Linha 5 entre Largo Treze e Chácara Klabin terá 11,5 km de extensão e 11 estações (Adolfo Pinheiro, Alto da Boa Vista, Borba Gato, Brooklin-Campo Belo, Água Espraiada, Ibirapuera, Moema, Servidor, Vila Clementino, Santa Cruz e Chácara Klabin). A previsão é que a Linha 5-Lilás seja totalmente concluída em 2015, passando a funcionar de Capão Redondo a Chácara Klabin, com 20 km de extensão e 17 estações, com demanda diária superior a 600 mil usuários.

Atualmente, a Linha 5 tem 8,4 quilômetros de extensão operacional e transporta diariamente 205 mil pessoas.

Sequência de obras

Após a efetivação das desapropriações e demolições de imóveis nesses locais, prevê-se cerca de 5 meses para o início intensivo das obras do trecho Adolfo Pinheiro – Chácara Klabin depois do aprofundamento das prospecções geológicas e realização de prospecção arqueológica.

Monotrilho da Linha 2 deverá ter barreira acústica

Fonte: O Estado de São Paulo / Diário da CPTM
 
A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) aceitou instalar barreiras acústicas e visuais e criar áreas verdes e espaços acessíveis e de lazer no trajeto do monotrilho elevado da Linha 2-Verde, na zona leste de São Paulo. As exigências são da Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU) da Prefeitura e visam a reduzir o impacto visual da obra, que liga o Oratório à Cidade Tiradentes.

O Metrô ainda terá de enterrar toda a fiação elétrica suspensa e remover postes paralelos ou transversais às vigas e aos pilares de concreto do monotrilho. A linha completa vai da Vila Prudente até o Hospital de Cidade Tiradentes e terá 27 estações em um trecho de 24,6 quilômetros de extensão. O Metrô estima que 550 mil pessoas usarão o sistema. A previsão de conclusão é 2016.

Esse monotrilho passará pelo canteiro central das Avenidas Luís Inácio de Anhaia Mello, Sapopemba, Ragueb Chohfi, Sousa Ramos e dos Metalúrgicos, além da Estrada do Iguatemi e da Rua Márcio Beck Machado. A duplicação das pistas simples da Ragueb Chohfi até a Avenida dos Metalúrgicos foi posta como primeira condição para que o trecho entre em funcionamento. Essa parte da obra, porém, caberá à Prefeitura, que contribuirá com R$ 1 bilhão, conforme convênio firmado com o Estado.

A segunda condição para o trecho funcionar é promover o plantio de árvores em estágio avançado de crescimento para formar um "corredor verde" no canteiro central sob o monotrilho. As exigências da CPPU ainda podem ser incorporadas às do Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Cades) para que a obra receba a Licença Ambiental Prévia. O documento atesta a viabilidade dentro da legislação de uso do solo e ambiente.

A CPPU ainda quer que os terrenos necessários ao monotrilho sejam totalmente desapropriados. Nos lotes que não forem completamente ocupados, o Metrô terá de criar áreas verdes e de lazer com calçadas de tamanho adequado ao uso por deficientes físicos e pedestres. A companhia ainda deverá promover o uso de bicicleta, criando bicicletários e ciclovias.

Custo. Os aparelhos de movimentação de vias (que fazem o cruzamento dos trilhos para mudança de direção) instalados terão de ser discretos e aprovados pela CPPU. O Metrô adiantou que vai cumprir as imposições da comissão e a companhia já desenvolve soluções técnicas específicas a serem adotadas na fase de obras. Mas o custo da obra permanecerá em R$ 4,6 bilhões, conforme a assessoria do Metrô.

Metrô instala sinalização para casos de pane

Fonte: O Estado de São Paulo / Diário da CPTM
Foto: Ricardo Guimarães
 
Foram instaladas placas luminosas dentro dos túneis da linha 1-Azul do Metrô com a indicação da rota de fuga mais próxima e a distância que deverá ser percorrida para atingi-la, caso os trens precisem ser esvaziados por falta de energia ou qualquer outra emergência ou anormalidade.

