quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Metrô e CPTM irão operar durante a madrugada no reveillón

Frota E 'Milênio' - Estação Artur Alvim - Linha 3-Vermelha
Fonte: Metrô

A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos informa que o Metrô e a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) realizarão operação comercial para transportar o público que participará da festa do Réveillon na Avenida Paulista. As principais linhas do sistema metroferroviário vão operar ininterruptamente na virada do dia 31 de dezembro (sábado) e toda a madrugada do dia 1º de janeiro (domingo). A circulação dos ônibus intermunicipais gerenciados pela EMTU/SP não terá alterações. Veja abaixo como ficará a operação.

Metrô

Na virada do ano, a circulação de trens nas linhas 1-Azul (Jabaquara–Tucuruvi), 2-Verde (Vila Prudente–Vila Madalena) e 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera–Palmeiras/Barra Funda) será contínua durante toda a madrugada. Na Linha 5-Lilás (Capão Redondo–Largo Treze), o horário de funcionamento das estações não sofrerá mudanças, fechando à meia-noite do dia 31 e reabrindo às 4h40 do dia 1º.

Quem for comemorar a chegada de 2012 na Avenida Paulista, terá no metrô a melhor opção de transporte, podendo embarcar em qualquer estação do sistema, exceto a estação Trianon/Masp, até às duas horas da manhã. Após esse horário, para atender aos que estiverem no Show da Virada, as estações Paraíso, Brigadeiro e Consolação permanecerão abertas para embarque e desembarque. As demais continuarão em operação somente para desembarque.

Por estratégia de segurança, devido à sua proximidade do local do evento, a estação Trianon/Masp será fechada às 19h30 do dia 31 e reabrirá às 4h40 do dia 1º.

Durante o Réveillon, a frota de trens em operação será reforçada e o contingente de empregados operativos e de segurança aumentado. Por meio de comunicação visual e de mensagens sonoras, os usuários serão orientados sobre os horários de funcionamento e as melhores estações para chegarem ao evento.

No primeiro dia de 2012, as linhas do Metrô voltarão a operar nos horários habituais. As frotas programadas para circular serão equivalentes às utilizadas nos fins de semana.

Na segunda-feira, dia 2, para atender aos usuários que retornam à capital, a operação terá início às 4h00 nas linhas 1-Azul e 3-Vermelha, por onde desembarca o usuário que chega pelos terminais rodoviários Tietê, Jabaquara e Barra Funda. Na Linha 2-Verde, a operação iniciará um pouco mais cedo: às 4h30. Na Linha 5-Lilás, a abertura das estações ocorrerá no horário normal, às 4h40.

CPTM

As linhas 7-Rubi (Luz–Francisco Morato), 8-Diamante (Júlio Prestes–Itapevi), 9-Esmeralda (Osasco–Grajaú), 10-Turquesa (Luz–Rio Grande da Serra), 11-Coral (Luz–Estudantes) e 12-Safira (Brás–Calmon Viana) vão operar ininterruptamente na madrugada do dia 1º de janeiro, com intervalos de 15 minutos entre as composições.

Até 1h00 do dia 1º de janeiro, todas as estações dessas linhas estarão abertas para embarque e desembarque. Após esse horário, o embarque só poderá ser feito nas seguintes estações que fazem integração gratuita com o metrô: Brás, Luz, Pinheiros, Palmeiras/Barra Funda e Tamanduateí. As demais estações do sistema continuarão funcionando somente para desembarque. Em caso de aumento da demanda, a frota de trens será reforçada.

OBS: A Defesa Civil interditou a circulação de trens nos trechos entre as estações Luz e Palmeiras-Barra Funda, na Linha 7-Rubi, e entre Júlio Prestes e Palmeiras-Barra Funda, na Linha 8-Diamante, em função do risco de desabamento do prédio atingido por incêndio no dia 22/12. Os trens prestam serviço normalmente a partir da estação Palmeiras-Barra Funda. A alternativa é utilizar o Metrô para acessar a estação Palmeiras-Barra Funda.

Dicas

Para uma viagem mais segura e tranquila, o Metrô e a CPTM fazem algumas recomendações simples. Para não ter que "encarar" filas de última hora, a dica é a compra antecipada das passagens. Para evitar riscos desnecessários durante a viagem, o ideal é que os usuários não formem aglomerações na região das plataformas e das portas dos trens, principalmente aqueles que estiverem portando muita bagagem. Ao chegar à estação de destino, o usuário deve respeitar a sinalização e solicitar orientação somente aos empregados. Vale lembrar ainda que bebidas alcoólicas são proibidas no Metrô e na CPTM.

Linha 4-Amarela

O funcionamento da Linha 4-Amarela (Butantã–Luz), operada pela ViaQuatro, também será ininterrupto na noite de 31/12. Com exceção da estação Paulista, que ficará aberta para entradas durante a madrugada, as demais estações vão admitir entrada até às 2h00, reabrindo às 4h00. O desembarque poderá ser feito normalmente em qualquer estação, na madrugada do Réveillon. No dia 2 de janeiro (segunda-feira), haverá antecipação do horário de abertura para todas as estações, a partir das 4h00.

EMTU

O sistema de ônibus intermunicipal gerenciado pela EMTU/SP na Região Metropolitana de São Paulo vai operar sem alterações, na quantidade de viagens oferecidas, nos dias 30 e 31 de dezembro e 1º de janeiro de 2012. No dia 30 de dezembro (sexta-feira), o número de viagens será o de dias úteis. No sábado (31), também não haverá mudanças no número de viagens oferecidas em relação aos demais sábados do ano. No dia 1º de janeiro, os usuários irão dispor da mesma quantidade de viagens previstas para um domingo

Interdição na CPTM deve superlotar Metrô

Frota K - Salão de Passageiros - Linha 3-Vermelha
Fonte: Estadão

Se persistir até a primeira semana de 2012, a interdição de trecho das Linhas 7-Rubi e 8-Diamante da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) deve aumentar ainda mais a lotação da Linha 3-Vermelha da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô). O incêndio na Favela do Moinho, na quinta-feira, afetou a circulação das composições. Passageiros que chegavam ao centro de trem são obrigados, agora, a pegar o metrô na Estação Barra Funda e fazer baldeação para ir até a Luz.
"Ainda não está tão lotado porque é semana de feriado. Quero ver como isso vai ficar na semana que vem, quando o pessoal voltar da folga", afirma o gerente de lanchonete Luís Antônio Ribeiro Marques, de 35 anos, que mora em Franco da Rocha e trabalha na região da Luz. "Vão colocar todo o pessoal que vinha em dois trens dentro do metrô. Vai encher."

Moradora de Osasco, a modelista Luzia Pires de Souza, de 42 anos, também acha que pode encontrar dificuldade para pegar o metrô na próxima semana. "O trajeto não fica muito mais longo, porque o metrô é rápido. Mas tem de fazer baldeação. E, se estiver cheio, tem de ir em pé."
Nas plataformas das estações de metrô e trem, foram instalados cartazes indicando os trechos interditados. Além disso, mensagens sonoras são veiculadas pelo menos a cada cinco minutos para lembrar sobre a interdição e pedir para os passageiros da CPTM usarem o Metrô.

O ponto final das linhas 7 e 8 foi transferido para a Barra Funda na quinta-feira por causa do incêndio que atingiu a Favela do Moinho, no centro, e causou a morte de duas pessoas. O fogo colocou em risco a fiação aérea que alimenta os trens, por isso a energia naquele dia foi desligada em um trecho de 300 metros em cada um dos dois ramais da ferrovia. Além disso, 500 dormentes (madeiras que sustentam os trilhos) foram atingidos pelo fogo. O incêndio ainda comprometeu o prédio do antigo e histórico Moinho Matarazzo, que pode desabar até mesmo com a trepidação dos trens.

