quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

R7 testa o Metrô na Linha 4: ''Tecnologia sem mão humana complica dia-a-dia do passageiro''

Trem da Linha 4-Amarela - Pátio da Vila Sônia
Fonte: R7

A linha 4-Amarela foi construída com a promessa de ser a mais moderna do Metrô de São Paulo. Apesar dos sucessivos atrasos nas obras, a concessionária responsável pelo trajeto conseguiu cumprir o prometido e entregou à população uma linha em que os trens funcionam sem motorista e as portas das estações se abrem quando os vagões se "encaixam" na plataforma.
Mas a modernidade da linha 4-Amarela, em vários momentos, atrapalha no lugar de ajudar os passageiros. Passageira diária da linha, na última semana, utilizei os trens do trajeto somente nos horários de pico da manhã e do final da tarde e constatei que tanta tecnologia não ajuda ou atrapalha.

Na estação Butantã, o problema maior no horário de pico é acessar a plataforma. Isso porque há sempre de duas a quatro escadas rolantes desligadas. As que funcionam ficam aglomeradas. Perguntado sobre o motivo do desligamento, um funcionário do consórcio, identificado como Orlando, disse que os motores das escadas estavam superaquecendo por conta da demanda excessiva e precisavam ser desligados.
O trecho mais lotado está entre as estações Pinheiros e Paulista, onde há superlotação na transferência para linha 2-Verde; e, em Pinheiros, por conta da transferência para o trem da linha Osasco-Grajaú. No horário de pico, as escadas rolantes dessa transferência costumam ser desligadas para prevenir acidentes. Com isso, formam-se longas filas ao longo do corredor de acesso. Também para prevenir acidentes, segundo os funcionários do local, as esteiras ficam desligadas em horário de pico.

A saída do vagão para a linha Verde é confusa. Os fluxos de ida e vinda se cruzam para que o usuário acesse a transferência. São comuns "encontrões" entre as pessoas, principalmente com a população com problemas de locomoção (idosos, mães com criança de colo etc.)

2 comentários:

Alex Spina disse...

Diego,

Não entendi a razão desta reportagem do R7 estar aqui no seu blog. Ela é totalmente sem nexo e contraditória. Explico os pontos que achei ruins:

_ No título o autor(a) diz que a tecnologia atrapaha a vida do usuário da linha 4. E lá pro final do segundo parágrafo o autor(a) diz constatei que tanta tecnologia não ajuda ou atrapalha". Fica parecendo que o repórter teve a intenção de chamar a atenção para a reportagem usando um truque.

_ Também não é verdade que as escadas rolates estão normalmente desligadas, Eu passo por lá todo santo dia entre 18 e 19 horas. Raramente estão desligadas.

_ E no último parágrafo fala-se de probelmas saída do vagão. Esse cara não é usuário de metrô. A L4 é a que tem o público mais civilizado de toda a rede, e isso graças ao nível de segurança das estações. O pessoal que trabalha para a viaquatro parece muito mais profissional que os seguranças da CPTM na Luz ou Brás.

Na minha opinião você deveria preservar os seus blogs (que são muito bons, diga-se de passagem) de repercutir reportagens que não retratam a verdade. Sabemos que o transporte sobre trilhos de SP tem muito a evoluir, especialmente a CPTM, mas pra quem anda de trem desde os tempos da CBTU, eu digo: Nós estamos no paraíso.

Falar mal do metro/CPTM e do trânsito é fácil. Difícil é dar a cara pra bater como você faz e como fez o Sergio Avelleda nesta entrevista pra rádio Estadão ESPN.

http://radio.estadao.com.br/audios/audio.php?idGuidSelect=4DDF453F8AF84D238B00AF4F4799ADDA

Aliás você poderia repercuté-la em seu blog.

Terminando, sou seu adimirador e gosto do seu blog. Poucas pessoas sabem usar um blog como utilidade pública, e ajudarei com críticas e elogios sempre que possível.

Cordialmente

Alexandre Spina

Diego Silva disse...

Alex, obrigado por participar do blog.
Postei essa série do R7 para mostrar aos usuários do Metrô o quanto as equipes de reportagem são despreparadas para falar do assunto. Ainda estou preparando um bom argumento para fazer a matéria que irá falar sobre essa série. Mas em síntese, o R7 errou, e muito.

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