A nova sinalização com luz verde já pode ser vista entre as Estações Conceição e Jabaquara, na zona sul da capital. Elas serão instaladas ao longo de todos os túneis, vias elevadas e em nível e nas saídas de emergência também nas Linhas 2-Verde, 3-Vermelha e 5- Lilás da Companhia do Metropolitano de São Paulo.


O Metrô explica que o projeto está sendo desenvolvido para cada trecho de via, analisando-se as condições existentes e as melhores alternativas. Além disso, a colocação segue exigências legais e normativas para facilitar a saída dos passageiros quando necessário. A previsão dos técnicos da companhia é de que toda a instalação esteja concluída no segundo semestre de 2012.


Em janeiro, a companhia instalou placas dentro dos vagões com um passo a passo para orientar os passageiros sobre como eles devem agir em caso de emergência - sobretudo quando as composições precisam ser esvaziadas. Os primeiros trens a receber a sinalização também foram os da Linha 1-Azul.


Os passageiros são informados que devem caminhar pela passarela de emergência utilizando o corrimão, devem ajudar pessoas com dificuldades de locomoção e ainda segurar crianças no colo ou pelas mãos. As regras de evacuação também sugerem que os passageiros abandonem objetos volumosos para facilitar os deslocamentos nas passarelas. A empresa informa que caso seja necessário deixar objetos no vagão eles ficarão sob responsabilidade da companhia e poderão ser retirados em outra ocasião.


Paralisação. Essas placas começaram a ser instaladas três meses após um incidente que paralisou no ano passado a Linha 3-Vermelha, a mais movimentada do sistema. Na ocasião, a paralisação das operações durou mais de duas horas e afetou cerca de 150 mil pessoas.

A demora causou pânico entre os passageiros que estavam dentro dos vagões parados nos túneis da linha Vermelha. Muitos acionaram os botões de emergência das composições, quebraram janelas e portas e caminharam pela via, o que obrigou a companhia a desligar a energia de toda a linha para evitar que as pessoas fossem eletrocutadas ou se acidentassem. Na época, houve um efeito cascata, pois os demais trens também pararam e ficaram sem nenhuma ventilação.

Presidente do Metrô recebe pessoal de redes sociais

Foto: Marcos Borges
Texto: Diego Silva

Na noite de ontem, no prédio Cidade II, o presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, recebeu representantes das mídias sociais para um bate-papo descontraído, a fim de saber mais de perto o que pode ser melhorado nas operações do Metrô de São Paulo.
Presentes na reunião, Gustavo (que trabalha no Pátio Itaquera), Tiago Costa (que é amigo próximo de Sérgio Avelleda), Haiser Ferreira (dono da comunidade CPTM você também anda!), Ricardo Guimarães (Blog Diário da CPTM), e esse que vos fala (representando o Blog Metrô em Foco), debatemos alguns temas mais simples, coisas pequenas que podem ser resolvidas para melhorar o transporte, mas que acabam passando despercebidas durante o planejamento.
Alguns dos assuntos levantados pelo presidente:

- Entrada do trem K07 (Linha 3-Vermelha) no horário de pico, provavelmente nessa segunda-feira;
- Portas de plataforma nas novas estações da Linha 5-Lilás;
- Escolha de bitola standart (1.435mm) para as demais linhas, a exceção da Linha 15-Branca;

Em contrapartida, os representantes das redes sociais fizeram algumas sugestões bastante aplicáveis. Veja algumas das propostas sugeridas para o presidente:

- Mensagens de segurança na TV Minuto;
- Maior cordialidade dos operadores de trem durante saída dos terminais, com adição de uma saudação (bom dia, boa tarde e/ou boa noite) na partida do trem;
- Novas visitas técnicas, visando levar os usuários para conhecer os bastidores do Metrô.

O Blog Metrô em Foco, por sua vez, sugeriu a adição de mais um trem no horário de vale semanal e aos sábados, na Linha 5-Lilás. Durante uma passagem no sábado a noite por esse trecho, notou-se uma grande demanda, e apenas 3 trens atendendo (aos que não sabem, a Linha 5 é a menor do sistema, com uma frota total de oito trens). Foi observado uma lotação considerável, tanto em Largo Treze quanto em Santo Amaro, e com a adição de mais um trem, o intervalo se reduz, e a lotação é melhor distribuída. Mesmo sendo um trecho curto (viagem completa de 15 minutos), o conforto dos usuários sempre virá em primeiro lugar.