Laudo. 
A CPTM informou que já fez os reparos necessários na ferrovia e aguarda a Prefeitura liberar o terreno. O coronel Jair Paca de Lima, coordenador da Defesa Civil, disse ontem que não tem previsão para o aval. "Acho que o prédio só não veio abaixo porque é antigo. Mas ele dá sinais de que pode entrar em colapso." Engenheiros da Prefeitura trabalham em um laudo para o local.
"Não falaram se vão demolir o prédio, mas é notório que pode desabar", relatou o presidente da Associação de Moradores da Favela do Moinho, Francisco Antonio Miranda, de 25 anos. Segundo ele, assistentes sociais da Prefeitura começaram ontem a fazer o cadastro dos moradores em programas habitacionais. O governo não deu nenhum prazo, no entanto, para a saída de todas as famílias.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Linha 4 funcionará com horário diferenciado amanhã

Túnel da Linha 4-Amarela durante viagem
Fonte: R7

A Linha-4 Amarela do Metrô de São Paulo funcionará com operação especial neste fim de ano, segundo informou a empresa que administra a via, ViaQuatro. Na segunda-feira (26), as estações da Linha 4-Amarela terão horário de abertura antecipado para 4h, assim como as outras linhas do metrô de São Paulo, exceto a 5-Lilás. O objetivo é atender aos usuários que voltarão de viagem neste dia e precisarão utilizar os meios de transporte mais cedo. O mesmo esquema de funcionamento será adotado também no dia 2 de janeiro, segunda-feira após o Ano Novo.

Operação Especial de Ano Novo
Além da abertura das estações às 4h no dia 2 de janeiro, a ViaQuatro informa que fará uma operação especial no fim de semana do Ano Novo para facilitar o transporte dos usuários que vão comemorar a chegada de 2012 na região da Avenida Paulista.

No dia 1º de janeiro (domingo), a Linha 4-Amarela funcionará 24 horas. O usuário deve ficar atento ao esquema de funcionamento das estações. A entrada e saída na estação Paulista estará liberada em todo o período. Já nas outras cinco estações – Luz, República, Faria Lima, Pinheiros e Butantã – será permitido entrar na madrugada de domingo até as 2h. Após esse horário, o acesso não será permitido e os usuários só poderão utilizar essas estações para saída. 

O gestor de Interação com o cliente da concessionária, José Luiz Bastos, faz algumas recomendações para a população que passará a virada do ano na região da Paulista.

- A principal recomendação é que o público adquira os bilhetes de metrô antes de ir para os shows na Paulista. Essa providência evita filas e tumultos na hora de ir embora. Além disso, pedimos que qualquer situação anormal ou atos de vandalismo nas estações sejam comunicados imediatamente aos colaboradores da ViaQuatro.

O gestor ainda diz que não é permitida a entrada com bebidas alcoólicas nas estações de metrô. Com o grande número de pessoas que circulam na região na data, e é recomendado redobrar o cuidado com bolsas, carteiras e celulares.

De acordo com Bastos, quem estiver com crianças também precisa ficar muito atento, mantendo-as sempre perto e segurando-as pela mão. Em caso de aglomerações, reforçar a atenção ao utilizar as escadas rolantes.

- A melhor forma de chegar à região da Paulista, que estará interditada para os shows de Ano Novo, é de metrô.

Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha irão funcionar mais cedo na segunda-feira

Trem da Frota C - Estação Penha - Linha 3-Vermelha
Fonte: Estadão

Na segunda-feira, para atender os passageiros que retornam à capital, a circulação dos trens do metrô será antecipada das 4h40 para as 4 horas nas linhas 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi) e 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda). Nessas desembarca quem chega pelos Terminais Tietê, Jabaquara e Barra Funda. A operação na Linha 2-Verde (Vila Prudente-Vila Madalena) terá início às 4h30.
Na Linha 5-Lilás (Capão Redondo-Largo Treze), as estações abrirão no horário habitual: às 4h40. Os demais serviços de trens e ônibus da capital manterão o esquema normal de sábados e domingos.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Blog Metrô em Foco deseja à todos um Feliz Natal


Confira como será a circulação do Metrô neste Natal

Trem da Frota H - Estação Penha - Linha 3-Vermelha
Fonte: STM/Metrô

A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos informa que, no sábado (24) e domingo de Natal (25), a operação comercial do Metrô, da CPTM e da EMTU/SP será a mesma de um fim de semana típico, sem alterações. Na volta do Natal (segunda-feira, 26), o Metrô antecipará o início da operação comercial.

Metrô

Na próxima segunda-feira (26), para atender aos usuários que retornam à capital, a circulação dos trens do Metrô será antecipada das 4h40 para às 4 horas da manhã, nas linhas 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi) e 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda). Nessas linhas desembarcam os usuários que chegam pelos terminais rodoviários Tietê, Jabaquara e Barra Funda.

A operação na Linha 2-Verde (Vila Prudente-Vila Madalena) terá início pouco mais cedo, às 4h30. Na Linha 5-Lilás (Capão Redondo-Largo Treze), as estações abrirão no horário habitual: às 4h40.

Para o final de semana do Natal, o Metrô programou a mesma frota de trens de um fim de semana típico em todas as linhas. Haverá trens reservas em pontos estratégicos das linhas que poderão entrar em operação caso a demanda observada for maior que a prevista.

CPTM

As seis linhas da CPTM vão operar no sábado (24) e domingo de Natal (25) com os mesmos horários de um fim de semana típico, sem alterações. A Companhia manterá trens de prontidão em pontos estratégicos que poderão circular, caso for observado aumento de demanda.

Dicas

Para uma viagem mais segura e tranquila, o Metrô e a CPTM fazem algumas recomendações simples. Para não ter que "encarar" filas de última hora, a dica é a compra antecipada das passagens. Para evitar riscos desnecessários durante a viagem, o ideal é que os usuários não formem aglomerações na região das plataformas e das portas dos trens, principalmente aqueles que estiverem portando muita bagagem.

Ao chegar à estação de destino, o usuário deve respeitar a sinalização e solicitar orientações somente aos empregados. Vale lembrar ainda que bebidas alcoólicas são proibidas no Metrô e na CPTM.

EMTU

O sistema de ônibus intermunicipal gerenciado pela EMTU/SP na Região Metropolitana de São Paulo vai operar sem alterações na quantidade de viagens oferecidas nos dias 23 e 24. No dia 23 de dezembro (sexta-feira), o número de viagens será o de dias úteis. No sábado (24), também não haverá mudanças no número de viagens oferecidas em relação aos demais sábados do ano. No dia 25 de dezembro, os usuários vão dispor da mesma quantidade de viagens oferecidas aos domingos.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Metrô abre concurso público para diversos cargos

Trem da Frota K - Estação Penha - Linha 3-Vermelha
Fonte: Metrô

A Companhia do Metropolitano de São Paulo - Metrô abrirá inscrições para o Concurso Público número 02/2011, a partir das 10h do dia 2 de janeiro de 2012. São 63 vagas imediatas e formação de cadastro reserva para diversos cargos. Os empregados serão admitidos em regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

Há oportunidades para vários níveis de escolaridade. Candidatos com ensino fundamental completo e curso de qualificação específico podem concorrer aos cargos de Oficial de Manutenção e de Usinador Ferramenteiro.

Para os candidatos com nível médio, há vagas de Assistente Administrativo, Auxiliar de Enfermagem do Trabalho, Oficial de Logística (Almoxarifado), Técnico de Segurança do Trabalho, Técnico de Sistemas Metroviários e de Operador de Transporte Metroviário I.

As oportunidades de nível superior incluem Advogado Júnior, Engenheiro Júnior, Engenheiro de Segurança no Trabalho, Médico do Trabalho e Analista de Desenvolvimento e Gestão Júnior (várias áreas de formação).

As inscrições estarão abertas das 10 horas do dia 02/01/2012 às 14 horas do dia 23/01/2012 e devem ser feitas pelo site www.concursosfcc.com.br.

Após realizar a inscrição, o candidato deverá imprimir o boleto e efetuar o pagamento da taxa em qualquer agência bancária. Na impossibilidade de acesso à Internet, o candidato deve procurar os postos de atendimento do programa "Acessa São Paulo" e Telecentros, onde o acesso à Internet é gratuito.