Agradecemos ao presidente Sérgio Avelleda, por abrir mais esse espaço para nós. Desde sua gestão na CPTM, nós que trabalhamos com redes sociais sempre fomos muito bem recebidos, e nossas ideias sempre foram ouvidas e aplicadas. Agradecemos também aos outros participantes presentes, que contribuíram para um metrô cada vez melhor.

Metrô estuda extensão da Linha 5 até o Jardim Ângela

Foto: Vágner Paulo
Fonte: Revista Ferroviária

O Metrô de São Paulo estuda uma extensão de 5,5 km da Linha 5-Lilás até o terminal Vila Ângela, onde fará integração com o futuro monotrilho do M’Boi Mirim. Essa extensão substituirá parte do traçado inicialmente previsto para o monotrilho.
Com a extensão da Linha 5-Lilás e construção do monotrilho, o terminal será multimodal, recebendo ônibus municipais e intermunicipais, além do monotrilho e do metrô.
Neste momento a Prefeitura de São Paulo desenvolve o projeto básico de 11 km da primeira fase do monotrilho, estimado em R$ 1,1 bilhão, entre o Jardim Ângela e Santo Amaro, com 14 estações.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Mãozinhas chegam ao Metrô

146 novos orientadores ajudam pedestres na travessia de vias próximas a estações de metrô

Fonte: Band
 
Desde segunda-feira, 146 novos orientadores, os chamados “mãozinhas”, passam a ajudar os pedestres na travessia de vias próximas a estações de metrô e corredores de ônibus. Trata-se da segunda fase do Programa de Proteção ao Pedestre.

Além do Centro, onde a campanha estava concentrada na primeira etapa, 96 orientadores contratados pela CET passam a ficar nas entradas das estações de metrô das linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha. Nos corredores de ônibus 9 de Julho/Santo Amaro e Pirituba/Lapa/Centro (no trecho da av. Francisco Matarazzo), serão 50 “mãozinhas” para auxiliar os pedestres.

As ações educativas nos corredores acontecem das 6h às 12h. No metrô, das 7h às 13h. Em agosto, a prefeitura promete começar a multar motoristas que cometerem infrações, como parar sobre a faixa de pedestres.

O Programa de Proteção aos Pedestres começou em maio, entre o Centro e a avenida Paulista. A meta é reduzir em 50% as mortes por atropelamento. De acordo com a CET, na região em que o programa já foi implantado, os atropelamentos tiveram uma queda de 69%.

Metrô estuda ceder Linha 6 à iniciativa privada

Fonte: Revista Ferroviária

O metrô de São Paulo pretende ampliar as concessões público-privadas em sua malha. Depois da Linha 4-Amarela, operada pela empresa Via Quatro, e do anúncio de que as duas linhas do monotrilho – 2-Verde e 17-Ouro – serão entregues ao setor privado, a companhia estuda usar o mesmo modelo para a futura linha 6-Laranja.
Segundo o presidente da companhia, Sérgio Avelleda, a estrutura seria a mesma da linha amarela, em que a operação, o investimento na frota e em sistemas de sinalização e controle é feita por um agente privado. “Estamos estudando essa modelagem para acelerar um pouco o processo de execução da obra”, afirmou.
A Linha-6 Laranja ligará a estação São Joaquim do metrô à Brasilândia, na zona norte de São Paulo, fazendo ligação com a Linha 4-Amarela e com a CPTM. De acordo com Avelleda, o projeto básico da obra ficará pronto em novembro.

domingo, 17 de julho de 2011

Parceria entre Metrô e Prefeitura aumenta segurança dos pedestres

Fonte: Metrô
Imagem: Estacão Vergueiro (site Metrô)

A Companhia do Metrô, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, inicia na próxima segunda-feira (18/07) o Programa de Proteção ao Pedestre - Respeito à Vida, que será implantado nas imediações de estações do Metrô.
O programa, que já acontece em alguns locais da cidade, consiste no posicionamento de orientadores de travessia junto às faixas de pedestre, garantindo assim a preferência e segurança dos cidadãos que estão a pé.
Levando em conta o fluxo de veículos e de pessoas, foram escolhidas dez estações do Metrô para a execução do Programa de Proteção ao Pedestre.
Estações participantes
Na Linha 1 – Azul, receberão o programa as estações Portuguesa-Tietê, Tiradentes, São Joaquim, Vergueiro, Praça da Árvore e Saúde. Haverá também orientadores de travessia nas imediações das estações Paraíso e Vila Madalena, da Linha 2 – Verde, e das estações Santa Cecília e Marechal Deodoro, da Linha 3 – Vermelha.

sábado, 16 de julho de 2011

Metrô garante mais 26 trens para Linha 5-Lilás

Foto: Derick Toshiba
Fonte: Metrô

Em aquisição garantida pelo governo do Estado, o Metrô de São Paulo terá mais 26 trens novos em sua frota para operar na Linha 5-Lilás, que funciona atualmente entre Capão Redondo e Largo Treze, em Santo Amaro, e que está em obras de expansão até a estação Chácara Klabin (local de integração com a Linha 2-Verde), passando pela estação Santa Cruz (integração com a Linha 1-Azul). O primeiro destes 26 trens, com seis carros cada, será entregue em 2013, ano da inauguração da estação Adolfo Pinheiro (os demais trens serão fornecidos progressivamente, dentro do período de 40 meses).
Os novos 26 trens da Linha 5-Lilás (cuja frota atual é de 8 trens) serão fornecidos pela fabricante espanhola CAF, que possui fábrica no município paulista de Hortolândia, após vencer concorrência internacional (regida por normas do Banco Mundial- BIRD, que financiará o investimento), com o valor de R$ 615.103.680,10.
Projeto Executivo da Linha 5-Lilás
Outra decisão relativa à expansão da Linha-5 Lilás, refere-se a elaboração do projeto executivo de obras civis e o acompanhamento técnico das obras. A prestação de serviços técnicos especializados de engenharia ficará a cargo do Consórcio Geodata, selecionado pelo Metrô de São Paulo.
Mais quinze trens para as Linhas 1, 2 e 3 do Metrô
Paralelamente a aquisição dos novos trens para a Linha 5-Lilás, no próximo dia 28, o Metrô também realizará audiência pública para discutir a aquisição de 15 novos trens para as linhas 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi), 2-Verde (Vila Prudente-Vila Madalena) e 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda), totalizando 41 novas composições (246 carros).

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Contrato do monotrilho será assinado em 30.07

Fonte: Revista Ferroviária

O governo de São Paulo deve assinar, no dia 30 de julho, o contrato para o início das obras do monotrilho da Linha 17-Ouro, que ligará o aeroporto de Congonhas ao Estádio do Morumbi. A afirmação foi feita pelo secretário dos Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, ontem, 07, no I Encontro Nacional de Tecnologia Metroferroviária, na Escola Politécnica da USP.
O Metrô de São Paulo já havia anunciado, no dia 06 de junho, o nome da empresa vencedora da licitação internacional para fornecimento do monotrilho – a Scomi Engineering, da Malásia, que participa do consórcio Integração em conjunto com empresas como Andrade Gutierrez, CR Almeida e Montagens e Projetos Especiais. Porém, o contrato não podia ser assinado por conta de uma ação emitida,em dezembro de 2010, pela Associação Sociedade Amigos da Vila Inah (Saviah). Na última semana, a Justiça derrubou a liminar, possibilitando a assinatura do contrato e o início das obras.
Agora o governo precisa da licença de instalação, para poder acomodar os canteiros de obras. O início da obra está previsto para dezembro.

Planos do Metrô focam na zona leste

Fonte: Valor Econômico
Imagem: Diego Silva

A mudança do estádio que receberá os jogos da Copa do Mundo em São Paulo - do Morumbi, na Zona Oeste, para Itaquera, na Zona Leste - provocou uma revisão nos planos de transporte para a cidade. 