A aplicação das provas objetivas, para todos os cargos, está prevista para o dia 11 de março de 2012. No período da manhã, serão aplicadas as provas para os cargos com a exigência de escolaridade de Ensino Médio e/ou Técnico. À tarde, serão aplicadas as provas para todos os cargos em que é necessário Ensino Superior ou Fundamental

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Metrô realiza encontro de túneis de obras da Linha 5

Primeiro encontro de túneis das obras de extensão da Linha 5-Lilás
Fonte: Metrô

O Metrô realizou, nesta quinta-feira, dia 15, a primeira ligação do túnel em escavação para a expansão da Linha 5-Lilás. A ligação de túneis aconteceu no trecho entre o “poço de serviço Delmiro Sampaio" e o túnel de manobras já existente na estação Largo Treze, completando um túnel de 93 metros. 

A partir do “poço de serviço Delmiro Sampaio" até a estação Adolfo Pinheiro já são 150 metros escavados. No sentido contrário (Adolfo Pinheiro-Delmiro Sampaio), o início das obras está previsto para o final desta semana. O diâmetro médio do túnel é de nove metros.

O trecho entre Largo Treze e Adolfo Pinheiro, que corresponde ao primeiro lote da expansão da Linha 5, teve as obras iniciadas em setembro de 2009. A estação Adolfo Pinheiro está sendo construída por um método de escavação que utiliza cinco poços para a estrutura civil da edificação. Cada poço possui 32,8m de diâmetro e 24m de profundidade. Quando estiver concluído, o fundo da escavação ficará a 24m da superfície e as plataformas a 20m de altura em relação ao solo

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Metrô realiza campanha de segurança para o fim de ano


Fonte: Metrô

O Metrô iniciou na manhã desta terça-feira (13), em todas as estações e trens, a campanha de segurança pública “Guardou bem os objetos de valor?”. Durante a ação, serão distribuídos 500 mil folhetos com dicas para cuidados com os pertences.
O objetivo é sensibilizar os passageiros para a tomada de atitudes que impeçam a ocorrência de furtos no sistema metroviário. O maior número de casos acontece nos acessos às estações e nas plataformas, nos momentos de embarque e desembarque, durante os horários de pico, quando há aglomeração de pessoas.
“A campanha é feita em dezembro porque, preocupados com as compras de Natal, alguns usuários se descuidam de suas carteiras e celulares e os deixam à mostra, facilitando a atuação de ladrões”, afirma Sérgio Avelleda, presidente do Metrô.
Reforçando a campanha, nas quatro linhas do Metrô, 1.300 cartazes alertarão os passageiros para estarem atentos a seus objetos pessoais, com frases como: “Seu aparelho sonoro está bem guardado?” “Guardou bem o celular?” “Guardou bem a carteira?”.
Completando a ação, haverá ainda a veiculação de mensagens sonoras de alerta pelos alto-falantes das estações e trens.
Por fim, a Companhia do Metrô lembra que ao presenciar alguma infração no sistema, o usuário poderá recorrer ao “SMS Denúncia” (7333-2252), com mensagem descrevendo as características do infrator e o número do carro, facilitando a atuação das equipes de segurança.

Após alagamento, funcionários limpam estação Tamanduateí

Alagamento causou problemas na ferrovia
Fonte: R7

A entrada da estação Tamanduateí da Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo foi alagada pelas fortes chuvas que caíram durante a madrugada desta quinta-feira (15). Durante a manhã, funcionários limpavam o local. Os passageiros que tentavam chegar a estação e da Linha 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) precisavam enfrentar um trecho de alagamento.Chuvas fortes atingiram a capital paulista e a Grande São Paulo nesta madrugada. As principais regiões atingidas por alagamentos nesta madrugada e manhã foram as zonas sul e leste e o Grande ABC. Além do transbordamento do rio Tamanduateí, os córregos Ribeirão dos Meninos, em São Caetano do Sul, e dos Couros, em São Bernardo do Campo, transbordaram, causando o bloqueio do tráfego no limite entre São Caetano do Sul e a capital paulista.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Metrô licita em janeiro/2012 compra de 15 trens

Alstom Frota E 'Milenio' - Estação Artur Alvim - Linha 3-Vermelha
Fonte: Revista Ferroviária

O Metrô de São Paulo irá publicar, em janeiro do próximo ano, o edital para a compra de 15 trens. As composições, que irão integrar a frota da companhia, atualmente com 150 trens, serão distribuídas entre as linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha.
De acordo com o presidente da companhia, Sérgio Avelleda, a estimativa é que em março o Metrô já receba as propostas das empresas interessadas.  “E no final de 2013, devemos começar a receber os trens”, afirmou Avelleda.
Além da aquisição dos novos veículos, o Metrô está reformando os trens em operação nas linhas Vermelha e Azul. Nesta quinta-feira, 08/12, a sexta composição modernizada foi entregue, de um total de 98 unidades que estarão em operação até 2014.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Metrô SP recebe 6º trem modernizado, o primeiro da Linha 1-Azul

Frota J - Mais um trem reformado para o Metrô
Fonte: Revista Ferroviária

O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, entregou nesta quinta-feira (08/12) o primeiro trem modernizado que irá circular na Linha 1-Azul do metrô paulista. A composição é a sexta a entrar em operação no sistema, de um total de 98 TUEs que serão remodeladas e entregues à companhia até 2014. Os outros cinco trens reformados e já entregues estão operando na Linha 3-Vermelha do Metrô.
Modernizado pelo consórcio formado entre Bombardier Transportation, Tejofran e Temoinsa – que venceu a licitação para modernizar 26 das 98 unidades – o trem possui ar-condicionado, câmeras de vigilância, sensores para detecção de fumaça, freios com controle de patinagem (para melhor desempenho em dias chuvosos) e acessibilidade para portadores de deficiência, entre outros itens.
O Metrô receberá ainda esse ano mais dois trens modernizados, totalizando 8 unidades. As outras 90 serão divididas em lotes de 30, para que até 2014 toda a frota reformada esteja em operação. De acordo com o governador, a chegada dos trens deve ajudar também a diminuir o intervalo entre trens nas estações. “Na Linha 1, vamos reduzir de 120 segundos para 100 segundos o tempo de espera”, afirmou.
As reformas dos 98 TUEs foram divididas entre quatro consórcios.  Além do consórcio da qual a Bombardier faz parte, o MTTrens, formado pelas empresas T´Trans, MPE e Temoinsa, ficou responsável pela modernização de 25 trens da Linha 3; outros 22 trens da Linha 3 foram entregues ao consórcio Reformas Metrô, composto por Alstom e Iesa; e 25 trens da Linha 1 estão com Siemens e Alstom, que compõem o consórcio Modertrem.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

São Paulo bate recorde de passageiros transportados

Trem Frota G - Estação Tamanduateí - Linha 2-Verde
Fonte: Revista Ferroviária

A rede de transporte de passageiros sobre trilhos de São Paulo bateu, em 11 de novembro, o recorde de passageiros transportados atingindo a marca de 7,3 milhões de pessoas.  Neste dia, o Metrô foi responsável pelo transporte de 4,6 milhões de pessoas e a CPTM por 2,7 milhões de passageiros.  O número contabiliza as baldeações entre linhas.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Diariamente, lotação e pressa deixam três feridos nos trens da CPTM e do Metrô

Embarque na estação Sé - Linha 3-Vermelha
Fonte: Estadão
Matéria simultânea - CPTM em Foco & Metrô em Foco

Todos os dias, pelo menos três pessoas se machucam na capital dentro de estações ou vagões da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Os acidentes estão relacionados ao excesso de passageiros transportados pelo sistema, ao corre-corre, pressa e até mesmo distração das pessoas, dizem especialistas.
O número de machucados graves, que dão origem a inquéritos por lesão corporal culposa (quando não há intenção), mais do que dobrou em outubro, em relação ao mês anterior, segundo registros da Secretaria Estadual da Segurança Pública. Foram 36 casos, ante 15 em setembro. A média é de 11 ocorrências por mês.

A maior parte das vítimas é idosa, segundo o delegado Valdir Rosa. "Eles têm dificuldade para se locomover, embarcar e desembarcar", afirma o policial.
Procurados, o Metrô e a CPTM destacam que tomam medidas para reduzir o número de acidentes em suas redes, como campanhas de desembarque seguro, uso de obstáculos e mensagens sonoras para incentivar as pessoas a entrar e sair dos trens sem fazer confusão. Mas nem as companhias nem a polícia são informadas de todos os acidentes.