No começo do ano passado, um monotrilho para ligar o metrô paulista ao Morumbi (Linha 12-Ouro) era a prioridade. Hoje, a prefeitura paulistana fala na elaboração do Plano de Desenvolvimento da Zona Leste, que abrange obras viárias, melhorias no transporte sobre trilhos e construção de rodoviária. Até o momento, porém, não estão definidos valores nem cronograma para a maioria das obras.

Segundo a Secretaria de Planejamento do Estado, que centraliza as informações sobre os preparativos da capital para o evento, a expectativa é que a terraplenagem do terreno para a construção da arena em Itaquera comece em abril ou no início de maio. 

Responsável pelo estádio, o Corinthians precisa apresentar as garantias financeiras do projeto, um investimento estimado em R$ 600 milhões. O Comitê Organizador da Copa informa que está acompanhando o empreendimento de perto e diz que o início das obras em maio garante o cumprimento do cronograma.

Considerando que o novo estádio abrigará a Copa, as intervenções na região visam melhorar o acesso de trem e metrô na estação Corinthians-Itaquera. A circulação diária na estação hoje é de 201 mil pessoas, praticamente o número de habitantes do bairro, o que a coloca como a sexta da cidade em volume de passageiros. Segundo o Metrô, já foram feitas reuniões com a diretoria do Corinthians para tratar dos projetos.

O plano de desenvolvimento para a região prevê investimentos nas atuais linhas de metrô e trem que a servem - Linha 11-Coral e Linha 3-Vermelha. Na Linha 3, 47 composições de trem reformadas serão entregues até 2014, um investimento de R$ 828 milhões, e haverá a construção de sistema de operação e de portas de plataforma (R$ 249,2 milhões).
Também está prevista a construção de uma rodoviária em Itaquera e a construção de novas alças de acesso em avenidas próximas à área onde será erguido o estádio, entre elas as avenidas Jacu Pêssego e José Pinheiro Borges.

 O prazo para essas obras, segundo a Secretaria de Planejamento, é maio de 2013. A prefeitura diz que os projetos ainda estão sendo estudados e por isso ainda não se fala em valores e prazos para a licitação.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Secretário Jurandir Fernandes detalha chegada da Linha 4 em Taboão da Serra

Fonte: Portal Taboanense

O secretário estadual de transportes metropolitanos, Jurandir Fernandes, deu pela primeira vez detalhes sobre a linha amarela do Metrô que irá chegar até Taboão da Serra. Em entrevista ao Portal O Taboanense, Jurandir disse que o processo de expansão é "irreversível e inevitável". O secretário não deu um prazo para o início das obras, mas disse que Taboão da Serra terá também um terminal rodoviário interligado ao Metrô.

A entrevista concedida pelo secretário foi durante o lançamento da Câmara de Desenvolvimento Metropolitano. O primeiro passo para que o Metrô chegue até Taboão da Serra foi a decisão do governador Geraldo Alckmin de construir um terminal e uma estação na Vila Sônia, onde será o pátio de manobras dos trens da linha amarela.

Segundo Jurandir Fernandes, a população de Taboão da Serra pode ficar tranquila, porque o "o processo não volta atrás, é irreversível".  Jurandir ainda lembrou que pela primeira vez o Metrô vai sair da capital e chegar até outra cidade. "Pela primeira vez na nossa história, ele [Metrô] vai se tornar efetivamente um transporte metropolitano, que, aliás, é a origem do nome dele".

O secretário afirmou que o projeto de ampliação da linha até Taboão da Serra será totalmente subterrâneo e que ainda não foi definido o local onde será feita a estação. "A área técnica está desenvolvendo os estudos. Qualquer anúncio precipitado pode virar especulação,
 quando tiver uma situação definida, vamos conversar com vocês [se referindo aos vereadores, prefeito Evilásio e deputada Analice que acompanhavam a entrevista] e com a população".

Uma das preocupações da secretaria de transportes metropolitanos é também integrar a estação taboanense com um terminal de ônibus. "Todo esse equipamento será levado para Taboão da Serra para que os ônibus se juntem ao Metrô para deixar de saturar as nossas vias", disse.