A aposentada Maria Eugênia Teixeira, de 71 anos, por exemplo, torceu o pé em agosto, após sofrer um empurrão quando tentava embarcar na Estação Ana Rosa, e achou melhor não falar para ninguém. "Foi um acidente simples, que poderia ter acontecido na rua ou no mercado."
Solução. Para se proteger, o idoso pode andar com um acompanhante e sempre usar o assento preferencial, observa a geriatra Fania Santos, chefe da unidade ambulatorial de geriatria e gerontologia da Unifesp. Segundo ela, é importante utilizar o calçado adequado e evitar movimentos bruscos. "É melhor perder o trem ou a estação."

Mas uma solução para evitar trombadas, empurrões e outros problemas desse tipo depende de medidas que orientem a circulação dos passageiros, segundo o consultor em transportes Peter Alouche. O risco de acidentes na plataforma de embarque poderia cair, segundo ele, com a instalação de portas de plataformas, como aquelas existentes na Linha 4-Amarela. Ele defende também o uso de gradis e faixas que limitem o espaço onde as pessoas podem andar.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Obras de 11 estações da Linha 5-Lilás começam este mês

Trem da Linha 5-Lilás em Santo Amaro
Fonte: Estadão

Em meio à polêmica envolvendo as obras da Linha 5-Lilás do Metrô, o governo do Estado promete iniciar a escavação dos túneis e a construção das estações do ramal nos próximos dias. As demolições necessárias - de cerca de 220 imóveis - já estão 99% concluídas. Mas parte das plantas das 11 novas estações ainda precisa ser aprovada pelos técnicos do Metrô.
Ao todo, são quase 500 plantas que estão sendo desenhadas pela empresa italiana Geodata. Uma das 11 novas estações previstas é a Adolfo Pinheiro, cuja licitação foi feita à parte do restante da linha e, por isso, já está sendo construída. As outras, cujas plantas já foram aprovadas, estão em fase de obtenção da licença de instalação pelas subprefeituras responsáveis pelos bairros percorridos pela linha e pela Cetesb.
A ampliação da Linha 5-Lilás, que atualmente liga o Capão Redondo, no extremo sul, à região do Largo 13 de Maio, em Santo Amaro, na mesma região, necessita ainda de um novo pátio de manobras. O Metrô vai construí-lo perto da Estação Santa Cruz, que interligará a Linha 5 à Linha 1-azul.
O Estado já comprou, por R$ 615 milhões, 26 trens, com seis vagões cada, que vão circular na Linha 5. A exemplo do que ocorre na Linha 4-Amarela, eles terão ar-condicionado e vagões sem divisão. Também não terão maquinista. Os trens estão sendo construídos pela empresa espanhola CAF em uma fábrica em Hortolândia, no interior. A previsão é de que os veículos comecem a chegar ao Metrô em 2013.
As plantas aprovadas pelo Metrô serão enviadas nos próximos dias às empresas contratadas pelo Metrô. As estações serão construídas por um método chamado VCO (Vala a Céu Aberto): as empresas cavam o túnel, que pode passar de 50 metros de profundidade, e vão construindo as estações de baixo para cima.

Linha 17-Ouro terá a menor capacidade de todo o Metrô

Monotrilhos da Linha 17-Ouro serão da Scomi
Fonte: Estadão

O monotrilho da Linha 17-Ouro do Metrô, nas zonas sul e oeste, terá uma capacidade de transporte de passageiros muito menor do que as demais linhas do sistema, inclusive a extensão da Linha 2-Verde, na zona leste, que usará o mesmo tipo de tecnologia. Cada trem será capaz de levar até 400 pessoas, quantidade que corresponde a cerca de um quinto das composições do metrô convencional. É, também, menos do que a metade das mil pessoas que o monotrilho da Linha 2 levará. 

Na avaliação de especialistas, os 24 mil passageiros que poderão utilizar a Linha 17 a cada hora equivalem ao que corredores de ônibus bem estruturados, com áreas para ultrapassagens e catracas fora dos veículos, podem carregar. A vantagem do corredor é que o custo seria menor. A Linha 17, que terá 17,9 km e conectará o Jabaquara ao Morumbi, ambos na zona sul, está orçada em R$ 3,2 bilhões, cerca de 65% do valor do monotrilho da Linha 2, que contará com 24,5 km e custará R$ 4,9 bilhões. Esse ramal ligará a Vila Prudente a Cidade Tiradentes.
"Um projeto mais caro só tem cabimento onde houver demanda que o justifique, senão você poderia pôr um corredor de ônibus", explica Marcos Bicalho, superintendente da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP).

Para o consultor em engenharia de transporte Horácio Augusto Figueira, a demanda não justificaria a construção. "Um belo corredor atenderia muito bem os usuários e não traria tanto impacto visual."
De acordo com o Metrô, na primeira fase do ramal, entre as estações Congonhas e Morumbi, os trens circularão com apenas três vagões. Eles terão 34 metros de comprimento, ou seja, serão quase quatro vezes menores do que as composições comuns de metrô, que possuem 132 metros de extensão e acomodam até 2 mil pessoas em seus seis vagões.

Com o passar do tempo e o crescimento da demanda, a estatal poderá acrescentar mais dois vagões aos trens da Linha 17, o que fará com que os trens possam carregar até 600 passageiros. O Metrô alega que a capacidade das composições é baseada na demanda prevista para a linha. Estudos de origem e destino integram a concepção de novos ramais do sistema metroviário e orientam o dimensionamento do material rodante.

"Esse modal não é adequado ao transporte de massa, e sim a regiões turísticas", afirma o engenheiro Silvio Teixeira Júnior, presidente da Sociedade Amigos da Vila Inah (Saviah), que chegou a entrar com uma ação para barrar a obra. Parte dos moradores da região do Morumbi temem que a área se desvalorize com o elevado por onde passará o monotrilho.

Porém, o arquiteto e urbanista Flamínio Fichmann crê que a capacidade prevista para o monotrilho da Linha 17 está dentro do padrão que vem sendo empregado pelo mundo. "Monotrilhos tradicionais operavam em parquinhos de diversão e aeroportos, ou seja, locais com demanda muito pequena. Transformar isso num sistema de média capacidade, como a Linha 17, é até razoável, mas em um de alta capacidade, como o da zona leste, é uma temeridade." Segundo ele, nesse caso, serão necessários muitos ajustes no projeto original, como o número e o tamanho dos vagões e a substituição do conjunto de propulsão. "Estão mudando totalmente o projeto, desde o trem até a forma de operação e a infraestrutura das estações. É outra concepção."

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Metrô tem 37 corais de Natal

Corais se apresentam nas estações
Fonte e imagem: Estadão

Até o dia 16, tenores, contraltos, sopranos e baixos vão rivalizar com o burburinho e o corre-corre dos passageiros do metrô nas quatro regiões da capital paulista. Eles participam da 19.ª edição do evento Canto Coral, que tem 37 grupos interpretando canções natalinas em 14 estações. 

A primeira apresentação ocorreu nesta segunda-feira, às 12h50, na Estação Clínicas da Linha 2-Verde. Com repertório de clássicos como 'Sino de Belém' e 'Noite Feliz', o Coral Icesp (do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo) cantou sete músicas e fez cerca de 50 pessoas pararem a rotina por alguns minutos.
"Na pressa do dia a dia, a gente às vezes se esquece dessas coisas bonitas. Achei lindo", disse a dona de casa Maria Goreti, de 57 anos, de Barueri, Grande São Paulo. Ela acompanhou o coral enquanto o marido passava por consulta no Hospital das Clínicas.

A estação, que recebe 32 mil pessoas por dia, estava pouco movimentada nas primeiras músicas, mas logo as cinco mulheres e dois homens do coral ganharam o reforço de quem assistia, que cantou junto a pedido da maestrina Elisabete Damião Jansen. "O legal de se apresentar no metrô é que você pode levar a música para pessoas de diversas regiões e bairros da cidade no mesmo lugar", disse ela, que comanda outros dois corais do evento.

Nesta terça, apresentam-se cinco corais, nas Estações Brás, Clínicas e República. Confira a programação completa para o mês em http://www.estadao.com.br/e/corais.

Monotrilho do ABC terá R$ 230 mi para desapropriações

Fonte: Revista Ferroviária

O projeto do monotrilho para o ABCD, a chamada linha 18 – Bronze do Metrô, terá verba de R$ 230 milhões para desapropriações de áreas que serão feitas ao longo do percurso. O anúncio foi feito pelo secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, que esteve nesta segunda-feira (05/12) no Consórcio Intermunicipal. Durante a reunião, foi discutida também a construção de dois trilhos para a implantação do projeto Expresso ABC, trens com menos paradas que ligarão as estações Luz e Mauá.

De acordo com Fernandes, o valor das desocupações em decorrência da construção do monotrilho é uma estimativa de um laudo feito por técnicos da secretaria estadual. O secretário não soube detalhar quais áreas terão mais desapropriações, mas disse que “apesar do valor alto não haverá muitas intervenções”, disse.
Fernandes afirmou que uma parte do trajeto do monotrilho irá margear o Córrego dos Meninos, São Caetano e passará por locais onde há imóveis em desuso. “Tomamos o cuidado para que não fossem afetadas escolas, hospitais ou indústrias em atividades”, ressaltou.

O trajeto entre o ABCD e a Capital será de 20 quilômetros. A viagem deve durar 35 minutos. O monotrilho ligará a Estação Tamanduateí, em São Paulo, aos bairros Jardim São Caetano e Mauá, em São Caetano; Vila Palmares, Sacadura Cabral, Vila Scarpelli, Jardim Bom Pastor, em Santo André; Baeta Neves, Centro, Ferrazópolis, Alvarenga, em São Bernardo. Essas  localidades não são atendidas por trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

O secretário de Transportes destacou também que foi criado um fundo financeiro para dar sustentação ao projeto. “Estamos aguardando uma manifestação do Governo Federal que deve investir cerca de R$ 400 milhões. Tudo leva a crer que seremos bem-sucedidos nessa aprovação”, salientou.
Também integram o fundo um financiamento de R$ 1,2 bilhão do governo paulista junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social) e a contrapartida do Estado que investirá R$ 1,1 milhão no monotrilho. “Nossa expectativa é chegar em 2013 com os recursos dessa primeira fase garantidos”, disse Fernandes. Na próxima sexta-feira (09/12), o projeto do monotrilho também entrará na pauta de discussões da comissão que discute Parcerias Público-Privada (PPP). “Futuramente, a operação do monotrilho será terceirizada”, afirmou.

O presidente do Consórcio Intermunicipal, Mário Reali, destacou que o anúncio oficial do Governo Federal depende do resultado dessa comissão. “Todo o projeto está bem encaminhado, mas é necessário saber como será essa PPP para que a União possa se manifestar”, disse.
A PPP poderá ser feita em duas modalidades. A primeira com o Estado fazendo os projetos funcional, básico, desapropriações e licenças ambientais e a obras, deixando para a iniciativa privada a compra dos três e da operação do sistema. A segunda modalidade é o Estado fazendo as mesmas etapas e deixando obras e operação com o capital privado. “Na sexta-feira, vamos apresentar o custo total da obra, que é composto de suas fases: a primeira de R$ 2,8 bilhões e a segunda, que fará a ligação até o Alvarenga, de R$ 1,2 bilhão”, disse Fernandes.
Também já começou a ser elaborado o EIA/Rima (Estudo de Impacto Ambiental Relatório de Impacto Ambiental). “O documento está sendo desenvolvido por equipes do Metrô e da Secretaria de Transportes Metropolitanos. Depois de pronto, teremos a sustentação para as próximas licenças ambientais”, salientou Fernandes.

Expresso ABC
Quanto ao Expresso ABC, o secretário disse que o projeto está mais adiantado que o do monotrilho. Inclusive, já passou pela comissão de PPP’s do Estado. “Estamos em fase de negociação para viabilização de áreas. No local onde haverá o expresso há terras da União e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos)”, afirmou o secretário.
A ideia é que sejam instalados cinco trilhos paralelos, dois para servirem a linha 10 – Turquesa (que vai da Luz a Rio Grande da Serra), um para os trens de carga e outras duas para o Expresso ABC. “Nossa meta é entregar esse projeto em 2014 e a primeira fase do monotrilho em 2015”, disse Fernandes.
Atualmente, a viagem entre Mauá e a estação da Luz, na Capital, demora em torno de 36 minutos. A expectativa é que o Expresso ABC reduza o tempo de viagem para 25 minutos, pois o trem fará paradas em apenas cinco estações: Mauá, Santo André, São Caetano, Tamanduateí e Brás.
As cinco estações que farão as integrações serão remodeladas para receberem o novo trem. A expectativa é que o Expresso ABC transporte 600 mil passageiros por dia. “Com a redução do tempo, vamos atrair mais demanda”, ressaltou.

Visual da Linha 4 serve de inspiração

Estação Luz - Linha 4-Amarela
Fonte: STEFZS

Com mezaninos suspensos para ligar as plataformas, tetos vazados para facilitar a entrada da luz do sol e até três lances de escadas rolantes entre a rua e o nível dos trens, as 11 estações que serão construídas na zona sul da cidade, no prolongamento da Linha 5-Lilás, vão parecer muito com as paradas recém-inauguradas da Linha 4-Amarela. O Estado teve acesso às plantas de duas das novas estações.
Uma dessas paradas é a Vila Clementino, que já vai mudar de nome antes mesmo do começo da obra. Será a Estação Hospital São Paulo. A parada ficará no cruzamento das Ruas Pedro de Toledo e dos Otonis, na Vila Clementino, zona sul. É a penúltima estação da linha. O acesso aos trens, que ficarão a quase 50 metros abaixo do nível do solo, se dará em uma 'casa de vidro' de 10 metros de altura no lado sul do cruzamento entre as duas ruas.
O projeto prevê ainda bicicletário e uma área de serviço, para funcionários do Metrô, em um prédio de quatro andares, que vai abrigar reservatórios de água, área de ventilação e salas técnicas.
A estação terá duas entradas para as plataformas. Pelo lado norte, os usuários vão descer até um túnel que passará embaixo da Pedro de Toledo até a entrada sul - a principal da estação. Ali haverá dois conjuntos de escadas rolantes, com duas escadas em cada sentido, e dois conjuntos de escadas comuns. Na entrada norte, um acesso descerá até a plataforma e será usado só para serviços de manutenção.
Cadeirantes e idosos terão de tomar dois elevadores para chegar à plataforma. O acesso a eles será pelo norte da estação. O elevador levará os passageiros até o mezanino que ficará sobre a plataforma. Lá, o usuário terá de percorrer o mezanino até o outro elevador, que descerá as pessoas até o nível dos trens.
Brooklin-Campo Belo. As plantas da Estação Brooklin-Campo Belo, cujas obras também devem começar nos próximos dias, mostram uma claraboia de vidro, também pensada para aproveitar a luz natural, muito parecido com a entrada da Estação Vila Prudente, da Linha 2-Verde, inaugurada no ano passado.
A Estação Brooklin-Campo Belo terá um só túnel vertical para chegar à estação. Mas também serão três lances de escadas rolantes entre o nível da rua e as plataformas de embarque.
Todas as estações da Linha 5-Lilás serão como as paradas entregues pelo Metrô de 2009 para cá. As escadas rolantes são 'inteligentes' - ficam em modo de economia de energia, operando mais devagar, quando 'detectam' que não há passageiros. As catracas com roletas dão lugar a portas de embarque, de vidro, e haverá portas de vidro na plataforma separando os trens das pessoas, o que elimina riscos de usuários caírem nos trilhos.
Além da Linha 5-Lilás, o Estado faz, no momento, as obras de ampliação da Linha 2-Verde (o monotrilho da zona leste) e está obtendo as licenças para construir a Linha 17-Ouro, o monotrilho que ligará o Morumbi ao Aeroporto de Congonhas.
A atual gestão quer começar ainda a Linha 6-Laranja, da Estação São Joaquim, na Liberdade, até Brasilândia (que será feita por meio de uma Parceria Público-Privada, que já tem oito interessados), e espera conseguir começar também a Linha 15-Branca. Na zona leste, esse ramal começará na Vila Prudente, passará pela região do bairro Tiquatira e terminará na Rodovia Presidente Dutra.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Metrô divulga como será o pátio Oratório do Monotrilho