Diante das preocupações demonstrada pelos vereadores que estavam presentes, Jurandir tranqüilizou. "Nós temos a concessionária, temos o financiamento,  temos a vontade política do governador e de todos vocês de Taboão". Jurandir ressaltou que o local onde será construída a estação deve ser muito bem escolhido. "Temos que evitar desapropriação de indústrias, escolas e prédio públicos para não dificultar".

Na entrevista, Jurandir não quis determinar uma data para o início das obras, mas lembrou que qualquer obra tem um tempo de duração de no mínimo quatro anos. "Uma vez que começam as obras, é irreversível, não tem como voltar atrás".

O secretário garantiu que nesse período, toda cidade já começa a se preparar. "O que é importante é a definição, com isso a cidade se prepara, os corredores [de ônibus] se prepram, o adensamento em torno da linha se prepara, isso cria uma sinergia para toda a região. A população deve saber que terão etapas a serem vencidas, mas uma vez estabelecido o edital, a concorrência, a contratação e obras as começando, e esse processo todo já está em andamento, não volta mais atrás".

Repercussão
Os vereadores Macário, presidente da Câmara, Paulo Félix, Natal e Cido, além da deputada Analice Fernandes e do ex-prefeito Fernando Fernandes acompanharam a entrevista do secretário Jurandir Fernandes. Todos mostraram empolgação com as informações dadas por Jurandir.

"Eu estava apreensível antes da conversa com o secretário, agora sinto que o Metrô realmente vai chegar a Taboão da Serra, vamos esperar as novas informações sobre essa boa notícia para nossa cidade e região", disse Macário.

O vereador Paulo Félix também elogiou as informações passadas pelo secretário. "Eu já estava confiante desde o anúncio feito pelo nosso governador Geraldo Alckmin, agora, com esses detalhes, estamos todos empolgados".

O ex-prefeito Fernando Fernandes elogiou a decisão do governador Geraldo Alckmin. "Para a região de Taboão da Serra essa é uma das melhores notícias que já foram dadas".

terça-feira, 5 de julho de 2011

Metrô desapropria mais 40 mil m² para ampliação da Linha 2-Verde

Novo pátio será o primeiro do Metrô específico para o sistema monotrilho
 
Fonte: Cotia Notícias

A Companhia do Metrô de São Paulo vai desapropriar uma área de 40.753,00 metros quadrados, no Bairro São Lucas, para a construção do Pátio Oratório, que faz parte da ampliação da Linha 2-Verde, que seguirá de Vila Prudente até o Hospital Cidade Tiradentes.
O decreto que a declara de utilidade pública da Companhia do Metrô foi publicado no último sábado, 2, no Diário Oficial do Estado. Os imóveis estão localizados na Avenida do Oratório, onde outras áreas já haviam sido desapropriadas anteriormente.

O novo pátio será o primeiro do Metrô específico para o sistema monotrilho, onde os veículos circularão em via elevada entre 12 e 15 metros de altura. O Pátio Oratório terá uma alça de acesso ao Leste logo após a estação Oratório, de 5.650 metros de vias e capacidade para estacionar 28 trens.

A partir do decreto de desapropriação, uma vez autorizada a imissão na posse do imóvel, por decisão judicial ou amigável de desapropriação, o Metrô poderá ingressar na área e tomar as medidas necessárias para sua utilização para a obra pública.

Prolongamento da Linha 2-Verde
O primeiro trecho Vila Prudente-Oratório, com extensão de 2,9 km, encontra-se em implantação e é composto por duas estações: Vila Prudente e Oratório, além do Pátio Oratório. Posteriormente, seguirá de Oratório a São Mateus , com extensão de 10,1 KM e oito estações: São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstoi, Vila União, Jardim Planalto; Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus.