Projeto do futuro pátio Oratório, do monotrilho da Linha 2-Verde
Fonte: STEFZS


Desde que de 185 árvores foram arrancadas em setembro do amplo terreno onde funcionou a fábrica da Linhas Corrente, no Jardim Independência, moradores do entorno passaram a acompanhar atentamente as obras de construção do pátio de trens do monotrilho que vai funcionar no espaço. E novos questionamentos surgem a cada movimentação dos tratores e guindastes que já mudaram completamente o cenário do local.
Atualmente, uma das dúvidas levantadas pelos vizinhos é se o Metrô, responsável pelo projeto do monotrilho, estaria avançado a área previamente definida para a instalação do pátio e se sobrará espaço para o parque que a Prefeitura promete implantar no restante do terreno.
“Moro no Jardim Independência, de onde posso ver toda área da antiga Linhas Corrente. Começaram coma uma faixa de cerca de 100 m de largura. Avançaram em parte desta faixa, em mais uns 100 m. Agora vemos que estão ainda mais ao fundo do terreno. Nos parece que sobrará muito pouco para um futuro parque”, comenta Elinaldo Ramos de Lima Magalhães, via e-mail encaminhado à Folha que o repassou ao Metrô.
Embora a comunidade reconheça a importância e a necessidade da obra, o impacto ambiental gera indignação. “Acabaram com uma extensa área verde da nossa região, que abrigava várias espécies de pássaros, entre outros animais, além de árvores frutíferas. Se a intervenção foi no bairro, a compensação ambiental tem que ser localizada e restrita ao entorno”, defende o comerciante Armando Gonçalves, que mora no Jardim Independência há mais de 40 anos.
O deputado estadual Adriano Diogo (PT), que foi secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, afirma que os números apresentados na compensação ambiental estão abaixo do esperado e acusa ainda que a Subprefeitura de Vila Prudente/Sapopemba não estaria dando a devida atenção ao caso. “Os locais que receberão as árvores devem ser estipulados pela Subprefeitura, o que ainda não ocorreu. Isso é muito importante e está sendo tratado com pouco caso”, afirma Diogo.
Em resposta, o Metrô encaminhou, com exclusividade à Folha, no início da noite de ontem, duas maquetes eletrônicas (publicadas nesta página e na capa) que demonstram como ficará o pátio Oratório após sua conclusão. Foi informado ainda que o projeto sofreu alteração de traçado pela necessidade de preservação de um maciço de árvores nativas existente numa parte do terreno, por solicitação da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente. Assim, o Metrô desapropriou uma área adicional e o Pátio Oratório será implantado numa área total de 95.752 m².
Foi ressaltado ainda que a compensação ambiental será feita de acordo com o estabelecido no Termo de Compensação Ambiental TCA 169/2010, aprovado pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente, que estabelece o plantio interno (ou conversão em obras de requalificação) de 576 mudas de 3 cm de diâmetro e a conversão de 2398 mudas, do mesmo porte, em obras e serviços necessários para implantação de áreas verdes no entorno do empreendimento.
O Metrô também alegou que está aguardando a definição, por parte da Subprefeitura de Vila Prudente, dos locais para plantio e/ou de projetos de requalificação para a devida conversão.
Indagada, a Subprefeitura de Vila Prudente respondeu que já fez a indicação de algumas áreas. No entanto, o órgão municipal citou locais fora do Jardim Independência, como as ruas das Heras, Mimosas e Giestas, onde inclusive já ocorreram os plantios. Não foi informada a quantidade de mudas plantadas.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Avelleda fala sobre afastamento

Sérgio Avelleda, presidente do Metrô de São Paulo
Fonte: Revista Ferroviária

O presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, disse ontem ao Estado que a escolha de prosseguir com as obras da Linha 5-Lilás do Metrô foi uma decisão do governo. A construção, que ligará o Largo 13 de Maio à Chácara Klabin, está dividida em oito lotes. O Ministério Público Estadual (MPE) acusa o Metrô de adotar um modelo da licitação que encareceu o projeto em R$ 326,9 milhões ao não permitir que uma mesma empresa vencesse mais de um lote, ainda que com proposta mais barata.
Há duas semanas, o MPE pediu à Justiça paralisação das obras e afastamento de Avelleda por causa desse prejuízo e da suspeita de que participantes da licitação teriam combinado seu resultado. A Justiça concordou com o afastamento, mas manteve as obras. Anteontem, outra decisão judicial reconduziu Avelleda ao cargo.

O Ministério Público faz duas acusações em relação à Linha 5: formação de cartel das empresas e adoção de um modelo de licitação que causou prejuízo de R$ 326,9 milhões. O que o senhor tem a dizer sobre elas?
Em 24 de setembro de 2010, o Metrô publicou a classificação da licitação. Em 22 de outubro, assinou os contratos da obra. Em 26 de outubro de 2010, um jornal (Folha de S. Paulo) publica denúncia de antecipação do resultado. Eu tomo posse em 12 de janeiro de 2011. Isso é muito importante: eu não assinei contratos. Esse modelo - de uma empresa que ganha um lote não poder ganhar outro - é seguido por toda administração pública. Se fizer uma licitação para os oito lotes, teria de fazer exigências e ter garantias muito maiores. Quando contrato uma única empresa, pego todos os meus ovos e coloco na mesma cesta. Se a empresa quebra, resolve me pressionar, fico refém.

Mas propostas mais baratas foram desconsideradas?
Sim, mas a gente só soube disso depois. Era a regra do edital. A empresa sabia que o processo dela não seria validado. Os R$ 326 milhões são a diferença entre o que eu contratei e o preço da Construcap (vencedora do lote 1 que perdeu a licitação em outros lotes, mesmo oferecendo menor preço). Só que, se contratasse a Construcap em todos os lotes, talvez ela não tivesse condição de participar.

O senhor está dizendo que a acusação de prejuízo de R$ 326 milhões é uma ficção do Ministério Público?
Não, não coloque isso. Tenho o maior respeito pelo MP. O que eu digo é que as propostas dos concorrentes que já tinham vencido lotes anteriores não podem ser consideradas.

O prejuízo então não existe?
Não existe e o preço contratado, vamos deixar isso bem claro, está dentro do orçamento do Metrô para a obra. Aliás, não há nenhuma discussão sobre superfaturamento. Mas esse orçamento teve de crescer depois da primeira licitação da Linha 5, que não teve interessados. E houve a inclusão de serviços que não estavam previstos, como o bota-fora (descarte de entulho da obra).

As obras já começaram? A demolição de imóveis desapropriados para a construção da linha são um contrato à parte?
Não, é o mesmo contrato. Eu queria fazer as demolições antes, mas não podia porque os contratos estavam suspensos.

Quanto já foi pago?
Não sei precisar, posso passar depois (R$ 7,2 milhões, segundo a assessoria de imprensa).

E o cartel?
Eu tenho de ter prova irrefutável da existência do ilícito para anular o contrato. Nem toda matéria jornalística tem capacidade de ter efeito jurídico. Nosso processo de validação não encontrou essa prova irrefutável da existência do cartel. Então a decisão (de tocar a obra) - e acho muito importante esclarecer isso - foi uma decisão colegiada da diretoria do Metrô com apoio do governo.

Se a Justiça fosse afastar alguém então, seria a diretoria inteira do Metrô?
Eu não acho que deva afastar ninguém. Agora, a responsabilidade pelo ato é da diretoria, em um ato apoiado pelo governo do Estado. É uma decisão de governo.

O senhor não corre risco de amanhã surgirem essas provas?
Essas empresas e algum servidor público envolvido devem ser duramente punidos. Mas as empresas têm patrimônio suficiente para indenizar o Estado.

Como a investigação foi feita?
Ouvimos testemunhas e eu pedi à Justiça a abertura dos envelopes da licitação, que não achou irregularidades.

Sérgio Avelleda é reeleito presidente da Alamys

Fonte: Metrô

O presidente do Metrô de São Paulo, Sérgio Avelleda, presidirá por mais um mandato, a Asociación Latinoamericana de Metros y Subterráneos (Alamys). A decisão foi anunciada no último dia 20 de novembro, durante a abertura da 25ª Assembleia Geral da entidade, que aconteceu entre os dias 20 e 24, na cidade de Guadalajara, no México.
A liderança e o dinamismo de Avelleda, além do importante momento de expansão por que passa o transporte metroferroviário na capital paulista, foram determinantes para a decisão da escolha.
Como presidente, Avelleda trabalhará para que a Alamys leve adiante a bandeira do planejamento integrado dos transportes metroferroviário e rodoviário, além de promover novas tecnologias, como os sistemas de média capacidade (monotrilho, VLT e etc).
A assembleia da Alamys deliberou ainda pela aceitação de três novos membros: o Metrô de Santiago do Chile, a Linha 1 do Metrô de Lima e a Tranvia, de Zaragoza, e incluiu no comitê de direção os metrôs de Santiago, Caracas e de Bilbao.

Alamys
Criada em 1986 com o objetivo promover o intercâmbio de experiências, informações e de tecnologias entre seus associados, a Alamys é uma associação civil internacional sem fins lucrativos, composta por empresas e organizações de países latino-americanos (México, Porto Rico, República Dominicana, Panamá, Argentina, Brasil, Colômbia, Equador e Venezuela) e da Península Ibérica (Portugal e Espanha) que possuem sistemas de transportes metroferroviários.


R7 testa o Metrô na Linha 5: ''Do Capão Redondo ao Largo Treze, superlotação trava estação de Santo Amaro'''

Problema da Linha 5-Lilás é não estar ligada às demais linhas do Metrô
Fonte: R7
Reportagem: Júlia Carolina

Andar de metrô na capital paulista é sempre incerto. Eu percorri a linha 5-Lilás de ponta a ponta. A situação encontrada no horário de pico, porém, não foi de sufoco, exceto em Santo Amaro

A linha Lilás atende bairros da zona sul da capital paulista. As seis estações, distribuídas num percurso de 8,4 km de extensão, são: Capão Redondo, Campo Limpo, Vila das Belezas, Giovanni Gronchi, Santo Amaro e Largo Treze.

Talvez a maior dificuldade para quem utiliza a linha seja a falta de ligação com o resto da rede metroviária. A integração é realizada por meio da estação Santo Amaro da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). Por tanto, ir do centro de São Paulo até a linha leva tempo. 

Com a inauguração da linha 4-Amarela, é possível ir até a estação Pinheiros e, de lá, pegar o trem da CPTM até a estação Santo Amaro. Ainda assim, quem utiliza a linha aguarda pela prometida ampliação com o restante do Metrô, que ligará a estação Largo Treze à estação Santa Cruz (linha 1-Azul) e à estação Chácara Klabin (linha 2-Verde). O governo promete mais 11 estações: Adolfo Pinheiro, Alto da Boa Vista, Borba Gato, Brooklin, Campo Belo, Ibirapuera, Moema, Servidor, Vila Clementino, Santa Cruz e Chácara Klabin. A licitação dessas obras, porém, está sendo investigada pelo Ministério Público de São Paulo.
Outro fator problemático da linha Lilás é o tempo de intervalo entre os trens, maior que o das outras linhas do Metrô. No dia em que fui do Capão Redondo ao Largo Treze, no horário de pico das 17h, o tempo de espera por trem variava de dois a quatro minutos.  


Trens partem lotados, com usuários segurando as portas e atrasando as viagens
Sufoco em Santo Amaro
Durante o percurso, a estação Santo Amaro foi a estação que mais apresentou problemas. Já na passagem da CPTM para o Metrô, a escada rolante estava desligada. Como era horário de pico, os passageiros se amontoavam para subir a escadaria e chegar à plataforma. No embarque sentido Capão Redondo, os passageiros se aglomeravam para conseguir entrar no trem. A falta de sinalização no chão, indicando onde as portas se abrem, fazia com que os passageiros ocupassem a plataforma de forma desorganizada. Na hora que o trem chega, fica difícil para quem quer desembarcar: leva tempo para chegar até a porta e então é necessário empurrar quem tenta entrar. 

E este não foi o único problema visto no desembarque: algumas pessoas seguravam a porta e atrasavam a saída. Poucos fiscais estavam na plataforma no momento em que estive na estação: apenas dois. Vale dizer, porém, que eles eram atenciosos e prestativos.
Apesar de existir um sistema de som na estação Santo Amaro, o volume não era alto, e uma fiscal precisava utilizar um megafone para dar instruções aos passageiros.

A partir da estação Giovanni Gronchi, porém, a viagem fica mais tranquila. As pessoas começam a desembarcar e o transporte fica mais agradável. Algumas pessoas ainda ficam de pé, mas já não enfrentam tanto aperto. No trajeto entre a Vila das Belezas e Campo Limpo era possível sentar.

No dia da minha visita, todas as estações estavam com os elevadores funcionando. Com exceção daquela que faz ligação com a CPTM, a Santo Amaro, todas as escadas rolantes funcionavam. Elas também tinham acessibilidade e indicações para deficientes visuais no chão. Os vagões e plataformas estavam limpos.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Monotrilho será tema de reunião no ABC


Fonte: Revista Ferroviária

A implantação do monotrilho do ABC será um dos temas abordados na reunião de prefeitos no Consórcio Intermunicipal na próxima segunda-feira (5). O encontro vai contar com a presença dos secretários estaduais Jurandir Fernandes (Transportes Metropolitanos) e Edson Aparecido (Desenvolvimento Metropolitano).
Os secretários, que foram convidados pelo prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, vão levar aos chefes de Executivo as últimas informações sobre a criação da linha 18-bronze. O trecho de 28 quilômetros vai ligar São Bernardo à estação Tamanduateí do Metrô, passando por Santo André e São Caetano.
“O projeto está em curso. As três esferas de governo estão trabalhando conjuntamente, acredito que não haverá nenhum atraso na implantação da linha”, acredita o secretário de Desenvolvimento Metropolitano, Edson Aparecido. “O secretário Jurandir vai apresentar detalhes da obra na segunda-feira”, adianta o secretário.
Até o final do ano a presidente Dilma Rousseff e o governador Geraldo Alckmin devem anunciar parceria para viabilizar a construção da linha.
A linha bronze vai contar com 18 estações, entre elas Goiás e Espaço Cerâmica, em São Caetano, Baeta Neves e Djalma Dutra, em São Bernardo, além da estação Fundação Santo André, em Santo André.
Monotrilho
O governo do Estado definiu o monotrilho como o modelo de transporte que será utilizado na linha 18-bronze. Inicialmente, foi cogitada a possibilidade de se adotar o VLT (veículo leve sobre trilhos).
O sistema está sendo adotado como padrão de outras linhas elevadas que o Metrô pretende construir na capital. O projeto mais avançado é o prolongamento da linha 2-verde, que já está em construção e está previsto para ser entregue parcialmente em 2012.
Outra obra que segue o mesmo padrão é a linha 17-ouro, que vai ligar a estação Jabaquara do Metrô até a futura estação São Paulo-Morumbi da linha 4-amarela.

R7 testa o Metrô na Linha 4: ''Tecnologia sem mão humana complica dia-a-dia do passageiro''

Trem da Linha 4-Amarela - Pátio da Vila Sônia
Fonte: R7

A linha 4-Amarela foi construída com a promessa de ser a mais moderna do Metrô de São Paulo. Apesar dos sucessivos atrasos nas obras, a concessionária responsável pelo trajeto conseguiu cumprir o prometido e entregou à população uma linha em que os trens funcionam sem motorista e as portas das estações se abrem quando os vagões se "encaixam" na plataforma.
Mas a modernidade da linha 4-Amarela, em vários momentos, atrapalha no lugar de ajudar os passageiros. Passageira diária da linha, na última semana, utilizei os trens do trajeto somente nos horários de pico da manhã e do final da tarde e constatei que tanta tecnologia não ajuda ou atrapalha.

Na estação Butantã, o problema maior no horário de pico é acessar a plataforma. Isso porque há sempre de duas a quatro escadas rolantes desligadas. As que funcionam ficam aglomeradas. Perguntado sobre o motivo do desligamento, um funcionário do consórcio, identificado como Orlando, disse que os motores das escadas estavam superaquecendo por conta da demanda excessiva e precisavam ser desligados.
O trecho mais lotado está entre as estações Pinheiros e Paulista, onde há superlotação na transferência para linha 2-Verde; e, em Pinheiros, por conta da transferência para o trem da linha Osasco-Grajaú. No horário de pico, as escadas rolantes dessa transferência costumam ser desligadas para prevenir acidentes. Com isso, formam-se longas filas ao longo do corredor de acesso. Também para prevenir acidentes, segundo os funcionários do local, as esteiras ficam desligadas em horário de pico.