O trecho final (São Mateus - Hospital Cidade Tiradentes) terá sete estações e 11,4 km de extensão. No total, serão 24,5 km ligando Vila Prudente ao Hospital Cidade Tiradentes e 17 estações.

sábado, 2 de julho de 2011

Metrô faz novo cadastramento para mensagens por celular

Fonte: Jornal Destak

O Metrô está enviando mensagens por e-mail para os usuários que fizeram o cadastramento para receber informações por SMS pedindo que parte das informações sejam redigitadas. Uma falha na gravação seria o motivo para ser necessário a redigitação. 

As informações que precisam ser redigitadas são relativas à definição das linhas, horários e dias da semana. 

O Metrô começou na quarta-feira a informar aos passageiros por meio de mensagens pelo celular toda vez que alguma linha do sistema fica paralisada. O intuito, segundo a companhia, é possibilitar que os usuários recalculem sua rota usando outros meios de transporte, ou usem o sistema mais tarde, evitando tumultos. 

Para receber a mensagem, no entanto, é preciso se cadastrar no site do Metrô (http://www.metro.sp.gov.br/aplicacoes/news/cadastro_rapido/br/internew.asp)

Estações Luz e República da Linha 4 abrem em Setembro

Fonte: O Estado de SP
Imagem: Diego Silva

A Linha 4-Amarela do Metrô começou ontem a funcionar das 4h40 às 21 horas, de segunda a sexta-feira - antes, parava às 15 horas. O governo do Estado havia prometido a ampliação até as 24 horas, mas adiou o plano para antecipar a inauguração de duas novas estações da linha: República e Luz.

CPTM
Dos 180 mil usuários da Linha 4 - Amarela (até 21h), 60 mil farão a integração na Estação Pinheiros, concluída ontem.

A justificativa é que o horário noturno será usado para acelerar testes prévios exigidos para liberar a circulação de composições sem condutor.

O secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, disse que os trens automáticos da Linha 4 ainda não podem circular no horário integral (até a meia-noite). Ao expandir o funcionamento apenas até as 21 horas, sobram horas para testes, explicou Fernandes.

"É a primeira linha automática, o metrô mais moderno da América Latina. Para entrar no horário comercial e receber a população, precisa passar por um protocolo de testes de 700 horas em circulação", disse. "Um carrossel de 14 trens vai girar com testes de acelerações, pane, objetos caídos na via e portas entreabertas."

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) prometeu estender o horário de todas as estações da Linha 4 para as 24 horas e abri-las nos fins de semana até a segunda quinzena de setembro. A Secretaria de Transportes Metropolitanos trabalha para inaugurar as paradas República e Luz até 30 de setembro.

A Via Quatro, concessionária que opera a Linha 4-Amarela, estima que 110 mil passageiros por dia sejam atendidos a mais com a ampliação do tempo para as 21 horas. Das estações da primeira fase da Linha 4, estão abertas apenas Butantã, Pinheiros, Faria Lima e Paulista. Quando República e Luz estiverem prontas, o número de pessoas transportadas diariamente aumentará em 150 mil pessoas - hoje são 110 mil.

Capacidade
O governo informou que, se estendesse o horário para a meia-noite e mantivesse o cronograma de inaugurar República e Luz em outubro, beneficiaria apenas 10 mil pessoas a mais por dia - 900 mil ao fim do período. Com a mudança, passa a facilitar, em apenas um mês, o deslocamento de 4,5 milhões de pessoas.

Copa
Alckmin disse que o governo vai inaugurar, a partir de 2013, todas as estações da segunda fase da Linha 4: Vila Sônia, Morumbi/São Paulo, Oscar Freire, Fradique Coutinho e Higienópolis/Mackenzie. O prazo final é o meio de 2014 - em junho, São Paulo deve receber jogo da Copa do Mundo.

O secretário Jurandir Fernandes afirmou que a Estação Vila Sônia será a última a ser entregue - ainda nem começou a ser construída. O governador também pretende levar o metrô para fora da capital: "Esperamos entregar uma sexta estação, a Taboão da Serra (na Grande São Paulo)".

A Linha 2-Verde, que vai da Vila Prudente à Vila Madalena, também vai funcionar em tempo integral a partir de setembro. Desde que foi inaugurada, no ano passado, ela funciona até as 21 horas nas Estações Tamanduateí e Vila Prudente.

O governo espera derrubar hoje a liminar que barrou na Justiça a construção da Linha 17-Ouro (Aeroporto de Congonhas - Morumbi). "Se for superada a liminar, o contrato será imediatamente assinado, porque a concorrência foi feita. E as obras terão início", disse Alckmin.

Trem
Ao visitar a Estação Pinheiros da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Alckmin ainda prometeu estender em 6 quilômetros a Linha 9-Esmeralda. Serão feitas duas estações no próximo ano: Mendes e Varginha.

A última estação existente é a do Terminal Rodoviário do Grajaú. A Linha 9 transporta, em média, 268,4 mil passageiros por dia e vai ganhar também oito novos trens: quatro neste ano e quatro no ano que vem.

A reforma da Estação Pinheiros da CPTM foi concluída apenas ontem. Foram abertos para os usuários banheiros adaptados, escadas rolantes, bilheteria e novas entradas.

Cronograma
Próximas paradas
Até 30 de setembro
Inauguração das Estações República e Luz, da Linha 4-Amarela do Metrô.

2012
Início das obras das Estações Mendes e Varginha, da Linha 9-Esmeralda da CPTM.
Entre 2013 e 2014
Entrega das Estações Morumbi/ São Paulo, Oscar Freire, Fradique Coutinho, Higienópolis/ Mackenzie e Vila Sônia, também ramais da Linha 4-do Metrô.

Tribunal de Justiça cassa liminar, e Linha 17-Ouro tem suas obras aprovadas

Fonte e imagem: Metrô

Por unanimidade, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo cassou a liminar que impedia a finalização do processo licitatório da Linha 17-Ouro (Jabaquara-Congonhas-Morumbi), do Metrô. Com a decisão, o contrato que permite a execução da obra pode ser assinado.
A nova linha, que vai operar em via elevada e em sistema de monotrilho, conectará, quando pronta, a rede metro-ferroviária ao aeroporto de Congonhas e atenderá importantes eixos de deslocamento da zona sul da capital.
Os trens passarão sobre as avenidas Água Espraiada, Washington Luiz, Marginal Pinheiros, Perimetral Sul (em implantação pela Prefeitura) e Jorge João Saad, atendendo também a comunidade de Paraisópolis. No total, serão 17,9 km de extensão e 18 estações.
Técnicos do Metrô preveem que o primeiro trecho da linha, o que liga Congonhas à Estação Morumbi, da Linha 9-Esmeralda, da CPTM, entre em operação em 2014.
Além da conexão com a Linha 9, a Linha 17-Ouro também se integrará com as linhas 1-Azul (Estação Jabaquara), 5-Lilás (Estação Água Espraiada) e 4-Amarela, na Estação São Paulo-Morumbi.

Novos financiamentos para o Metrô

Fonte: Metrô
Imagem: Samuel Tuzi


A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou nessa quarta-feira, dia 29, dois empréstimos que favorecerão a expansão do Metrô:
- R$ 922 milhões, financiados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social), a serem empregados na construção do prolongamento em monotrilho da Linha 2-Verde
- R$ 445 milhões, financiados pela Caixa Econômica Federal, a serem investidos na construção da Linha 18- Marrom.

O prolongamento em monotrilho da Linha 2- Verde terá, quando totalmente concluído, 24,6 km de extensão que ligarão a Vila Prudente à Cidade Tiradentes. Serão 17 estações. A previsão é que, com a linha operando totalmente, sejam transportados cerca de 500 mil usuários , em média, por dia útil. O primeiro trecho será entregue em 2013 e fará a conexão da Vila Prudente com o bairro do Oratório.
A Linha 18-Marrom fará a ligação direta entre a região do ABC (Estrada do Alvarenga, em São Bernardo do Campo) e o sistema metro-ferroviário, em São Paulo (Estação Tamanduateí, na Linha 2-Verde). O projeto funcional, que já foi concluído, prevê que a linha terá extensão aproximada de 20 km, 18 estações e quatro terminais integrados. Quando estiver em operação plena, a previsão é que a linha transporte cerca de 400 mil usuários, em média, por dia útil.

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