A saída do vagão para a linha Verde é confusa. Os fluxos de ida e vinda se cruzam para que o usuário acesse a transferência. São comuns "encontrões" entre as pessoas, principalmente com a população com problemas de locomoção (idosos, mães com criança de colo etc.)

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Blog está entre os 100 mais importantes do Brasil na categoria 'Notícias e Cotidiano'

Metrô em Foco ficou entre os 100 mais importantes da categoria
Por Diego Silva

O Blog Metrô em Foco, inaugurado no começo desse ano de 2011, já tem sua primeira marca importante: está entre os 100 mais importantes da categoria ''notícias e cotidiano''. A parcial foi levantada pelo Prêmio Top Blog 2011, que realiza anualmente um concurso com os blogs mais populares do Brasil.
Seu co-irmão, o blog ''CPTM em Foco'', classificou-se para a final da edição 2011, o que mostra que a qualidade da edição dos blogs é a mesma. Para 2012, o foco vai ser o Metrô, onde pretendemos fazer essa página crescer tanto quanto a página da CPTM.

Fico particularmente muito contente de ter alcançado essa marca com o blog do Metrô. Em menos de um ano no ar, essa primeira conquista nos mostra que podemos ir muito mais longe com esse projeto. Agradeço a todos que votaram no blog ''Metrô em Foco'' durante o período de votações populares. Somos Top 100, com muito orgulho. Ano que vem, vamos brigar de igual para igual com os demais blogs.

Avelleda recorre de decisão que o afastou da presidência

Sérgio Avelleda recorreu da decisão do MP 
Fonte: Migalhas.com


O presidente do Metrô de SP, Sérgio Avelleda, interpôs agravo contra decisão da juíza Simone Casoretti, da 9ª vara da Fazenda Pública de SP, que determinou seu afastamento da presidência do Metrô e a suspensão dos contratos para extensão da linha 5-lilás por suspeita de fraude na licitação.
A demanda foi originada após MP/SP ingressar com ação, alegando que, em 2009, houve irregularidade na licitação para obra de ampliação da linha.
Após decisão da magistrada, o Estado de SP pediu ao TJ/SP a suspensão da decisão da juíza Simone Casoretti. O Tribunal bandeirante entendeu que "a suspensão do contrato importaria em grave dano à ordem administrativa, à saúde e à economia públicas". No entanto, manteve o afastamento de Avelleda (clique aqui).
Agora, a defesa de Avelleda também recorre contra a liminar. 

Sérgio Avelleda retorna à presidência do Metrô

Presidente Sérgio Avelleda está de volta ao comando do Metrô de São Paulo
Fonte: Facebook




O desembargador Franklin Nogueira, da 1ª câmara de Direito Público do TJ/SP, suspendeu a decisão da juíza de Direito Simone Casoretti, da 9ª vara da Fazenda Pública, que determinou o imediato afastamento de Sérgio Avelleda da presidência do Metrô de SP.
Na ocasião, a magistrada afirmou que a permanência de Avelleda no cargo "iria demonstrar a conivência do Poder Judiciário com as ilegalidades praticadas por administradores que não respeitam as leis, a moral e os demais princípios que devem nortear a atuação de todo o agente público". A juíza também determinou a suspensão das obras para extensão da linha 5-lilás. Decisão, esta, que já foi derrubada pelo TJ/SP.
O desembargador Franklin Nogueira, relator do agravo, afirmou que a manutenção de Avelleda no cargo não traz nenhum prejuízo ao interesse público. E completa que, ao contrário do entendimento da magistrada, não se pode falar em prejuízo ao Poder Judiciário. Nogueira também enfatizou que o escopo principal do Poder Judiciário é fazer justiça sem qualquer preocupação com a opinião pública. "O magistrado deve ser escravo apenas e tão somente de sua consciência", afirmou.

VISTOS, ETC.
Cuida-se de ação civil pública em que se alega fraude em licitação do Metrô, mais precisamente da linha lilás 5, em que a ilustre magistrada de primeiro grau deferiu a liminar para: a) determinar o imediato afastamento do réu Sérgio Henrique Passos Avelleda de suas funções como Presidente da Companhia do Metropolitano de São Paulo; b) determinar a imediata suspensão da execução dos contratos relativos a esse certame licitatório.
A ordem de imediata suspensão da execução dos contratos foi afastada por decisão de S.Exa, o Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. E nem poderia ser de outra forma, tendo em conta os inegáveis prejuízos à coletividade decorrentes da paralisação de obra viária de tamanha importância, sobretudo se levarmos em conta o estado caótico do trânsito na cidade de São Paulo. Mesmo porque, em caso de procedência final da ação, restando comprovada a fraude, os cofres públicos serão ressarcidos com a condenação indenizatória e a cominação das sanções previstas para o ato de improbidade administrativa.
Não se há de olvidar que as empresas envolvidas são de grande porte, de grande poderio econômico, de forma a possibilitar a efetiva execução do julgado. Resta, assim, a determinação de imediato afastamento do Presidente do Metrô, que é objeto do presente agravo. Como se observa da r. decisão agravada, a magistrada de primeiro grau, fundamentando-se em fortes indícios de existência de fraude no procedimento licitatório de que se cuida, entendeu que o réu Sérgio Henrique Passos Avellena, na Presidência do Metrô, omitiu-se, dolosamente, quanto à tomada de outras providências, para melhor apurar essa possível fraude, levando a empreitada adiante e "prosseguiu com as assinaturas dos contratos e início das obras, sem quaisquer ponderações, considerações e estudos mais aprofundados dos fatos".
Não há dúvida que são fortes os indícios de fraude no procedimento licitatório. Porém, com o devido respeito à culta magistrada de primeiro grau, são necessários mais que indícios para providência de tamanha gravidade como o afastamento do Presidente de companhia como a do Metrô.
Nesse momento processual, de decisão monocrática, numa cognição sumária dos fatos, não vislumbro elementos probatórios fortes o suficiente para justificar a drástica medida. Até porque em caso de procedência final da demanda, com reconhecimento da prática de ato de improbidade administrativa, será o réu apenado, na forma da lei respectiva. E sua manutenção no cargo, ao menos por ora, não trará nenhum prejuízo ao interesse público, não se podendo falar, também, ao contrário do entendimento da digna magistrada de primeiro grau (que respeito), em prejuízo ao Poder Judiciário porque isso demonstraria (no seu entendimento, é bom frisar mais uma vez) sua conivência com as irregularidades praticadas.
O que se deseja, e esse o escopo principal do Poder Judiciário, é fazer justiça, sem qualquer preocupação com a opinião pública. O magistrado deve ser escravo apenas e tão somente de sua consciência. Não vislumbro, por último, qualquer possibilidade do réu, valendo-se do exercício da presidência, prejudicar a colheita de provas ou o andamento do feito, por se tratar de ação civil pública já ajuizada.
Mesmo porque se isso vier a ocorrer, comprovadamente, seu afastamento poderá ser novamente determinado. Tudo recomenda que se mantenha em suspenso o r. despacho agravado até a apreciação da questão pelos três integrantes da Turma Julgadora. Desta forma, embora respeitando, e muito, o entendimento da ilustre magistrada de primeiro grau, e louvando sua preocupação com o interesse público, por não encontrar ainda nos autos elementos de convicção que me permitam concluir pela responsabilidade do réu Sérgio Passos Avelleda por ato de improbidade administrativa, CONCEDO EFEITO SUSPENSIVO ao presente agravo de instrumento.
Em conseqüência, fica suspensa, até decisão final do agravo, a r. decisão de primeiro grau que determinou o imediato afastamento deste réu da Presidência da Companhia do Metropolitano de São Paulo. Oficie-se, com cópia deste despacho. Intimar para resposta. Em seguida, à douta Procuradoria Geral da Justiça.
São Paulo, 29 de novembro de 2011.
Márcio Franklin Nogueira - Relator

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